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ENCONTROS E DESENCONTROS DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMA

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Josimar de Mendonça

on 8 December 2013

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Transcript of ENCONTROS E DESENCONTROS DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMA

ENCONTROS E DESENCONTROS DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COM A EDUCAÇÃO NO BRASIL.
JUSTIFICATIVA
A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Na tentativa de se pensar nas mudanças sociais e educacionais que teriam sido provocadas pelas TDIC nas ultimas décadas, pretende-se trabalhar com teorias de estudiosos que buscaram entender e interpretar o poder transformador da tecnologia na sociedade.
Objetivo Geral:
Pesquisar historicamente, até que ponto as mudança desencadeadas pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), a partir da criação da Secretaria Especial de Informática (SEI), modificaram, influenciaram e auxiliaram na construção de um ambiente escolar que potencialize o processo de ensino e aprendizagem.
Metodologia
Para o desenvolvimento do tema proposto, será preciso empreender uma pesquisa interdisciplinar, tendo como fio condutor a proposta transversal das TDIC.
Tenciona-se desenvolver uma ampla pesquisa bibliográfica que contemple textos publicados em livros, artigos, jornais, revistas e textos que se encontram em ambientes virtuais, como: blogs, sítios, redes sociais, revistas acadêmicas, jornais e revistas.
Com o advento da Internet no final do século XX, abriu-se possibilidades de velocidade, comunicação e interatividade em tempo real que, até o seu aparecimento, eram desconhecidas.
“... a aceleração dos processos globais, de forma que se sente que o mundo é menor e as distâncias mais curtas, que os eventos em um determinado lugar têm um impacto imediato sobre pessoas e lugares situados a uma grande distância.” (HALL, 2005, p.69).
Em outubro de 1979, através do Decreto nº 84067 criou-se a Secretaria Especial de Informática (SEI), como órgão do Conselho de Segurança Nacional.
Sevcenko (2004) e Berman (2006), que deixam transparecer em suas palavras o vislumbre por algo inédito e avassalador, extremamente veloz, se comparado às fases anteriores, capaz de envolver virtualmente o mundo inteiro.
Por que as transformações, provocadas pelas TDIC na sociedade, não exerceram a mesma influência sobre os métodos de ensino e aprendizagem?
Por que no século XXI as escolas públicas ainda encontram obstáculos para usar as TDIC no cotidiano escolar?
O que deve ser feito para que situações, como a relatada por Weinberg (2007), deixem de ser uma realidade presente no Brasil?
O que teria acontecido na história recente da educação brasileira ao logo desses trinta anos de tentativas de se introduzir as TDIC na educação?
Em 1981, aconteceu I Seminário Nacional de Informática na Educação, ressaltando “a importância de se pesquisar o uso do computador como ferramenta auxiliar do processo de ensino-aprendizagem.” (BRASIL, 2007, p.15).
As experiências brasileiras de levar computadores às escolas públicas, até então, foram um fiasco. Elas esbarraram em dificuldades básicas. A antropóloga americana Juliane Remold dedicou dois anos à observação de trinta escolas brasileiras equipadas com computador e traçou um cenário desolador. A metade das máquinas acumulava pó nos laboratórios porque careciam de manutenção ou eram ignoradas pelos professores, que muitas vezes não sabiam sequer ligar o equipamento. O restante dos computadores, mesmo em uso, servia apenas às burocráticas aulas de informática. (WEINBERG, 2007, p.90).
Objetivos Específicos:
• Evidenciar historicamente, como as mudanças e perspectivas provocadas pelo advento das TDIC no cenário mundial, influenciou o cenário brasileiro.
• Relatar a trajetória das TDIC no país até 1979.
• Identificar quais eram as expectativas do Estado, em relação ao uso das TDIC na educação brasileira, a partir do advento da Secretaria Especial de Informática (SEI).
• Investigar de que forma as tentativas de implantação das TDIC na educação pública, desenvolvida pelo Estado ao longo das três últimas décadas, influenciou o cotidiano escolar brasileiro.
Referências:
BAUMAN, Zygmunt. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Tradução: Carlos Alberto Mediros. Rio de Janeiro. Ed: Jorge Zahar. 2005. 110 p.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Liquida. Tradução: PlínioDeintzien. Rio de Janeiro. Ed: Jorge Zahar. 2001. 258 p.

BERMAN, Marshall. Tudo Que é Solido Desmancha No Ar: A Aventura da Modernidade. Trad. Moisés, Carlo Felipe e Ioriatti, Ana Maria L. 2 ed. São Paulo, 2006. 360p.

BITTENCOURT, Circe (org). O Saber Histórico na Sala de Aula. 11ed. São Paulo – SP. Ed. Contexto – 2008. 175p.

BONILLA, Maria Helena Silveira. PRETTO, Nelson De Luca. Políticas Brasileiras de Educação e Informática. Disponível em: MHS Bonilla… - 2000 - moodle.ufba.br . acesso em : 16/05/2012

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FIGUEIREDO, Luciano R. História e Informática: O Uso do Computador in: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo (org). Domínios da história: Ensaio de Teoria e Metodologia. 2 ed. Rio de Janeiro. 1997. 508p.

HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Trad. Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. 10 ed. Rio de Janeiro. Ed. DP&A. 2005. 102p.

HOBSBAWM, Eric. Sobre História. Tradução Cid Knipel Moreira, São Paulo. Ed. Companhia das Letras, 1998.

KOSELLECK, Reinhart. Espaço FUTURO PASSADO: contribuição À Semântica Dos Tempos Históricos. Rio de Janeiro: Ed. PUC/RIO, 2011, 366p.

LE GOFF, Jacques. História e Memória. Tradução Bernardo Leitão, Campinas, SP Ed, da UNICAMP, 1990.

LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática. 13 ed. São Paulo. Ed.34. 1993.

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SEVCENKO, Nicolau. A Corrida Para o Século XXI: No Loop da Montanha-Russa. São Paulo – SP. Ed: Schwarzcz – 2004. 140p.

WEINBERG, Mônica e RYDLEWSKI, Carlos (2007). O Computador não educa,
ensina. Revista Veja, São Paulo. Ed.Abril, Nº2008, p. 87-9,16 de maio de 2007. Disponível em: http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx Acesso em: 04/09/2012.
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