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O Mandarim

Apresentação do Livro "O Mandarim" de Eça de Queirós
by

Maria Monteiro

on 3 December 2012

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Transcript of O Mandarim

Eça de Queirós O Mandarim Teodoro Regresso a Lisboa Teodoro é o protagonista da história. É amanuense do Ministério do Reino, recebendo vinte mil réis mensais que apenas lhe chegam para pagar o quarto em casa da D. Augusta, a alimentação e um ou outro livro esporádicamente. A campainha A viagem "Concebi então esta ideia formidável: despojar-me das minhas riquezas, privar-me de todo o gozo - para me libertar daquela pança, e daquele papagaio abominável" Trabalho realizado por: Maria Ferreira Monteiro nº17 11ºC

Dezembro de 2012

Escola Secundária/3 Aurélia de Sousa

Disciplina de Português José Maria de Eça de Queirós nasceu em Póvoa de Varzim, no dia 25 de Novembro de 1845 Morreu em Paris, no dia 16 de Agosto de 1900 O seu pai, José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, era magistrado e convivia regularmente com Camilo Castelo Branco, quando este se dirigia à Póvoa para se divertir no Largo do Café Chinês. A sua mãe, Carolina Augusta Pereira d'Eça, nascida em Monção em 1826, pertencia a um estrato social mais elevado que o seu pai. Por esta razão, só se casou quando o filho já
tinha 4 anos, aquando da morte da mãe, que se opunha ao casamento. Estudou no Colégio da Lapa, no Porto até aos 16 anos... Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados avulso na revista "Gazeta de Portugal", foram depois coligidos em livro,
com o título
"Prosas Bárbaras". ... e licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Estudou no Colégio da Lapa, no Porto Licensiou-se em Direito na Faculdade de Coimbra José Maria de Eça de Queirós Em 1866, Eça de Queirós terminou a Licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra e passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o jornalismo.
Foi director do periódico O Distrito de Évora e mais tarde fundou a Revista de Portugal. Foi jornalista em Lisboa De 23 de Outubro de 1869 a 3 de Janeiro de 1870, Eça empreendeu numa viagem ao Oriente, onde tirou várias notas que posteriormente utilizou nos seus livros. Viajou na companhia de D. Luís de Castro, 5.º conde de Resende, irmão da sua futura mulher, D. Emília de Castro. Em 1870 ingressou na Administração Pública, sendo nomeado administrador do concelho de Leiria.
Em 1873 foi nomeado cônsul de Portugal em Havana.
Os anos mais produtivos da sua carreira literária foram passados em Inglaterra, entre 1874 e 1878, durante os quais exerceu o cargo em Newcastle e Bristol. Em 1880, escreve "O Mandarim" Amanuense é todo aquele que copia textos ou documentos à mão. Vulgarmente, considera-se amanuense o escriturário duma repartição pública ou estatal, que manualmente regista documentos ou os copia. "Vamos, Teodoro, meu amigo, estenda a mão, toque a campainha, seja um forte!" O Diabo Riqueza Um dia, enquanto estava a ler um livro, Teodoro repara num capítulo muito estranho e é confrontado com uma escolha de vida ou morte. "Todos vinham suplicar, de lábio abjecto, a honra do meu sorriso e uma participação no meu ouro." Sublime Sr.Teodoro Celeste Sr.Teodoro Extraceleste Sr.Teodoro! "Diante de mim nenhuma cabeça ficou jamais coberta - ou usasse a coroa ou o coco" "E, no entanto, vivia triste..." Teodoro era amaldiçoado pela imagem do mandarim que matara... "Lá jazia a figura bojuda, de rabicho negro e túnica amarela, com o seu papagaio nos braços... Era o mandarim Ti Chin-Fu!" Na esperança de acalmar o fantasma de Ti Chin-Fu, Teodoro empreende uma viagem à China, para encontrar a família do mandarim e partilhar a sua riqueza... "Julgando-me arruinado, todos aqueles, que a minha opulência humilhara, cobriram-me de ofensas" "Então, indignado, reentrei subitamente no meu palcete, e no meu luxo. Logo, Lisboa, sem hesitar, se rojou aos meus pés." Eça de Queirós
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