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CRONICA

finalllllllll
by

Marcelo Ascêncio

on 3 October 2012

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Módulo III A CRÔNICA NA LINGUAGEM E SEU USO CRÔNICA Identificar um texto de crônica em cinco pontos.

Apresentar as singularidades da crônica em todos os seus contextos de linguagem através do texto de “A guerra contra o saleiro” de Moacyr Sclier. OBJETIBOS Busca em intentet e livros sobre crônica e suas definições;

Entrevista com o Professor Luiz Simão, Prof Dr na Universidede Estadual de Londrina. METODOLOGIA Crônica é o comentário noticioso de fatos, que vive do cotidiano, mas não visa à informação. Pode ser uma espécie de narração de acontecimentos, uma apreciação de situações ou, na definição tradicional, assumir caráter de relato histórico.
A crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor O QUE É CRÔNICA A crônica é, primordialmente, um texto escrito para ser publicado no jornal, revista
Com o avanço tecnológico e surgimento dos novos meios de comunicação, como a internet, verificou-se uma rápida migração dos meios existentes para o novo meio sem que, no entanto, se tenha verificado qualquer alteração na linguagem. HISTÓRICO Seção ou artigo especial sobre literatura, assuntos científicos, esporte, etc., em jornal ou outro periódico; Muitas vezes a crônica vem escrita em tom humorístico. Pequeno conto baseado em algo do cotidiano; Spark Normalmente possuiu uma crítica indireta; Narração histórica pela ordem do tempo em que se deram os fatos; Docente: Jaime dos Reis Sant'Anna
Discente: Marcelo Silva
Jéssica Zambon Livro: O Olhar Médico: Crônica de
Medicina e Saúde. (2005)

Scliar nasceu em Porto Alegre. 23 de março de 1937;
Em 1955, passou a cursar a faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
Publica seu primeiro livro, “Histórias de um Médico em Formação”, em 1962.
Em 31 de julho de 2003 foi eleito, a Academia Brasileira de Letras;
O escritor faleceu no dia 27/02/2011, em Porto Alegre (RS) MOACYR J. SCLIER Em resumo, podemos determinar cinco pontos: SAL Moacyr
Sclier A GUERRA CONTRA O SALEIRO A palavra “salvação” vem de “sal”. A palavra “salário”, também. Isso nos remete ao duplo significado do sal em nossas vidas, em primeiro lugar ao significado simbólico. Em muitas culturas o sal é visto como um antídoto contra os maus espíritos (tanto que derramar sal dá azar). Jesus chamou seus discípulos de “Sal da Terra”. Os índios pueblo têm uma divindade conhecida como a Mãe Sal. Essa veneração corresponde a uma necessidade orgânica; nosso corpo precisa de sal, uma lembrança orgânica de que a vida se originou no oceano.Os gregos trocavam escravos por sal e vice-versa. Os romanos pagavam os soldados em sal (o “salário”); daí vem a expressão “Fulano não vale o seu sal”. Na Idade Média, enormes caravanas atravessavam o deserto do Saara com sua carga de sal. Hoje em dia, o problema não é a falta de sal, é a abundância. O sal ficou relativamente barato; é usado em excesso. E isso tem consequências para a saúde. Todo mundo sabe que existe uma associação entre sal e hipertensão arterial. Uma dieta rica em sal aumenta a pressão tanto em animais quanto em pessoas. Há pessoas que têm uma “sensibilidade” maior ao sal: obesos, idosos, negros

E não se trata só de hipertensão; existe também o risco de doença cardíaca. Como acontece no caso do tabaco e do álcool (que, no entanto, não são componentes naturais do organismo, ao contrário) Divergências a parte, parece haver um consenso de que é preciso diminuir o consumo de sal. Em primeiro lugar, por uma dieta adequada, muita fruta, muitos vegetais, pouca gordura. Depois, é preciso evitar salgadinhos e temperos salgados. No preparo do alimento, o sal só deve ser adicionado no fim do cozimento. O saleiro tem de ser banido da mesa e colocado bem longe.
Atenção: Não se virem para olhá-lo. Lembre-se do que, na Bíblia, aconteceu com a mulher de Ló, que resolveu mirar Sodoma: virou uma estátua.”De sal, claro.”( SCLIER, 2005). REFERENCIAS A Bíblia Sagrada. Sociedade Bíblica do Brasil, 2000. Livro de Gênesis. Cap.19.
CANAVILHAS, João. Webjornalismo – Considerações gerais sobre o jornalismo na web. I Congresso Ibérico de Comunicação. Universidade de Beira Interior. Portugal. 2001.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 16ª ed. São Paulo: Ática, 2007 (Princípios, 17).DIAS, R.S. Conceito de linguagem, língua e fala. Site disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2240239 . Acesso em: 22 abr. 2012
HOUAISS, A. Exposição de um pensamento por palavras. In: Mini dicionário Houaiss. 2ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.
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