Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

ARTE E RELIGIÃO

No description
by

Wagner Bôa Morte

on 23 September 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of ARTE E RELIGIÃO

ARTE
E
RELIGIÃO

Pré-História
ARTE CRISTÃ-PRIMITIVA
Período Paleolítico
Antiguidade Clássica
ARTE GREGA
ARTE ROMANA
ARTE PALEOCRISTÃ
Compreende-se entre 5.000.000 a 11.000 a.C.
Divide-se em:
PALEOLÍTICO INFERIOR (5.000.000 A 200.000 a.C.)
PALEOLÍTICO MÉDIO (200.000 A 30.000 a.C.)
PALEOLÍTICO SUPERIOR (30.000 A 11.000 a.C.)

Por volta de 30.000 a.C. surgem as primeiras manifestções artísticas, destacando-se as chamadas Vênus Paleolíticas e as Pinturas Rupestres.
Vênus Paleolíticas
Vênus Paleolíticas são estatuetas de mulheres gordas ou grávidas encontradas da Europa Oriental à Sibéria.
Feitas de ossos, marfim ou pedras moles como calcário, calcita ou esteatite e, posteriormente, feitas em argila.
Acredita-se que estejam relacionadas à ritualidade da Deusa Mãe.
Misticidade de fecundidade feminina.
Características das estatuetas:

Sem traços fisionômicos (rosto);
Nuas;
Posição em pé;
Apresentam seios, nádegas, ventre e partes genitais protuberantes;
Sem pés ou braços e pés muito pequenos;
Possuem entre 5 e 25 cm;
Vênus de Willendorf - cerca de 8cm.
(1) Willendorf’s Venus (Rhine/Danube)
(2) Lespugue Venus (Pyrenees/Aquitaine)
(3) Laussel Venus (Pyrenees/Aquitaine)
(4) Dolní Vstonice Venus (Rhine/Danube)
(5) Gagarino no. 4 Venus (Russia)
(6) Moravany Venus (Rhine/Danube)
(7) Kostenki 1. Statuette no. 3 (Russia)
(8) Grimaldi nVenus (Italy)
(9) Chiozza di Scandiano Venus (Italy) (10) Petrkovice Venus (Rhine/Danube) (11) Modern sculpture (N. America)
(12) Eleesivitchi Venus (Russia)
(13) Savignano Venus (Italy)
(14) The so-called “Brassempouy Venus” (Pyrenees/Aquitaine),
(15) Hohle Fels Venus (SW Germany)
A caverna de ALTAMIRA, na Espanha, foi a primeira a ser encontrada (1879).
A caverna de LASCAUX, na França, encontrada em 1942, tem exemplares belíssimos.
O tema dessas pinturas são comumente bisões, cavalos e cervos.
Na caverna de CHAUVET, também na França, há ursos, panteras, cavalos, mamutes, hienas, dezenas de rinocerontes peludos e animais diversos.
No Brasil, o Parque Nacional da Serra da Capivara, no sudeste do Estado do Piauí, ocupando áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. Nessa região encontra-se uma densa concentração de sítios arqueológicos, a maioria com pinturas e gravuras rupestres.
Período Neolítico
Inicia-se a tecelagem, a cerâmica e as primeiras edificações.
As pinturas começam a ser feitas ao ar livre.
Os temas tornam-se abstratos e racionais, com a utilização de formas gométricas.
Surge a forma humana nas pinturas e a representação do cotidiano.
Construções Megalíticas
Provavelmente ligado à rituais funebres ou religiosos.
Divivem-se em dois estilos:
Dolmens (Vertical)
Menires (Horizontal)
A junção forma um Cromeleshe.
Casa do Neolítico, Skara Brae, Escócia
A arte seguia normas religiosas que reduziam a liderdade do artista.
A religião determinava as construções, a temática das esculturas e das pinturas.
Tendência ao realismo e a observação da lei da frontalidade.
As pirâmides do deserto de Gizé são as obras arquitetônicas mais famosas.
Foram construídas por importantes reis do Antigo Império: Quéops, Quéfren e Miquerinos.
Junto a essas três pirâmides está a esfinge mais conhecida do Egito, que representa o faraó Quéfren, mas a ação erosiva do vento e das areias do deserto deram-lhe, ao longo dos séculos, um aspecto enigmático e misterioso.
As características gerais da arquitetura egípcia são:
• solidez e durabilidade
• sentimento de eternidade
• aspecto misterioso e impenetrável
Os monumentos
mais expressivos da arte egípcia são os túmulos e os templos.
Dividem-se em três categorias:
• Pirâmide - túmulo real, destinado ao faraó;
• Mastaba - túmulo para a nobreza; e
• Hipogeu - túmulo destinado à gente do povo.
Os tipos de colunas dos templos egípcios são divididas conforme seu capitel:

• Palmiforme - flores de palmeira
• Papiriforme - flores de papiro
• Lotiforme - flor de lótus
O Egito era uma das principais civilizações da Antiguidade.
Era uma civilização já bastante complexa em sua organização social e riquíssima em suas realizações culturais.
A religião invadiu toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua organização social e política, determinando o papel de cada classe social e, consequentemente, orientando toda a produção artística desse povo.
O fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para o qual se erguiam templos funerários e túmulos grandiosos.
PINTURA
A decoração colorida era um poderoso elemento de complementação das atitudes religiosas.
Suas características gerais são:
• Ausência de três dimensões.
• Ignorância da profundidade;
• Lei da Frontalidade, que determinava que o tronco da pessoa fosse representado sempre de frente, enquanto sua cabeça, suas pernas e seus pés eram vistos de perfil.
1) Quanto a hierarquia na pintura: eram representadas maiores as pessoas com maior importância no reino, ou seja, nesta ordem de grandeza:
O rei, a mulher do rei, o sacerdote, os soldados e o povo.
As figuras femininas eram pintadas em ocre, enquanto que as masculinas eram pintadas de vermelho.

2) Os egípcios escreviam usando desenhos, e não utilizavam letras.
Desenvolveram três formas de escrita:
Hieróglifos - considerados a escrita sagrada.
Hierática - uma escrita mais simples, utilizada pela nobreza e pelos sacerdotes.
Demótica - a escrita popular.
Um rolo de papiro com rituais funerários que era posto no sarcófago do faraó morto, era ilustrado com cenas muito vivas, que acompanham o texto com singular eficácia.
Era formado de tramas de fibras do tronco de papiro, que eram batidas e prensadas transformando-se em folhas.
Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo.
A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações.
Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal.
Eles tem como características: o racionalismo, o amor pela beleza, o interesse pelo INÍCIOM, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas” e pela democracia.
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados:

• Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
• Hidria - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
• Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.
PINTURA GREGA
A pintura grega se divide em três grupos:
• figuras negras sobre o fundo vermelho.
• figuras vermelhas sobre o fundo negro.
• figuras vermelhas sobre o fundo branco.
Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento.
No Período Arcaico - grandes figuras de homens em mármore - primeiramente, simétricas, rigorosa posição frontal e peso do corpo distribuído igualmente sobre as duas pernas - KOUROS (homem jovem).
No Período Clássico - a busca do movimento; começaram a usar o bronze por ser mais resistente que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas.
Período Helenístico - observa-se um crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento.
O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
A arte romana sofreu duas fortes influências: a da arte etrusca popular e voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza.
Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções.
ARQUITETURA
As características gerais da arquitetura romana são:

• busca do útil imediato, senso de realismo;
• grandeza material, realçando a ideia de força;
• energia e sentimento;

As construções eram de cinco espécies, de acordo com as funções:
1) Religião - politeísmo antropomórfico.

Templo
Os mais conhecidos são o templo de Júpiter, o de Saturno, o da Concórdia e o de César.
O Panteão, construído em Roma durante o reinado do Imperador Adriano, foi planejado para reunir a grande variedade de deuses existentes em todo o Império.
Esse templo romano, com sua planta circular fechada por uma cúpula, cria um local isolado do exterior onde o povo se reunia para o culto.
2) Comércio e civismo - Basílica.

A princípio destinada a operações comerciais e a atos judiciários, a basílica servia para reuniões da bolsa, para tribunal e leitura de editos. Mais tarde, já com o Cristianismo, passou a designar uma igreja com certos privilégios.
3) Higiene -Termas

Constituídas de ginásio, piscina, pórticos e jardins, as termas eram o centro social de Roma.

As mais famosas são as termas de Caracala que, além de casas de banho, eram centro de reuniões sociais e esportes.
5) Monumentos decorativos

a) Arco de Triunfo: pórtico monumental feito em homenagem aos imperadores e generais vitoriosos. O mais famoso deles é o arco de Tito, todo em mármore, construído no Forum Romano para comemorar a tomada de Jerusalém.

b) Coluna Triunfal: a mais famosa é a coluna de Trajano, com seu característico friso em espiral e que possui a narrativa histórica dos feitos do Imperador em baixos-relevos. Foi erguida por ordem do Senado para comemorar a vitória de Trajano sobre os dácios e os partos.
O Mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.

A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje, provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio, em 79 a.C.
Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado; que dava impressão de placas de mármore.

Segundo estilo: Os artistas começaram então a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais, aves e pessoas, formando um grande mural.

Terceiro estilo: representações fiéis da realidade e valorizou a delicadeza dos pequenos detalhes.

Quarto estilo: um painel de fundo vermelho, tendo ao centro uma pintura, geralmente cópia de obra grega, imitando um cenário teatral.
Os romanos eram grandes admiradores da arte grega mas, por temperamento, eram muito diferentes dos gregos.
Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos.
As esculturas retratavam os imperadores e os homens da sociedade.
Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos.
Com a invasão dos bárbaros, as preocupações com as artes diminuíram e poucos monumentos foram realizados pelo Estado.
Era o começo da decadência do Império Romano que, no séc. V, mais precisamente no ano de 476, perde o domínio do seu vasto território do Ocidente para os invasores germânicos.
MOSAICO

Partidários de um profundo respeito pelo ambiente arquitetônico, adotando soluções de clara matriz decorativa, os mosaicistas (ístas) chegaram a resultados onde existe uma certa parte de estudo direto da natureza.

As cores vivas e a possibilidade de colocação sobre qualquer superfície, bem como a duração dos materiais, fizeram com que os mosaicos viessem a prevalecar sobre a pintura. Nos séculos seguintes, tornar-se-ão essenciais para medir a ampliação das primeiras igrejas cristãs.
ARTE TRIUNFAL
ARTE DAS CATACUMBAS
A mais antiga imagem conhecida de Maria com o Menino Jesus.
(Século II, Catacumbas de Santa Priscila, Roma)
As cavernas mais conhecidas/importantes
Arte Naturalista e esquemática
Função da arte - magia e religião
Stonehenge, em Salisbury, Inglaterra
HIPOGEU
HIPOGEU
MASTABA
Templo de Karnak
Sistema arquitravado
Templo de Luxor
Mastaba é um túmulo egípcio.
Os egípcios começaram a construir túmulos desde a primeira dinastia do período arcaico. As Mastabas  eram as edificações para abrigar os cadáveres que precederiam as famosas pirâmides. Os homens mais ricos exigiram túmulos mais sofisticados e complexos que se desenvolveram até as Mastabas, mas um formato não eliminou o outro. Os dois coexistiram e as Mastabas continuaram recorrentes, pois eram uma alternativa mais simples.
Hieróglifos - considerados a escrita sagrada.
Hierática - uma escrita mais simples, utilizada pela nobreza e pelos sacerdotes.
Demótica - a escrita popular.
As cores definindo o homem e a mulher.
O tamanho relacionado à hierarquia.
ESCULTURA
A religião desempenhava um papel muito importante na sociedade egípcia: todos os aspectos da vida das pessoas eram regulados por normas religiosas. Os principais deuses eram Osíris, deus ligado à morte; Osíris, o mais popular; Ísis, irmã-esposa de Osíris etc. Acreditavam numa vida após a morte e no retorno do espírito ao corpo.
POLITEÍSMO ZOOMÓRFICO
Divindades Zoomórficas do Antigo Egipto
Torso de estátua do deus touro Apis
Memphis (adquirido por Francesco Piranesi em 1779)
Possivelmente encontrado na Villa Adriana, Tivoli
Período Ptolemaico, Séc. III-II a.C.
Lei da Frontalidade
A arte egípcia é uma arte ESTILIZADA, mas com pormenores e detalhes realistas.
São possíveis três pontos de vista para o observador: de frente, perfil e de cima - ideia de estaticidade e imobilidade solene.
O corpo humano de figuras importantes: dois pontos de vista simultâneos - olhos, ombros e peito vistos de frente / cabeça e as pernas vistos de lado (mais informação e favorecem a dignidade).
Contudo, a conjugação de todos estes elementos nos apresenta uma arte robusta, sólida, solene e criada para a eternidade.
Há uma preocupação em apresentar o aspecto mais revelador de determinada entidade.
De um modo geral, estas regras não davam margem à imaginação do artista.
Nefertite
Grande Esfinge de Gizé
Baixo-relevo
Esculturas no Templo de Karnac
Orientação predominantemente religiosa (grande número de estátuas esculpidas com a finalidade de ficar dentro de túmulos).
Marcada pela supremacia política do faraó.
Principais pedras utilizadas: calcário, granito, diorita e mármore.
Os baixos-relevos egípcios, que eram quase sempre pintados, foram também expressão da qualidade superior atingida pelos artistas em seu trabalho.
Recobriam colunas e paredes, dando um encanto todo especial às construções.
Os próprios hieróglifos eram transcritos, muitas vezes, em baixo-relevo.
Livro dos Mortos
Representação de um Sarcófago
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homens.
ARTE EGÍPCIA
PINTURA
ESCULTURA
Período - entre os séculos II e V, dentro do império romano.
Em 64 d.C. , Nero acusa os cristãos do incêndio em Roma, dando início à perseguição, que perdura por quase 3 séculos.
Os cristãos mudam o local de seus encontros para as catacumbas.
Desenvolve-se as pinturas murais, a poesia e a música.
A temática das obras - passagens bíblicas, criando uma pintura simbólica.

Os primeiros cristãos desenvolveram sua própria iconografia:
Representavam, normalmente, o corpo humano de maneira proporcional e bidimensional; por vezez, adaptava e harmonizava elementos da arte pagã com os ensinamentos cristãos.
- Aspecto sombrio.
- Representações cristãs e Jesus Cristo.
- Configuração rústica e simples.
- Sem técnica de desenho (simples e pobres).
- Pouca variação cromática – preto, vermelho, roxo e marrom; raramente o azul.
- Composições planas e lineares, sem qualquer noção de perspectiva.
CATACUMBA
CRUZ: símbolo do sacrifício de Jesus.
PALMA: símbolo do martírio.
ÂNCORA: símbolo da salvação.
PEIXE: em grego, ICHTYS, uma sigla que significa:
- I – Iesous (Jesus)
- CH – Crhistos
- T – Theos (Deus)
- Y – Yios (Filho)
- S – Soter (Salvador)

”Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador”

Posteriormente, pintaram cenas do antigo e do novo testamento.
Complemente seus estudos com as apresentações em power point, que se encontram no site do colégio na área dos downloads ARTE BIZANTINA e ARTE GÓTICA
ARTE GÓTICA (POWER POINT)
ARTE BIZANTINA (POWER POINT)
No Brasil, Mestre Didi, o artista sacerdote
Outros nomes
Deoscóredes Maximiliano dos Santos
Asobá do Opô Afonjá
(Salvador, BA, 1917-2013)
Escultor, escritor, ensaista e curador Mestre Didi é um representante da cultura afro-brasileira.
Sua iniciação, à arte e à religião, se deu ainda menino, aos oito anos. Portanto, executa objetos rituais desde a infância; aprendeu a manipular materiais, formas e objetos com os mais antigos do culto orixá Obaluaiyê.
Suas obras fazem parte do acervo do Museu Picasso, em Paris, do MAM de Salvador e do Rio de Janeiro, entre vários outros museus estrangeiros.
Suas formas confeccionadas com elementos da natureza são inspiradas em mitos, lendas e objetos de culto aos orixás.
. . .esculturas que falam de orixás
Se, por um lado, sua arte é um feixe de luz sobre mitos e tradições ancestrais, sua palavra permanece sob um invólucro de santidade. “Ele fez um juramento que lhe privou de falar em público, fora do recinto religioso. O seu dizer não pode ser deturpado”, explica sua esposa, a antropóloga Juana Elbein dos Santos, designada sua porta-voz.
RESPOSTAS SUGERIDAS PARA A ATIVIDADE DISTRIBUÍDA EM SALA DE AULA, como complemento do conteúdo da prova do 4º período.

1) Arquitetura, teatro, a representação da figura humana e a mitologia, são alguns aspectos.
2) Obra relacionada com a religião, com técnicas que enfatizam a individualidade, apresentando ricos detalhes e expondo o homem como um ser majestoso e digno de admiração (preceitos humanistas).
3) Suas obras são inspiradas em mitos, lendas e objetos de culto aos orixás e exus, que são temas recorrentes de suas esculturas. São confeccionadas com contas, búzios, rendas, de couro e folhas de palmeira; executa objetos rituais desde a infância e aprendeu a manipular materiais, formas e objetos com os mais antigos do culto orixá Obaluaiyê.
4) Religiosidade (Candonblé e Umbanda) - comidas e oferendas para os santos.
Os africanos touxeram os sabores (pirão, angu, feitoada, o azeide de dendê, o coco e o café).
A capoeira (auxiliava os escravos na defesa e ataque).
Danças, como o samba.
Música
Língua
5) É a partir da compreensão da importância que a religião assumia no Egito Antigo que se pode entender a arte daquele povo. Toda a produção artística estava subordinada à pessoa do faraó, e tudo que lhe dizia respeito era sagrado.
A começar pelos monumentos grandiosos, que eram destinados a abrigar defuntos - pirâmides, mastabas e hipogeus.
A arte egípicia era uma arte anônima, onde interviam vários artistas e artesãos. A ênfase era dada ao conhecimento perfeito das regras e das técnicas, e não ao estilo pessoal do artista.
As convenções eram rígidas (pintura, escultura e arquitetura):
Hierarquia
A água sempre azul e linhas negras em zig-zag;
Homens pintados com marrom e mulheres com amarelo/ocre.
A estátua destinava-se a perpetuar coporalmente a presença de um deus ou de um homem.
As esculturas dos mortos serviam para que o KA, essência espiritual, reconhecesse o local da sepultura do seu corpo, para apoderar-se dele e continuar a viver no outro mundo.
6) "A Lei da Frontalidade funda-se no princípio de valorizar o aspecto que mais caracteriza cada elemento do corpo humano. Desenhado de perfil, o rosto é mostrado ao máximo. De frente, resume-se a uma forma oval. No rosto de perfil, o olho é representado de frente, por ser este seu aspecto mais característico e de igual maneira revelador.O tórax também se apresenta de frente, e de igual maneira, são vistos de perfil, as pernas e os pés, onde apenas sobressaí o dedo grande. Numa primeira análise, julgou-se que esta forma de retratação estaria ligada à incapacidade ou ingenuidade do artista. De acordo com análises posteriores, no entanto, chegou-se à conclusão de que, obviamente, existiriam outras razões para este fenômeno. Princípio fundamental da estatuária antiga, tal como a egípcia, caracterizada pela posição rígida dos corpos.
 O argumento de que o artista retratava a figura desse modo por dificuldade técnica é infundado. Os animais e a vegetação são mostrados de forma naturalista, com todos os recursos da descrição em três dimensões: são pássaros em plena revoada e plantas em exuberante desordem."

7) Conceitos que se encontram no material disponibilizado para estudo:
Prezi - Arte e Religião
Power Point - Arte Gótica e Arte Bizantina
Há também um material na apostila de artes
Vídeos na última parte do prezi - Arte Gótica e A igreja e a vida medieval

Bons estudos! Ótima prova!
Fique ligado!!!
Idade Média - Arte Bizantina e Arte Gótica
Arte Gótica (3:06)
Notre-Dame, Paris (25:46)
A igreja e a vida medieval (10:04)
PRÉ-HISTÓRIA
MESTRE DIDI
ARTE RITUAL
MESTRE DIDI - "um mediador entre os vivos e os mortos"
Objetos-rituais - unem vida/obra, arte/religião.
Os materiais, as cores e as formas curvas (feminino) e retilíneas (masculino) escolhidas nos remetem à importância de cada elemento da natureza, responsáveis por nossa vida e que são profundamente respeitados na religião de origem africana.
Uma simbologia particular é a grande marca da produção de Mestre Didi (as contas coloridas, os búzios, a palha, as nervuras de palmeira e as tiras de couro reforçam o significado do objeto final).
TEMÁTICAS RELACIONADAS A SABERES ESTÉTICOS E CULTURAIS: simbolgia, sincretismo cultural e religioso, as heranças culturais e a cultura afro-brasileira.
LINGUAGENS ARTÍSTICAS: escultura, objeto, música e dança.
CONEXÕES INTERDISCIPLINARES: antropologia, filosofia, religião ioruba e geometria.
tem o mais alto grau na hierarquia sacerdotal do Culto aos Ancestrais. Como sacerdote é incumbido de fabricar e sacralizar todos os emblemas rituais de seu culto. Uma vez realizado o objeto, seu caráter sagrado é conferido em cerimônias, e eles então são aceitos como símbolos de forças espirituais, portadores de forças místicas, estimuladores da memória grupal e da adoração.
Mestre Didi
ANÁLISE DE OBRA
DAN (a serpente do além), técnica mista, 116x84x30 cm (Coleção do artista)
Conjunto de NERVURAS DE PALMEIRA (símbolo dos mortos; os ancestrais representados coletivamente, pelo feixe).
Ornamentado e atado por BÚZIOS (paramentam os orixás do panteão da Terra como Nanã, Obaluaiyê e Oxumaré).
Tiras de couro em PRETO (cor associada ao abá, poder que dá direção e finalidade).
Tiras de couro em BRANCO (associada ao iwá, poder que permite a existência genérica).
Tiras de couro AZUL-MARINHO (pertence ao domínio do preto).
Tiras de couro em VERMELHO (associado ao axá, poder de realização que dinamiza a existência).
Dan é a serpende sagrada do Daomé, trazida pelos negros jejes para o Brasil. Simboliza o princípio da mobilidae e da eternidade. Na cultura Nagó, identifica-se com Oxumaré, "a serpente do arco-íris.
QUESTÃO DE PROVA da UnB (2012)
Mestre Didi. Sasará Ati Aso Iko. Xaxará com manto de palha da costa, 2003, técnica mista, 64 x 20 x 12 cm.
Mestre Didi. Pepeye, o grande pato, 2001, técnica mista, 60 x 60 x 23 cm.
Deoscóredes Maximiliano dos Santos, nascido em Salvador, Bahia, em 1917, é conhecido como Mestre Didi. Escultor e escritor, ele inclui, em sua obra, elementos da cultura afro-brasileira. As formas escultóricas que produz, confeccionadas com contas, búzios, rendas de couro e folhas de palmeira, remetem a mitos, lendas e objetos de culto aos orixás. Suas obras fazem parte dos acervos dos Museus de Arte Moderna de Salvador e do Rio de Janeiro e do Museu Picasso, em Paris, entre outros.
Com base nas informações e imagens acima, julgue o próximo item.
As peças de mestre Didi apresentadas acima têm claro aspecto primitivo e decorativo, com evidentes conotações ritualísticas, características que impossibilitam categorizá-las como arte, sendo, assim, classificadas como artesanato popular.
Em várias culturas, tanto ocidentais, quanto orientais, em diversas épocas, existiram - e ainda existem - produções conjuntas entre arte e religião. Podemos citar como exemplo a arte egípcia, o renascimento, o barroco, entre outros.
ATIVIDADES PROPOSTAS

1) Resolver a questão do PAS/UnB/2012.
2) Faça individualmente ou em dupla (atividade que poderá compor sua nota complementar)
Que perguntas o documentário provoca em você?
Que sensações e pensamentos que ocorre? Magia, mistério, preconceito, estranhamento?
Qual a importância dos materiais utilizados pelo artista em suas obras?
Sobre o documentário: como você vê a relação entre o som e as imagens? O culto ao silêncio do mestre, de pouca fala, aumenta ou diminui seu interesse?

Siga o link abaixo para assistir ao vídeo Vida e obra de Mestre Didi, do Arte na Escola.
OBS: ENTREGAR (em folha separada) NA PRÓXIMA AULA, IMPRETERIVELMENTE.
Full transcript