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DESTINO DO ESGOTO DOMÉSTICO NO OSTE CATARINENSE

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by

Micheli Cristina Dal Bello

on 12 June 2015

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Transcript of DESTINO DO ESGOTO DOMÉSTICO NO OSTE CATARINENSE

Destino do esgoto no oeste catarinense
DESTINO DO ESGOTO DOMÉSTICO NO CENTRO OESTE CATARINENSE
Bianca Moro
Cleidi Cristina Penz
Micheli Cristina Dal Bello
Perguntas de estudo
Objetivo Geral
Pesquisar as soluções ambientais mais viáveis e com custo acessível, que apresentem resultados satisfatórios a curto e longo prazo, visando à melhoria da qualidade de vida da população e do ambiente.
Objetivos Específicos
• Verificar se o sistema de coleta e tratamento de esgoto será capaz de amenizar o impacto ambiental.

• Analisar a eficácia dos filtros de areia.

• Identificar as formas de destinação do esgoto doméstico nos municípios de Formosa do Sul, Quilombo, Coronel Freitas, Chapecó, Nova Itaberaba e Águas Frias, estes localizados no centro oeste catarinense.

• Investigar a competência para implantação do sistema de esgoto, bem como os custos para sua implantação.
O que é esgoto?
Fossa Séptica
Fossa negra
Sistema de Coleta e Tratamento de Esgoto
Esgotamento doméstico atual no Brasil
Em Santa Catarina...
51 Munícipios atendidos
Apenas 19,97% do esgoto
é coletado, e deste 97,28% são tratados
São 5 049 empregos gerados
Problemática
Filtro de areia

A fim de diminuir a incidência de doenças e os poluentes ambientais devido ao destino incorreto do esgoto, além de informar a quem cabe à responsabilidade do tratamento do mesmo.
Justificativa
Região

Pesquisada
UNIDADE CENTRAL DE EDUCAÇÃO FAEM FACULDADES
FACULDADE EMPRESARIAL DE CHAPECÓ
UCEFF FACULDADES
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA

Em sua maioria as residências do centro oeste catarinense possuem destinação incorreta para seu esgoto, ocasionando diversos problemas ambientais e sanitários. Sendo assim, observa-se um desinteresse dos governantes, bem como de toda a população.
Quais as soluções ambientais e sanitárias mais eficientes para o destino do esgoto doméstico no meio oeste catarinense?

• Nos municípios do centro oeste catarinense, qual é o destino do esgoto doméstico?
• A quem compete resolver o problema do esgoto: ao cidadão ou ao governo?
• Quais são os empecilhos encontrados pelo poder público para não investir no sistema de tratamento de esgoto coletivo?
• Os filtros de areia (desenvolvidos de forma artesanal) teriam à mesma eficácia do tratamento de esgoto convencional?
•O sistema de tratamento de esgoto coletivo seria uma forma de barrar os agentes causadores da poluição ambiental?
Objetivos
A destinação correta do esgoto domestico é um problema de relativa importância e que a séculos busca-se solução.
Preocupação Ambiental ao Longo da História
Metolologia
Foi realizado pesquisa junto aos municípios do oeste catarinense, com a população e os profissionais atuantes na área ambiental e sanitária.
Análise dos Resultados
Pesquisa aos profissionais
O destino mais comum para o esgoto nos munícipios pesquisados é a fossa rudimentar, esta prejudica a qualidade da água, que encontra-se precária nos municípios, com exceção de Formosa do Sul.
Todos os profissionais apontaram o sistema de tratamento coletivo sendo a melhor opção no tratamento das águas servidas e quando este for inexistente deve-se usar o sistema individual de tratamento de esgoto.
Quanto ao filtro artesanal de areia a maioria dos profissionais alegaram não conhecer o método, com exceção da profissional de Águas Frias.
Sistema Coletivo
Nos municípios de Formosa do Sul, Nova Itaberaba e Águas Frias existem projetos para a implantação, porém sem data de execução. Em Coronel Freitas o projeto já está em andamento, em Quilombo está em fase de aprovação e em Chapecó está em pleno funcionamento.
Pesquisa à população
A pesquisa foi realizada com 54 pessoas, sendo 9 em cada município.
Forma de destinação do esgoto doméstico aplicada nas residências dos pesquisados
A eficiência do sistema instalado em cada residência, segundo a opinião dos munícipes.
Foi analisado a implantação do sistema de tratamento coletivo, questionando se os moradores seriam a favor ou contra.
Foi analisado a implantação do sistema de tratamento coletivo, questionando se os moradores seriam a favor ou contra.
Filtro artesanal de areia
Após a construção do filtro de areia e a realização das analises de água, constatou-se na entrada do filtro valores de 307,6 NPM/100ml e após a passagem de 179,3 NPM/100ml valores excessivamente altos para o consumo humano.

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REFERÊNCIAS
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MELLO, Edson José Rezende De. UNIMINAS. Uberlândia, 2007 p.5. Disponível em: < http://www.saearaguari.com.br/desenv/downloads/tratamento_esgoto_-_ETE_compacta.pdf>. Acesso em: 11 abr. 2015.

MENDES, Rogério. Fossas negras- bombas relógios. Colóquios de Engenharia, Rio de Janeiro, 29 abr. 2011. Disponível em: < http://coloquiosdeengenharia.blogspot.com.br/> . Acesso em: 26 abr. 2015.

O PROBLEMA É a falta de tratamento de esgoto. Radis, Rio de Janeiro, n. 147, p. 16-17, dez. 2013.

PAGLIARINI JUNIOR, Sérgio Norberto; PAROLIN, Mauro; CRISPIM, Jefferson de Queiroz. Estações de tratamento de esgoto por zona de raízes, uma alternativa viável para as cidades? In: I SEURB – Simpósio de Estudos Urbanos: desenvolvimento regional e dinâmica ambiental, 2011, Campo Mourão- PR. Disponível em: < http://www.mauroparolin.pro.br/seurb/Trabalhos/EIXO_3_QUESTAO_AMBIENTAL_URBANA_26%20ARTIGOS/PAGLIARINI20.pdf >. Acesso em: 15 abr. 2015.

POMPÊO, Cesar Augusto. Drenagem urbana sustentável. Revista Brasileira de Recursos Hídricos. Porto Alegre, n.1, vol. 5, p. 15-23, 2000. Disponível em: <http://lrengenhariaeconsultoria.com.br/planodiretor/01-Servicos-Preliminares/1.3.%20Capacita%C3%A7%C3%A3o%20de%20pessoal/Capacita%C3%A7%C3%A3o/MATERIAL%20DAS%20OFICINAS/Apresenta%C3%A7%C3%B5es%202%C2%AA%20Oficina/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20Prof%20Abner/Drenagem_Urbana_Sustentavel.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2015.

SANTA CATARINA. DecretoN°6.320 ART.41 de 20 de dezembro de 1983.Lex: gerencia em saúde ambiental, Santa Catarina.v.1, n.2 p1 a 5.


SANTA CATARINA . Decreto N°24.980 de 14 de março de 1985. Lex: gerencia em saúde ambiental, Santa Catarina v.1, n.4 p18 a 25.

SAAE- Serviço Autônomo De Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Esgoto. Aracruz-ES, 2006. 5-6 p. Disponível em: < http://saaeara.com.br/arquivos/outros/Tratamento_de_Esgoto.pdf>. Acesso em: 8 abr. 2015.

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TUCCI, Carlos E. M. Águas urbanas. Universidade de São Paulo, São Paulo. V. 22, n. 63, p. 97-112, 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ea/v22n63/v22n63a07>. Acesso: 21 abr. 2015.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Após as pesquisas e analises tornou-se possível a compreensão de vários aspectos como o fato de que a maioria dos municípios do oeste catarinense ainda encontra-se em situação irregular quanto a destinação de seu esgoto.

Tornando-se possível através das leis do saneamento perceber que a maior responsabilidade pela destinação correta do esgoto em cada residência cabe em maior parte aos moradores não ao governo.

Afinal qual o custo do tratamento do esgoto para a população?
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