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TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

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Samia Mara

on 28 November 2013

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TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Henry Wallon
Sigmund Freud
Lev Vygotsky
Jean Piaget
Howard Gardner
A Teoria Genético - Cognitivista
A Teoria Cognitivista foi criada pelo suíço Jean Piaget para explicar o desenvolvimento cognitivo humano. Essa característica da sua obra a tornou uma das maiores contribuições para a psicologia do desenvolvimento, pois muitos psicólogos incluindo Piaget tiveram a certeza que a construção do ser humano é um processo que vai acontecendo ao longo da vida das crianças.
Nesse período, as características observáveis mais importantes são:

• inteligência simbólica;
• o pensamento egocêntrico, intuitivo e mágico;
• a centralização (apenas um aspecto de determinada situação é considerado);
• a confusão entre aparência e realidade;
• ausência da noção de reversibilidade;
• o raciocínio transdutivo (aplicação de uma mesma explicação a situações parecidas);
• a característica do animismo (vida a seres inanimados).




De acordo com esta teoria, o desenvolvimento cognitivo humano é dividido em 4 estágios:

Sensorial-motor (0 - 2 anos)
Pré-operacional (2 – 7 anos)
Operações concretas (7 - 11 anos)
Operações formais (11 – 15 anos)

O segundo estádio de desenvolvimento considerado por Piaget é o estágio pré-operacional, que coincide com a fase pré-escolar e vai dos dois anos de idade até os sete anos em média.

Neste estágio os padrões de pensamento sensório-motor variam para um incremento da capacidade de usar símbolos e imagens dos objetos do meio ambiente.

Esse momento é marcado por aparecimento da linguagem oral que lhe dará possibilidade de além de se utilizar da inteligência prática decorrente dos esquemas sensoriais e motores, formados na fase anterior.



A criança desenvolve, ainda, a linguagem, as imagens mentais e jogos simbólicos, assim como muitas habilidades preceituais e motoras. Apesar disso, o pensamento e a linguagem estão reduzidos, no geral, ao momento presente e a acontecimentos concretos.
Desenvolve atividade de comunicação de tipo informativo e também de controle da conduta dos outros, isto é pede, pergunta, dá ordens... para provocar as condutas que deseja em outros. A criança já antecipa o que vai fazer, desenvolve o pensamento aceleradamente, no final do período começa a querer saber a razão causal e finalista de tudo, é a famosa fase dos (por quês).
No estágio operatório concreto, que dura dos 7 aos 11 anos de idade em média, a criança começa a lidar com conceitos como os números e relações. Esse estágio passa a manifestar-se de modo mais evidente o que coincide (ou deve coincidir) com o início da escolarização formal é caracterizado por uma lógica interna consistente e pela habilidade de solucionar problemas concretos. Neste momento, o declínio no egocentrismo passa a ser mais visível.
Por volta dos 7 anos, o equilíbrio entre a assimilação e a acomodação torna-se mais estável;
Surge a capacidade de fazer análises lógicas;
A criança ultrapassa o egocentrismo, ou seja, dá-se um aumento da empatia com os sentimentos e as atitudes dos outros;
Mesmo antes deste estágio a criança já é capaz de ordenar uma série de objetos por tamanhos e de comparar dois objetos indicando qual é o maior, mas ainda não é capaz de compreender a propriedade transitiva (A é maior que B, B é maior que C, logo A é maior que C). No início deste estágio a criança já é capaz de compreender a propriedade transitiva, desde que aplicada a objetos concretos que ela tenha visto;

Começa a perceber a conservação do volume, da massa, do comprimento, etc.
Neste estágio, também algumas características das crianças começam a ser aprimoradas, como exemplo elas se concentram mais nas atividades; colaboram mais com os colegas; apresentam responsabilidade e respeito mutuo e participações em grupo.
No estádio operatório formal – desenvolvido a partir dos 12 anos de idade em média – o adolescente começa a raciocinar lógica e sistematicamente. Esse estágio é definido pela habilidade de engajar-se no raciocínio proposicional. As deduções lógicas podem ser feitas sem o apoio de objetos concretos. Aprende a criar conceitos e ideias.
Diferente do período anterior, agora o adolescente tem o pensamento formal abstrato. Ele não necessita mais de manipulação ou referência concreta. No lado social a vida em grupo é uma aspecto significativo junto com o planejamento de ações coletivas. Reflete sobre a sociedade e quer transformá-la, mais tarde vem o equilíbrio entre pensamento e realidade.
O pensamento hipotético-dedutivo é o mais importante aspecto apresentado nessa fase de desenvolvimento, pois o ser humano passa a criar hipóteses para tentar explicar e sanar problemas, o foco desvia-se do "é" para o "poderia ser".

As bases do pensamento científico aparecem nessa etapa do desenvolvimento.
A Teoria Dialética de Wallon
Henri Wallon nasceu em 1879 em Paris. Graduou-se em medicina em 1965, deixando uma instigante obra sobre a aprendizagem e o desenvolvimento humano.
Sua teoria demonstra que a vida psíquica é consequência dinâmica da interação do indivíduo com o meio geográfico e humano.
Henri Wallon não foi apenas um Médico ou um Psicólogo da criança. Seu projeto foi formular uma "ciência do homem". Em 1925 ao publicar sua tese de doutorado "A infância turbulenta", propos aquilo que mais tarde iria se chamar de "neuropsicologia". Nesta época ainda não tinha como sustentar esse conteúdo que aprofundou ao publicar "As origens do carater da criança".
Segundo René Razzo, o método de Wallon consistiu em estudar as condições materiais de desenvolvimento da criança, condições tanto orgânicas como sociais e em observar como, através dessas contradições, constrói-se um novo plano da realidade que é o psiquismo e a personalidade. A dialética é o método que considera que a natureza não é uma acumulação acidental de objetos. Nenhum fenômeno pode ser compreendido se for encarado isoladamente.
Para Wallon a ação (ou a praxis - o movimento) mostra como se opera a promoção qualitativa que se processa do fisiológico para o psíquico fornecendo as pistas para se conhecer a identidade do homem sob os seus diferentes aspectos. Mas então, como se dá, efetivamente, o desenvolvimento? O desenvolvimento é regulado por dois princípios fundamentais:
1- Alternância: a maturação das funções, depende do aprimoramento de:
- Sensibilidade introceptiva: ligada ao funcionamento de vida vegetativa visceral e da sensibilidade proprioceptiva ligada à estimulação dos músculos e de seus anexos. Isso ocorre no primeiro estágio de desenvolvimento que é o estágio emocional.
- Sensibilidade extereoceptiva: estimulada pelos agentes exteriores do organismo (visão, audição, olfato, etc...) e do córtex cerebral. Ocorre no estágio sensório-motor ou da inteligência espacial.
2- Integração Funcional: a mudança de fase, assimilando o que já foi adquirido, não exclui o estágio precedente. Dá uma continuidade a tudo o que já foi adquirido.
Para o autor, cada etapa do desenvolvimento está caracterizada por uma atividade preponderante. Em cada estágio existe um "conflito" específico que a criança deve resolver. As respostas que a criança dispõe: motoras, intelectuais, afetivas, são inseparáveis, estão integradas em unidades dialéticas. A preponderância de algumas respostas sobre outras caracteriza cada estágio.
A Educação, segundo Wallon, é um fato social. O homem é um ser social e, mais ainda, membro de uma sociedade concreta, nela atuando, modificando-a e sendo por ela modificado.

Para Wallon, o mérito da Educação é desenvolver o máximo as potencialidades de cada indivíduo.
A Teoria da Psicanálise
A Teoria psicanalística foi desenvolvida pelo psiquiatra austríaco Sigmund Freud, no fim do século XIX, início do século XX e esta intimamente relacionada a sua prática psicoterapêutica.

É uma teoria que procura descrever a etiologia dos transtornos mentais, o desenvolvimento do homem e de sua personalidade, além de explicar a motivação humana.
A Teoria das Inteligências Múltiplas
A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Howard Gardner. Depois de muitos anos de pesquisas com a inteligência humana, o psicólogo concluiu que o cérebro do homem possui oito tipos de inteligência.
Porém, a maioria das pessoas possui uma ou duas inteligências desenvolvidas. Isto explica porque um indivíduo é muito bom com calcúlos matemáticos, porém não tem muita habilidade com expressão artística. De acordo com Gardner, são raríssimos os casos em que uma pessoa possui diversas inteligências desenvolvidas.
Podemos citar Leonardo da Vinci como um destes casos raros de genialidade.

Gardner ainda afirma que estas inteligências apresentam-se de duas formas. Algumas pessoas já nascem com determinadas inteligências, ou seja, a genética contribui. Porém, as experiências vividas também contribuem para o desenvolvimento de determinadas inteligências.
As inteligências são:

Lógica: voltada para conclusões baseadas em dados numéricos e na razão.
Linguística: capacidade elevada de utilizar a língua para comunicação e expressão.
Corporal: grande capacidade de utilizar o corpo para se expressar ou em atividades artísticas e esportivas.
Naturalista: voltada para a análise e compreensão dos fenômenos da natureza (físicos, climáticos, astronômicos, químicos).
Intrapessoal: pessoas com esta inteligência possuem a capacidade de se autoconhecerem, tomando atitudes capazes de melhorar a vida com base nestes conhecimentos.
Interpessoal: facilidade em estabelecer relacionamentos com outras pessoas.
Espacial: habilidade na interpretação e reconhecimento de fenômenos que envolvem movimentos e posicionamento de objetos.
Musical: inteligência voltada para a interpretação e produção de sons com a utilização de instrumentos musicais.
A Teoria Sócio-Histórica
Lev Vygotsky (1896 – 1934) nasceu na Rússia. Quando concluiu sua formação acadêmica já estava instalada a URSS. Foi professor e morreu prematuramente aos 37 anos com tuberculose: a vida difícil do povo em guerra contra o nazismo, sem alimentos e recursos para aquecimento, aliada ao trabalho incessante, minou sua saúde. Como teórico buscou dentro do materialismo dialético a compreensão para o desenvolvimento psicológico do homem dentro da cultura.
A CONTRIBUIÇÃO DA TEORIA SÓCIO-HISTÓRICA SOBRE DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Objetivos: Identificar as características da corrente sócio- histórica, bem como, suas contribuições no processo de desenvolvimento e ensino-aprendizagem.

Destaque: No Brasil o pensamento de Vygotsky é chamado de sócio-histórico ou histórico-cultural. A teoria sócio-histórica tem sido adotada nas escolas do Brasil, e requer conhecimento do pensamento de Vygotsky para uma aplicação pedagógica à altura da teoria.
OS SEUS COLABORADORES
A teoria sócio-histórica foi proposta por Vygotsky em colaboração com seus companheiros Leontiev e A. R. Luria. Foram seus colaboradores e discípulos mais próximos: Boznovich, Zaparozhets, Elkonin, Levina, Morosova, Slavina, entre outros. Ela tem sido adotada como filosofia educacional nas escolas do Brasil e requer conhecimento profundo do seu pensamento para que seja aplicada adequadamente.
A teoria Sócio-histórica em psicologia

A Psicologia Sócio-Histórica tem como base a teoria de Vygotsky que afirma que o desenvolvimento humano se dá por meio das relações sociais em que o indivíduo mantêm no decorrer de sua vida. Neste contexto entende-se que o processo de ensino-aprendizagem também se desenvolve por meio das interações que vão se desenrolando no decorrer no decorrer da vida.
Compreende-se que desde que nascemos somos dependentes socialmente das outras pessoas, e entramos em um processo histórico, que de um lado, nos oferece o que o mundo oferece e as visões sobre ele e, de outro, permite a construção de uma visão pessoal sobre este mundo que o cerca.
É importante destacarmos que Vygotsky com sua teoria trouxe muitas contribuições para a educação e a aprendizagem, pois através de seus estudos pode-se perceber como a cultura e a história de um indivíduo podem interferir no seu processo de ensino-aprendizagem.
Isto significa que o homem definitivamente formado possui já todas as propriedades biológicas necessárias ao seu desenvolvimento sócio-histórico ilimitado. Por outras palavras, a passagem do homem a uma vida em que sua cultura é cada vez mais elevada não exige mudanças biológicas hereditárias.[...] O que é verdade, é que as modificações biológicas hereditárias não determinam o desenvolvimento sócio histórico do homem e da humanidade;
este é doravante movido por outras forças que não as leis da variação e da hereditariedade biológicas. [...] A hominização, enquanto mudanças essenciais na organização física do homem, termina com o surgimento da história social da humanidade.
Estrutura e dinâmica da personalidade

Freud imaginava a psique (ou aparelho psquíco do ser humano como um sistema de energia: cada pessoa é movida, segundo ele, por uma quantidade limitada de energia psiquíca. Isso significa, por um lado, que se grande parte da energia for necessária para a realização de determinado objeto (ex: expressão artística) ela não estara disponível para outros objetivos (ex: sexualidade).
Os níveis da Consciência ou modelos topológico da mente

O Consciente: aborda todos os fenômenos que em determinado momento podem ser percebidos de maneira consciente pelo indivíduo.
O Pré-consciente: refere-se aos fenômenos que não estão conscientes em determinado momento, mas podem torna-se o indivíduo desejar se ocupar com eles.
O Inconsciente: que diz respeito aos fenômenos e conteúdos que não são conscientes e somente sob circunstâncias muito especiais podem torna-se.
Modelo estrutural da personalidade

Freud desenvolveu mais tarde (1923) um modelo estrutural da personalidade em que o aparelho psíquico se organiza em três estruturas.
Id: O Id é a fonte de energia psíquica.
Ego: O Ego desenvolveu-se a partir do Id com o objetivo de permitir que seus impulsos sejam eficientes.
Superego: É a parte moral da mente humana e apresenta os valores da sociedade.

As fases do desenvolvimento psicossexual

A fase oral: Essa satisfação se dá independente da satisfação da fome. Assim, para a criança sugar, mastigar, comer, morder, cuspir etc.
A fase anal: Nessa fase a criança tem de aprender a controlar sua defecação e, dessa forma, deve aprender a lidar com a frustação do desejo de satisfazer suas necessidades imediatamente.
A fase fálica: A fase fálica, que vai dos três aos cinco anos de vida, se caracteriza segundo Freud pela importância da presença (ou, nas meninas, da ausência) do falo ou pênis, nessa fase prazer e desprazer estão, assim , centrados na região genital.
A fase genital: Nessa fase as pulsões sexuais, depois da longa fase de latência e acompanhamento as mudanças corporais, despertam-se novamente, mas desta vez se dirigem a uma pessoa do sexo oposto.
Leontiev
A Teoria da Atividade
Leontiev nasceu em 1903, em moscou e morreu em 1979. Ele tornou-se um dos importantes psicologos Soviéticos quando entrou no grupo de psicologos e pedagogos de pesquisas, iniciadas em 1924 e se prolongou até 1934, vindo a formar a base teorica psicologia histórico-cultural, no qual tem como representantes Vygotsky, A.R Luria, Kar Marx, e Leontiev.
Leontiev fala que a atividade humana são um sistema que está contido nas relações sociais, no qual o trabalho ocupa o lugar central e a atividade psicológica interna do indivíduo tem sua origem na atividade externa.
A ação é o componente básico da atividade.

As características da atividade é:
Objetividade
Necessidade
Internalização

Seus principais interesses:
O desenvolvimento psíquico da criança
Os diferentes estágios da infância e suas atividades.
O significado do brincar.
Leontiev coloca que a atividade lúdica trabalhada na educação fisíca escolar permite a criança ter o domínio sobre uma area mais ampla da realidade, e faz parte das manifestações da cultura corporal.
A atividade lúdica é todo e qualquer movimento que tem como objetivo produzir prazer, quando de educação, ou seja divertir o praticante.
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