Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Doenças da Aorta

Dissecção de Aorta
by

Afonso Xavier

on 16 December 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Doenças da Aorta

Objetivo: aliviar sintomas, diminuir frequencia de complicações, prevenção de ruptura e morte

Dissecção Tipo A – correção cirúrgica imediata
Dissecção Tipo B
Dor persistente
Dilatação aneurismática > 5cm
Isquemia de extremidades ou órgãos
Evidência de dissecção retrógrada da aorta descendente Tratamento Cirúrgico Infarto agudo do miocárdio;
Pericardite
Embolia Pulmonar
Derrame Pleural
Regurgitação Aórtica sem dissecção
Aneurisma de aorta sem dissecção
Dor musculo-esquelética
Tumores mediastinais
Pleurite
Colecistite
Úlcera péptica ou perfuração de úlcera
Pancreatite Aguda
Perfuração/Ruptura esofágica Diagnóstico Diferencial ECG
Alterações não específicas ou normal
Sobrecarga de câmaras
Dx diferencial com Angina ou IAM
Menos útil quando dissecção leva a isquemia coronariana

Exames sanguíneos
Hemograma
Leucocitose – estresse
Queda no Hb e Ht – ruptura da dissecção
Troponina, CK-MB, Mioglobina
Aumento do LDH - hemólise
D-dímero
Pouco específico
Cut-off 500ng/mL Diagnóstico Paciente frequentemente em choque hemodinâmico, apesar de previamente hipertenso
Importância da palpação de pulsos periféricos
Localização do início da dissecção
Pulsos diminuídos ou ausentes
Turgência jugular patológica e pulso paradoxal (redução >10mmHg PAS na inspiração) – tamponamento iminente
Tórax:
Edema pulmonar, hipofonese de bulhas, sopro de insuficiência aórtica
Diferença de pressão entre os MMSS Exame físico Dor torácica intensa, súbita, lacinante
Sensação de rasgamento ou pontada
Caráter migratório
Associado a outros sintomas (síncope, AVCI, IAM, IC, outros)
Localização inicial da dor sugere local de início da dissecção
Dissecção aórtica ascendente
Dor torácica de início na parede anterior
Dissecção aórtica descendente
Dor em dorso
Dor pode irradiar para qualquer lugar do tórax ou abdome
Dissecção sem dor é incomum Quadro clínico Manejo clínico
Dirigidos para o controle da dor, PA, redução da força de ejeção ventricular e diagnóstico definitivo
Objetivo: impedir progressão do hematoma intramural e prevenir a ruptura da aorta

Dor x hipertensão
Opióides – Morfina
Controle da PA e ejeção ventricular
Vasodilatador – Nipride (PAS 90-100mmHg)
Redução da pós-carga – aumento da FE – propagação da dissecção
Beta-bloqueadores – Esmolol, Propranolol venoso, Atenolol, Labetol Tratamento Clínico Ecocardiografia
Eco transesofágico maior sensibilidade e especificidade
Acurácia semelhante a TC e RNM
Ideal para pacientes hemodinamicamente instáveis
Desvantagem
Operador-dependente

Ressonância Nuclear Magnética
Método mais sensível (89%)
Mostra local de ruptura da íntima, tipo e extensão da dissecção, presença de insuf aórtica
Não uso de contraste
Desvantagens
Não disponibilidade em todos os serviços
Mais tempo para aquisição de imagens
Não realização em pacientes com Marca-passo definitivo Diagnóstico Pacientes hemodinamicamente estáveis – uso de contraste
Angio-TC considerado teste definitivo
Tipo da lesão, localização, extensão e avaliação do lumem verdadeiro e falso Tomografia Computadorizada Radiografia de Tórax Hipertensão
Aneurisma aórtico pré-existente
Vasculites
Arterite de células gigantes, Takayasu, aortite sifilítica
Doenças do colágeno
Marfan, Ehlers-Danlos, Ectasia anulo-aórtica
Válvula aórtica bicúspide
Síndrome de Turner
Cirurgia de troca de V. aórtica
Cateterismo cardíaco com ou sem stent
Trauma (raro)
Levantamento de peso ou outras atividades estenuantes
Uso de crack Fatores de Risco DeBakey
Tipo I
Tipo II
Tipo III
Stanford
Tipo A
Tipo B Classificação Ruptura da íntima, criando falsa luz, por entre os planos da média, separando a íntima da adventícia
Incerteza:
Início do evento com ruptura primária da íntima com dissecção secundária da média
Hemorragia na média com ruptura subsequente da íntima Fisiopatologia Histologia da Aorta Dissecção de aorta, aneurisma dissecante, hematoma dissecante
Emergência cardiovascular
Elevada taxa de mortalidade
20% antes da admissão a 75% nas primeiras 48 horas
Incidência: 10-20 casos/1.000.000/ano
M:F = 2-5:1
Negros > Brancos
Pico na 5ª década de vida
<40 anos
Sínd. Marfan, Coarctação de Aorta, anomalias congênitas de válvula aórtica, gravidez Introdução Dissecção
da aorta Padrão ouro para diagnóstico
Difícil realização em pacientes com hemorragia, choque e/ou tamponamento cardíaco
Planejamento cirúrgico – visualização dos vasos do Arco Aortografia Anamnese e Exame físico

Tríade clínica
Início abrupto de dor torácica ou abdominal de forte intensidade, lacinante, rasgando
Radiografia evidenciando aumento de diâmetro mediastinal e/ou aórtico
Variação nos pulsos e/ou Pressão Arterial
Ausência do pulso carotídeo
>20mmHg diferença entre os MMSS Diagnóstico Propagação da dissecção – proximal ou distal
Envolvimento de ramos dos vasos, valvula aórtica, espaço pericárdico
Propagação é responsável por manifestações clínicas
Isquemia (coronária, cerebral, espinal, visceral)
Regurgitação aórtica
Tamponamento cardíaco Fisiopatologia Melo ROV, Martin JFV, Toledo JCY, Braile DM. Dissecção aguda de aorta como apresentação de emergência hipertensiva. Rev Bras Cir Cardiovasc 2008; 23(4): 586-588 Radiografia de tórax e eletrocardiograma apresentavam-se normais. Angiorressonância diagnosticou dissecção aórtica tipo B de Stanford, com hipoperfusão da porção anterior do rim esquerdo. Aortografia visualizou imagem de dupla luz em aorta torácica descendente, tratada com prótese auto-expansível (stent) Braile Biomédica, de 34 mm de diâmetro por 90 mm de extensão, com sucesso Caso clínico 1 Melo ROV, Martin JFV, Toledo JCY, Braile DM. Dissecção aguda de aorta como apresentação de emergência hipertensiva. Rev Bras Cir Cardiovasc 2008; 23(4): 586-588 Paciente de 53 anos, masculino, branco, comerciante, casado, natural e procedente de Olímpia-SP, portador de hipertensão arterial há 16 anos sem tratamento, foi admitido na emergência hospitalar em outubro de 2006 com dor torácica de início súbito há cerca de 3 horas, de forte intensidade, irradiada para o abdome e MIE, acompanhada de sudorese, palpitações e elevação pressórica acentuada. Era etilista de 1 garrafa de cerveja/dia há 20 anos. Negava tabagismo, diabetes, dislipidemia, e outro evento cardiovascular anterior. Estava em regular estado geral, hidratado, corado, cianótico (2+/4+), eupnéico, afebril, consciente e orientado. A ausculta respiratória encontrava-se normal. A ausculta cardíaca era rítmica e regular sem a presença de sopros. PA de 170 x 110 mmHg e FC 86 bpm.
O MIE encontrava-se cianótico e com discreta perda da sensibilidade. Pulsos não eram palpáveis em artéria femoral e dorsal do pé esquerdo. Foi monitorizado e tratado com nitroprussiato de sódio e metoprolol endovenoso.
O hemograma apresentava neutrófilos com finas granulações tóxicas, leucocitose, neutrofilia relativa e absoluta e leucopenia relativa. Caso clínico 1 Reparo Endovascular Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Centro de Ciências da Saúde
Curso de Medicina
Liga CardioHUOL Dissecção de Aorta Doenças da Aorta Transferir para UTI!!!
Full transcript