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Copy of O que se faz na Saúde da Mulher

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Fernando Anschau

on 16 August 2016

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Transcript of Copy of O que se faz na Saúde da Mulher

Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul
Saúde da Mulher
Concepções mais amplas
Não bordam apenas aspectos da biologia e anatomia do corpo feminino
O corpo da mulher passa a não ser visto apenas na sua função reprodutiva.
A saúde da mulher não mais se limita à saúde materna ou à ausência de enfermidade associada ao processo de reprodução biológica. Aqui estão incluídos os direitos sexuais e as questões de gênero
Saúde da Mulher
Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento - Cairo 1994
Destaca como direitos humanos básicos:
decidir livre e responsavelmente sobre o número de filhos, o espaçamento e a oportunidade de ter filhos;
ter acesso à informação e aos meios para decidir e gozar do mais elevado padrão de saúde sexual e reprodutiva, livre de discriminações, coerções ou violências;
Assembléia Geral das Nações Unidas - 1979
Adota a Convenção sobre Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher
Adotou integralmente todos os princípios e normas de direitos humanos inscritos em leis internacionais
Constituição Brasileira de 1988
Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher
Que o canto do quero-quero
Ecoe a Rede Cegonha
Aos filhos e pelos filhos do Rio Grande
Para mostrar a quem quiser ver
Um bom lugar pra nascer, crescer e viver
Sem chorar
Objetivos específicos
Fortalecer a participação e o controle social na definição e implementação das políticas de atenção integral à saúde das mulheres:
– promover a integração com o movimento de mulheres feministas no aperfeiçoamento da política de atenção integral à saúde da mulher.
Ampliar e qualificar a

atenção clínico-ginecológica
:

– fortalecer a atenção básica no cuidado com a mulher;
– ampliar o acesso e qualificar a atenção clínico- ginecológica na rede SUS.
Estimular a implantação e implementação da assistência em
direitos reprodutivos
:

– ampliar e qualificar a atenção aos direitos reprodutivos, incluindo a assistência à
infertilidade;
– garantir a oferta de

métodos anticoncepcionais
para a população em idade reprodutiva;
– ampliar o acesso das mulheres às informações sobre as opções de métodos anticoncepcionais;
– estimular a participação e inclusão de homens e adolescentes nas ações de direitos reprodutivos.
Atenção obstétrica e neonatal, qualificada e humanizada
Assistência ao abortamento em condições inseguras

– Redução da Mortalidade Materna e Neonatal;
– Qualificar a assistência obstétrica e neonatal;
- Organizar rede de serviços de atenção obstétrica e neonatal;
– Qualificar e humanizar a atenção à mulher em situação de abortamento;
– Melhorar a informação sobre a magnitude e tendência da mortalidade materna.
Violência doméstica e sexual:

– Organizar redes integradas de atenção às mulheres em situação de violência sexual e doméstica;
– Promover ações preventivas em relação à violência doméstica e sexual.
Promover, conjuntamente com a seção de DST/AIDS, a prevenção e o controle das doenças sexualmente transmissíveis e da infecção pelo HIV/aids na população feminina
Reduzir a morbimortalidade por câncer na população feminina:
– Organizar redes para o diagnóstico e o tratamento de câncer de colo uterino e de mama;
Implantar um modelo de atenção à saúde mental das mulheres sob o enfoque de gênero:

– incluir o enfoque de gênero e de raça na atenção às mulheres portadoras de transtornos mentais e promover a integração com setores não-governamentais, fomentando sua participação nas definições da política de atenção às mulheres portadoras de transtornos mentais.
Implantar e implementar a atenção à saúde da mulher no climatério
Promover a atenção à saúde da mulher na terceira idade:
– incluir a abordagem às especificidades da atenção a saúde da mulher na Política de Atenção à Saúde do Idoso no SUS;
– incentivar a incorporação do enfoque de gênero na Atenção à Saúde do Idoso no SUS.
Promover a atenção à saúde da mulher negra:

– implantar o Programa de Anemia Falciforme, dando ênfase às especificidades das mulheres em idade fértil e no ciclo gravídico-puerperal;
– incluir e consolidar o recorte racial/étnico nas ações de saúde da mulher
Promover a atenção à saúde das trabalhadoras do campo e da cidade:
– implementar ações de vigilância e atenção à saúde da trabalhadora da cidade e do campo, do setor formal e informal;
– introduzir nas políticas de saúde e nos movimentos sociais a noção de direitos das mulheres trabalhadoras relacionados à saúde.
Promover a atenção à saúde da mulher indígena:
– ampliar e qualificar a atenção integral à saúde da mulher indígena.
Promover a atenção, ampliando e qualificando o acesso, à saúde das mulheres em situação de prisão
O que queremos?
A Política de Atenção à Saúde da Mulher deverá atingir as mulheres em todos os ciclos de vida, resguardadas as especificidades das diferentes faixas etárias e dos distintos grupos populacionais
Obrigado
A Humanização do parto é um processo e não um produto que é entregue pronto.
Rede Cegonha
1. Novo modelo de atenção ao parto, nascimento e à saúde da criança
2. Rede de atenção que garanta acesso, acolhimento e resolutividade
3. Redução da mortalidade materna e neonatal
Objetivos
1. MULHERES: o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto e puerpério.
Rede de cuidados que assegura
2. CRIANÇAS: direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudáveis .
Entende a gestação e o parto como eventos fisiológicos perfeitos, cabendo a obstetrícia apenas acompanhar o processo e não interferir buscando ‘aperfeiçoá-los’.
Humanização
OMS. Appropriate technology for birth. Lancet. 1985;2(8452):436-7.
Care in normal birth: a practical guide. Technical Working Group, World Health Organization. Birth. 1997;24(2):121-3.
1985 e 1996: recomendações sobre tecnologias adequadas para nascimento e parto normal
“definimos parto normal como de início espontâneo e de baixo risco no início do trabalho de parto, permanecendo assim durante todo o processo até o nascimento. O bebê nasce espontaneamente, em posição cefálica de vértice, entre 37 e 42 semanas completas de gestação. Após o nascimento, mãe e filho ficam em boas condições”
Paro Normal (1996)
A classificação das práticas no parto normal do guia da OMS
Categoria A: práticas demonstradamente úteis e que devem ser estimuladas
Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação e comunicado a seu marido/companheiro e, se aplicável, a sua família.
Avaliação dos fatores de risco da gravidez durante o pré-natal, reavaliado a cada contato com o sistema de saúde e no momento do primeiro contato com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e o parto.
Monitoramento do bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo de nascimento.
Oferecimento de líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.
Respeito à escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.
Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.
Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e o parto.
Respeito à escolha da mulher quanto ao acompanhante durante trabalho de parto e parto.
Fornecimento às mulheres de todas as informações e explicações que desejarem.
Métodos não-invasivos e não-farmacológicos para alívio da dor, como massagem e técnicas de relaxamento, durante o trabalho de parto e parto.
Monitoramento fetal por meio de ausculta intermitente.
Uso de materiais descartáveis apenas uma vez e desinfecção adequada de materiais reutilizáveis durante todo o trabalho de parto e parto.
Uso de luvas no exame vaginal, durante o parto do bebê e no manuseio da placenta.
Liberdade de posição e movimento durante o trabalho de parto.
Estímulo a posições não-supinas durante o trabalho de parto.
Monitoramento cuidadoso do progresso do trabalho do parto, por exemplo, por meio do uso do partograma da OMS.
Utilização profilática de ocitocina profilática no terceiro estágio do parto em mulheres com risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de até uma pequena perda de sangue.
Condições estéreis ao cortar o cordão.
Prevenção da hipotermia do bebê.
Contato cutâneo direto precoce entre mãe e filho e apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, segundo as diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.
Exame rotineiro da placenta e das membranas.
Categoria B: práticas claramente prejudiciais ou ineficazes e que devem ser eliminadas
A classificação das práticas no parto normal do guia da OMS
Uso rotineiro de enema.
Uso rotineiro de tricotomia.
Infusão intravenosa de rotina no trabalho de parto.
Cateterização venosa profilática de rotina.
Uso rotineiro da posição supina (decúbito dorsal) durante o trabalho de parto.
Exame retal.
Uso de pelvimetria por raios X.
Administração de ocitócicos em qualquer momento antes do parto, de um modo que não se permita controlar seus efeitos.
Uso rotineiro da posição de litotomia com ou sem estribos durante o trabalho de parto.
Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o segundo estágio do trabalho de parto.
Massagens ou distensão do períneo durante o segundo estágio do trabalho de parto.
Uso de comprimidos orais de ergometrina no terceiro estágio do trabalho de parto, com o objetivo de controlar hemorragias.
Uso rotineiro de ergometrina parenteral no terceiro estágio do trabalho de parto.
Lavagem uterina rotineira após o parto.
Revisão uterina (exploração manual) rotineira do útero depois do parto.
Young D. What is normal childbirth and do we need more statements about it? Birth. 2009;36(1):1-3.
É necessário um enfoque da atenção ao parto e nascimento centrado na parturiente.
Eventos fortemente relacionados à fisiologia, mas dependentes do meio sociocultural em que ocorrem como determinantes das políticas de atenção e desfecho
Parto e Nascimento
Premissas coincidentes nestes dois conceitos:
cuidado respeitoso;
educação pré-natal;
apoio durante o trabalho de parto;
escolhas baseadas em consentimento após informação;
ambiente que proporcione o suporte necessário;
métodos não-farmacológicos para alívio da dor;
práticas e informações baseadas em evidências científicas;
abolição de intervenções rotineiras;
prestígio ao contato mãe-bebê;
a disponibilidade de atuação profissional individual para cada parturiente e
a escolha do local do parto.
Nem tudo o que é moderno é melhor
Nem tudo o que não é moderno é ruim
Subversão
Talvez uma forma integralmente humana de vivenciar o parto faça com que a mulher subverta a ordem social que busca sempre o aparato mais tecnológico e permita à mulher estar em contato com seu feminino mais profundo; o que evidencia o poder de ser mulher.
O Desafio da Rede Cegonha
O símbolo e o nome
O simbolismo da cegonha
sem conexão com a história regional
visto como desqualificador do papel fundamental da mulher no processo; até com sua despersonalização.
encarado com reducionista frente aos avanços políticos da PNAISM
Aceitação / Repulsa
Que o canto do quero-quero
Ecoe a Rede Cegonha
Aos filhos e pelos filhos do Rio Grande
Para mostrar a quem quiser ver
Um bom lugar pra nascer, crescer e viver
Sem chorar
O conceito de rede de atenção à saúde
A Rede Chimarrão
Reorganização
Regionalização
Visibilidade do Estado ao Ministério da Saúde
Planejamento / linhas de cuidado
Objetivos / processos
+
=
Custeio
Rede Chimarrão
Cegonha-PIM: R$57 milhões ( ) R$ 65 milhões (MS)
100 mil gestantes
Saúde é um direito de todos e dever do Estado
Humanização entendida como a valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde:
usuários
trabalhadores
gestores
Valores que norteiam a política de humanização: autonmia e o protagonismo do sujeito, a co-responsabilização entre eles, o estabelecimeno de vínculos solidários, a construção de redes de cooperação e a participação coletiva no processo de gestão.
Princípios da Política Nacional de Humanização
Transversalidade
Indissociabilidade entre atenção e gestão
Protagonismo, co-responsabilidade e autonomia dos sujeitos e dos coletivos
Diretrizes da PNH
Clínica Ampliada
Co-gestão
Acolhimento
Valorização do trabalho e do trabalhador
Defesa dos Direitos do Usuário
Fomento das grupalidades, coletivos e redes
Construção da memória do SUS que dá certo
Interagem com dimensões dos direitos humanos e questões relacionadas à cidadania
Criação do GT de combate a violência em conjunto com a Secretaria de Políticas para as Mulheres e Ministério Público
Construção da Linha de Cuidado no combate à violência sexual
Identificação e divulgação dos serviços hospitalares com capacidade de prestar atendimento integral às mulheres vítimas de violência
Participação no Comitê Gestor de Políticas de Gênero e na Comissão Parlamentar de Combate à Violência contra a Mulher
Trabalho conjunto à Seção de Saúde do Idoso na construção da linha de cuidado do Idoso
Capacitação em Saúde da Mulher e Políticas de Atenção Integral à Saúde das Mulheres às agentes penitenciárias que trabalham com mulheres em situação de prisão - 2012 (trabalho conjunto à Seção de Saúde Prisional e SUSEPE)
Incentivo ao aumento da cobertura clínico ginecológica e obstétrica às mulheres na prisão
Ampliação do acesso às mamografias nas mulheres na prisão com a estratégia do mamamóvel (2013)
Criação do Fórum de Saúde da Mulher - já na terceira edição
Aumento da Estratégia de Saúde da Família
Ações no combate ao câncer de colo do útero
Aumento da oferta de exames citopatológicos à população
Manutenção da estratégia de cursos de capacitação para coleta dos exames citopatológicos cervicais
Organização da Unidade de Monitoramento Externo da Qualidade dos Exames Citopatológicos de colo uterino (UMEQ) – necessidade desta tecnologia para garantir qualidade ao rastreamento
Revisão dos contratos com Laboratórios de Citopatologia
Formação do GT de combate ao câncer de colo na SES
Descentralização do seguimento dos casos com alterações de alto grau e câncer no citopatológico de colo uterino aos municípios e CRS (através do SISCOLO)
Recuperação da base de dados do SISCOLO
Elaboração de nota técnica determinando o início do rastreamento do câncer de colo uterino com exame citopatológico de Papanicolaou com o início das atividades sexuais
Adoção do protocolo do INCA como norteador clínico na assistência às alterações nos exames citopatológicos cervicais
Elaboração da linha de cuidado no rastreamento do câncer de colo uterino
Estudo sobre demanda e oferta para consultas especializadas em patologia cervical e colposcopias (sem lista de espera na Regulação Estadual)
Trabalho em conjunto com o PIM
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Trabalho em conjunto com o TeleSaúdeRS (segunda opinião formativa) - com expansão do alcance deste no Rio Grande do Sul
Ações no combate ao câncer de mama
Aumento na Estratégia de Saúde da Família
Descentralização da base de dados do SISMAMA às CRS e aos Municípios
Desenho da linha de cuidado para o rastreamento do câncer de mama
Revisão dos contratos com os serviços de atendimento em mastologia
Revisão dos contratos com os serviços de mamografia
Qualificação dos fluxos de encaminhamento de usuárias com diagnóstico histológico realizado
Formação e manutenção do GT de trabalho de combate ao câncer de mama na SES
Manutenção da estratégia de qualificação dos mamógrafos – trabalho realizado pelo CEVS com melhora substancial dos equipamentos
Manutenção da estratégia do mamamóvel (na busca de garantia de acesso através das distâncias)
Estabelecimento de início do rastreamento mamográfico com 40 anos de idade
Aumento do número de mamografias ofertadas no SUS
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
Redes Chimarrão
- Capacitação Nacional para implantação da Testagem Rápida para HIV e Sífilis – Formação de multiplicadores no Estado
- GT de combate a Sífilis- 2012
- Participação da Seção de Saúde da Mulher do Rio Grande do Sul na reconstrução da PNAISM – 2012 e 2013
Capacitação de todo o estado no SISCAN (2013)
Ações e Participações
- Organização e condução do Comitê Estadual de Mortalidade Materna - 2011, 2012, 2013
- Comitê de Mortalidade Materna da 1CRS – 2012 e 2013
- Gabinete de situação do óbito materno-infantil e fetal do Estado – 2012
- GT para redução da mortalidade materna, infantil e fetal - 2013
- GT atenção básica
- Representações nos grupos georreferenciados do DAS, no colegiado do DAS e eixo do ciclo vital
- Subcomitê Nacional de Mortalidade Materna
- Seminário Nacional de Inserção Nacional da RC – adolescente
- Seminário de incentivo a Amamentação
- Discussão da política estadual dos HPPs - 2013
- Preparação, programação e sensibilização p/ vacinação contra a gripe, ênfase em gestantes-2013
- Capacitação Nacional para SISPART e SISPN
- Implantação AGAR e RC no estado com discussão nas regiões de saúde
- Condução do Grupo Condutor Estadual da Rede Cegonha
- Capacitação para visitadores do PIM
- Encontro de redes: macrometropolitana, missioneira, serra-vales, centro-oeste e sul e norte.
- Videoconferência com Ministro da Saúde e área técnica da Saúde da Mulher, Atenção Básica e DST/AIDS
- Estímulo à formação e apoio ao Colegiado de Maternidades do Rio Grande do Sul 2012-2013
- Encontro de Saúde Coletiva e Atenção à Primeira Infância em Cuba – 2012
- Seminário Paraelas Nacional- MG combate a violência a mulher
- Grupo preparatório do Paraelas Região Sul
- Discussão da contratualização com prestadores, estabelecendo indicadores e metas qualitativas
- Desenho das referencias materno-infantil
- Avaliação dos serviços com atendimento materno-infantil
- Capacitação de apoiadores ESP
Fórum de Saúde da Mulher
Aumento do incentivo à Atenção Básica
Congresso Internacional de Combate ao Câncer na Mulher
Comitê Gestor de Políticas de Gênero
UniR Mama
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