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O Homem Cordial

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by

Stephany Barbosa

on 4 November 2013

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Transcript of O Homem Cordial

O "Homem Cordial"
Patrimonialismo
•Dificuldade de distinção dos interesses públicos dos privados;

•Para o funcionário “patrimonial”, a sua gestão política apresenta-se como assunto de interesse particular;

•O funcionário “patrimonial” não é burocrático;

• A escolha dos funcionários que vão exercer funções públicas faz-se de acordo com a confiança pessoal, não por suas capacidades próprias.

Raízes do Brasil
Sérgio Buarque de Holanda
Aline Nunes
Amanda Mariano
Ana Flávia
Elizabeth Cavassana
Paloma Britto
Stephany Fernanda
Suelen Santos

Capítulo 5
O "Homem Cordial"
• Antígona e Creonte;
• Pedagogia moderna e as virtudes anti familiares;
• Patrimonialismo;
• O “homem cordial”;
• Aversão aos ritualismos: como se manifesta ela na vida social, na linguagem, nos negócios;
• A religião e a exaltação dos valores cordiais.

O Estado Não é uma
Ampliação da Família!
Antígona e Creonte – O Mito
Sófocles

O mito reflete a figura do Estado
A quem devemos lealdade?
Tradições Familiares, Culturais
ou
Regras Sociais

E todo aquele que acima da Pátria Coloca seu amigo,
eu o terei por nulo
A Lei Geral suplanta
A Lei Particular
Crise na Estrutura da Sociedade
é o objeto de análise da história social
Industrialização:
desaparecimento da relação humana
Pedagogia moderna e as virtudes antifamiliares
“Em nossa política e em nossa sociedade [...], são os órfãos, os abandonados, que vencem a luta, sobem e governam”.
(Joaquim Nabuco)
• Personalidade social do estudante;





° A escola do ambiente familiar;
• O método denominado “o terror geral de todos".


O homem cordial é aquele que age movido pelos instintos do

coração.
Contrário do pensamento estrangeiro!
Vocábulo Latim: Cordis
Civilidade Japonesa (Polidez e ritualismo)
Contraposição
Cordialidade Brasileira
(Essência: contrária a Polidez, polidez na forma e
Aversão ao ritualismo)
Aversão aos Ritualismos
Social;
Linguagem;
Negócios.
Santos: Intimidade quase desrespeitosa
A religião e a exaltação dos valores cordiais
Deus: amigo familiar,
doméstico.
• Menos cerimônia mais aparência;
• Sem regras e sem ordem;
• Modo apelativo/sentimentos/razão;
• Para ferir a alma primeiro tinha que ferir a alma e o ouvido;
• Esforço de reconquista espiritual;
• O ritualismo não nos e necessário.

Vídeos
Considerações
Finais
Agradecemos a Atenção!
No "homem cordial", a vida em sociedade é, de certo modo, uma verdadeira libertação do pavor que ele sente em viver consigo mesmo, em apoiar-se sobre si próprio em todas as circunstância da existência
"Vosso mau amor de vós mesmos vos faz do isolamento um cativeiro"
NIETZSCHE
Culto "Democrático"
“[...] Ela pode iludir na aparência - e isso se explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de manifestações que são espontâneas no "homem cordial": é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso, a polidez [cordial] é, de algum modo, organização de defesa ante [diante] a sociedade. Detém-se na
parte exterior
, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça de resistência.
Equivale a um disfarce
que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensibilidade e suas emoções. Por meio de semelhante padronização das formas exteriores da cordialidade, que não precisam ser legítimas para se manifestarem, revela-se um decisivo triunfo do espírito sobre a vida.
Armado dessa máscara
, o indivíduo consegue manter sua supremacia [poder] ante o social. E, efetivamente, a polidez [cordial] implica uma presença contínua e soberana do indivíduo.”
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