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canola

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Leandro Schmatz

on 4 May 2013

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Transcript of canola

Canola (brassica napus L.) No Brasil iniciou em 1974, no Rio Grande do Sul, e nos anos 1980, no Paraná, para composição de sistemas de rotação. No Brasil inicio o cultivo em 1974, no Rio Grande do Sul,
e nos anos 1980, no Paraná,
para composição de sistemas de rotação. Os grãos de canola produzidos no Brasil possuem em torno de 24 a 27% de proteína e de 34 a 40% de óleo. O óleo de canola é um dos mais saudáveis, pois possui elevada quantidade de Ômega-3 (reduz triglicerídios e controla arteriosclerose), vitamina E (antioxidante que reduz radicais livres), gorduras mono-insaturadas (reduzem LDL) e o menor teor de gordura saturada (controle do colesterol) de todos os óleos vegetais. Médicos e nutricionistas indicam o óleo de canola como o de melhor composição de ácidos graxos para as pessoas interessadas em dietas saudáveis. O farelo de canola possui 34 a 38% de proteínas, sendo um excelente suplemento protéico na formulação de rações para bovinos, suínos, ovinos e aves. No Brasil cultiva-se apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. var.oleifera, que foi desenvolvida por melhoramento genético convencional de colza. A canola constitui uma das melhores alternativas para diversificação de culturas de inverno e geração de renda pela produção de grãos, no Sul do Brasil. O cultivo de canola reduz a ocorrência de doenças, contribuindo para que o trigo semeado no inverno subseqüente produza mais e tenha melhor qualidade e menor custo de produção. Em 2000,
a doença canela-preta, causada por um fungo,
começou a ocasionar prejuízos em lavouras do Rio Grande do Sul. O cultivo de canola em Goiás iníciou em 2004, com rendimentos de grãos de 2.100 e 2.400 kg/ha obtidos nos testes realizados, em 2003, em 5 municípios. A cultura constitui alternativa para diversificação e geração de renda no período de segunda safra, também chamada "safrinha". Exigências nutricionais SOLO:

Bem corrigido quanto à acidez e de boa fertilidade CLIMA:

Pouco exigente no frio e tolerante a geadas leves nos períodos mais sensíveis ÁREA MÍNIMA:

A cultura só é rentável acima de 5 hectares. COLHEITA:
De 85 a 90 dias após o plantio.

CUSTO:
R$ 350 a R$ 500 por hectare Semeadura ! A cada hectare, são necessários de 12 a 15 quilos de sementes. A boa fertilidade é mais importante que a adubação na semeadura.
Para o desenvolvimento do sistema radicular pivotante, é necessário boas condições na primeira camada do terreno, numa profundidade entre 20 e 40 centímetros. Plantio em solos ácidos e com alumínio tóxico devem ser evitados, pois nessas condições ocorre perda de produtividade e a cultura perde tolerância à seca. ESPAÇAMENTO:

17 a 45
centímetros entre linhas. Condiçoes climaticas:

É tolerante ao clima seco e também a temperaturas baixas e geadas, desde que não seja exposto a essas condições na fase de plântula e florescimento Alta umidade do ar ou chuvas frequentes a partir do florescimento são prejudiciais, pois favorecem o ataque de doenças. Na fase de fixação da planta, no entanto, exige boa umidade. PRODUÇÃO:

Em 35 dias de plantio, a planta floresce.
A colheita é iniciada em torno de 85 a 90 dias pós plantio.
Quando está madura, pronta para ser colhida, a cultura apresenta uma coloração marrom-clara.

Chega a 90 centímetros de altura e apresenta maturação uniforme. Devido à facilidade e à praticidade, a colheita é mecanizada. Nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil e no Paraguai, vários produtores têm colhido em torno de 30 sacas por hectare. Falta de incentivos leva cultura a reverter a produção. Alem de fatores como a mudança do clima, e variadas doenças que atacam a cultura em perriodos chuvosos Doenças Nome Científico - Brassica napus L. var. Oleifera Moench

Família - Crucífera

Origem - Obtida através do melhoramento genético da colza

Nome popular – Canola Pragas
-Solos sem infestação de pragas como Coros (Diloboderus Abdurus)
- Principais pragas – Traça (Plutella Xylostella), Pulgões, Percevejos, vaquinhas (Diabrótica Speciosa) e formigas. Doenças - Restos de culturas livres de esporos da canela preta (Leptosphaeria
Maculans/phoma Lingam);
- Solos livres de esclerotínia (esclerotinia Sclerotiorum); Invasoras - Solos sem infestação por nabiça (Raphanus Raphanistrum);
- Gramíneas como aveia e azevém visando a cultura do trigo; canela preta esclerotínia Leandro Schmatz
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