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Untitled Prezi

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Felipe Lovemberger

on 12 July 2013

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Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE
Centro de Ciências Humanas e Biológicas - CHB
Departamento de Geografia

A GEOGRAFIA DA DEFESA CIVIL EM SANTA CATARINA E JOINVILLE
Felipe Ricardo Lovemberger - Acadêmico
Brígida Maria Erhardt - Orientadora
Naum Alves de Santana - Orientador geral

Desenvolvimento
2013

Desenvolvimento

2013

Desenvolvimento

Ressalta-se que o município de Joinville e o Estado de Santa Catarina, vêm sofrendo frequentemente com danos causados pelos desastres ambientais. E que se faz necessário realizar ações de intervenção, no sentido de minimizar os impactos causados.

TITÚLO:
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

SUBTÍTULOS:
A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.

Joinville do Voluntariado à Defesa Civil.

Intervenção da Defesa Civil.

Ações de prevenção e monitoramento.
Considerações Iniciais
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013

Fonte: Ministério de Integração Nacional, 2013.
Gráfico 01- Porcentagem dos municípios Brasileiros com e sem COMDEC’s.
2013

Desenvolvimento


Fonte: Defesa Civil de SC, 2013.
Gráfico 02- Porcentagem dos municípios Catarinenses com e sem COMDEC’s.
Desenvolvimento

REFERÊNCIAS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.
2013
AGRADECIMENTO/ DEDICATÓRIA
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

Fonte; http://www.youtube.com/watch?v...
Aos FAMILIARES, PROFESSORES, AMIGOS. Além das vítimas decorrentes das adversidades climáticas em SC e Joinville.
1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
Inicia na Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945) e pelos fatos ocorridos nela, como destruição patrimonial e vitimização de milhares de indivíduos, nascendo assim a Defesa Civil (função de mitigação, derivada dos bombardeiros à Inglaterra).

Por volta de 1942, se constitui no Brasil a Defesa Civil, com outra denominação, Serviço de Defesa Passiva Antiaérea.

E em SC, por volta de 1973, pelo governador Colombo Machado Salles. No município de Joinville, oficialmente no dia 22 de setembro do mesmo ano.

Conceito de Defesa Civil segundo Kita (2011, p.364) :
1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC


Política Nacional de Proteção e de Defesa Civil



1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013

Brasil Santa Catarina

A Defesa Civil no âmbito municipal e estadual deve trabalhar na normalidade, e na anormalidade, ou seja, a logística de prevenção e a logística de reparação.
1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
NUDEC - Núcleo Comunitário de Defesa Civil.
NUDEC- A definição e a instalação desta entidade comunitária é a tentativa de reduzir e minimizar os problemas acarretados por desastres naturais ou antropogênicos, exigindo assim, uma enorme organização e a incansável busca pelo bem comum.
Os NUDEC’s podem ser organizados em diferentes Grupos Comunitários que constituem os distritos, vilas, povoados, bairros, quarteirões, edificações de grande porte, escolas e distritos industriais. Funcionam como elos entre a comunidade e o governo municipal através da COMDEC (CALHEIROS et al 2009, p. 06).
1. A gênese da Defesa Civil à contemporâneidade.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
E em entrevista concedida, Helena Ziegler, presidente do NUDEC (centro) de Joinville, ao ser perguntada sobre a atuação e o número de NUDEC’s em Joinville relata:

Atuamos na prevenção junto a Defesa Civil, como por exemplo, no projeto PIAVA (prevenção de acidentes e afogamentos no verão em água doce) durante o verão, que fizemos blitzs educativas nos portais como: Quiriri, Piraí e Vigorelli. E sobre o número de NUDEC’s, o ideal seria um NUDEC em cada bairro e óbvio, atuante. Porém, temos um NUDEC apenas, o central, que em várias tentativas, tentou criar novos NUDEC’s, e não conseguiu. (ZIEGLER, 2013).

Baumam (2003, p.09), afirma que““Comunidade” é nos dias de hoje outro nome de paraíso perdido, mas a que esperamos ansiosamente a retornar, e assim buscarmos febrilmente os caminhos que podem levar-nos até lá. Paraíso perdido, ou ainda esperado”.
2. Joinville do Voluntariado à Defesa Civil.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
3. Intervenção da Defesa Civil.
2013
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

3. Intervenção da Defesa Civil.
2013
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

Classificação dos desastres em três ordens (CEPAD UFSC, 2011):
Quanto a evolução = Súbitos e Graduais.
Quanto a intensidade = Acidentes, Desastres de Médio Porte, de Grande Porte, de Muito Grande Porte.
Quanto a origem = Naturais, Antropogênicos e Desastres Mistos.
Castro (et al 1999, p.20) classifica os prejuízos, delineados em prejuízos econômicos e sociais.

“Ainda dentro da Política Nacional de Defesa Civil está instituída a Codificação de Desastres, Riscos e Ameaças, somando 158 tipos de desastres e considerando a classificação entre naturais, humanos e mistos”(CEPAD UFSC, 2011).
Notoriamente, as chuvas torrênciais de Joinville ocorrem no verão, apresentando elevadas temperaturas e altos índices pluviométricos.
4. Ações de prevenção e monitoramento.
2013
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
2013
A História da evolução da ciência, fez com que as ferramentas de análise progredissem, e prevêssem qualquer irregularidade.

A diagnosticação da velocidade do vento, das condições meteorológicas entre outros, são de suma importância para a Defesa Civil, que arbitrariamente trabalha em consonância com estas informações.

No Estado de Santa Catarina o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina – CIRAM, criado em 1997.

A ciência geográfica com seus conhecimentos enraizados ao meio ambiente e ao homem, pode servir de ferramenta instrucional para a Defesa Civil.
Ao considerar o número de habitantes e de ocorrências registradas em Joinville, a Defesa Civil deve creditar seu trabalho nas escolas.
Propagar a cultura da prevenção do Município e no Estado.
Relacionar Educação nas escolas e comunidades, com o fortalecimento da rede de monitoramento com auxílio de tecnologia e especialistas.
Percebeu-se que a Defesa Civil de Santa Catarina e de Joinville aprensentam bons estudos e ferramentas para minimizar os danos causados por qualquer anormalidade.
E na área comunitária, Joinville, por possuir a maior população, necessecita de mais NUDEC’s atuantes.
E que, os resultados obtidos sirvam para enaltecer o trabalho do órgão, bem como, potencializar os investimentos em ações preventivas e, de tempo resposta, em caso de anormalidades
OBJETIVO GERAL
Compreender as ações emergenciais e as políticas de prevenção desenvolvidas pela Defesa Civil, bem como, analisar os eventos climáticos em Joinville e SC.

Identificar as ações da Defesa Civil, em Joinville e no Estado de SC;
Descrever a política de monitoramento: classificação dos desastres, classificação da origem, classificação dos prejuízos;
Conceituar termos da temática, inclusive legais;
Relacionar as ações emergenciais, quando ocorrem desastres no município, bem como descrever os eventos climáticos no Estado de SC e no munícipio de Joinville.
Apontar as principais saídas para evitar os desastres naturais;
Identificar e espacializar as regiões mais suscetíveis a desastres naturais;
Identificar as ações de prevenção da Defesa Civil em Joinville.

Para desenvolver a presente pesquisa, utilizou-se dos seguintes procedimentos metodológicos:
pesquisa documental e bibliográfica;
análise númérica com a compilação de dados, em gráficos e tabelas;
entrevistas com representantes da Defesa Civil.

Contudo, à análise da legislação vigente e às fontes teóricas nas áreas abrangentes da defesa civil, foram priorizadas.
Metodologia
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013

“conjunto de ações preventivas, de socorro, assistênciais e recuperativas destinadas a evitar ou minimizar os desastres, preservar a moral e restabelecer a normalidade social”.
O Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC. Sendo composto por representantes dos ministérios, dos estados e municípios, além da sociedade civil.

A Política Nacional de Proteção e de Defesa Civil orienta as ações da Defesa Civil no Brasil. Pois, firma através de suas quinze diretrizes, delineadas em 1995, a hierarquização do órgão, até as atitudes pós-desastres.

Santa Catarina apresenta 13 Coordenadorias Regionais de Defesa Civil.

Os COMDEC’s estruturados com um Conselho Municipal de Defesa Civil, Coordenadoria Executiva de Defesa Civil, Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDEC’s), Órgãos Setoriais e Órgãos de Apoio.
COREDEC



COMDEC’s

COMDEC - Coordenadoria Municipal de Defesa Civil.
2. Joinville do Voluntariado à Defesa Civil.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
A urbanização desenvolvida com o advento do capitalismo aparece na Europa como fato moderno, logo depois da Revolução Industrial. Mais recentemente, e paralelamente à mordenização, ela se generaliza nos páises subdesenvolvidos; por isso, costuma-se associar a ideia de urbanização à de industrialização (SANTOS, 2008. p.13).

Entretanto, precisamente “os anos 80 se caracterizaram pela vinda de migrantes paranaenses e forte expansão dos bairros” (ROCHA, p.78, 1997).
BRASIL. Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12608.htm#art29. Acesso em 07/04/2013.

CALHEIROS, Lelio Bringel. CASTRO, Antonio L. C. de. DANTAS, Maria Cristina. Apostila sobre Implantação e Operacionalização de COMDEC. 4ª Edição. 2009.

CEPAD, Capacitação em Defesa Civil. UFSC, 2011. Disponível em: http: ://www.casadoradioamador. org.br/defesacivil/docs/cbdcmodulo1.pdf. Acesso em 25/04/2013.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, Censo Demográficos 1991, 2000, 2010, 2012.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE, Estatística do Registro Civil de 2011. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=420910#. Acesso em 14/04/2013.

IPPUJ, FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE JOINVILLE (IPPUJ) in UNIVILLE. Universidade da Região de Joinville – Univille, Laboratório de Meteorologia, 2012. Disponível em: http://www.joinville.sc.gov.br/arquivo/download/codigo/1143Joinville%2Bem%2BN%C3%BAmeros.html. Acesso em 14/04/2013.

KITA, Luiz Massao. DEFESA CIVIL: O papel do estado na seguraça global da população, 2011. p. 365

LUCHMANN,Lígia Helena Hahhn. Os sentidos e desafios da participação. Ciências Sociais UNISINOS, Janeiro – Abril. Ano/ Vol.42, número 001. São Leopoldo. Pp.19-26. Brasil. 2006.

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - OUVIDORIA GERAL. Mensagem da Ouvidoria do Ministério da Integração Nacional. Mensagem recebida por e-mail: ouvidoria.sistemas@integracao.gov.br em 18/04/2013.

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL. Manual para a decretação de situação de emergência ou de estado de calamidade pública. Secretaria de Defesa Civil. VOLUME I. Brasília. 1999. Disponível em: http://www.integracao.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=06e97a88-cd47-4d68-a0a8-844eecf352f7&groupId=10157. Acessado em: 16/05/2013.

ROCHA, Isa de Oliveira. Industrialização de Joinville- SC: da gênese às exportações. – Florianóopolis: [s.n],1997.

SEBRAE/SC. Santa Catarina em Números: Florianópolis/ Sebrae/SC ._ Florianópolis: Sebrae/SC, p. 17, 2010.

SANTANA, Naum Alves. In Manual de educação ambiental de Joinville/ Adriano Stimamiglio/ ...[et al.]. - - Joinville: Letradágua, 2005

SANTOS, Milton. Manual da Geografia Urbana/ Milton Santos. – 3º ed. – São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, p. 13, 2008.

TERNES, Apolinário. Os voluntários do imprevisível. Apolinário Ternes. Gráfica e Editora Pallotii. Joinville – SC. 1994.

ZIEGLER, Helena. Entrevista concedida pela Presidente no NUDEC de Joinville. Joinville/ SC, 15 de Junho. 2013.

No “Período de Normalidade são desenvolvidas as atividades de Minimização de Desastres que compreende a Prevenção de Desastres e Preparação para Emergências e Desastres” (CALHEIROS et al 2009, p. 04).

“No Período de Anormalidade as atividades estão voltadas ao atendimento aos desastres por intermédio das ações de Resposta aos Desastres e Reconstrução” (CALHEIROS et al 2009, p. 15).
4. Ações de prevenção e monitoramento.
2013
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

O geoprocessamento é outra ferramenta importantíssima para o apoio do COMDEC, “as técnicas de geoprocessamento de imagens podem contribuir significativamente para o gerenciamento e monitoramento ambiental” (TORRES et al. 2009, p. 149).

O COMDEC dentro de suas atribuições, regidas em lei, têm o fundamental dissernimento sobre “manter atualizadas e disponíveis as informações relacionadas com as ameaças, vulnerabilidades, áreas de riscos e população vulnerável” (CALHEIROS et al 2009, p.12).
"Os municípios, para se habilitarem à transferência de recursos federais destinados às ações de defesa civil, deverão comprovar a exestência e o funcionamento do Orgão Municipal de Defesa Civil" (CALHEIROS et al 2009, p. 04).
É através da COMDEC que se concretizam todas as ações de Defesa Civil.
Com a chegada dos imigrantes à Joinville e com a precária acomodação que encontraram, é necessário considerar que estes homens e mulheres fomentaram e alicerçaram, o que é hoje a maior economia catarinense.
Os imigrantes trouxeram na bagagem o espiríto de luta e de trabalho e, embora enfrentado toda sorte de dificuldades, conseguiram transformar uma terra inóspita e selvagem na maior cidade do Estado e num dos mais sólidos parques indústriais do país (SEBRAE, 2010. p.17.
Estes imigrantes trouxeram a disciplina européia e o senso voluntário.

Este tom humanístico se apresenta no crescimento de Joinville, antecedendo a criação da Defesa Civil, por exemplo. Mas, engrandece a criação do orgão no município, que foi um dos precursores do Estado.
2. Joinville do Voluntariado à Defesa Civil.
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

2013
A apropriação dos espaços do munícipio aconteceu por consequência do crescimento populacional, causada pela migração interna e externa. Além, do processo de industrialização, com influência da geomorfologia. Necessariamente, SC e Joinville apresentam uma diversificada morfologia, atrelada á uma rica hidrografia.
“O modelado do terreno da região está vinculado a domínios morfológicos que, do ponto de vista geológico, se apresentam bastante distintos” (SANTANA, 2005. p.20).
O fator condicionante para a antropização, foi a industrialização após a década de 50. Segundo Rocha (1997, p.61):
Após a década de 50, com o apoio governamental, as indústrias de Joinville se consolidaram no mercado nacional, contribuindo para a indústria automobilística, expansão das redes de eletrificação, saneamento áscio, etc.
A relação homem e natureza é algo amplamente discutido na atualidade. No passado, as maneiras e as possibilidades de construírem moradias, fez com que Joinville mais que quadruplicasse sua área urbanizada entre 1937 a 2004.
A posição de Joinville, no litoral norte do estado de Santa Catarina, coloca seu território sob influência das massas de ar equatoriais e tropicais, que atuam no verão, quanto da massas de ar polar atlântica que atua no inverno. Essa condição, associada aos aspectos morfológicos do terremo, marcados pela presença das escarpas da Serra do Mar, produzem no lugar um clima de característica subtropical úmido, com inverno e o verão muito bem definidos. (SANTANA, 2005. p.22)
O crescimento da área urbanizada, acompanhado do aumento da taxa de impermeabilização do solo, reduz o tempo de retenção das águas da chuvas e aumenta a concentração nos canais. O resultado desta combinação é a inevitável ocorrência de inundações, que passam a exigir intervenções cada vez mais frequentes e custosas para a manuntenção das condições de escoamento dos canais da meso e macro drenagem (SANTANA, 2005. p. 23).
“Estar atenta às informações de alerta dos órgãos de previsão e acompanhamento para executar planos operacionais em tempo oportuno” (CALHEIROS et al 2009, p.12).
Como já citado anteriormente, os NUDEC’s mobilizam e enriquecem os debates.

A rede multidisciplinar do conhecimento, deve abrigar vários especialistas, pois as informações são passíveis de maior confiabilidade e na tomada de decisões.
A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil - PNPDEC deve integrar-se às políticas de ordenamento territorial, desenvolvimento urbano, saúde, meio ambiente, mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos, geologia, infraestrutura, educação, ciência e tecnologia e às demais políticas setoriais, tendo em vista a promoção do desenvolvimento sustentável (BRASIL, 2012).
4. Ações de prevenção e monitoramento.
2013
A Geografia da Defesa Civil de Santa Catarina e Joinville.

Deve-se intensificar nas escolas, os ensinamentos teóricos e práticos de Defesa Civil, inclusive isso esta disposto em lei.
A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, como recomendado e instituído pela Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012, § 7o que dispõe que “Os currículos do ensino fundamental e médio devem incluir os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental de forma integrada aos conteúdos obrigatórios”.
2013
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