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ESTOCAGEM EM PILHAS

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by

Philippe Barbosa

on 28 October 2015

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Transcript of ESTOCAGEM EM PILHAS

ESTOCAGEM EM PILHAS
TRATAMENTO DE MINÉRIOS II

DISCENTES
Eduardo Malta
Isadora Acácio
José Menenguci
Philippe Barbosa
Rodney Andrade
Vinicius Luiz
Trabalho apresentado a disciplina de Tratamento de Minérios II, orientado pelo docente Douglas Magalhães, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado de Mina Gerais.


OBRIGADO !!!
ESTOCAGEM EM PILHAS
OBJETIVOS DA ESTOCAGEM
Formação de reservas de material para possiveis eventualidades;
Formação de pulmão entre operações de períodos ou vazões;
Aguardar chegada do meio de transporte;
Homogeneização
PÁTIOS DE ESTOCAGEM
O pátio de estocagem é de suma importância para indústrias mineral e metálurgica;
Neste local o material é recebido, homogenizado e estocado.
MÉTODOS DE ESTOCAGEM
Vagões
Silos
Pilhas
CONSTRUÇÃO E RETOMADA DE PILHAS
Existe um grande número de equipamentos e técnicas para construção de pilhas, onde sua aplicabilidade varia de acordo com algumas váriaveis operacionais;


Figura 1 - Estocagem em Pilhas, método cone shell
Após o armazenamento ocorre a retomada da pilha onde vários tipos de equipamentos são utilizados, como:
Bucket Wheel Reclaimer
Bridge Bucket Wheel Reclaimer
Retomadeira de tambor
PROBLEMAS ESPECIAIS DE ESTOCAGEM EM PILHAS
A estocagem em pilhas apresenta uma série de problemas, que deve ser equacionada para o bom sucesso da instalação;
Passa-se a seguir diversos problemas encontrados e algumas soluções:

Desprendimento de poeira: -perda de massa
-perda seletivas

-Alinhamento de pilhas;
-Construção de pátios a jusante dos edifícios e instalações;
-Asperção d'água;
-Barreiras contra o vento
SEGREGAÇÃO GRANULOMÉTRICA
Partículas de maior dimenção, tendem a rolar sobre a superfície de deposição. No final as partículas grossas estarão todas concentradas junto a saída e os finos no centro.
Dentre outros problemas cita-se os abaixo:

Degradação Granulométrica;
Compactação;
Contaminação de águas superficiais;
Contaminação de águas subterranêas;


PRÁTICA OPERACIONAL NO EMPILHAMENTO
Lote que chega ao pátio foi formado de características diferentes, portanto há necessidade de homogeneização, que é feita basicamente em pilhas.
Cada camada elementar mantém suas características, mas qualquer fatia da pilha terá estatisticamente a mesma composição.
PONTA DE PILHA
Geralmente a ponta da pilha e a base, são semicones e o processo de homogeneização não pode ocorrer ali.
SOLUÇÕES PARA AS EXTREMIDADES DA PILHA
Abandonar as pontas;
Retomá-las e redistribuí-las sobre a pilha;
Durante a retomada, dirigir o material das pontas para outra pilha do mesmo material, não o enviando para o destino
Usar o procedimento de retomar uma das pontas, aproveitando-a e, no fim da retomada, encaminhar apenas a segunda ponta para outra pilha.
PRÁTICAS OPERACIONAIS PARA SE TER HOMOGENIZAÇÃO
Método Strava;
Método Chevron;
Método Windrow;
Método Windrow Modificado;
Cone Shell - Pilha;
MÉTODO STRATA
MÉTODO WINDROW
MÉTODO CHEVRON
EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA OPERAÇÃO DO EMPILHAMENTO
Principais:

Empilhadeira com lança fixa e única;
Empilhadeira com lança única, torre fixa e movimentos apenas no plano vertical ;
Empilhadeira com lança dupla;
Empilhadeira com lança única e torre giratória;
Empilhadeira com lança fixa e correia retrátil;
Transportador de correia acoplado a um tripper operando em estrutura junto ao teto;
EQUIPAMENTOS SELECIONADOS
Empilhadeira com lança fixa e única
Empilhadeira com lança dupla
EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA OPERAÇÃO DE RETOMADA
São divididos em duas categorias principais:

Scrapers: retomada da face lateral da pilha.
Bucket wheel: retomada da face da seção transversal da pilha.

Retomadeira de ponte com raspador .
HOMOGENEIZAÇÃO ALCANÇADA
LAYOUT DE PÁTIOS
Corresponde a disposição das pilhas, podendo ser paralelas ou alinhadas ou das outras.
Obrigatoriamente a estocagem funciona em 2 pilhas.
PILHAS PARALELAS

Existem diferentes arranjos de pilhas paralelas que seguem variaveis como, quantidade de equipamentos disponiveis e numero de pilhas .
Permite transporte da retomadeira de uma pilha para outra.
Utiliza em média 1 stacker, 1 reclaimer, 1 carro de transferencia e 3 transportadores de correia.
Vantagens: maior capacidade de armazenamento em áreas de comprimentos pequenos e retomadeira pode trabalhar em direção única.
PILHAS CIRCULARES
Empilhadeira e retomadeira montada sobre colouna central
Equipamentos mais baratos e boa homegeneização, preferencialmente jazidas de menor variabilidade.
Tam como vantagens, menores investimentos apesar de necessitade de obras civis.
PILHAS ALINHADAS
Dispostas com duas faces transversais uma de frente para a outra.
Apenas uma empilhadeira fixa e retomadeira bidirecional.
Vantagens: maior capacidade devido ao comprimento da pilha; Tempo de transferência da retomadeira é menor de uma pilha para outra.
Pátios complexos, mesclam paralelas e alinhadas.
SLOT BIN
Consiste em um galpão de estocagem tendo como equipamento de empilhamento um transportador de correias.
Aplicação em estocagem que necessita ser coberta.
Entre 40 mil toneladas e 80 mil toneladas
PILHAS COM RETOMADORA POR BAIXO
Variação da slot bin, diferindo da mesma apenas por não necessitar ser coberto.
Tem como incoveniência a formação de estoque morto.
PRÁTICA OPERACIONAL DE OPERAÇÕES DE HOMOGENEIZAÇÃO
Um dos pontos mais importantes das operações de empilhamento e homogeneização é a manutenção da uniformidade do fluxo de material empilhado.
METÓDOS PARA CONTROLE DE UNIFORMIDADE DAS CAMADAS EMPILHADAS
Controle dos deslocamentos das empilhadeiras;
Metódo utilizado por Azevedo (1979);
Uso de cortinas de borracha;
Ordem de empilhamento;
ESTUDOS DE CASO


Estudo experimental da estabilidade de pilhas de estocagem de minério de ferro
Manuseio, estocagem e qualidade do minério de ferro.
ESTUDO EXPERIMENTAL DA ESTABILIDADE DE PILHAS DE ESTOCAGEM DE MINÉRIO DE FERRO
Evandro Moraes da Gama
UFMG, Belo Horizonte, Brasil, evandrodagama@gmail.com
Germano Pereira Matias
UFMG, Belo Horizonte, Brasil, germanopmatias@gmail.com
Felipe Abbas da Gama
UFMG, Belo Horizonte, Brasil, felipe.abbas@gmail.com

Este artigo mostra um estudo abrangente sobre a estabilidade de pilhas de estocagens de finos de minério de ferro.

• Na primeira parte os autores enfatizam a mecânica de matérias granulados.
• Na segunda parte é mostrada a resolução da equação desenvolvida por Thamwattana aplicada à geometria de pilha de estocagem de minério de ferro.
• Na terceira parte é mostrado um estudo de uma pilha de estocagem de minério de ferro evidenciando a distribuição de tensões através da formulação dos elementos discretos.

PROCEDIMENTOS
• Amostras de 50kg de pellet feed foram utilizadas na formação dos modelos reduzidos das pilhas de estocagem dispostas nos pátios de minas de minério de ferro.
• Aplicação da formulação para a geometria da pilha de estocagem mantida em pátios de mineradores.

Para o modelo reduzido o procedimento para os experimentos foi registrar, através de um aparato patenteado para o registro e tratamento da variação de tensões, as tensões no eixo e na borda da pilha de estocagem em tempo real.

MODELAMENTO NUMÉRICO COM PFC2D
Neste caso específico, os estudos foram baseados na resistência ao cisalhamento.
O ensaio de cisalhamento consiste em solicitar com forças transversais (Fs) um material de estudo sob uma força
normal constante (Fn). Os resultados são obtidos em um gráfico de Tensão Cisalhante (τ) vs Tensão Normal (σ). Este critério de ruptura é definido.

CONCLUSÃO
Comparando-se os resultados do modelo analítico teórico de Thamwattana et. al (2004) aos resultados do modelo reduzido observa-se uma grande semelhança.Os modelos numéricos mostram comportamentos semelhantes entre si para a evolução das forças no eixo X, as forças acabam por se estabilizarem na borda das pilhas de estocagem.
MANUSEIO, ESTOCAGEM E QUALIDADE DO MINÉRIO DE FERRO
Carlos Alberto Pereira
Doutor Tecnologia Mineral, Chefe do Departamento de Engenharia de Minas da Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP,
Rua Diogo de Vasconcelos,122, Cep 35400-000, Ouro Preto, MG, Brasil.
E-mail: pereira@demin.ufop.br


Fabiana Fonseca Fortes
Mestranda Engenharia Mineral, Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP, Engenheira Vale, Mina Águas Claras,
Av. Ligação, 3580, Cep 34000-000, Nova Lima, MG,Brasil.
E-mail: ffonsecafortes@yahoo.com.br


COMPLEXO DE VARGEM GRANDE
VALE
Itabirito-MG



Os modelos e o trabalho desenvolvido mostram que as pilhas de estocagem não são entidades estáveis. As pilhas de estocagem apresentam em certos momentos uma estabilidade temporária, porém, mesmo após a formação, estas pilhas são instáveis e as partículas estão sempre em movimento.
Na busca por maior produtividade, qualidade e redução de custos na indústria mineral, as principais variavéis são transporte, estocagem e manuseio.

Nos estoques acontecem perda da qualidade do material, devido a uma infinidade de parâmetros como a segregação do material e o desprendimento de poeira.
MÉTODOS
RESULTADOS
O minério das minas T e C apresentaram características bem distintas em cada fração granulométrica no período considerado. A fração 31,5 a 6,3 mm apresentou menores teores médios de sílica e alumina quando comparada com a fração inferior, a 0,150 mm. A fração 6,3 a 0,150 mm apresentou teores médios intermediários às duas outras frações.
CONCLUSÃO
As características da qualidade do minério de ferro abordadas são a granulometria e o teor de alumina e sílica nas frações 31,5 a 6,3 mm; 6,3 a 0,150 mm e abaixo de 0,150 mm. Elas devem ser controladas visando o cumprimento dos requisitos da qualidade estabelecidos na empresa, com reflexo na satisfação do cliente.
REFERÊNCIAS
Chaves, Arthur Pinto, Teoria e Prática do Tratamento de Minérios: Manuseio de sólidos granulados, V 5; segunda edição.

http://tecnologiammm.com.br/doi/10.4322/tmm.2012.018 acessado em 28/10 as 15:54

http://fam.de/english/Media-center/Video-clips/Stockyard%2520systems.html acessado em 28/10 as 15:54

http://www.cobramseg2014.com.br/anais/2014/arquivos/2014.374.pdf acessado em 28/10 as 15:54
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