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Trabalho de redação - Mulheres, décadas de 1980, 1990 e 2000

Grupo: Isabella, Lara V, Lara I, Letícia, Maria Luiza e Rayssaluara
by

rayssaluara souza

on 3 October 2012

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Transcript of Trabalho de redação - Mulheres, décadas de 1980, 1990 e 2000

Mulheres Décadas de 1980,
1990 e 2000 Introdução Década de 1980 Década de 1990 Amélia do passado Conclusão Década de 2000 Grupo: Isabella, Lara V, Lara I, Letícia, Maria Luiza e Rayssaluara. No decorrer da década de 80, a mulher era vista pelos homens como "sexo frágil", incapaz de assumir a direção familiar, o que favoreceu a subordinação ao homem. A partir da década
de 90, a mulher começa
a deixar de ser
submissa ao
homem. A década de 2000
representa a independência
da mulher, quando ela
deixa de ser submissa
ao homem, passa a
trabalhar, e ser dona de si. Apresentaremos nesse trabalho as diferentes visões sobre a mulher com o passar das décadas, relacionando algumas músicas com a forma como elas eram tratadas. No decorrer do trabalho, usamos músicas das décadas de 80, 90 e 2000. Nessas décadas, as mulheres já estavam começando a se tornar mais independentes. Para fazer uma comparação, separamos uma música da década de 60, de Chico Buarque, em que o eu-lírico é feminino, e a mulher retratada na música é totalmente submissa ao homem, e o agrada o tempo todo, mesmo que as
vezes ele a deixe de lado. Ao longo da formação da sociedade brasileira as mulheres sempre foram consideradas inferiores aos homens. Entretanto, com o passar dos anos, elas foram conquistando seu espaço e cada vez mais se equiparando ao sexo masculino. Com isso, é possível perceber uma crescente presença e predominância feminina em áreas em que isso parecia no mínimo improvável. Nosso grupo encontrou nas músicas essa evolução da mulher, observando que, em algumas composições mais antigas, como “Com açúcar, com afeto’’ de Chico Buarque, ela tem uma posição de maior submissão e aceitação, como mostra o trecho: ‘’E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado/Ainda quis me aborrecer? Qual o quê!/Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato/ E abro os meus braços pra você‘’, enquanto nas mais recentes, as quais podem ser exemplificadas com ‘’Natasha’’, de Capital Inicial, e ‘’Desconstruindo Amélia’’, da Pitty, se mostram mais independentes e autônomas, e com certo grau de revolta, o que pode ser visto nos seguintes trechos: ‘’Tem 17 anos e fugiu de casa/ Às sete horas na manhã no dia errado/ Levou na bolsa umas mentiras pra contar/ Deixou pra trás os pais e o namorado‘’ (Capital Inicial); ‘’E eis que de repente ela resolve então mudar/ Vira a mesa/ Assume o jogo/ Faz questão de se cuidar/ Uooh! Nem serva, nem objeto/ Já não quer ser o outro/ Hoje ela é um também’’ (Pitty), o que faz com que os próprios homens passem a vê-las como superiores, e até mesmo como suas ‘’donas’’. EDI - 1
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