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A escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos por

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Paula Nathiele

on 15 April 2014

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Transcript of A escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos por

A escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos portugueses começaram escravizando os índios, porém a oposição dos religiosos dificultou esta prática. Os colonos partiram para suas colônias na África e trouxeram os negros para trabalharem nos engenhos de açúcar da região Nordeste.
A economia da época era comandada por Portugal, que mantinha a exclusividade nos negócios com a colônia. O avanço econômico do Brasil estava ligado ao aumento do capitalismo mercantil. No período colonial, foram desenvolvidas atividades de subsistência e de exportação. Portugal tinha um interesse maior nos negócios que eram estabelecidos com o mercado externo.
O pau-brasil foi a primeira atividade econômica exercida no país, mas com o uso excessivo, a árvore se tornou rara. Posteriormente, foram introduzidas as culturas de algodão, tabaco, cana-de-açúcar e a mineração. Já a criação de gado ajudou o povoamento no interior do país. A economia colonial existia no intuito de satisfazer a metrópole e tinha que comprar de Portugal tudo o que precisava para que pudesse se desenvolver.

O litoral brasileiro era repleto de tribos indígenas no começo do século XVI, época em que os portugueses chegaram ao Brasil. Como o objetivo principal dos colonos era a obtenção de lucro na nova terra conquistada, a opção pela escravidão indígena foi quase que imediata.

O auge da escravidão indígena no Brasil foi no período inicial da colonização, entre os anos de 1540 e 1580.
A primeira “relação de trabalho” entre portugueses e índios brasileiros foi o escambo. Os portugueses ofereciam objetos (espelhos, apitos, cordas, facas e etc.) aos índios em troca do trabalho no corte e transporte de pau-brasil.
A mão-de-obra utilizada no Brasil do período colonial era, em maior parte, proveniente das atividades de comércio de escravos negros que forçadamente migraram da África. A força de trabalho dos negros africanos foi portanto empregada nas lavouras e engenhos dos grandes proprietários. No período da grande expansão colonial portuguesa, a metrópole contava com seu domínio colonizador espalhado em diversas regiões africanas (Guiné, Costa do Marfim, Angola, Moçambique, Angola, arquipélago de Cabo Verde e Congo). Os negros escravizados pelos grandes proprietários não raramente fugiam do cativeiro e constituíam agrupamentos conhecidos como quilombos. Dentre estes agrupamento o mais famoso e mais importante foi o Quilombo dos Palmares, que segundo estimativas deveria ter agrupado cerca de trinta mil negros. A intensidade das atividades de tráfico de escravos para o Brasil passou a declinar a partir de instituição de leis proibitivas: a partir do início do século XIX a Inglaterra, que anteriormente havia obtido uma posição de destaque no tráfico, passou a exercer pressão sobre o Brasil quanto à extinção do tráfico. Para a Inglaterra, já em na fase da revolução industrial, não interessava o trabalho escravo: isto implicava na restrição de um grande mercado consumidor em potencial.
O chamado Bill Abeerden foi a lei instituída pela Inglaterra mediante a qual havia a autorização de apreensão de navios negreiros pela marinha inglesa. A proibição do tráfico de escravos no Brasil foi posteriormente instituída no país pela Assembléia do Império: a Lei Eusébio de Queirós, instituída em 1850 e resultava das pressões inglesas, tratou de proibir o tráfico negreiro no país. A partir desta lei o tráfico passou à sua grande fase de declínio, havendo grande redução no número de negros que tiveram entrada no país através do comércio negreiro, ao passo que as lavouras de café enfrentavam grandes problemas de mão de obra. As atividades do tráfico, embora muito reduzidas, não cessaram ao todo, pois alguns navios, em caráter de clandestinidade, ainda transportavam negros trazidos à força do continente africano. A escravidão, condenada com a extinção do tráfico, recebeu o golpe final a partir da Abolição da Escravidão de 1888 mediante a carta assinada pela princesa regente Isabel. Apesar da abolição, os negros passaram a enfrentar sérios problemas sociais, permanecendo em grande parte na miséria totalmente desassistida, deixados à própria sorte, enquanto o trabalho escravo era substituído pela mão-de-obra européia que então aportava no país à procura de novas oportunidades. É necessário dizer que, a contratação de imigrantes foi escolhida como alternativa à escravidão, para ” branquear ” nossa população. Infelizmente o racismo é um traço que, a tempos, permeia nossa história.
Antes tarde do que nunca! O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão e isso aconteceu em 13 de maio de 1888 quando a Rainha Isabel assinou a famosa Lei Áurea. Mas, sejamos sinceros, a escravidão não acabou nem aqui nem no mundo.
É fato que o trabalho escravo passou a ser ilegal naquele ano e que no artigo 149 do Código Penal Brasileiro “reduzir alguém a condição análoga à de escravo...” é considerado crime. Entretanto, não são raros os casos em que estas situações acontecem mesmo hoje em dia. Naquela época os argumentos anti-abolicionistas eram de que a economia da colônia não sobreviveria sem a mão-de-obra escrava para o trabalho braçal. Entretanto, países como a Inglaterra e os EUA que aboliram a escravidão e passaram a utilizar o trabalho assalariado já em 1833 e 1865, respectivamente, estavam provando exatamente o contrário. Além do quê, começaram a exercer enormes pressões sobre países do mundo todo para que também abolissem a escravidão. Então o caro leitor deve estar pensando: “-Que altruísmo dos ingleses!”. Mas, não foi bem assim. Os ingleses que estavam em pleno processo de industrialização, viram na mão-de-obra assalariada uma boa oportunidade de aumentar seu mercado consumidor e, ganhar dinheiro! E os ianques, espertos como são, sacaram logo a jogada e trataram de correr atrás de sua fatia do bolo. Nós como bons descendentes de nossos patrícios opa! Demoramos um pouco para perceber e só 55 anos depois dos ingleses é que criamos a primeira lei no sentido de coibir a escravidão: a “Lei Feijó”, que proibia o tráfico de escravos e considerava livres todos os africanos que chegassem ao Brasil a partir daquela data. Foi aí também que surgiu aquela expressão “para inglês ver”... Em 1850, uma nova tentativa: é aprovada a “Lei Eusébio de Queiróz” que proíbe o comércio de escravos para o Brasil. Em 1854, a “Lei Nabuco de Araújo” prevê sanções para as autoridades que encobrirem o contrabando e naquele mesmo ano os portugueses decretam a liberdade de todos os escravos em seu território (até eles foram mais rápidos que nós!). Em 1871 é aprovada a “Lei do Ventre Livre” segundo a qual todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data são livres, porém, (tinha que ter um “porém”) ficam sob a tutela dos senhores até completar 21 anos. Em 1880 Joaquim Nabuco, deputado pernambucano, cria um projeto de lei que prevê a abolição da escravidão com indenização até 1890 e, no mesmo ano, funda o jornal “O Abolicionista” que é publicado pela primeira vez em 1833. Em 1884 a escravidão é abolida no Ceará, em Porto Alegre e no Amazonas. Em 1885 e criada a “Lei dos Sexagenários” ou “Lei Saraiva-Cotegipe” que concedia a liberdade aos escravos de mais de sessenta e cinco anos de idade. Por fim, em 1888 foi assinada a tão esperada Lei Áurea, que pôs fim ao sofrimento de centenas de seres humanos e coroou de êxito a luta de diversos heróis como os que habitaram o Quilombo dos Palmares de 1630 a 1695, ou os escravos que se rebelaram na Bahia em 1809 e 1810, ou os cearenses do quilombo de Catucá em 1817, seus conterrâneos em 1854, novamente os baianos em 1857 e as diversas associações, fundações e sociedades que visavam emancipar o maior número possível de escravos com recursos próprios. Porém, (e lá vem o “porém” de novo...) a escravidão ainda não acabou. No Brasil, desde a criação da Equipe Especial Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego em 1995 até julho de 2006, foram libertos 19,7 mil trabalhadores submetidos a condições análogas a de escravos. Em 2007 houve um recorde: foram resgatados 5.877 trabalhadores. Mas, infelizmente, não é só no Brasil que isso ainda acontece.Em 2005 foi divulgado um relatório pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), “Uma Aliança Global Contra o Trabalho Escravo”, que revelava haver mais de 12 milhões de pessoas no mundo em condições de trabalho escravo e, cerca de 40% a 50% eram crianças.

Integrantes do grupo:
Admilson Soares
Daniela Amorim
Leonardo Paiva
Victor Hugo
Matheus Dias
Paula Nathiele
Ano:
1°A
Professor:
Leonardo

A descoberta do Brasil, em 22 de abril de 1500, pela esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral, com destino às Índias, integra o ciclo da expansão marítima portuguesa. Inicialmente denominada Terra de Vera Cruz, depois Santa Cruz e, finalmente, Brasil, a nova terra foi explorada a princípio em função da extração do pau-brasil, madeira de cor vermelha usada em tinturaria na Europa, e que deu o nome à terra.
Várias expedições exploradoras (Gonçalo Coelho, Gaspar de Lemos) e guarda-costas (Cristóvão Jacques) foram enviadas pelo rei de Portugal, a fim de explorar o litoral e combater piratas e corsários, principalmente franceses, para garantir a posse da terra. O sistema de feitorias, já utilizado no comércio com a África e a Ásia, foi empregado tanto para a defesa como para realizar o escambo (troca) do pau-brasil com os indígenas. A exploração do pau-brasil, monopólio da Coroa portuguesa, foi concedida ao cristão-novo Fernão de Noronha.A partir de 1530, tem início a colonização efetiva, com a expedição de Martim Afonso de Sousa, cujos efeitos foram o melhor reconhecimento da terra, a introdução do cultivo da cana-de-açúcar e a criação dos primeiros engenhos, instalados na recém-fundada cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo, que no século 16 chegou a ter treze engenhos de açúcar. A economia açucareira, entretanto, vai se concentrar no Nordeste, principalmente em Pernambuco. Estava baseada no tripé latifúndio--monocultura--escravidão. A cana-de-açúcar, no Nordeste, era cultivada e beneficiada em grandes propriedades, que empregavam mão-de-obra dos negros africanos trazidos como escravos, e destinava-se à exportação.

Ao lado do ciclo da cana-de-açúcar, ocorrido na zona da mata, desenvolveu-se o ciclo do gado. A pecuária aos poucos ocupou toda a área do agreste e do sertão nordestinos e a bacia do rio São Francisco. No século 18, o ciclo da mineração do ouro e dos diamantes em Minas Gerais levou à ocupação do interior da colônia. A sociedade mineradora era mais diversificada do que a sociedade açucareira, extremamente ruralizada. Na zona mineira, ao lado dos proprietários e escravos, surgiram classes intermediárias, constituídas por comerciantes, artesãos e funcionários da Coroa.

Política e administrativamente a colônia estava subordinada à metrópole portuguesa, que, para mais facilmente ocupá-la, adotou, em 1534, o sistema de capitanias hereditárias. Consistia na doação de terras pelo rei de Portugal a particulares, que se comprometiam a explorá-las e povoá-las. Apenas duas capitanias prosperaram: São Vicente e Pernambuco. As capitanias hereditárias somente foram extintas em meados do século 18.

Em 1548, a Coroa portuguesa instituiu o governo geral, para melhor controlar a administração da colônia. O governador-geral Tomé de Sousa possuía extensos poderes, e administrava em nome do rei a capitania da Bahia, cuja sede, Salvador -- primeira cidade fundada no Brasil, foi também sede do governo geral até 1763, quando a capital da colônia foi transferida para o Rio de Janeiro. A administração local era exercida pelas câmaras municipais, para as quais eram eleitos os colonos ricos, chamados “homens bons”.

O papel da Igreja Católica era da mais alta importância. A ela cabiam tarefas administrativas, a assistência social, o ensino e a catequese dos indígenas. Dentre as diversas ordens religiosas, destacaram-se os jesuítas.

Invasões estrangeiras. Durante o período colonial, o Brasil foi alvo de várias incursões estrangeiras, sobretudo de franceses, ingleses e holandeses. Os franceses chegaram a fundar, em 1555, uma colônia, a França Antártica, na ilha de Villegaignon, na baía de Guanabara. Somente foram expulsos em 1567, em combate do qual participou Estácio de Sá, fundador da cidade do Rio de Janeiro (1565). Mais tarde, entre 1612 e 1615, novamente os franceses tentaram estabelecer uma colônia no Brasil, desta vez no Maranhão, chamada França Equinocial.

Os holandeses, em busca do domínio da produção do açúcar (do qual eram os distribuidores na Europa), invadiram a Bahia, em 1624, sendo expulsos no ano seguinte. Em 1630, uma nova invasão holandesa teve como alvo Pernambuco, de onde estendeu-se por quase todo o Nordeste, chegando até o Rio Grande do Norte. Entre 1637 e 1645, o Brasil holandês foi governado pelo conde Maurício de Nassau, que realizou brilhante administração. Em 1645, os holandeses foram expulsos do Brasil, no episódio conhecido como insurreição pernambucana.
Os escravos também trabalharam nas minas de ouro, a partir da segunda metade do século XVIII.
Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as tarefas mais duras, difíceis e perigosas.
A maioria dos escravos recebia péssimo tratamento. Comiam alimentos de péssima qualidade, dormiam na senzala (espécie de galpão úmido e escuro) e recebiam castigos físicos.
O transporte dos africanos para o Brasil era feito em navios negreiros que apresentavam péssimas condições. Muitos morriam durante a viagem.
Os comerciantes de escravos vendiam os negros como se fossem mercadorias.

Os escravos não podiam praticar sua religião de origem africana, nem seguir sua cultura. Porém, muitos praticavam a religião de forma escondida.
As mulheres também foram escravizadas e executavam, principalmente, atividades domésticas. Os filhos de escravos também tinham que trabalhar por volta dos 8 anos de idade.

Muitos escravos lutaram contra esta situação injusta e desumana. Ocorreram revoltas em muitas fazendas. Muitos escravos também fugiram e formaram quilombos, onde podiam viver de acordo com sua cultura. A escravidão só acabou no Brasil no ano de 1888, após a decretação da Lei Áurea.
A substituição da mão-de-obra escrava indígena pela africana ocorreu, progressivamente, a partir de 1570. As principais formas de resistência indígena à escravidão foram as guerras, as fugas e a recusa ao trabalho, além da morte de uma parcela significativa deles. Segundo o historiador Boris Fausto, morreram em torno de 60 mil índios, entre os anos de 1562 e 1563. As causas eram doenças contraídas pelo contato com os brancos, especialmente os jesuítas: sarampo, varíola e gripe, para as quais não tinham defesa biológica. Outro fator bastante importante, se não o mais importante, na substituição de mão-de-obra indígena pela africana, era a necessidade de uma melhor organização da produção açucareira, que assumia um papel cada vez mais importante na economia colonial. Para conseguir dar conta dessa expansão e demanda externa, tornou-se necessária uma mão-de-obra cada vez mais especializada, como a dos africanos, que já lidavam com essa atividade nas propriedades dos portugueses, na Ilha da Madeira, litoral da África.
Fontes Bibliográficas:
http://www.infoescola.com/historia/fim-da-escravidao-no-brasil/
http://arcadenoe.org.br/arca/?page_id=107
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080322160437AAmtLEB
http://www.sohistoria.com.br/ef2/histbrasil/
http://brasil-colonia.info/mos/view/Economia/
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/escravidao_indigena.htm
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