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A História da Contabilidade e as Escolas do Pensamento Contá

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Nayara Biajoni

on 9 October 2013

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A História da Contabilidade
e as Escolas de Pensamento Contábeis
Grupo:
Camila Dias
Juliana Morais
Nayara Biajoni
Thaís Moreira
Thaís Lopes
INTRODUÇÃO
O que é a contabilidade? E quais são as perspectivas da contabilidade para o futuro? Para responder a estas perguntas é necessário o conhecimento de fatores passados. Compreender o passado não é só importante para tentar compreender o futuro, mas também para resgatar a história das escolas doutrinárias, os pensadores e as diversas linhas de raciocínio do pensamento contábil.
Origem
A contabilidade existe desde o princípio da civilização humana e durante muito tempo foi chamada
“a arte da escrituração mercantil”
.

O homem observou que era preciso controlar, administrar e preservar seus bens e que poderia, através desse controle obter lucros e foi através desta necessidade que surgiu a contabilidade.

Assim, podemos afirmar que a contabilidade é tão antiga quanto a origem do Homo sapiens, pois os historiadores fazem remontar os primeiros sinais da existência contábil aproximadamente há 4.000 anos AC.
Contabilidade na Idade Antiga
Tábua e fichas de barro mesopotâmicas registrando receitas e impostos
Placa de barro micênica com registro contábil de lã em escrita linear
Tábua de barro de 2040 a.c com balanço anual de uma oficina de cerâmica
A História da Contabilidade
A contabilidade dos nossos dias é uma herança dos antigos profissionais e usuários de contabilidade. Conhecer como se utilizavam contabilidade no passado e as diversas escolas nos faz esclarecer o que nos fez chegar até aqui: o período da contabilidade científica.

Na evolução da história contábil juntamente com as doutrinas podemos dividir nos seguintes períodos:
contabilidade antiga, medieval, moderna e científica.
Os períodos da contabilidade foram divididos por algo que o marcou historicamente.

A seguir é possível ver os quatro períodos, seus respectivos anos e o marco que o fizeram mudar.
Contabilidade Antiga ou Empírica (8000 A.C até 1202 da era Cristã)
Contabilidade Medieval (1202 até 1494)
Contabilidade Moderna
(1494 até 1840)
Contabilidade Científica (De 1840 até os dias de hoje)
A edição do livro de Leonardo Fibonacci, Liber abaci, em 1202 com apenas 3 tiragens manuscritas.
OS PERÍODOS E SEUS
RESPECTIVOS MARCOS
A edição do livro de Lucca Pacioli e a expansão da economia européia possuíram grande relevência neste período.
A edição do livro de Francesco Villa,
"La contabilità applicata alle amministrazioni private e publliche"
.
Não há um marco. A contabilidade científica são os nossos dias atuais.
PERÍODOS
Contabilidade Antiga
(De 8000 A.C até 1202 D.C
Contabilidade Moderna
(De 1494 até 1840)
Contabilidade Medieval
(De 1202 até 1494)
Contabilidade Científica
(De 1840 até os dias de hoje)
As Escolas Doutrinárias e seus Idealizadores
As principais escolas são aquelas que através do raciocínio criaram normas e diversas escolas ou defenderam as ideias já passadas.
As escolas doutrinárias de contabilidade são as diversas linhas do raciocínio o qual construíram o pensamento contábil. Podemos observar a utilização da contabilidade há 8000 A.c, porém, sem a sistematização e ordem pela qual zelamos atualmente através dos princípios contábeis.

Benedetto Cotrugli
Luca Pacioli
Escola Contista
A escola Contista foi a primeira escola do pensamento contábil e sua criação foi instituída no período da Contabilidade Moderna, precisamente no século XV.
Principais Pensadores
Chamado por muitos como o "pai da contabilidade" Escreveu "Tratactus de Computis et Scripturis" (Contabilidade por Partidas Dobradas), publicado em 1494, enfatizando que à teoria contábil do débito e do crédito corresponde à teoria dos números positivos e negativos.
Pacioli, apesar de ser considerado o pai da Contabilidade, não foi o criador das Partidas Dobradas. O método já era utilizado na Itália, principalmente na Toscana, desde o Século XIV.
Em 1458 Benedetto Cotrugli (comerciante) concluia um manuscrito de 160 páginas que tratava das partidas dobradas, cabendo a Pacioli o mérito de haver escrito o primeiro livro de contabilidade. Ele entendia que os mercadores deveriam saber registrar corretamente suas contas e determinar o resultado do negócio. Acreditava que o comerciante deveria conhecer os registros contábeis e ter, a qualquer momento, a noção exata das transações efetuadas.

Essa escola defendia que o principal objetivo da contabilidade era a administração das entidades.

A contabilidade deixava de se limitar à apuração dos saldos das contas e passava a se preocupar em como gerir as empresas
Antonio Tonzig
Francesco Villa
Escola Administrativa
Principais Pensadores
Villa reconheceu que o controle é um dos objetivos da contabilidade, por isso ele questionou e defendeu que a contabilidade deve ser usada como um instrumento decisório. Ele dedicou maior parte de seu tempo ao gerenciamento do que para a própria escrituração contábil.
Tonzig acreditava que a contabilidade e a administração deveriam estar intimamente ligadas. As suas ciências juntas poderiam fazer com que a gestão empresarial fosse mais eficaz. Muitos pesquisadores acreditam que ele foi o precursor da "moderna economia aziendal".
Fundava-se no estudo das relações jurídicas entre os proprietários da empresa, os correspondentes (terceiros que negociavam com a empresa) e os agentes consignatários (empregados a quem eram confiados os valores da empresa).
Giuseppe Cerboni
Francesco Marchi
Escola Personalista
A teoria logismográfica destaca-se nesta escola. Ela acredita no inter-relacionamento da contabilidade com a economia e a administração. Essa teoria divide-se em dois sistemas de escrituração: patrimonial e financeira.
CRITICA
Um dos grandes erros do personalismo e de seus adeptos foi julgar como esgotado o estudo da matéria contábil.
Principais Pensadores

Marchi iniciou um trabalho que foi completado por Cerboni. A maior contribuição dele foi a crítica a teoria das cinco contas. Marchi não acrescentou nada para a doutrina contábil. Sua vida prática profissional se limitou a prática contábil.
Sua maior contribuição para a contabilidade foi a apresentação, através de um livro, do pensamento logismográfico, onde defendeu a contabilidade como ciência e comentou sobre a história da contabilidade.
Fábio Besta
Escola Controlista
Segundo essa escola, o objetivo da contabilidade seria o controle das empresas. Tal controle poderia ser anterior ao fato econômico, concomitante (vigilância sobre os empregados, por exemplo) ou posterior (balanço patrimonial, por exemplo). O controle poderia ainda ser ordinário (quando parte da rotina da empresa) ou extraordinário (quando ocorresse de forma excepcional).
Principal Pensador
Fábio Besta admitiu a importância do “controle da riqueza aziendal”.

Através do pensamento de Besta, fica bem claro o ponto de vista sobre a riqueza, sobre a necessidade de considerá-la como ela mesma.
Jean Dumarchey
Escola Neocontista
O neocontismo restituiu à contabilidade o seu verdadeiro objeto: a riqueza patrimonial e, em conseqüência, trouxe grande avanço para o estudo da análise patrimonial e dos fenômenos decorrentes da gestão empresarial, tendo surgido como um movimento contrário ao personalista, defendendo a valorização das contas.

Para os neocontistas as contas não deveriam ser abertas a pessoas ou entidades, nem representavam direitos e obrigações, mas deveriam refletir os valores dos componentes patrimoniais sujeitos à modificações.
Principal Pensador
Acreditava que a contabilidade era uma ciência social que utilizava a matemática como instrumento e continha relacionamentos com a economia, filosofia e sociologia.
Transformou-se numa das mais importantes e influentes escolas no mundo, ditando regras para o tratamento de questões ligadas à contabilidade de custos, controladoria, análise das demonstrações contábeis, gestão financeira, controle orçamentário. Ela contribuiu decisivamente para a contabilidade gerencial.


Lawrence Robert
Charles Ezra Sprague
Escola norte-americana
Principais Pensadores
Foi um dos responsáveis pelo exame de suficiência profissional instituído em Nova York para o registro profissional em contador público.
Contribuiu bastante para o campo da auditoria contábil, escrevendo o livro: Auditing: A Practical Manual for Aiditors em 1892.
Os patrimonialistas criticaram a escola contista por preocuparem-se em demasiado com o registro contábil esquecendo-se de seu conteúdo. Para eles, o objeto de estudo da contabilidade é o patrimônio.
Vincenzo Masi
Escola Patrimonialista
Principal Pensador
Dizia ele que para examinar fenômenos de natureza contábil devíamos recorrer a métodos que viesse a comprovar as evidências, através de processo de investigação, de experiências para a formulação de regras que permitisse e visualizasse as alterações ocorridas nos patrimônios das empresas.
Apesar de o Brasil, não ter desenvolvido sua própria escola de contabilidade, as sucessíveis mudanças no cenário econômico, o período de altas taxas inflacionárias que perdurou até 1.995 e as inúmeras mudanças na legislação tributária fizeram com que a nossa legislação contábil seja uma das mais aperfeiçoadas do mundo.

Frederico Hermann Júnior
Francisco D'Auria
Escola de Contabilidade no Brasil
Principais Pensadores
Alguns dos trabalhos de Francisco tiveram repercussão mundial. Ele participava ativamente das atividades profissionais nacionais e internacionais.
Hermann Júnior, como era conhecido, publicou diversas obras ligadas a contabilidade e foi um dos fundadores e Presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (anteriormente chamado de Instituto Paulista de Contabilidade) e da Editora Atlas, organismos que existem até hoje.
Conclusão
A evolução da contabilidade é percebida juntamente com a evolução humana. Isso porque desde o inicio da existência humana o homem acumula coisas e acabou tendo necessidade de contabilizar e controla-las. Com o desenvolvimento dessa prática foram surgindo vários pensamentos sobre o tema. Cada corrente originou-se em uma escola de pensamento, a escola mais aceita mundialmente é a patrimonialista de Vicenso Masi.

Outra escola que também teve grande importância foi a norte-americana que evoluiu o campo de pesquisas profissionais e normatizou técnicas para o trabalho contábil aceitas mundialmente. Teve forte influencia na contabilidade no Brasil. A lei das sociedades por ações é praticamente uma cópia da ditada nos Estados Unidos. Cada escola defende uma forma de contabilidade e definições, por mais que sejam diferentes em alguns aspectos, o objeto de estudo é o mesmo: o patrimônio. Todas as escolas têm sua parcela de participação na evolução da Contabilidade. Os pensamentos apesar de terem rumos diferentes se completam e fazem da contabilidade o que é hoje.
FIM!
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