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Bauman 1 - A Sociologia CIEPE

Apresentação elaborada para a disciplina de Sociologia Contemporânea.
by

Thiago Silva

on 14 July 2013

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Transcript of Bauman 1 - A Sociologia CIEPE

Zygmunt Bauman
e a Sociologia
Quem é Zygmunt Bauman?
É um dos mais interessantes e influentes comentadores (que refletem) sobre... a condição humana.



Os livros escritos por Bauman segundo muitos analistas constituem o corpo da obra mais importante a compreensão da natureza do mundo em que vivemos.



Ele é um observador especialmente perspicaz quanto as tendencias e forças fundamentais da atualidade pelo fato de tê-las vivenciado de maneira radical.
Biografia.
Bauman nasceu na Polônia em 1925. mudou-se com a família para a antiga União Soviética, fugindo da invasão nazista em setembro de 1939.

lá juntou-se ao exército polonês e lutou na frente russa.

Começou sua carreira acadêmica no ínicio da década de 1950 e foi professor da Universidade de Varsóvia até exilar-se durante a campanha antissemita promovida pelas autoridades comunistas em 1968.

Tornou-se professor da Universidade de Leeds, permanecendo até 1990, obtendo sua aposentadoria oficial.
Pensamento Social e Biografia.
É muito tentador relacionar o pensamento social de Bauman à sua biografia.
Ele escreveu uma série de artigos sobre a Polonia natal e os problemas de transição do comunismo para o capitalismo. Escreveu sobre o autoritarismo político e em particular sobre o Holocausto.

É possivel pensar que alguns dos personagens que aparecem eu seus livros sejam reflexos de sua própria experiência de exílios forçados.

Há pelo menos três grandes problemas ao se reduzirem os temas e interesses de Bauman a questões biográficas.
Primeiro quando se afirma que a obra de Bauman reflete suas experiências pessoais. Temos que concluir que todo pensamento social é autobiográfico e todo pensamento social consiste em pouco mais que aquilo que os pensadores preferem dizer sobre eles mesmos. Questões relativas a moral, opressão, liberdade, sofrimento, felicidade e prazer podem ser reduzidas ao indivíduo e não tem qualquer importância geral.
Em segundo lugar, se explicarmos o pensamento de Baumann com referencia a sua biografia, na verdade ficaremos totalmente incapazes de compreender o que ele tem a dizer.

Para Peter Beilharz, Baumann “[...]não gosta de falar de sua trajetória de vida”. Isso é bom por motivos sociológicos e morais.

A vida publica e os pecadilhos se tornaram padrões pelos quais analisamos seu valor. Somos absorvidos pelo que a pessoas faz e não pelo que ela é.
Em terceiro lugar, a biografia que é central para o pensamento de Bauman é a de sua mulher Janina. As experiências de Janina Bauman são importantes para o pensamento de Zigmunt Bauman.

O livro de Janina, Inverno na Manhã, onde relata sua experiência de menina judia vivendo em Varsóvia durante o auge da ofensiva da ocupação nazista. Relata como o tecido caloroso de sua vida no pré –guerra foi transformado em farrapos, como foi forçada com a mãe e a irmã, a viver no Gueto de Varsóvia e como elas conseguiram escapar ã deportação para os campos de extermínio.
Bauman um pensador eclético.
É dificil apontar apena uma linha de influência para o pensamento de Zygmunt Bauman, pois ele navega por diversos campos do saber com uma habilidade que poucos pensadores possuem.

Suas principais influências estão em:

a) Karl Marx;

b) O marxismo de Lênin;

c) Marxismo pós-leninista de Antonio Gramsci;

d) Sociologia de Georg Simmel

O que faz Zygmunt Bauman?
Se olharmos para os livros de Bauman, fica claro que o que ele faz é escrever com enorme rapidez e notável habilidade de encontrar no tema escolhido.

Nesse nível pode-se dizer que Bauman desempenha o papel de um tradutor. Ele intetiza o que esta se passando e o que é importante e o apresenta aos pensadores sociais, de modo que cada um possa seguir o seu caminho.

Por admissão e temperamento, o que Bauman faz é sociologia. Ele é um sociólogo e se identifica como tal.

Ele é um sociólogo por que acredita que a sociologia é a disciplina que consegue abraçar melhor a totalidade da experiência humana na terra.

Por que Zygmunt Bauman faz o que faz?
Ele é um pensador social por que deseja que hoemens e mulheres construam o mundo para sí mesmos. Pressionem uma faca contra o futuro e assim pratiquem a liberdade, em vez de aceitar as restrições da necessidade.

Bauman acredita que fazer sociologia implica em um dever moral com os outros seres humanos. Portannto, o pensador social é indivisivelmente moral em seu contexto e seus interesses. Ele diz respeito a humanidade.
O trabalho de sua esposa amadurece sua sociologia moral na medida em que ela escreve:
"A coisa mais cruel da crueldade é que ela desumaniza suas vitimas antes de destruí-las. E o esforço mais árduo é permanecer humano em condições desumanas".
Modernidade e Holocausto
É atributo da Sociologia mostrar que a escolha de ser moral sempre pode ser feita, de vez que todas as estruturas e os pensamentos que nos dizem ser impossível essa escolha, são eles mesmos inteiramente contigencial.
Em Modernidade e Holocausto, Baumam mostra como pessoas eram ao mesmo tempo, bons pais, atenciosos maridos e torturavam crianças nos campos de concentração.

Dessa forma argumenta o autor, a Sociologia tem muito o que aprender com o holocausto, e pouco para ensinar.
Modernidade e Ambivalência.
Sendo assim, o Holocausto, a barbárie não são sinal do fim da civilização, mas sim o resultado da ambivalência do mundo moderno.

A compreenção desse fenômeno permite compreender as demais obras do autor.
Em modernidade liquida, Bauman argumenta que o atual estágio da ambivalência moderna acelerou a dinâmica da vida, de modo que tudo que hoje é, amanha pode não ser.

Vidas Desperdiçadas.
Em livros como Vidas Desperdiçadas Baumam explora novamente a temática da ambivalência moderna argumentando que, da mesma forma que a modernidade gera riqueza incalculável, ela cria a pobreza.

Dessa forma temos cidadãos de dois níveis distintos, os consumidores e produtores e do outro lado, aqueles que não são capazaes de viver por conta própria, o refugo humano, um peso estra que alguns devem carregar, são eles os consumidores falhos.
O autor analisa o impacto da crescente globalização na construção da subjetividade de seres humanos ao redor do planeta.

Bem como, a forma como a globalização, globaliza a ambivalência da modernidade.
Além de autores considerados como pensadores sociais, Bauman buscam em outras áreas do conhecimento, até mesmo na literatura influências para a sua sociologia, em especial em romacistas como o argentino Jorge Luis Borges.
Referências
Nós Hipotecamos nosso futuro.
Zygmunt Bauman avalia as crises e os protestos que se espalham por diversas capitais da Europa e do mundo.
Entre causas e efeitos, ele sugere uma radical mudança de comportamento da sociedade como possível solução para o grave problema mundial.
BAUMAN, Zygmunt. Confiança e Medo na Cidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2009;
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e Ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999;
BAUMAN, Zygmunt. Vidas Desperdiçadas. Rio de Janeiro: Zahar, 2005;
BAUMAN Zygmunt & MAY Tim. Aprendendo a pensar com a Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Liquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001;

BAUMAN, Zygmunt. Bauman sobre Bauman. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e Holocausto. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
Ricardo Scopel Velho
Professor Instituto Federal Catarinense
ricardovelho@ifc-riodosul.edu.br

Ilson Paulo Ramos Blogoslawski
Acadêmico de Sociologia – UNIDAVI
blogoslawskil@gmail.com

Thiago de Oliveira da Silva
Acadêmico de Sociologia – UNIDAVI
seagal@unidavi.edu.br

Em modernidade e Ambivalência, o autor questiona o conceito de pós-modernidade e a superação da era moderna.

Primeiramente, quando se acreditava que a modernidade caminharia para uma resposta única, para o conseço, o fim das teorias totalitárias e das meta-narrativas mostraram o contrário.

A pós-modernidade é a modernidade que se reiventa, ela é ambivalente pois qualquer possibilidade tráz consigo a possibilidade de seu contrário.
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