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Ansiedade Social e Interação Social em Universitários.

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by

Katherine Godoi

on 9 December 2014

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Transcript of Ansiedade Social e Interação Social em Universitários.

Ansiedade Social e Interação Social em Universitários.
Carmem Beatriz Neufeld; Katherine Godoi dos Santos; Priscila de Camargo Palma
Objetivo
Apresentar os resultados obtidos por estudantes de diferentes Universidades de Ribeirão Preto no que tange sintomas de ansiedade social e de Transtornos Mentais Comuns (TCM).

O trabalho busca se deter sobre comportamentos específicos que mais geram dificuldade para a população em estudo e discutir seus impactos para as habilidade relacionais dos universitários.

Participantes
60,4% ou 479 alunos eram do sexo feminino
39,6% ou 315 alunos eram do sexo masculino

66,8% ou 531 alunos pertencentes à rede pública de ensino superior
33,2% ou 263 alunos pertencentes à rede privada de ensino superior

Participaram do estudo 794 estudantes com idade média de 21 anos.

Instrumentos e Procedimentos
Inventário de Fobia Social (SPIN)
Inventário Beck de Ansiedade (BAI)
Inventário Beck de Depressão (BDI)
Questionário Sobre a Saúde do Paciente–9 (PHQ-9)
Self-Reported Questionaire (SRQ-20)

Autorização das instituições



Autorização dos professores responsáveis


Aceite dos estudantes – TCLE.


Aplicação coletiva entre agosto de 2010 a junho de 2012.

Resultados Gerais
Resultados SPIN
>19 pontos: 30,85% (246)


Resultados SRQ-20
t=-6,575 p= 0,000

63,8% (N=157) são mulheres
64,6% (N=159) são estudantes da rede pública.

Frequência dos itens do SPIN indicados como moderadamente a extremamente ansiogênicos.

Connor et al., 2001; Connor et al., 2000; Osório et al., 2004(Beck, Epstein, Brown, & Steer, 1988; Cunha, 2001), (Beck, Ward, Mendelson, Mock & Erbaugh, 1961; Cunha, 2001), (Spitzer et al., 1994; Spitzer, Kroenke & Williams, 1999; Kroenke, Spitzer & Williams, 2001; Osório, Mendes, Crippa & Loureiro, 2008)., (Harding et al. (1980); Mari & Williams, 1986)


>6 pontos: 42,19% (335)


72,3% (243) são mulheres
64,9% (218) são estudantes da rede pública.


Média de Respostas (Desvio Padrão entre parênteses) por item e gênero.
*p < 0,005

66,2% (526)

38,7% (307)
45,2% (359)

Discussão
Maiores medos:
Falar diante de platéias - 43,3% (339)
Medo de ser criticado – 31,3% (259)

Menor medo:
Festas e eventos sociais


O estudo indicou maior prevalência de sofrimento psicossocial nas mulheres em comparação aos homens.

Tendência à comorbidade entre ansiedade social e humor depressivo.

Considerações Finais
Estar mais sensível às avaliações e se sentir constantemente preocupado e triste pode afetar as interações sociais. Principalmente nas épocas em que o estudante necessita de apoio, tanto na introdução da vida universitária quanto na saída da mesma e a preparação para o mercado de trabalho.

Futuros estudos, com amostras mais amplas, com populações clínicas e não clínicas e avaliando diferentes ações preventivas e terapêuticas parecem desejáveis e oportunas.

Contatos:
www.lapicc.com.br
cbneufeld@usp.br / lapicc@usp.br
 Tel: +55(16)3602-3724| Fax: +55(16)3602-4835

Obrigado!
Angélico, A. P., Crippa, J. A. S., & Loureiro, S. R. (2012); Hope, D. A., Heimberg, R. G., & Turk, C. L. (2012); Neves, M. C. C., & Dalgalarrondo, P. (2007); Ruscio, A. M., Brown, T. A., Chiu, W. T., Sareen, J., Stein, M. B., & Kessler, R. C. (2008); Savoia, M. G. (2003).

Transtornos Mentais Comuns (TCM)
Os sintomas não preenchem os critérios diagnósticos, mas geram prejuízos e incapacitação em diferentes áreas da vida em nível igual ou superior aos quadros diagnósticos típicos, tais como: afastamento do meio social, do trabalho e da rotina acadêmica, dificuldade para fazer amigos, sentimento de rejeição por pares, etc.

Sintomas comuns: irritabilidade, fadiga, dificuldade de concentração, tremores e taquicardia, desregulação do apetite, entre outros.

Estudos apontam que de 12% a 18% dos estudantes universitários apresentam alguma doença mental. Valor que pode chegar até a 25%.

Arnett, 2000; Dusselier, Dunn, Wang, Shelley, & Whallen, 2005. Cerchiari, Caetano & Faccenda, 2005
Fiorotti, Rossoni, Borges, & Miranda, 2010.

Ansiedade Social
Medo acentuado e persistente de situações sociais e de escrutínio, temor de se sentir exposto em seu desempenho.

Conjunto de manifestações físicas e psicológicas, acarretando em um estado emocional de medo, apreensão, tensão e de grande desconforto.

Prevalência de 11,6% em estudantes brasileiros, sendo que este índice em mulheres é mais alto (12,4%) em relação aos homens (7,4%).

Angélico, Crippa, & Loureiro, 2012 . Castillo, Recondo, Asbahr e Manfro, 2000. Baptista, C. A., Loureiro, S. R., Osório, F. d. L., Zuardi, A. W., Magalhães, P. V., Kapczinski, F., Crippa, J. A. S., 2012.

Os pensamentos mais comuns das situações são circundantes às crenças de incapacidade e de inadequação. Pessoas socialmente ansiosas fazem um julgamento mais crítico sobre suas próprias habilidades e desempenho social do que seus pares.

Cerca de 70% dos fóbicos sociais também apresentam sintomas de depressão.

Prevalência de sintomas de depressão em estudantes universitários é de 46% a 65%. E 11% já consideraram seriamente o suicídio.

Hope, Heimberg & Turk, 2012. Savoia , 2003. Taliaferro, L. A., Rienzo, B. A., Pigg, M., Miller, D., & Dodd, V. J., 2009.

Os Universitários
Processo de transição complexo que leva a extrema ansiedade.
Adaptação a um novo contexto social.

Horas longas de estudo, novos desafios e cobranças, mudança de cidade, independência forçada, perda do convívio com a rede de apoio → Dificuldades de ajustamento

Dificuldades de ajustamento → Formação de sintomas Probabilidade de desenvolver TCM.

Conley, Travers & Bryant , 2013. Ferreira, C. L., Almondes, K. M., Braga, L. P., Mata, Á. N. d. S., Lemos, C. A., & Maia, E. M. C., 2009.

Referências
Angélico, A. P., Crippa, J. A. S., & Loureiro, S. R. (2012). Utilização do Inventário de Habilidades Sociais no Diagnóstico do Transtorno de Ansiedade Social. Psicologia: Reflexão e Crítica, 25(3), 467-476.
Arnett, J. J. (2000). Emerging adulthood: a theory of development from the late teens through the twenties. American Psychologist, 55 (5), 469-480.
Baptista, C. A., Loureiro, S. R., Osório, F. d. L., Zuardi, A. W., Magalhães, P. V., Kapczinski, F., Crippa, J. A. S. (2012). Social phobia in Brazilian university students: Prevalence, under-recognition and academic impairment in women. Journal of Affective Disorders, 136, 857-861.
Beck, A. T., Epstein, N., Brown, G., & Steer, R. A. (1988). An inventory for measuring clinical anxiety: Psychometric properties. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 56, 893-897.
Beck, A.T., Ward, C. H., Mendelson, M., Mock, J., & Erbaugh, J. (1961) An inventory for measuring depression. Archives of General Psychiatry, 4, 561-571.
Castillo, A. R. G., Recondo, R., Asbahr, F., & Manfro, G. G. (2000). Transtornos de ansiedade. Revista Brasileira de Psiquiatria, 22(2), 20-23.
Cerchiari, E. A. N., Caetano, D., & Faccenda, O. (2005). Prevalência de transtornos mentais menores em estudantes universitários. Estudos de Psicologia, 10(3), 413-420.
Conley, C. S., Travers, L. V., & Bryant, F. B. (2013). Promoting Psychosocial Adjustment and Stress Management in First-Year College Students: The Benefits of Engagement in a Psychosocial Wellness Seminar. Journal of American College Health, 61(2), 75-86.
Connor, K. M., Davidson J. R., Churchill, L. E., Sherwood, A., Foa, E., & Weisler, R. H. (2000). Psychometric properties of Social Phobia Inventory (SPIN). Brazilian Journal Psychiatry, 176, 379-386.
Connor, K. M., Kobak, K. A., Churchill, L. E., Katzelnick, D., & Davidson, J. R. (2001). A brief screening assessment for generalized social anxiety disorder. Depress Anxiety, 14(2), p. 137-140.
Cunha, J. A. (2001). Manual da versão em português das Escalas Beck. São Paulo: Casa do psicólogo.
Dusselier, L., Dunn, B., Wang, Y., Shelley, M. C., & Whallen, D. F. (2005). Personal, health, academic and environmental predictors of stress for residence hall students. Journal of American College Health, 54(1), 15-24.
Ferreira, C. L., Almondes, K. M., Braga, L. P., Mata, Á. N. d. S., Lemos, C. A., & Maia, E. M. C. (2009). Universidade, contexto ansiogênico? Avaliação de traço e estado de ansiedade em estudantes do ciclo básico. Ciência & Saúde Coletiva, 14(3), 973-981.
Fiorotti, K. P., Rossoni, R. R., Borges, L. H., & Miranda, A. E. (2010). Transtornos mentais comuns entre os estudantes do curso de medicina: prevalência e fatores associados. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 59(1), 17-23.
Hope, D. A., Heimberg, R. G., & Turk, C. L. (2012). Terapia Cognitivo-Comportamental para Ansiedade Social (2 ed.): Artmed.
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Mari J.J. & Williams P. (1986). A validity study of a psychiatric screening questionnaire (SRQ-20) in primary care in the city of São Paulo. Journal Psychiatry, 148, 23-26  .
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Osório F. L., Graeff, F., Busato, G., De Pinho, M., Mazza, M., Crippa, J. A. de S., Chaves, M., & Loureiro, S. R.   (2004). Inventário de Fobia Social (SPIN): Validação para o Brasil. Revista Brasileira de Psiquiatria, 26(Supl II), 6  .
Osório F. L., Mendes A. V., Crippa, J. A. de S. & Loureiro S. R., (2008). Study of the discriminative vality of the PHQ-9 and PHQ-2 in a sample of brazilian wonen in the context of primaty health care. Perspectives in Psychiatric Care, 45(3), 216-227.
Osório, F. d. L., Crippa, J. A. S., & Loureiro, S. R. (2009). Cross-cultural validation of the Brazilian Portuguese version of the Social Phobia Inventory (SPIN): study of the  items and internal consistency. Revista Brasileira de  Psiquiatria, 31(1), 25-29.
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Spitzer RL, Williams JBW, Kroenke K, Linzer M, deGruy FV, Hahn SR, Brody D, Johnson, JG. (1994). Utility of a new procedure for diagnosing mental disorders in primary care: The PRIME-MD 1000 study. JAMA, 272, 1749-1756.
Spitzer RL, Kroenke K, Williams JBW. (1999) Patient Health Questionnaire Study Group. Validity and utility of a self-report version of PRIME-MD: the PHQ Primary Care Study. JAMA, 282, 1737–1744.
Taliaferro, L. A., Rienzo, B. A., Pigg, M., Miller, D., & Dodd, V. J. (2009). Associations between physical activity and reduced rates of hopelessness, depression, and suicidal behavior among college students. Journal of American College Health, 57(4), 427-436.
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