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Fonoaudiologia no Ambiente Hospitalar

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by

Luana Andrioni

on 3 October 2012

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Transcript of Fonoaudiologia no Ambiente Hospitalar

ambulatorial e hospitalar Fonoaudiologia no Ambiente Hospitalar
AMBULATORIAL
•Atendimento clínico;
•quadro estável;
•rotina pré-estabelecida;
•realização de anamnese;
•diagnóstico;
•objetivo: reabilitação;
•equipe multidisciplinar;
•atuação sistematizada;
•vínculo: profissional X paciente

HOSPITALAR
•Atendimento no leito;
•quadro em evolução;
•s/ horário determinado;
•s/ anamnese convencional;
•s/ diagnóstico imediato;
•objetivo: sequelas;
•equipe interdisciplinar;
•atuação intensiva;
•vínculo: serviço X paciente Diferenças Neste campo de atuação é preciso lembrar que tanto o paciente quanto a família devem ser igualmente atendidos, promovendo um relacionamento sadio entre estes, objetivo este que muitas vezes entra em choque com as rotinas hospitalares. O apoio à família é fundamental em função do grau de insegurança e ansiedade que esta internação provoca, independentemente se
for a primeira internação. As preocupações são, na maioria das vezes, referentes ao prognóstico, necessidade e consequências do uso de sonda (nasogástrica (SNG) , orogástrica (SOG), e gástrica (SG)), aspectos relativos à alimentação, nutrição e sentimentos de impotência frente ao problema. Atendimento à Família Fica claro que o ambiente hospitalar compreende todas as possibilidades de atuação fonoaudiológica, no entanto ainda são poucos os serviços de Fonoaudiologia em hospitais e a maneira de atuação difere bastante de um profissional para outro em virtude das características individuais dessas instituições. Há uma variabilidade de forma de vínculo empregatício, carga horária determinada, remuneração, condições de trabalho específicas e área de inserção do serviço – um departamento próprio ou vinculado a outro setor: neonatologia, pediatria, otorrinolaringologia, gastroenterologia, cirurgia de cabeça e pescoço, neurologia, etc. Prática no Brasil Realiza tratamento para vários distúrbios, tais como de leitura e escrita, articulatório, disfonia, afasia, ronco e apneia, além de exames de imagem relacionados à deglutição, e de diagnóstico audiológico e posterior reabilitação auditiva e vestibular. Fonoaudiologia Ambulatorial - Precoce: A intervenção fonoaudiológica inicia-se tão logo os sinais
vitais do paciente estejam restabelecidos pela equipe médica que o assiste.
- Preventiva: atuação que dificulta, evita ou minimiza as possíveis sequelas de
comunicação.
- Intensiva: o atendimento hospitalar é realizado sem horário
determinado e o maior número de vezes diariamente.
- Pré-cirúrgica: avaliação do estado geral do paciente e seus sintomas
antes do ato cirúrgico, observando-se principalmente linguagem e motricidade oral.
- Pós-cirúrgica: participação quando possível no ato cirúrgico,
verificando estruturas que estão sendo manipuladas pelo cirurgião, prováveis sequelas e acompanhamento fonoaudiológico no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), na Unidade de Internação (UI) ou no repouso pós-cirúrgico. Fonoaudiologia Hospitalar O objetivo da atuação varia de acordo com a patologia, características e condições de cada paciente.

A avaliação fonoaudiológica é realizada no leito sob solicitação médica e se necessário, em concordância com o médico responsável, são solicitados exames complementares. Os resultados da avaliação vão indicar quais os procedimentos a serem realizados, orientação ou programa terapêutico. A frequência e a duração dos atendimentos variam de acordo com os dados levantados na avaliação e o acompanhamento geralmente é realizado diariamente. A escuta fonoaudiológica deve ultrapassar a simples classificação e avaliação dos sistemas orgânicos. Compreender a angústia da família, reduzir suas ansiedades, adequar a linguagem hospitalar as suas necessidades, perceber qual a inserção do paciente na família, orientar no sentido de oferecer suporte, informação, enfatizar a importância do envolvimento familiar e dar condições para uma melhor atuação destes com o paciente, são aspectos tão importantes quanto o uso da técnica específica empregada na reabilitação do paciente. Assim pode-se dizer que o atendimento hospitalar abrange tanto a intervenção com o paciente quanto o apoio dado a família. O trabalho em hospitais exige o conhecimento de alguns pontos específicos e inerentes ao ambiente hospitalar, tais como: estrutura de um hospital, seu funcionamento clínico e administrativo, hierarquia hospitalar, ética, manuseio de prontuários, procedimentos de assepsia, noções de nutrição, enfermagem, medicação e até mesmo a linguagem a ser utilizada. A história da Fonoaudiologia Hospitalar no Brasil mostra que este conhecimento especializado vem sendo adquirido pelo esforço individual do profissional fonoaudiólogo que pouco pode contar com sua formação acadêmica.

Segundo PELEGRINI (1999), nos países desenvolvidos, como por exemplo a Inglaterra, a Fonoaudiologia já tem seu espaço definido e valorizado nos hospitais. PITTIONI, M.E.M. Fonoaudiologia Hospitalar: Uma realidade Necessária. CEFAC.
Londrina-PR. 2001.

Fonoaudiologia Hospitalar, Fga. Marília Gabriela Rodrigues Franco. Disponível em: <http://www.fonoemdia.com.br/pdf/fonoaudiologia_hospitalar.pdf> Acesso em: 29 set. 2012.
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