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NEUROPATOLOGIAS DAS DIVERSAS CATEGORIAS DA DEFICIÊNCIA

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Otávio Rodrigues

on 16 May 2014

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Transcript of NEUROPATOLOGIAS DAS DIVERSAS CATEGORIAS DA DEFICIÊNCIA

Outras deficiências
PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES
DA PARALISIA CEREBRAL (PC):

SÍNDROME PÓS-PÓLIO
PRINCIPAIS TIPOS DE NEUROPATIAS



Os diversos tipos de deficiências físicas são causados por trauma crânio encefálico (TCE), em sua maioria das vezes por acidentes de carro, armas de fogo ou quedas, as amputações, os acidentes vasculares encefálicos (AVE), as infecções cerebrais, tumores e anóxias causadoras das sequelas da paralisia cerebral (DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA). Além disso, destacam-se também as deficiências causadas por má formação congênita, doenças genéticas, miopatias e neuropatias de origem hereditária (DEFICIÊNCIA CONGÊNITA).

O QUE É DEFICIÊNCIA FÍSICA???

De acordo com Teixeira e Gorgatti (2008), as deficiências motoras ou físicas podem ser definidas como condições resultantes de lesões neurológicas ou ortopédicas e que acarretam transtornos na motricidade e/ou na locomoção dos indivíduos.

A deficiência física pode ser classificada de acordo com diferentes parâmetros:

LESÃO MEDULAR
A síndrome pós–pólio é uma desordem neurológica que acomete pessoas por volta dos 40 anos que, pelo menos 15 anos antes, foram infectadas pelo vírus da poliomielite e desenvolveram uma forma aguda ou inaparente da doença.

A principal característica da síndrome é a perda das funções musculares que tinham permanecido estabilizadas no intervalo entre a recuperação e o aparecimento dos novos sintomas.

O quadro não é provocado pela reativação do vírus da poliomielite, mas pelo desgaste proveniente da utilização excessiva dos neurônios motores próximos daqueles que foram destruídos pelo poliovírus.
CAUSAS GERAIS E SEQUELAS
Independentemente da causa da deficiência, seu aluno ou atleta pode apresentar perdas motoras e/ou sensitivas o que irá levar a ter cuidados diferenciados na prática da atividade física.

As sequelas das deficiências físicas podem ser variadas. Desta forma é importante saber diferenciar cada uma a partir dos segmentos corporais afetados. Por exemplo: uma pessoa que sofreu um trauma medular, pode apresentar entre outras sequelas, a paraplegia ou tetraplegia dependendo da região em que a medula foi afetada.

DISTROFIA MUSCULAR:

ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO (AVE) OU ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC):
PARALISIA CEREBRAL (PC):



Os diversos tipos de deficiências físicas são causados por trauma crânio encefálico (TCE), em sua maioria das vezes por acidentes de carro, armas de fogo ou quedas, as amputações, os acidentes vasculares encefálicos (AVE), as infecções cerebrais, tumores e anóxias causadoras das sequelas da paralisia cerebral (DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA). Além disso, destacam-se também as deficiências causadas por má formação congênita, doenças genéticas, miopatias e neuropatias de origem hereditária (DEFICIÊNCIA CONGÊNITA).

CAUSAS GERAIS E SEQUELAS
Independentemente da causa da deficiência, seu aluno ou atleta pode apresentar perdas motoras e/ou sensitivas o que irá levar a ter cuidados diferenciados na prática da atividade física.

As sequelas das deficiências físicas podem ser variadas. Desta forma é importante saber diferenciar cada uma a partir dos segmentos corporais afetados. Por exemplo: uma pessoa que sofreu um trauma medular, pode apresentar entre outras sequelas, a paraplegia ou tetraplegia dependendo da região em que a medula foi afetada.

Definida como condições resultantes de uma lesão parcial ou total da vértebra e/ou dos nervos da coluna vertebral, podem ter causas traumáticas (queda, armas de fogo, acidentes automobilísticos, etc.), ou não traumáticas (congênitas, degenerativas, tumorais, infecciosas, doenças neurológicas e sistêmicas ou doenças vasculares).

Engloba um grupo de doenças hereditárias que se caracterizam por uma fraqueza progressiva e difusa de vários grupos musculares. As células do ventre dos músculos são substituídas por tecido adiposo e conjuntivo.
É uma doença hereditária recessiva ligada ao X, o que implica que, quando a mãe é portadora do gene, o risco de recorrência da doença é igual a 50% para filhos do sexo masculino.

AMPUTAÇÃO: O termo designa a perda de um membro inteiro ou de um segmento específico do membro. (CONGÊNITAS OU ADQUIRIDAS)


POLIOMIELITE: Conhecida também como PARALISIA INFANTIL ou POLIO, é causada por infecção viral que afeta as células motoras da medula espinhal, causado variados tipos de paralisia de acordo com a quantidade e o local das células afetadas. Neste caso a sensibilidade não é afetada
TRAUMA CRÂNIO-ENCEFÁLICO (TCE):
É uma lesão cerebral que pode reduzir ou alterar o estado de consciência, e provoca comprometimento das funções física, cognitiva, social, comportamental e emocional.



O AVC, popularmente chamado de “derrame”, caracteriza-se pela interrupção da circulação sanguínea de uma área cerebral provocando danos severos a áreas que controlam funções vitais. Essas funções podem envolver capacidade motora, controle motor, sensibilidade e percepção, comunicação, emoções e consciência. Pelo fato de que aqueles que sobrevivem a um AVC apresentam graus variados de deficiência, desde a perda mínima de função até a dependência total é que o mesmo está inserido nas deficiências físicas.

AVC
HEMORRÁGICO: ocorre uma hemorragia dentro do cérebro devido ao rompimento de uma artéria que perdeu a elasticidade.

ISQUÊMICO: ocorre falta de suprimento adequado de sangue no tecido cerebral, devido a um estreitamento progressivo da artéria que vai ao cérebro ou por um embolismo.

Também chamada de encefalopatia crônica não progressiva da infância, é um grupo de sintomas incapacitantes e permanentes, resultantes de dano às áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor. É uma deficiência não-progressiva que pode ter origem antes, durante e após o nascimento e se manifesta na perda ou no comprometimento do controle sobre a musculatura voluntária.

Dependendo do local e magnitude do dano cerebral, os sintomas podem variar bastante, desde os severos (incapacidade total de controlar os movimentos corporais) até os muito leves (somente uma pequena deficiência na fala). O dano cerebral contribui para o desenvolvimento de reflexos anormais (que causam dificuldade de coordenar e integrar padrões básico de movimento) na maior parte dos indivíduos. É raro que o dano esteja restrito a uma pequena parte do cérebro.

Fique sabendo!!
O termo paralisia designa um distúrbio/dificuldade de movimento ou postura; a palavra cerebral denota relação com o cérebro.

As causas pós natais representam cerca de 10% a 15%, destacando-se a meningite, os traumas e a intoxicação gasosa. Os outros 80% a 85% são de causa pré ou peri-natal. São elas: infecções maternas (rubéola), uso de drogas incompatibilidade de Rh, trauma no parto, anóxia e parto prematuro.
A paralisia cerebral nem sempre vem acompanhada do retardo mental. A pessoa com PC, pode muitas vezes ter desenvolvimento cognitivo normal.
ESPÁSTICA
Os danos são localizados nas área motoras do cérebro e se caracteriza pelo aumento do tônus muscular (hipertonicidade). São comuns as contrações musculares exageradas e fortes e deformidades ósseas. A espasticidade está relacionada ao reflexo miotático hiperativo ou reflexo de estiramento hiperativo, identificado pela posição da “mão em garra”. Em relação ao comprometimento de membros inferiores , ocorre a marcha em tesoura, caracterizada pela flexão de quadril, joelho e tornozelo, juntamente á rotação da perna em direção à linha média.


Representa cerca de 75% dos casos!!!!
ATETÓIDE
Os danos são localizados nos gânglios basais. Se caracteriza por movimentos lentos, contorcidos, involuntários e descoordenados. O tônus muscular tende a variar da hipertonicidade à hipotonicidade. Os músculos afetados são aqueles que controlam a cabeça, pescoço, membros e tronco, dificultando muito o controle da cabeça, que fica atirada para trás e voltada a um lado. Contrações faciais, língua em protusão e dificuldade de controlar a salivação são comuns. Beber, comer e falar são ações muito prejudicadas.
As pessoas com paralisia cerebral do tipo atetóide ou atetose, costumam apresentar AFASIA, (comprometimento ou perda de linguagem.



É interessante notar que nos últimos anos, foram diagnosticados muito poucos casos do tipo atetóide, já que se descobriu que certos problemas de incompatibilidade sanguínea podem ser controlados.

ATÁXICA
A lesão atinge o cerebelo, que controla o equilíbrio e a coordenação muscular, causando ataxia. Neste caso, os músculos apresentam graus anormais de tonicidade. Tal dificuldade normalmente só é observada quando a criança tenta andar. Ao fazer isso, o indivíduo fica extremamente instável, por causa da dificuldade com o equilíbrio e por não ter a coordenação necessária para movimentar perna e o braço corretamente. Tipicamente apresenta uma marcha com base alargada; o nistagmo, movimento constante e involuntário do globo ocular, também é comum.

As pessoas que são capazes de deambular caem com frequência. Normalmente aqueles que possuem na paralisia atáxica na forma leve são considerados desajeitados ou atrapalhados.


CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL

É uma das mais utilizadas atualmente no sistema educacional. Segundo este sistema, as pessoas se enquadram em uma das oito classes de capacidade, de acordo com a severidade da deficiência. A classe I indica um comprometimento grave, enquanto a classe VIII um comprometimento mínimo.

Esse esquema tem implicações importantes para a Educação Física e o Esporte já que classifica os indivíduos de acordo com os níveis de capacidade.

TIPOS
Distrofia muscular miotônica

conhecida como doença de Stienert, caracteriza-se por fraqueza muscular e afeta os sistema nervoso central, coração, olhos e glândulas endócrinas. Considerada rara, ocorre quase exclusivamente em bebês de mães que apresentam a doença. Com tratamento apropriado, a condição desses bebês costuma melhorar. Contudo, o atraso no desenvolvimento motor e o retardo mental no final da lactância e no começo da infância são comuns.


Distrofia fascioescapuloumeral
-
inicialmente afeta os músculos dos ombros e do rosto e, em alguns casos o quadril e a coxa. Em geral a expectativa de vida é normal, já que esse tipo de distrofia pode cessar por si mesmo a qualquer momento.

Distrofia muscular Duchenne
-
é a forma mais comum e grave da doença na infância. A incidência é maior em meninos. Os sintomas geralmente ocorrem entre os 2 e os 6 anos de idade. As pessoas com este tipo de distrofia não possuem uma proteína denominada distrofina o que não permite o funcionamento adequado e a sobrevivências das células musculares
Atrofia e fraqueza de coxa, quadril, costas, cintura escapular e músculos respiratórios são características da distrofia muscular do tipo Duchenne.
Os músculos tibiais anteriores, ficam extremamente fracos, resultando em pé equino, ou seja, o pé permanece em eversão.
MARCHA ARRASTADA – DIFICULDADE EM SUBIR DEGRAUS – TENDÊNCIA A QUEDAS – DIFICULDADE DE SE LEVANTAR A PARTIR DA POSIÇÃO EM DECÚBITO

Distrofia muscular das cinturas e dos membros

- a degeneração pode começar pela cintura pélvica ou escapular, acabando por comprometer ambas, ocorrendo de forma lenta e contínua. Pode ocorrer a qualquer momento a partir da fase final da infância, embora geralmente ocorra na adolescência. Homens e mulheres tem as mesmas chances
.

Para conhecer casos de pessoas que utilizam próteses acesse o link:
http://www.deficienteciente.com.br/tag/protese

HIPERTENSÃO INTRACRANIANA

A pressão normal do LCR, medida em decúbito lateral, varia entre 5 e 20 centímetros de água (cmH2O). A partir de 20 cmH2O (15 mmHg) fala-se em hipertensão do LCR ou hipertensão intracraniana (HIC).


SNC está completamente envolvido por líquido cefalorraquiano (LCR) ou líquor, sendo uma de suas funções proteger mecanicamente o cérebro, amortecendo choques contra a superfície interna do crânio.
EDEMA CEREBRAL
É um aumento na quantidade de água no tecido cerebral, causado por lesões focais (tumores, abscessos, hematomas) ou difusas (anóxia, meningites, encefalites, certas intoxicações), com consequente aumento de volume do encéfalo. Esse incremento adiciona-se ao já provocado pela lesão primária, elevando a hipertensão intracraniana.

HIDROCEFALIA
PARALISIA CEREBRAL (PC):
Também chamada de encefalopatia crônica não progressiva da infância, é um grupo de sintomas incapacitantes e permanentes, resultantes de dano às áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor. É uma deficiência não-progressiva que pode ter origem antes, durante e após o nascimento e se manifesta na perda ou no comprometimento do controle sobre a musculatura voluntária.

Dependendo do local e magnitude do dano cerebral, os sintomas podem variar bastante, desde os severos (incapacidade total de controlar os movimentos corporais) até os muito leves (somente uma pequena deficiência na fala). O dano cerebral contribui para o desenvolvimento de reflexos anormais (que causam dificuldade de coordenar e integrar padrões básico de movimento) na maior parte dos indivíduos. É raro que o dano esteja restrito a uma pequena parte do cérebro.

Fique sabendo!!
O termo paralisia designa um distúrbio/dificuldade de movimento ou postura; a palavra cerebral denota relação com o cérebro.

As causas pós natais representam cerca de 10% a 15%, destacando-se a meningite, os traumas e a intoxicação gasosa. Os outros 80% a 85% são de causa pré ou peri-natal. São elas: infecções maternas (rubéola), uso de drogas incompatibilidade de Rh, trauma no parto, anóxia e parto prematuro.
A paralisia cerebral nem sempre vem acompanhada do retardo mental. A pessoa com PC, pode muitas vezes ter desenvolvimento cognitivo normal.
* HIC pode ser resultante de traumatismo cefálico, edema cerebral, abscesso, infecções, lesões, cirurgias intracranianas e tratamento por irradiação.


* A HIC está associada a outras condições, dentre as quais: alterações na complacência intracraniana, distúrbios da pressão arterial sistêmica, alterações na ventilação e oxigenação, variações anormais da taxa metabólica e consumo de oxigênio, etc.

Ocorre quando há um desequilíbrio entre a produção e a reabsorção de líquor cefalo-raquidiano, resultando em grandes quantidades de LCR na cavidade craniana. Geralmente o acúmulo de líquor acontece como consequência de uma obstrução à circulação liquórica, mas pode também ser resultado de uma excessiva produção de LCR pelos ventrículos. É a deformidade mais comumente associada ao aumento da cabeça em recém-nascidos, porém pode ocorrer em qualquer idade. Pode ser diagnosticada durante a vida uterina, através de exame de ultra-sonografia
Congênita
Adquirida
A hidrocefalia é dita congênita quando diagnosticada no nascimento, ou logo após, ou, como vem acontecendo mais recentemente, durante o pré-natal, por aumento do perímetro cefálico acima do normal. Tal não se observa em crianças maiores ou adultos, porque as suturas do crânio já se soldaram.
Resulta de traumas ou doenças que acontecem depois do nascimento, incluindo infecções no cérebro e na coluna vertebral (meningites), sangramento de vasos sanguíneos no cérebro, trauma de crânio, ou tumores e cistos cerebrais. A Hidrocefalia pode acontecer mesmo quando não há nenhum trauma ou doença conhecidos para causá-la.
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