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Determinação Sexual em Tartarugas

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by

Larissa Paiva

on 17 July 2014

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Transcript of Determinação Sexual em Tartarugas

+250 espécies/14 famílias/Ordem Testudinata
Aspectos Ecológicos da determinação sexual em tartarugas
Determinação Sexual em Tartarugas
Determinação sexual dependente da temperatura de incubação (DST)
Temperatura apropriada para o desenvolvimento de macho, mas com o estrógeno gera
fêmeas;


Temperatura apropriada para o desenvolvimento de fêmeas, mas com o estrógeno bloqueado gera
machos;
Taxa de estrógeno
O dimorfismo sexual é visível após alguns anos.
Análise Histológica
Padrões de Determinação Sexual em répteis:
Padrões da DST e Dimorfismo sexual
Ib
: Baixas temperaturas de incubação am fêmeas e altas temperaturas geram machos;
Padrão II: Apresenta duas temperaturas pivotais, sendo que baixas e altas temperaturas de incubação geram f~emeas e temperaturas intermediárias geram machos;
Período termo sensitivo embrionário;





Apenas no período termo sensitivo ocorre a influencia da temperatura na diferenciação do sexo e não ANTES ou DEPOIS.
Correlação entre a temperatura de incubação
A seleção natural favorece a DST quando um indivíduo é fortemente influenciado pelas condições ambientais e quando ele tem pequeno controle sobre as condições ambientais
Yntema

- Chelydra Serpentina: Menor temperatura, maior o tempo de incubação;

- Tartarugas Marinhas/ Água doce: 2° terço do desenvolvimento embrionário.

Temperatura Pivotal: 50% machos 50% fêmeas
Taxas de estrógeno
Dimorfismo sexual

Temperatura Pivotal
Zona de transição da temperatura ( variável)
Pequenas diferenças de 1 à 2 C° são suficientes para alterar a razão sexual dos embriões.


DST X DSG
DST - Mais comum em quelônios;
DSG - Mais comum em cobras e lagartos
Seleção natural favorece a DST - indivíduo fortemente influenciado pelas condições ambientais.
Ia
: baixas temperaturas de incubação produzem machos e altas produzem fêmeas;

Fêmeas adultas são maiores que os machos.
Conhecido para largartos e crocodilianos;
Machos e fêmeas adultos tem o mesmo tamanho.
A taxa de desenolvimento embrionário é maior nos períodos de alta temperatura, ou seja, vai ocorrer maior desenvolvimento quanto mais quente for.
Temperatura Pivotal
Nos casos de temperatura pivotal, o desenvolvimento do embrionário, o embrião passará 50% do tempo abaixo da temperatura média e 50% acima da temperatura média. Devido as variações diárias.

Dessa forma a determinação do sexo vai se dar devido a prorção relativa do desenvolvimento embrionário que ocorreu da temperatura pivotal do que o tempo de expiração dessas temperaturas.
Vai depender daproporção diária do desenvolvimento acima da temperatura pivotal.
DST e a distribuição geográfica das espécies de tartaruga
A temperatura pivotal das espécies de tartarugas marinhas apresenta valores muito próximos mesmo com sua ampla distribuição geográfica;
Tartarugas de água doce
Temperatura na incubação de ovos
Próximo ao limite inferior da temperatura a mortalidade dos embriões é muito alta e os filhotes freqüentemente morrem após a eclosão.
O crescimento e a sobrevivência dos filhotes incubados a temperaturas muito baixas também é menor no primeiro ano de vida.
Influência das características dos ninhos no desenvolvimento embrionário
Nas espécies com DST a razão sexual é governada por dois fatores:

a)
sensitividade termal do embrião;

b)
escolha maternal das qualidades termais do local de desova.
InFluêncIa das característIcas dos ninhos
no desenvolvImento embrIonárIo
Exemplo:
O local da nidificação terá influência decisiva no ambiente hídrico e termal dos ninhos, afetando ainda as trocas gasosas entre a câmara de ovos e o meio.

O local de desova poderá afetar a taxa de predação e a razão sexual das espécies com DST.
A temperatura pivotal das espécies apresenta valores muito próximos, variando de 28 °C a 30 °C
Intra-espécies (até 1,5 °C para
C. mydas
)
Interespécies (até 2,5 °C entre
C. mydas
e
Lepidochelys olivacea
)

Diversos ambientes
Lagarto Agama agama
Influências climáticas e físicas local
Período Termo-sensitivo (DST irreversível)
Desenvolvimento embrionário
27,5 °C para Chrysemys picta – Padrão Ia
225,6 °C para Kinosternon leucostomum – Padrão II

32,1 °C para Pelomedusa subrufa– Padrão II
32,5–34 °C Podecnemis expansa - Padrão Ia

A variação da temperatura pivotal em espécies
com grande
abrangência geográfica
e
baixo fluxo de genes

parece ser um artifício que evita uma razão sexual tendendo
para um determinado sexo.

Vários são os elementos atribuídos como potenciais
indicadores seletivos das áreas de desova das tartarugas
marinhas,
-Salinidade
-Temperatura
-Ph
-Umidade
-Matéria Orgânica
-Conteúdo
-Largura da Praia
-Proximidade com a
foz dos rios
-Influenciam a escolha dos locais de desova,
-Afetar o sucesso da eclosão.
- Razão sexual
dos filhotes
O sucesso
da eclosão correlaciona-se à temperatura da incubação, sendo
menor a altas temperaturas.
Ninhos de
C. mydas
menor temperatura de incubação - 7,4% de fêmeas
,
Maior temperatura de incuvação 83,5% de fêmeas


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