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O Trabalho, a sua evolução e estatuto no Ocidente

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by

Nuninho Correia

on 29 November 2013

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Transcript of O Trabalho, a sua evolução e estatuto no Ocidente

TEMA 6.1
O Trabalho, a sua evolução e estatuto no Ocidente

1.1 - O Trabalho, o ócio e o negócio
O
trabalho
consiste na realização de actividades produtivas ou criativas para se atingir determinado fim para satisfazer necessidades humanas, implicando a dispensa de esforço mental e físico.
O
ócio
são as pessoas que viviam na perguiça, no lazer, no repouso e no descanso, normalmente eram pessoas com mais posses ou ricas.
O trabalho e o ócio estão relacionados com as grandes desigualdades sociais.
O Negócio, implicava tal como hoje, trabalhos nas actividades que visam satisfazer as necessidades humanas
1.2 - A divisão social do trabalho
A divisão social do trabalho é a repartição do trabalho entre os homens possam trocar bens e serviços entre si.
Começou à cerca de 10,000anos com os nómadas que começaram a criação de animais e a agricultura, e a cerca de 5,000 evolui com o aparecimento de novas ferramentas como o arado, que deram inicio aos mercados entre comerciantes, pastores, agricultores e artesãos.
No Período clássico tanto a Grécia Antiga como Roma Antiga eram sociedades esclavagistas, inicialmente consideravam o trabalho uma honra e mas mais tarde mudaram a sua atitude com a generalização da escravatura.
1.3 O trabalho. Da sociedade feudal á máquina a vapor
As três ordens da sociedade feudal trabalhavam a terra e produziam roupas grosseiras e ferramentas de trabalho, com condições de grande dureza, dessas condições provinham várias revoltas de camponeses.
A partir do séc.XV com o alargamento dos mercados a divisão do trabalho acentuou-se. Com a revolução industrial do séc.XVIII na Europa, América do Norte e Japão, o trabalho assalariado intensificou-se.



Adam Smith (1723/1790)
1.4 - Condição de vida da classe dos trabalhadores
No Séc. XIX, as condições de trabalho eram péssimas - Ruído, calor, humidade, máquinas perigosas e falta de descanso dos trabalhadores. Estas condições são tais que provocam uma visível deterioração do estado sanitário da classe operária, agravado ainda por condições de habitação muitas vezes terríveis: neste século a esperança media de vida não ultrapassava os 24 anos em Manchester (Inglaterra) contra os 40 anos que havia em média no resto do pais.

Nuno Correia Nº17
Eduardo Pereira N10

Área de Integração
1.5 - Taylorismo e Fordismo
Defendido por Frederick W. Taylor, o Taylorismo consiste na medição que os trabalhadores demoram a realizar determinada tarefa. Estuda os movimentos dos trabalhadores e coloca-os por uma ordem lógica para encurtar o tempo necessário na produção de um produto.

O Fordismo foi desenvolvido a partir de 1910 atraves do sistema de cadeia de montagem, este processo de organização cientifica do trabalho, em que as tarefas eram mais parcializadas e os operários nao necessitavam de se deslocar para realizar as mesmas.
1.6 - Tentativas de superação da crise
Em 1930,
Elton Mayo
veio demonstrar a importancia do sistema social que constitui uma empresa.
Formas de organização do trabalho mais organizadas:
Rotação dos postos de trabalho.
Alargamento de tarefas.
Flexibilização.
A Direção participativa.
Circulos de qualidade.
Defendeu o principio da especialização dos operários, afirmando que a origem da riqueza das nações se encontrava na divisão social do trabalho ( por profissões) e na
divisão técnica do trabalho
( especialização em tarefas ).
Exemplo: Numa fábrica de alfinetes uma pessoa a trabalhar sozinha poderia produzir cerca de 20 alfinetes, enquanto dez pessoas dividindo a tarefa por um conjunto de operações simples especializadas poderiam produzir um conjunto
de 48000 alfinetes por dia.

1.7 - Como Encarar o Futuro do Trabalho
Actualmente, ainda podemos observar em vários países condições desumanas com ambudante e barata mão de obra, baseando-se nos reduzidos custos de produção e numa forte exploração da classe trabalhadora, violando os direitos humanos.
Hoje em dia vivemos em sociedades com elevado desenvolvimento tecnológico em que maquinas inteligentes poderam reduzir não só o número de horas de trabalho como também a penosidade deles.
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