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Bailux- Resiliências

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by

Maira Begalli

on 26 February 2013

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Transcript of Bailux- Resiliências




Regis Bailux, nasceu em uma Fazenda próxima a cidade Jaraguá-Goiás. Viveu neste local até os 12 anos, como uma família de pequenos agricultores. No ano de 1979, Regis cursava Arquitetura na Universidade Católica de Goiás:

“Vivi na época de um grupo de professores exilados na França que voltavam para o Brasil pós-ditadura. Vim para a Bahia, no ano de 1981, depois de perder um semestre fazendo militância universitária” 1983:

Começa a trabalhar com tecnologias low-tech amplas pesquisas envolvendo tecnologias livres, ecologia e padronagens de tecidos e corantes naturais na confecção de utilitários DESDE 2002:

comunidade auto-organizada que propõe a desconstrução da tecnologia para a transformação social, em Arraial d’Ajuda Processo impermanente/nômade
Envolvimento/
experimentação crítica de tecnologias
Diferente de uso pelo uso ou capacitação
Etnomapemaneto
Fármacias Open Source
Vivências
Empoderamento pela tecnologia TROCAS
TECNO-ECOLÓGICAS E AFETIVAS em http://bailux.wordpress.com/ http://aldeiavelha.wordpress.com/ ambiente local: Arraial d'Ajuda, Bahia, Brasil
crenças: tecnoxamanismo, tecnomagias
quantas pessoas hoje: 20 pessoas nômades - não de moradia, mas para exercerem suas atividades

subsistência se dá por meio de resignificações de processos e serviços * Distúrbio em 2011 novos começos
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