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VI

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by

Raquel Barros

on 24 January 2014

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Transcript of VI

VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA


Danielly Rodrigues da Rosa
Danilo Martins Rosa
Matheus Maroneze Miyai
Raquel Baracy de Barros
Helmet
Máscara facial total

Problemas (dautrofóbica e risco de aspiração do vômito)
Máscara Nasal
Almofada Nasal
Máscara Facial
Boa para utilização crônica porém aumenta fuga pela boca.
História da Ventilação Não Invasiva (VNI)
460-375 AC (Hipócrates)
1543 (Versalius)-1° descrição de suporte ventilatório
1550 ( Parcelso) 1° descrição ventilação assistida
1930 Inicia-se o uso de máscaras (Motley e Barach)
1952 (Bjork) Traqueostomia + Ambu
1960 (II GM e corrida espacial)- Ventiladores microprocessados
1980 (pressão +)- Apnéia obstrutiva do sono e âmbito hospitalar
Ventilação Não Invasiva (VNI)


Aplicação de um suporte ventilatório sem recorrer ao uso de uma via aérea invasiva.

VENTILADORES

Permitem administrar O2 sob pressão ao paciente.
Modos Ventilatórios

Por pressão Negativa

Por pressão Positiva

Por volumes

Por conjugação dos 2 modos
1.com volume mínimo imposto
2.com limites de pressão
Pressão Negativa
Pressão Positiva
CPAP ( Continuous Positive Airway Pressure) >> IPAP= EPAP

BIPAP ( Bilevel Positive Airway Pressure)
>>IPAP> EPAP

PAV ( Pressão Ventilatória Assistida- Ventila de acordo com comando do doente)

Todas as máscaras apresentam ainda dois orifícios que podem ser usados para conectar um tubo de oxigénio ou para monitorizar pressões, fugas e volume corrente expirado, caso não seja necessário estes orifícios podem ser tapados.
INTERFACES

Assistida : O doente desencadeia todos os movimentos ventilatórios
-O ventilador “ajuda” insuflando volumes

Assistida / Controlada: O doente desencadeia alguns movimentos ventilatórios
-O ventilador inicia os restantes, impondo volumes

Controlada: O ventilador assegura todos os movimentos ventilatório
Tipos de Ventilação
VNI- Fisiopatologia EPAP

•Previne “rebreathing” CO2
VNI – Fisiopatologia

•Previne “rebreathing” CO2

•Estabiliza as vias aéreas superiores durante o sono

•Recruta alvéolos

•Diminui a formação de atelectasias

Ventilação Não Invasiva
Vantagens
Fácil de instituir e de retirar
Evita o trabalho dinâmico imposto pelo tubo endotraqueal sem necessidade de sedação
Permite ao paciente:
Falar
Alimentação oral
Menor taxa de complicações (lesão traqueal, infecções)
Pode ser instituído fora de uma UTI
Menor custo
Desvantagens
Congestão nasal ou secura das mucosas

Eritema ou ulceração do dorso do nariz

Irritação da conjuntiva ocular

Insuflação gástrica

Fugas de ar pela boca ou máscara

Pneumonia de aspiração
Contra Indicações
Paragem cardíaca ou respiratória
Encefalopatia grave (ECG<10)
HDA grave
Instabilidade hemodinâmica / Arritmia cardíaca
instável
Deformidade, trauma ou cirurgia facial
Obstrução das vias aéreas superiores
Incapacidade de protecção das vias aéreas
Incapacidade de eliminação das secreções TB
Hipoxémia refratária grave
BIPAP
Ventilação por Pressão Positiva com 2 níveis de pressão:

maior durante a inspiração (IPAP) e menor durante a expiração (EPAP ou PEEP)

Pode ser aplicada nas modalidades Assistida ou Controlada

Menores consequências hemodinâmicas e menor risco de barotrauma

Possibilidade de impor FR mandatória e de ajustar relação I:E
BIPAP
Cpap
O mesmo nível de pressão positiva durante o ciclo
respiratorio.
Menos fisiológico
Indicações:
Insuficiência respiratória hipoxémica

Contra-indicações:
Insuficiência cardíaca esquerda
Obstrução ao fluxo aéreo expiratório

Cpap
EXAMES RADIOLÓGICOS
26/11/2012
10/12/2012

13/10/2013
ANAMNESE
Paciente
: G.
Idade: 42 anos
Sexo
: Masculino
Cor
: Branca


Motivo de Internação:
Encefalite/ AVCI/ infecção/síndrome paraneoplásica

Esposa relata que o paciente deixou de ouvir e ficou confuso, não fala bem. É renal crônico em diálise.

HDA:
Paciente foi entubado dia 10/10/13 com bom padrão ventilatório em vigília, durante o sono teve acidose respiratória e hipercapnia, esta que melhorou com a VNI.
Faz HD 3x /semana- fístula fossa cubital D ( realizada em janeiro de 2013) Colocou TQT no dia 18/10/13 e BIPAP

Queixa Principal:
Alterações visuais provocadas pela retinopatia diabética, confusão mental e agitação do paciente.

HDP:
Paciente foi diagnosticado com DM os 25 anos de idade, em uso de insulina desde os 26 anos. Diagnosticado com neuropatia periférica em bota.

Medicações: Insulina, sinvastatina, hidroclorodiazida, captopril

Tratamento fisioterapêutico:
Aspiração e higiene brônquica, manobras reexpansivas, paciente nega fisioterapia motora.

Epap
31/10/2013
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