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PROCESSOS DE RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUOS E GRUPOS

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by

Ana Rita

on 30 May 2014

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Transcript of PROCESSOS DE RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUOS E GRUPOS

OS AFECTOS
Processos de relação entre individuos e grupos

Factores de atração
Proximidade Física;
Desejo de afiliação;
Boa aparência;
Semelhanças Culturais;
Reciprocidade
A Agressividade
COMPORTAMENTO FÍSICO OU VERBAL REALIZADO COM A INTENÇÃO DE PRODUZIR SOFRIMENTO, DOR OU JUÍZO A UMA PESSOA, A OBJECTOS OU A SI MESMO.

Existem vários factores que conduzem ao comportamento agressivo:

A agressão por parte de outrem;
A aprendizagem social;
A frustação.
A atração interpessoal
CONSTELAÇÃO DE SENTIMENTOS POSITIVOS QUE LEVA UM SER HUMANO A APROXIMAR-SE DE OUTRO.

A atração interpessoal diz respeito ao desejo ou á tendência de uma pessoa se aproximar de outra e permanecer junto dela.

Dimensão emocional
Amizade;
Amor;
Respeito;
Admiração;
Lott - A teoria da troca
Lott desenvolveu a teoria da troca social. segundo este psicólogo, os objectivos dos individuos em interação consistem na maimização dos "ganhos" e na minimização das "perdas".
Relações interindividuais
Atração
Agressão
Intimidade
" O que nos leva a gostar de uma pessoa?"

"porque nos atraem umas pessoas mais do que outras?"
Intimidade e Amor
Definimos intimidade como sendo um estado de proximidade emocional entre indivíduos, reforçado por uma comunicação sincera e autentica, onde está ausente qualquer forma de manipulação.

"Mas o que será comum a todos estes tipos de amor?"
" Será gostar a mesma coisa que amar?"

Zich Rubin
Zich Rubin (nascido em 1944) é um psicólogo social americano, também é advogado e autor.

É conhecido como o autor da primeira medida empírica de amor, por numa das suas obras distinguir sentimentos de “gostar” de sentimentos de amor por meio de uma escala. É um pioneiro na pesquisa sobre o amor e as suas obras são avanços significativos na psicologia desta temática.
Modelos de Amor

O estudo científico da intimidade e do amor foi já objeto de estudo de vários psicólogos, como Kelley e Sternberg entre outros.
Kelley desenvolveu a teoria dos Três Modelos de Amor, em que afirma que apenas existem estes modelos de amor:

• O Passional (em que o núcleo forte é a necessidade do outro);
• O Pragmático (cujo centro é constituído pela confiança e tolerância);
• O Altruísta (do qual fazem parte o cuidado e a preocupação com o outro);

Robert J. Sternberg
Sternberg (nascido a 8 de dezembro de 1949), é um psicólogo e psicometrista americano. Foi professor de psicologia na Universidade de Yale e presidente da American Psychological Association. É o autor da Teoria Triárquica da Inteligência e membro dos quadros editoriais de numerosos jornais, incluindo o American Psychologist.
Teoria Triangular do Amor de Sternberg
Baseados na Teoria de estilo de amor, de Alan John Lee, os psicólogos Susan Hendrick e Clyde Hendrick fundaram uma escala de atitudes amorosas segundo a qual existem seis tipos de amor:

Eros;
Pragma;
storge;
Agape (philia);
Ludus;
Mania;
Platão
O termo amor "platonicus" foi usado pela primeira vez pelo filósofo neoplatônico florentino Marsilio Ficino no século XV, como um sinónimo de amor socrático. As duas expressões dizem respeito a um amor focado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, e não no seu aspeto físico
Amor e Sexualidade
A sexualidade exerce uma grande influência sob as relações passionais, combinando assim a reprodução biológica e a vinculação social.

A psicologia considera assim a sexualidade um caso particular das interações humanas.

A nível biológico, a sexualidade do ser humano e dos animais são bastante parecidas, no entanto, através da evolução, o neocortéx tenho um extraordinário desenvolvimento.
Scripts
Em 1973, o livro Sexual Conduct de Simon e Gagnon introduziu um novo conceito, o script sexual. Este permite que a sexualidade deixe de ser vista de uma forma tão cientifica e biológica, e comece a ser estudada de um ponto de vista mais histórico, cultural e social.

Assim, estes especificam:
quem são os possíveis parceiros sexuais.
em que circunstâncias é apropriado comportarmo-nos sexualmente e que tipo de atividades nos são permitidas.quais os motivos ou razões que nos levam a comportar de modo sexual.

Existe uma tendência para ligar a maioria masculina aos seguintes scripts

Sexo só pelo sexo
Primeira relação sexual precede mais ou menos um ano a feminina
Têm mais parceiros sexuais do que as mulheres
Pensam mais em sexo do que as mulheres
Na primeira relação sexual, os homens são menos apaixonados do que as mulheres

Na inventariação de argumentos para ter relações sexuais, os homens são superiores ás mulheres.

Enquanto que as mulheres estão ligadas a scripts exactamente opostos,

A taxa de virgindade feminina é mais alta do que a masculina
As mulheres apresentam maior disponibilidade e sensibilidade para a educação sexual e para o planeamento familiar
Na inventariação de argumentos para não ter relações sexuais as mulheres são superiores
As mulheres revelam maior conhecimento da eficácia dos métodos contracetivos do que os homens



Após a elaboração deste trabalho podemos concluir que para a aproximação a alguém se efectuar, existem antes muitos factores que condicionam a ação. Quer seja com um objetivo amoroso/romântico, ou mesmo a nível da amizade.
Quer seja pela aparência física, pela semelhança ou diferença de interesses, ou culturais, quer seja por ideologias semelhantes, cada individuo apresenta tendências para se relacionar de formas distintas, com pessoas diferentes.
No campo do amor, concluimos que este pode estar amplamente distribuido e não é nutrido apenas por alguém por quem nos sentímos atraídos. No entanto, há uma clara distinção entre os conceitos “amar” e “gostar”, sendo que o primeiro implica um verdadeiro comprometimento, pelo menos a nível sentimental, assim como preocupação e intimidade. Já gostar, é apenas um sentimento de afecto, que não implica tanto como o primeiro, e encontra-se emocionalmente num patamar mais superficial.
Este sentimento tem no entanto uma enorme relação com a sexualidade. Apesar de esta não estar cingida apenas a ele. A sexualidade é vista nos dias de hoje de uma forma bastante mais aberta e liberal do que á relativamente pouco tempo atrás, mas continua ainda a ser vista de forma diferente para os homens e as mulheres.
Através deste trabalho chegamos á conclusão das inúmeras formas de nos relacionarmos e de todas as condicionantes que os nossos relacionamentos têm, impostos pela cultura, pela história e principalmente pela sociedade. Os valores que nos são incutidos, assim como as nossas experiências sociais, levam ás diferenças entre relacionamentos e possibilitam o relacionamento com diferentes pessoas, tendo cada pessoas maior tendência para certos tipo de personalidade.
Conclusão
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