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"Histórias da Educação: o ensino, o livro e a leitura, as crianças e os jovens, as mulheres".
As mulheres nos conventos.
REFERÊNCIAS
As apropriações dos materiais de leitura;
Sobre as autoras: Livro: “História da Educação”
Eliane Marta Teixeira Lopes é doutoranda em Educação pela PUC-SP e tem pós-doutorado em Ciências Sociais (Paris).
Ana Maria de Oliveira Galvão é doutoranda em Educação pela UFMG. Realiza pesquisas nas áreas de História da Educação e História da Leitura no Brasil.
Cap. II – “Histórias da Educação: o ensino, o livro e a leitura, as crianças e os jovens, as mulheres”
(trata de objetos de estudos atuais na área)
limitações do contexto ou instituição (pensamento pedagógico);
objeto de pesquisa (mudanças para novas reflexões);
campo tradicional;
reconstrução das estatísticas (ex.)
contribuições de outras áreas do conhecimento (para penetrar no dia-a-dia da escola de uma determinada época);
materialização da prática escolar;
Mudança dos objetos de estudos e pesquisas;
Contribuição dos estudos sobre a alfabetização;
Noção de alfabetização e letramento;
“A História do livro e da leitura”
A história do livro
A história da leitura
Foco dos estudos em três momentos que tornam possíveis o ato de ler
Produção
Circulação
Apropriação
Algumas maneiras de se pesquisar o leitor e a leitura;
Roger Chartier
Alberto Manguel

"Se conseguíssemos entender como se lia, poderíamos vir a compreender melhor como se entendia a vida, e, por essa via - a via histórica - quem sabe chegaríamos a satisfazer uma parte de nosso próprio anseio por um sentido." (DARNTON, 1990, p.172).
HISTÓRIA CULTURAL DA LEITURA E DA ESCRITA
Gênero: Comédia
Direção: Eliane Caffé
Roteiro: Eliane Caffé, Luis Alberto de Abreu
Elenco: Benê Silva, José Dumont, Luci Pereira, Matheus Nachtergaele, Nelson Xavier
Produção: Vania Catani
Fotografia: Hugo Kovensky
Trilha Sonora: DJ Dolores, Orquestra Santa Massa
Duração: 100 min.

FICHA TÉCNICA
Reflexões acerca da Alfabetização e Letramento
Salienta Khoury (2004, p.116) que: "Ao narrar, as pessoas estão sempre fazendo referências ao passado e projetando imagens, numa relação imbricada com a consciência de si mesmos, ou daquilo que elas próprias aspiram ser na realidade social. Associando e organizando os fatos no espaço e no tempo, dentro dos padrões de sua própria cultura e historicidade, cada pessoa vai dando sentido à experiência vivida e a si mesma nela".
“A História das Crianças e dos Jovens”
“As novas gerações são o principal alvo dos processos educativos” (p. 61);
Philippe Ariès (1914-1984) e suas contribuições;
a criança deixa de ser um adulto em miniatura;
críticas ao autor;
• O estudo sobre a família;
• Roda dos Expostos;
“Durante a época moderna, mais particularmente no século XVII, generalizou-se na Europa católica o sistema da “Roda de Expostos”, para dar assistência às crianças desamparadas.” (MARCILIO, 1998).
“As rodas giraram particularmente nos países católicos, tornando-se uma característica das grandes cidades. O centro irradiador do uso desse mecanismo foi à Itália.” (MARCILIO, 1998)
• Ausência de registros sobre a infância produzidos pelas crianças;
• A história da infância do ponto de vista dos adultos;
• A representação que cada sociedade faz da criança;
“Até por volta do século XII, a arte medieval desconhecia a infância ou não tentava representá-la. É difícil crer que essa ausência se devesse à incompetência ou à falta de habilidade. É mais provável que não houvesse lugar para a infância nesse mundo.” (ARIÈS, 1981)
• O conceito de criança muda ao longo do tempo;
“Os meninos espartanos tinham uma educação militar rígida. Nada mais sisudo do que o modo de vida de Esparta.”; “... desde a mais tenra infância, os garotos eram criados como futuros guerreiros...” (FUNARI, 2002)
• Quanto mais antigo o período, maiores as dificuldades de se pesquisar a história da infância;


• Infância, juventude e vida adulta;

“... no século dezenove a adolescência passou a ser definida pelo alistamento militar obrigatório...” (POSTMAN, 1999)


• O que é juventude?;

História das Mulheres
• O Movimento Feminista;
Ilustração publicada na revista Fon-Fon,
representando o movimento sufragista
brasileiro
A partir de meados do século XX, cria-se a ideia de fazer história considerando ambos os sexos.
No final de 1980, a partir da Antropologia criou –se a categoria de gênero.
Na história, os homens são mais citados.
Na Grécia Antiga a mulher era excluída
da vida social.
Safo, por Klimt
Safo, por Charles-August Mengin (1877)
Em Roma, a mulher mãe se ocupa da primeira educação dos filhos.
Estátua da imperatriz Lívia
Na Idade Média houve uma dominação da igreja católica.
A escola é controlada pela igreja.
A sua última obra, Ditié de Jeanne d'Arc, foi escrita no mosteiro de Poissy.
• No século XIX, há uma espécie de feminização no catolicismo.
No fim do século XIX até 1930 a igreja trouxe sua doutrina para o Brasil.
• “Ser professora é diferente de ser professor”(p.73)
MULHERES QUE FIZERAM HISTÓRIA...
Joana d'Arc, heroína: (1412-1431)
Simone Beauvoir
Maria Quitéria, militar: Maria Quitéria de Jesus (1792-1853)
Anita Garibaldi, revolucionária:
Ana Maria de Jesus Ribeiro (1821-1849)
Cora Coralina poetisa: (1889—1985)
Clara Camarão
Hildelene Lobato Bahia
Dilma Rousseff
Malala
Dicionário Mulheres do Brasil
• A obra visa o estudo e a compreensão da História de algumas mulheres do Brasil;
• Obra escrita com apoio da Fundação Ford, cobra coletiva que foi organizado por Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil, e publicada pela eJorge Zahar Editor;
• Vários critérios foram utilizados na seleção das mulheres, sendo um dos mais importantes a “capacidade da personagem de representar a condição feminina típica em seu tempo e meio social”.
Curso de
Pedagogia

Disciplina: Metodologia da Pesquisa em Ciências da Educação.

Obrigado!
SITE HYPENESS. Disponível em: < http://www.hypeness.com.br/2013/04/fotografo-retrata-o-papel-das-mulheres-em-serie-ao-redor-do-mundo/>. Acesso em: 12 nov. 2013.

SITE INFO ESCOLA. Disponível em: <http://www.infoescola.com/biografias/nisia-floresta/>. Acesso em: 05 nov. 2013.

SITE HISTÓRIA DA ARTE. Disponível em:<http://historiadaarte.info/mos/view/Arte_Grega/>.Acesso em 05 nov. 2013.

SITE HISTORIAZINE. Disponível em: < http://www.historiazine.com/2012/01/as-mulheres-e-o-poder-na-roma-antiga.html>. Acesso em 05 nov. 2013.

SITE INFOESCOLA. Disponível em: < http://www.infoescola.com>. Acesso em 05 nov. 2013.

MALALA. SITE DA REVISTA VEJA. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/a-pequena-malala-conta-sua-incrivel-historia>. Acesso em 18 nov. 2013.

SITE EDUCACIONAL. Disponível em: <http://www.educacional.com.br/reportagens/eleicoes_mulheres-politica/parte-03.asp>. Acesso em 18 nov. 2013.

CLARA CAMARÃO. SITE MULHERES INCRIVEIS. Disponível em: <http://mulheres-incriveis.blogspot.com.br/2012/04/clara-camarao.html>. Acesso em 05 nov. 2013.

SITE FOLHA MILITAR. Disponível em: <http://folhamilitar.com.br/2012/05/primeira-mulher-indigena-a-se-tornar-oficial-do-exercito-brasileiro/>. Acesso em 05 nov. 2013.

SIMONE BEVOUIR. SITE INFO ESCOLA. Disponível em: <http://www.infoescola.com>. Acesso em 05 nov. 2013.

SITE METAMORFOSE DIGITAL. 21 mulheres mais destacadas da história - Metamorfose Digital. Disponível em: <http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=2336#ixzz2jKurkr6P>. Acesso em 05 nov. 2013.

SITE MULHER 500 ANOS. Disponível em : <http://www.mulher500.org.br/publicacoes/dicionario-mulheres-do-brasil.asp>. Acesso em 18 nov. 2013.

CHARTIER, Roger. A aventura do livro do leitor ao navegador: conversações com Jean Lebrun. São Paulo : UNESP, 1998.
ARIÉLE PEREIRA MATIAS (Nº USP: 8528100)
GUSTAVO RAMOS SANTOS (Nº USP: 6788723)
LARISSA RIBEIRO VIANA (Nº USP: 8528142)
MICHEL LUÍS DA C. R. LEANDRO (Nº USP: 8528243)
TAÍS CRISTINE MAXIMO DE SOUZA (Nº USP: 8528239)
YUNA LÉLIS BELEZA LOPES (Nº USP: 5504727)


“A História do Ensino”
"A aventura do livro do leitor ao navegador".
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