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Transtornos Sexuais de Gênero e Transtornos Relacionados ao Ciclo Reprodutivo Feminino

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Viviana Neder Arantes

on 12 November 2012

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Transcript of Transtornos Sexuais de Gênero e Transtornos Relacionados ao Ciclo Reprodutivo Feminino

Transtornos Sexuais
de Gênero Transtornos relacionados ao
Ciclo Reprodutivo Feminino Critérios Diagnóstico
A. Deficiência (ou ausência) persistente ou recorrente de fantasias ou desejo de ter atividade sexual. O julgamento de deficiência ou ausência é feito pelo clínico, levando em consideração fatores que afetam o funcionamento sexual, tais como idade e contexto de vida do indivíduo.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual) nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral. Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo
Critérios Diagnósticos
A. Extrema aversão ou esquiva persistente ou recorrente de todo (ou quase todo) contato sexual genital com um parceiro sexual.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual). Transtorno de Aversão Sexual
Critérios Diagnósticos
A. Fracasso persistente ou recorrente para adquirir ou manter uma resposta de excitação sexual de lubrificação turgescência até a consumação da atividade sexual.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção sexual não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral. Transtorno da Excitação Sexual Feminina Critérios Diagnóstico
A. Incapacidade persistente ou recorrente de obter ou manter uma ereção adequada até a conclusão da atividade sexual.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldades interpessoais.
C. A disfunção erétil não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (outro que não Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento), ou de uma condição médica geral. Transtorno Erétil Masculino Critérios Diagnósticos
A. Atraso ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo após uma fase normal de excitação sexual. As mulheres apresentam uma ampla variabilidade no tipo ou na intensidade da estimulação que leva ao orgasmo. O diagnóstico de Transtorno do Orgasmo Feminino deve fundamentar-se no julgamento clínico de que a capacidade orgástica da mulher é menor do que seria esperado para sua idade, experiência sexual e adequação da estimulação sexual que recebe.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção orgástica não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral. Transtorno do Orgasmo Feminino Critérios Diagnósticos
A. Atraso ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo após uma fase normal de excitação sexual durante a atividade sexual, que o clínico julga adequada em termos de foco, intensidade e duração, levando em consideração a idade da pessoa.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção orgástica não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral.

Ejaculação Precoce
Critérios Diagnóstico
A. Ejaculação persistente ou recorrente com estimulação sexual mínima antes, durante ou logo após a penetração, antes que o indivíduo o deseje. O clínico deve levar em consideração os fatores que afetam a duração da fase de excitação, tais como idade, novidade da parceira ou situação sexual e freqüência da atividade sexual recente.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A ejaculação precoce não se deve exclusivamente aos efeitos diretosde uma substância (p. ex., abstinência de opióides).


Transtorno do Orgasmo Masculino
Critérios Diagnóstico
A. Dor genital recorrente ou persistente associada com o intercurso sexual em homem ou mulher
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A perturbação não é causada exclusivamente por Vaginismo ou falta de lubrificação, não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamnte aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou de uma condição médica geral. Dispareunia
(Não Devida a uma Condição Médica Geral)
Critérios Diagnósticos
A. Espasmo involuntário, recorrente ou persistente da musculatura do terço inferior da vagina, que interfere no intercurso sexual.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno do Eixo I (p. ex., Tanstorno de Somatização), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral. Vaginismo
(Não Devido a uma Condição Médica Geral) Critérios Diagnósticos
A. Predomina no quadro clínico uma disfunção sexual clinicamente significativa que tem como resultado um acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de que a disfunção sexual é plenamente explicada pelos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral.
C. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (p. ex., Transtorno Depressivo Maior).
DISFUNÇÃO SEXUAL DEVIDO
A UMA CONDIÇÃO MÉDICA GERAL Critérios Diagnósticos
A. Predomina no quadro clínico uma disfunção sexual clinicamente significativa, que tem como resultado um acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
B. Existem evidências, a partir do histórico, do exame físico ou dos achados laboratoriais, de que a disfunção sexual é plenamente explicada pelo uso de uma substância, o que se manifesta por (1) ou (2):
(1) os sintomas no Critério A desenvolveram-se durante ou dentro de um mês após a Intoxicação com Substância
(2) o uso de um medicamento está etiologicamente relacionado com a perturbação
C. A perturbação não é mais bem explicada por uma Disfunção Sexual não induzida por substância. As evidências de que os sintomas são mais bem explicados por uma Disfunção Sexual não induzida por substância podem incluir as seguintes: os sintomas prededem o início do uso ou a dependência da substância (ou o uso do medicamento); os sintomas persistem por um período substancial de tempo (p. ex., cerca de 1 mês) após a cessação da intoxicação, ou excedem substancialmente aqueles que seriam esperados, dado o tipo ou a quantidade da substância usada ou a duração de seu uso; ou existem outras evidências sugerindo a existência de uma Disfunção Sexual independente, não induzida por substância (p. ex., um histórico de episódios recorrentes não relacionados a uma substância). PARAFILIAS Critérios Diagnósticos
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias, anseios sexuais e comportamentos sexualmente excitantes e intensos envolvendo a exposição dos próprios genitais a um estranho insuspeito.
B. A pessoa realizou estes desejos sexuais, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal. Exibicionismo Critérios Diagnóstico
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais e anseios ou comportamentos envolvendo o uso de objetos inanimados (p. ex., roupas íntimas femininas).
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
C. Os objetos de fetiche não se restringem a artigos de vestuário feminino usados no travestismo (como no Travestismo Fetichista) ou a dispositivos desenvolvidos com a finalidade de estimulação tátil da genitália p. ex., vibrador). Fetichismo Critérios Diagnóstico
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo tocar e esfregar-se em uma pessoa sem o seu consentimento.
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
Frotteurismo Criérios Diagnósticos
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atividade sexual com uma (ou mais de uma) criança pré-púbere (geralmente com idade inferior a 13 anos).
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
C. O indivíduo tem no mínimo 16 anos e é pelo menos 5 anos mais velho que a criança ou crianças no Critério A . Pedofilia Critérios Diagnósticos
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o ato (real, não simulado) de ser humilhado, espancado, atado ou de outra forma submetido a sofrimento.
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. Masoquismo Sexual Critérios Diagnósticos
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atos (reais, não simulados) nos quais o sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) da vítima é sexualmente excitante para o indivíduo.
B. O indivíduo realizou estes desejos sexuais com outra pessoa sem o seu consentimento, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal. Sadismo Sexual Critérios Diagnósticos
A. Por um período mínimo de 6 meses, em um homem heterossexual, fantasias sexualmente excitantes, recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o uso de roupas femininas.
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.
Travestismo Fetichista Critérios Diagnósticos
A. Durante um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo o ato de observar uma pessoa que está nua, a se despir ou em atividade sexual, a qual não suspeita que está sendo observada.
B. O indivíduo realizou estes desejos sexuais, ou os desejos ou fantasias sexuais causam acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
Voyeurismo Critérios Diagnósticos
A. Uma forte e persistente identificação com o gênero oposto (não um mero desejo de obter quaisquer vantagens culturais atribuidas ao fato de ser do sexo oposto).
Em crianças, a perturbação é manifestada por quatro (ou mais) dos seguintes quesitos:
(1) declarou repetidamente o desejo de ser, ou insistência de que é, do sexo oposto
(2) em meninos, preferência pelo uso de roupas do sexo oposto ou simulação de trajes femininos: em meninas, insistência em usar apenas roupas do estereótipo masculino.
(3) preferências intensas e persistentes por papéis do sexo oposto em brincadeiras de faz-de-conta, ou fantasias persistentes acerca de ser do sexo oposto
(4) intenso desejo de participar em jogos e passatempos do estereótipo do sexo oposto
(5) forte preferência por colegas do sexo oposto
Em adolescentes e adultos, o distúrbio se manifesta por sintomas tais como desejo declarado de ser do sexo oposto, fazer-se passar freqüentemente por alguém do sexo posto, desejo de viver ou ser tratado como alguém do sexo oposto, ou convicção de ter os sentimentos e reações típicos do sexo oposto.
B. Desconforto persistente com seu sexo ou sentimento de inadequação no pepel de gênero deste sexo.
Em crianças, a perturbação manifesta-se por qualquer das seguintes formas: em meninos, afirmação de que seu pênis ou testículos são repulsivos ou desaparecerão, declaração de que seria melhor não ter um pênis ou aversão a brincadeiras rudes e rejeição a brinquedos, jogos e atividades do estereótipo masculino; em meninas rejeição a urinar sentada, afirmação de que desenvolverá um pênis, afirmação de que não deseja desenvolver seios ou menstruar ou acentuada aversão a roupas do estereótipo feminino.
Em adolescentes e adultos, o distúrbio manifesta-se por sintomas tais como preocupação em ver-se livre de características sexuais pimárias ou secundárias (p. ex., solicitação de hormônios, cirurgia ou outros procedimentos para alterar fisicamente as características sexuais, com o objetivo de simular o sexo
oposto) ou crença de ter nascido com o sexo errado.
C. A perturbação não é concomitante a uma condição intersexual física.
D. A perturbação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. Transtorno da Identidade de Gênero ....escatologia telefônica, necrofilia, parcialismo,
....zoofilia, coprofilia, clismafilia e urofilia http://www.psicosite.com.br/cla/d_sexual.htm#30272 http://www.psiquiatriageral.com.br/dsm4/sexual5.htm http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol33/n3/117.html http://www.se-rj.com.br/TEXTOS-PORTUGUES/0006CICLOREPRODUTORFEMININO.pdf http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2012/11/04/interna_tecnologia,327291/transtorno-psiquiatrico-na-gestacao.shtml Transtorno Estress Pós Traumático
(TEPT) Síndrome Pré Menstrual
(SPM) Transtorno Disfórico Pré Menstrual
(TDPM) Tensão Pré Menstrual
(TPM) Transtornos duranta
a Gestação Alterações hormonais favorecem o surgimento ou agravamento de quadros psiquiátricos.
Principalmente Transtornos
depressivos e ansiosos. Transtorno Ansioso
Gatilhos:
Relacionamento conjugal instável
Baixo suporte social e status socio-econômico
Histórico de abuso físico e sexual e de uso de álcool e drogas.
Antecedentes de abortamentos espontâneos.
Complicações obstétricas ou na véspera do parto. Tipicamente surgidos na infância e na adolescência, os Transtornos Ansiosos têm maior incidência na idade fértil e podem ter menor intensidade durante a gestação. A síndrome do pânico, o transtorno obsessivo compulsivo e o Transtorno de Estresse Pós-Traumático podem se iniciar ou se exarcebar no pós-parto, sendo fatores de risco para a depressão pós-parto Transtornos mentais na gravidez Pós Parto O desenvolvimento de sintomas agudos de trauma pós-parto relaciona-se freqüentemente a um histórico prévio de dois ou mais eventos de vida Traumaticos, complicações obstétricas durante o parto, nascimento prematuro ou ao parto de natimortos Estresse na gestação
Geralmente desencadeado por:
luto
eventos catastróficos
aborrecimentos diários
Podendo também ser um
estresse crônico ligado a:
preconceito
contexto social
questões ocupacionais http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol37/n6/288.htm Disforia puerperal Depressão pós-parto (DPP) Psicose pós-parto Transtornos ansiosos Transtorno de ansiedade generalizada
(TAG) Fobia social Transtorno obsessivo-compulsivo
(TOC) Transtorno do pânico Disfunção Sexual
Induzida por Substância
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