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Ele vive! Evidências da ressurreição de Cristo

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by

Michelson Borges

on 23 March 2017

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Transcript of Ele vive! Evidências da ressurreição de Cristo

ELE vive!
Evidências da ressurreição de Cristo
michelson borges
No entanto, para algumas pessoas, Jesus não passou de um profeta, talvez meramente um homem sábio. Se pensassem bem no que dizem, essas pessoas possivelmente mudariam de ideia.
Afinal, o que você concluiria
a respeito de alguém que, sendo homem, se dissesse Deus? Consideraria esse homem “sábio”? Algum profeta de Deus disse algo parecido de si mesmo?
Na verdade, alguém que afirmasse ser Deus, se não fosse, deveria ser tratado como louco ou charlatão, menos “sábio”. Assim, ou Jesus é Deus, ou não serve como modelo de conduta.
A verdade é que a fé cristã não está baseada somente na vida da pessoa de Cristo, mas, principalmente,
em Sua ressurreição.
1 Coríntios 15:3-8, 12-14, 19
Não é todo dia que se encontra alguém afirmando ter voltado da morte após três dias na sepultura. Para
os críticos do cristianismo, a ressurreição de Jesus é tratada
com desprezo e sarcasmo. Teria
sido um fato?
Evidência 1
Após Sua morte, Jesus
foi sepultado por José de Arimateia na tumba dele.
A informação é importante,
já que demonstra que o local do sepultamento de Jesus
era conhecido em Jerusalém.
Não apenas por isso, mas também porque
a proclamação da ressurreição não faria
o menor sentido se o corpo ainda
estivesse na sepultura.
Sendo membro de destaque do Sinédrio, a suprema corte judaica que condenou Jesus, José de Arimateia dificilmente seria um personagem inventado por cristãos que ao longo do primeiro século d.C. ainda nutriam mágoa em relação ao Sinédrio.
Evidência 2
No domingo seguinte após
a crucifixão, a tumba na qual Jesus estava sepultado foi encontrada vazia por um grupo de mulheres seguidoras dEle. Um leitor moderno das Escrituras deve levar em conta o contexto em que o Novo Testamento foi escrito.
Segundo o historiador judeu
Flávio Josefo
, a mulher não poderia nem mesmo ser testemunha em um julgamento.
Ao contrário do que qualquer charlatão poderia planejar,
os autores dos evangelhos registraram que as primeiras testemunhas a darem a notícia da ressurreição foram justamente as pessoas com menor credibilidade na época:
as mulheres
.
Uma cobertura deliberada teria destacado Pedro ou João, ou, melhor ainda, Nicodemos. Considerando que os evangelhos foram escritos décadas após
os acontecimentos,
os autores tiveram tempo para corrigir esse problema – a não ser, naturalmente, que
não estivessem criando uma lenda,
mas registrando os fatos como eram.
Uma conspiração também teria ajeitado as histórias das primeiras testemunhas. Havia duas figuras vestidas de branco ou apenas uma? Por que Maria Madalena confundiu Jesus com um jardineiro?
Conspiradores poderiam
ter feito um trabalho
mais ordeiro que
descrevesse o que mais
tarde proclamariam ser
o acontecimento
mais importante
da História.
Somado a isso, uma rápida lida no capítulo 28 do Evangelho de Mateus mostra que até mesmo o discurso de alguns judeus para encobrir a ressurreição sugere que a tumba estava vazia. Segundo a versão deles,
o corpo de Jesus teria sido roubado pelos discípulos.
Por que inventar essa história, se o corpo ainda estivesse na sepultura?
A historicidade de Jesus está mais do que provada. Ele é citado em textos de autores não cristãos e as evidências de que viveu
e morreu na cruz são bastante sólidas.
março/2016
Evidência 3
Em várias ocasiões e em diversas circunstâncias, vários indivíduos e grupos de pessoas presenciaram aparições de Jesus após a morte dEle. Em 1 Coríntios 15:3-7, Paulo diz que Jesus apareceu a Pedro, aos
12 apóstolos, para mais de 500 pessoas e a Tiago.
Não esperando que seus leitores acreditassem apenas em sua palavra, Paulo afirma que “a maioria” desses “quinhentos irmãos” (que viram Jesus após Sua morte) “ainda vive” (1Co 15:6). Em outras palavras: “Se você não acredita no que estou dizendo, vá checar com as testemunhas oculares!”
Evidência 4
João 17:3
E você, o que vai fazer
com essa revelação?
“Certamente os discípulos não dariam a vida por amor a uma teoria de conspiração remendada. Certamente seria mais fácil e mais natural honrar um Jesus morto como um dos mártires-profetas cujas sepulturas eram tão veneradas pelos judeus. ...
“Como tudo mais na vida de Jesus,
a ressurreição provocou reações contraditórias. Os que criam eram transformados; recebiam esperança
e coragem, saíam para transformar
o mundo. Os que não criam encontravam meios de ignorar as fortes evidências. Jesus já havia predito: ‘Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos volte à vida.’”
“Naturalmente, havia uma verdadeira conspiração posta em movimento não pelos discípulos de Jesus, mas pelas autoridades que tiveram que lidar com o embaraçoso fato da sepultura vazia. Elas poderiam ter dado um basta a todos os loucos rumores acerca de uma ressurreição simplesmente apontando para uma sepultura selada ou apresentando um corpo. ...
“As primeiras testemunhas reagiram como qualquer um de nós teria reagido. [...] O temor é a reação humana reflexa diante de um encontro com o sobrenatural. O temor, entretanto, foi sobrepujado pela alegria, porque as notícias que ouviram eram notícias boas demais para ser verdadeiras, mas tão boas que tinham de ser verdadeiras. Jesus estava vivo! ...
“Os evangelhos não apresentam
a ressurreição de Jesus de maneira apologética, com argumentos arranjados para provar cada ponto principal, mas, antes, como uma intromissão chocante que ninguém estava esperando, muito menos
os temerosos discípulos de Jesus. ...
No livro
O Jesus Que Eu Nunca Conheci
, o jornalista Philip Yancey escreveu:
Numa conversa particular
com o pregador Billy Graham, olhando para os escombros
de Berlin,
Konrad Adenauer
, chanceler alemão que reergueu a Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, disse: “Sr. Graham, fora a ressurreição
de Jesus, não sei de nenhuma outra esperança para o mundo.”
3.
A crença judaica da vida após a morte não aceitava a ressurreição de um indivíduo antes da ressurreição final, no fim dos tempos.
2.
De acordo com a lei judaica,
a execução de Jesus O retratou como um herege, um homem sob a maldição de Deus.
1.
O líder estava morto e o judaísmo do primeiro século d.C. não tinha a crença de um Messias morto, muito menos ressurreto.
Os primeiros discípulos acreditaram na ressurreição de Jesus, apesar de terem toda razão para não acreditar.
William Lane Craig
sumarizou esse argumento desta forma:
A ressurreição foi o divisor
de águas na vida dos discípulos. Conhecidos pelo egoísmo, incredulidade e fé inconstante, esses homens, depois da ressurreição de Jesus, estavam dispostos a entregar a vida em lugar de negar Aquele que venceu os poderosos braços da morte. Não é à toa que 11 dos 12 apóstolos foram martirizados exatamente por não negar a fé.
Logo ela?
A ressurreição de Cristo é a grande prova de que Ele tem poder para cumprir tudo o que prometeu: a ressurreição dos que nEle creem,
a concessão da vida eterna, Sua segunda vinda, etc.
Depois de ressuscitado e de
ter passado 40 dias com Seus seguidores, para onde foi Jesus?
Atos 1:10, 11
Tão certo quanto Jesus está vivo
é o fato de que Ele voltará. Tão certo quanto a sepultura do Salvador está vazia é o fato de que Ele está entre nós e continua transformando vidas.
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