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O PODER DA INDÚSTRIA CULTURAL NA INTERNET

1) Refletir sobre os processos de dominação social e cultural da internet a partir do conceito de indústria cultural.
by

Rodrigo Ferrari

on 4 August 2013

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O PODER DA INDÚSTRIA CULTURAL NA INTERNET
INTRODUÇÃO
ARGUMENTOS
ADAPTAÇÃO E RESISTÊNCIA
Rodrigo Ferrari
Refletir sobre os processos de dominação social e cultural da internet a partir do conceito de indústria cultural.
O objetivo é identificar, descrever e analisar as relações entre a internet e a indústria cultural
Ensaio teórico
A lógica da indústria cultural continua sendo um conceito central para compreender as relações contemporâneas entre os campos da comunicação e da educação de forma crítica.
Lógica dos meios de
comunicação de massa vs. Internet.
Retomada do texto A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas do livro Dialética do Esclarecimento (Dialética do Esclarecimento, 1985).
A ideia do texto é destacar alguns aspectos que demonstram como o cinema, a rádio, e a TV, ou seja, os meios de comunicação de massa, continuam funcionando a partir da mesma lógica que Adorno e Horkheimer apresentaram 1947. E que a internet além de reproduzir esta lógica, potencializa o esquema da indústria cultural.
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“Para todos algo está previsto; para que ninguém escape, as distinções são acentuadas e difundidas” (ADORNO e HORKHEIMER, 1985, p. 102).
O paradoxo do oceano digital de informações. Adorno não pode concorrer com a Lady Gaga.
WeB 2.0 e o esquema da indústria cultural: o mito da democratização dos meios de comunicação.
Só quem pode pagar continuamente as taxas exorbitantes cobradas pelas agencias de publicidade, pelo rádio sobretudo, isto é, quem já faz parte do sistema ou é cooptado com base nas decisões do capital bancário e industrial, pode entrar como vendedor no pseudomercado. Os custos de publicidade, que acabam por retornar aos bolsos das corporações, poupam as dificuldades de eliminar pela concorrência os intrusos indesejáveis (p. 134).
Consumidores e produtores da indústria cultural
“A fábrica de sonhos não fabrica os sonhos dos clientes, mas dissemina na população o sonho dos fornecedores” (ADORNO, 2003, p. 91).
Das vinte contas mais seguidas do Facebook, dezesseis pertencem à celebridades. A variação entre os produtos culturais oferecidos é apenas um detalhe que difere os fãs da Lady Gaga, dos fãs do Justin Bieber.
A diferença é que na Web 2.0 os espectadores não são apenas receptores mas também emissores, ou seja, fortalecem operacionalmente os processos industriais que atuam nos mecanismos de subjetivação descritos pelos autores.
Produção cultural

baby-food
A revolução já nasce como parte do esquema da indústria cultural.
Quem resiste só pode sobreviver integrando-se. Uma vez registrado pela indústria cultural, ele passa a pertencer a ela assim como o participante da reforma agraria ao capitalismo. A rebeldia realista torna-se a marca registrada de quem tem uma nova ideia a trazer à atividade industrial (ADORNO E HORKHEIMER, 1985, p. 108).
obrigado
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