Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Razão, Emoção e Comportamento

No description
by

Breno Silva

on 4 September 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Razão, Emoção e Comportamento

Emoções
Raiva, ódio e paixão: são ideias que causam o comportamento?
Para o Behaviorismo, as emoções de raiva, ódio e paixão são o próprio comportamento.

• Desenvolvimento filogenético do homem desenvolve o comportamento verbal
“O behaviorismo radical não nega sentimentos, emoções ou a importância da significação de uma experiência para um indivíduo, simplesmente não toma emoções, sentimentos, nem a significação deles como causa dos comportamentos, e, sim, como maneiras de se comportar.”
O lugar dos sentimentos na ciência do comportamento e na psicoterapia comportamental
• Skinner (1982) afirmava que o sentimento é um tipo de ação sensorial, como ver ou ouvir.
• Discriminar aquilo que sentimos e falar sobre esses sentimentos são comportamentos aprendidos, produtos da comunidade verbal.
• As críticas de Skinner (1982) em relação ao papel dos sentimentos foram direcionadas aos mentalistas.
• Baum (1999) concordou com Skinner, ilustrando com um exemplo ( par de sapatos).
• Skinner (1967) também critica o uso de constructos.
• Skinner (1982) sempre defendeu a observação sistemática e paciente das contingências ambientais até que se conhecesse o bastante para demonstrar o controle experimental do comportamento.
• Baum (1999) afirmava que a noção de mente é problemática para uma ciência do comportamento porque a mente não é um objeto natural.
• Os pensamentos e sentimentos também foram considerados por Skinner, que os denominou de comportamentos encobertos.
• Na Psicoterapia Comportamental, que se baseiam nos princípios da Análise do comportamento, frases do tipo: “sinto um medo muito grande”/“fiquei feliz por ...”/ “estou ansioso...” são exemplos de relatos sobre comportamentos encobertos.
• De acordo com Skinner (1967) o comportamento é uma interação entre indivíduo e ambiente. A formulação das interações entre um organismo e seu meio ambiente para ser adequada, deve sempre especificar a contingência de três termos: 1) a situação em que a resposta ocorreu; 2) a própria resposta; e 3) as conseqüências de tal resposta.
A Psicoterapia Comportamental
• Para os problemas clínicos:
- Efetua-se a uma análise do comportamento externo e encoberto para identificar as variáveis das quais o comportamento é função;
- Em seguida, propõem-se intervenções que se sejam de alta probabilidade de provocar mudanças de comportamento
Skinner afirma que os relatos do mundo interior são pistas:
1) para o comportamento passado e as condições que o afetaram;
2) para o comportamento atual e as condições que o afetam;
3) para as condições relacionadas com o comportamento futuro.
• Na psicoterapia a maioria dos relatos envolvem os comportamentos encobertos.
• Os clientes frequentemente vêm com a certeza de que seus problemas são causados por sentimentos, pensamentos
• Uma das principais metas do terapeuta comportamental é conseguir levar seus clientes a perceber e identificar como seus comportamentos encobertos são apenas um dos elos da contingência tríplice a ser analisada e como eles se relacionam a outros eventos do mundo interno e externo
• O terapeuta deve proporcionar a criação de condições para a discriminação das contingências que controlam os comportamentos
• O terapeuta é um facilitador que sinaliza as contingências do comportamento de seu cliente permitindo que este se torne um observador mais acurado de seu próprio comportamento
Entra em cena a emoção
Não há fenômeno psicológico mais relevante para o homem comum do que as emoções, seja na vida normal, seja nos estados patológicos. A linguagem utilizada por um homem comum é regada por palavras que descrevem diversos tipos de emoções. A cultura não oferece apenas nome para as emoções, mas também uma ampla descrição sobre suas causas e consequências.
Emoção como o “Fantasma na Máquina”
Assim que os psicólogos behavioristas designam os estados mentais e subjetivos, já que para eles esse não era o tema adequado para estudo.
Reabilitação das emoções pela Psicologia evolucionista
A Psicologia evolucionista transformou o estudo das emoções de figurante em protagonista. A moderna Psicologia evolucionista põe as emoções em foco, e as consideram programas superordenados que coordenam muitos outros, ou seja, cada emoção atua sobre vários outros programas adaptativos, desativando-os, ativando e mudando parâmetros, com isso permitindo que todo sistema trabalhe de forma harmônica e eficaz.
Emoção e cognição como funções mentais interativas
Vale mencionar neste ponto, a hipótese do marcador somático, ela sustenta que as atividades somáticas implicitamente criam tendências no comportamento humano. E essa noção é relevante para a compreensão de processos de raciocínio humano e tomada de decisão. A hipótese do marcador é uma rejeição da ideia de que o raciocínio e a tomada de decisões sejam propiciados por mecanismos de conexão restritos ao condicionamento ou à cognição.
Interrelação entre Emoção e Razão
• A integração de razão e emoção proposta por Damásio (1996) foi realizada a partir da observação de que danos no lobo pré-frontal resultam em deficiências tanto na capacidade de sentir emoções quanto no controle sobre ações consideradas como resultantes da razão
• Diante disso, foi proposta uma suposição de uma interdependência entre emoção e razão
• A utilização de uma linguagem verbal e não verbal (alterações nas condições corporais), torna possível identificar diferentes respostas emocionais e, portanto, tornar-se consciente dos sentimentos.
•Keller e Schoenfeld (1950/1973) indicaram uma dificuldade de separação entre função discriminativa e eliciadora de um estímulo:
-Estímulos discriminativos que antecipam um reforçamento positivo ou negativo
•Respostas emocionais condicionadas a uma dada situação: Adquirem função discriminativa
• Segundo Damásio, o que determina o direcionamento para a tomada de uma decisão não seria o conhecimento teórico que se tem das possíveis consequências desta, mas sim os sentimentos que acometeriam os indivíduos se, de sua decisão, resultasse em uma ou outra consequência (Palmini, 2004)
• Portanto, a capacidade de raciocínio individual está intimamente ligada à capacidade de sentir emoções
• Tomar uma decisão não envolve apenas a cabeça (razão), mas também o coração (emoções). Portanto, o indivíduo deve ser visto como um todo
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, LETRAS, ARTES, CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
SEMINÁRIO - RAZÃO, EMOÇÃO E COMPORTAMENTO
Discentes: Angélica Gianinni, Bárbara Marques, Breno Silva, Gabriela Mori, Gabriela Toledo, Hugo Cagnoni
Docente: Prof. Ms. André Moreno
Uberaba, MG
Setembro, 2013
Referências
Carvalho, S. G. (1999). O lugar dos sentimentos na ciência do comportamento e na psicoterapia comportamental. Psicologia: Teoria e Prática, 1(2), 33-36
Darwich, R. A. (2005). Razão e emoção: uma leitura analítico-comportamental de avanços recentes nas neurociências. Estudos de Psicologia, 10(1), 215-222
Guimarães, R. P. (2003). Deixando o preconceito de lado e entendendo o Behaviorismo Radical. Psicologia: Ciência e Profissão, 23(3), 60-67
Oliva, A. D., Otta, E., Ribeiro, F. L., Bussab, V. S. R., Lopes, F. A., Yamamoto, M. E. et al. (2006). Razão, Emoção e Ação em Cena: A Mente Humana sob um Olhar Evolucionista. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 22(1), 53-62
Ramozzi-Chiarottino, Z. (2010). Piaget segundo seus próprios argumentos. Psicologia USP, 21(1), 11-30
Tomaz, C., & Giugliano, L. G. (1997). A razão das emoções: um ensaio sobre “o erro de Descartes”. Estudos de Psicologia (Natal), 2(2)
Tourinho, E. Z. (1993). Individualismo, Behaviorismo e História. Temas em Psicologia, 2

Críticas acerca da razão
• Razão: Crítica sob o olhar de Descartes
• Segundo Piaget
• Segundo Damásio
Full transcript