Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A atividade mineradora: Interiorização e Urbanização

Trabalho realizado pelas alunas da 1ª série G: Ana Carolina Queiroz, Carolina Lacava e Giuliana Zugliani

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A atividade mineradora: Interiorização e Urbanização

A Atividade mineradora:
Interiorização e urbanização Sede de Ouro Primeiros Metais preciosos Domínios da Espanha, séc. XVI:
ex.: Potosí (atual Bolívia), em que encontraram grandes jazidas de prata. - Concentração de riquezas;
- Aumento na população;
- Mais nativos sujeitos à "mita". Consequências Quando a prata se esgotou... - Europeus deixaram a colônia (Guanajuato e Zacatecas também);
- Decadência após esse períoro da prata;
- Não houve acúmulo de riquezas. América Portuguesa Fatores para as primeiras descobertas: - Expansão bandeirante (final do séc. XVII)
- Crise açucareira Reação e crescimento
da população - A região da minas atraiu portugueses e colonos de outras regiões (principalmente Nordeste);

- A população colonial passou de 300 mil habitantes (no final do séc. XVII) para 3,3 milhões no final do séc. XVIII. Vila de Sabará - MG (Gravura de Estevão):
- Situava-se na região mineradora;
- Importante centro comercial;
- Ainda tem monumentos do estilo barroco mineiro. Desconstrução do caráter
Rural - Ocupação e povoamento da região mineradora (Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso) acarretou o surgimento de várias vilas e cidades.
-Nas chamadas "vilas ricas", atividades culturais, diversificação de atividades econômicas e o próprio comércio eram estimulados. Novo eixo econômico, nova capital - Surgimento de outra atividade muito importante economicamente além do açúcar;

- As atividades principais da costa do litoral nordestino foram para o centro sul, mudando a capital de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763. Intensificação do Comércio - Abertura de estradas e caminhos Região das Minas - Porto do Rio de Janeiro intensificou o comércio;
- Mercado consumidor ampliou;
.Aumento populacional
.Riqueza obtida Abastecimento das regiões mineradoras Integração econômica das regiões - Estímulo da importação de artigos manufaturados;
- Produção interna de alimentos e criação de gado; - Consolidação do mercado interno e integração foram favorecidas pelas tropas de mulas. Pintura de um tropeiro por Debret Foram condutores de tropas com comitivas de muares, e cavalos entre as regiões de produção e os centros consumidores, a partir do século XVII no Brasil. Mais ao sul , também são conhecidos como carreteiros, pelas carretas com as quais trabalhavam. Além de seu importante papel na economia, o tropeiro teve importância cultural relevante como veiculador de idéias e notícias entre as aldeias e comunidades distantes entre sí, numa época em que não existiam estradas no Brasil. Quem foram os tropeiros? O preço da liberdade - A mão de obra nas áreas da mineração, apesar da presença de homens livres ou escravos forros, era realizada, em sua maioria, por escravos africanos.

- Com a intensa atividade mineradora, o ouro encontrado passou a circular entre pessoas comuns e, até mesmo, entre os escravos, que viram a possibilidade de comprar a própria liberdade, por meio das Cartas de Alforria. Possibilidade de relativa mobilidade social. Aumenta o número de pessoas no “grupo intermediário”: comerciantes, artesãos, pequenos proprietários, funcionários públicos, entre outros. No início da atividade mineradora - Exigia poucos investimentos, desse modo, era acessível a quase todos;
- O denominado ouro de lavagem era retirado de rios e barrancos por meio da faiscação e garimpagem, técnicas que não exigiam muitos recursos ou mão de obra. - As lavras surgiram mais tarde, quando a atividade mineradora se consolidou.
- Elas eram grandes unidades exploradoras que exigiam maior investimento para realização de escavações e para obtenção de grande número de escravos. Estruturam-se as lavras Escravidão do minério - Mão de obra na área mineradora era majoritariamente composta de escravos africanos.

- Escravos que trabalhavam por conta própria tinham a obrigação de pagar certas taxas em ouro a seus senhores e, como recompensa, alguns chegavam a ser alforriados.

- Nas lavras, as atividades eram muito perigosas e os cativos estavam sujeitos à muitos acidentes e doenças, o que reduzia muito suas expectativas de vida: não ultrapassavam 12 anos de atividade.

- Falta de condições e segurança acarretou na fuga constante de escravos. Controle das regiões mineradoras Intendência de minas
(1702) - Subordinada diretamente a Portugal;
- Controlava a exploração aurífera;
- Responsável pela distribuição de datas *lotes a serem explorados, que variavam de acordo com o número de escravos do minerador;
- Cobrança do quinto. - Criação das casas de fundição em 1720;
- Todo o ouro encontrado deveria ser fundido em barras, proibindo a circulação de ouro em pó e pepitas;
- O quinto já era extraído e o pagamento comprovado com certificado e a barra recebia uma chancela. Coibição do contrabando “Meu avô temia e devia;
meu pai devia; eu não temo nem devo.” Foi assim que o rei D. João V, que governou de 1706 a 1750, sintetizou a situação de seu reino pois a remessa de metais aliviou dificuldades financeiras de Portugal, decorrentes das relações comerciais desfavoráveis. O esgotamento e a derrama - Com o crescente sinal de esgotamento de ouro, que surigira havia algumas décadas, foi determinado que o quinto mínimo seria de 100 arrobas de ouro (1.468,9 quilos).
- Se o valor mínimo do quinto recolhido no ano não fosse atingido, haveria a derrama (cobrança compulsória), que provocou inúmeros conflitos na Colônia. o declínio do ouro - Na segunda metade do séc. XVIII, o esgotamento das jazidas da Colônia e o uso de técnicas rudimentares na mineração aceleraram o declínio da produção aurífera;
- Foi diferente do açúcar, que nunca deixou de ser uma atividade econômica importante, apesar da crise. Herança dourada A urbanização, o desenvolvimento comercial e de atividades internas continuaram em expansão após o declínio da produção do ouro.
Além disso houve o desenvolvimento das artes associado à mineração, como a arte barroca. Trabalho feito pelas alunas da 1a.ª série G: Ana Carolina Queiroz nº02
Carolina Lacava nº07
Giuliana Zugliani nº14
Full transcript