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Wilfred Ruprecgt Bion (1987-1979)

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Veruska Festugato

on 16 May 2013

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Transcript of Wilfred Ruprecgt Bion (1987-1979)

Acadêmicas:
Ana Tatiane Ferreira
Camilla Rotta
Carolina Terciotti
Marina Prado
Veruska Festugato Wilfred Ruprecht Bion (1897-1979) Wilfred Ruprecht Bion (1897-1979) É filho de ingleses, mas nasceu na Índia.
Viveu na Índia até os sete anos de idade quando foi enviado de volta a Inglaterra para iniciar seus estudos.
Foi mandado a Inglaterra para estudar num colégio interno, e recebia esporadicamente a visita dos pais, mais adiante expressou com amargura as marcas de um regime altamente opressor de sua escola tradicional. HISTÓRICO E INFLUÊNCIAS Ainda na India Bion e a irmã Edna eram cuidados por uma ama indiana de nome Ayah, que foi uma figura importante e influente tanto na vida como na obra de Bion anos mais tarde.
Na adolescência Bion sentia-se atormentado pelos ditames religiosos que a escola e a igreja impunham e só recuperou sua segurança e integração com os colegas devido aos esportes, quando se tornou capitão das equipes desportivas de rugby e waterpolo. HISTÓRICO E INFLUÊNCIAS Aos 17 anos teve uma séria crise emocional.
Entre 1937 e 1939 fez análise com Rickman, um discípulo de Freud e Klein e foi interrompido pelo inicio da II Guerra mundial.
A partir de 1945 começou uma nova análise, agora com Melanie Klein, que perdurou por mais oito anos e nesse período também retomou a sua formação no Instituto de Psicanálise de Londres. HISTÓRICO E INFLUÊNCIAS Bion foi um psiquiatra e psicanalista que desenvolveu pesquisas sobre a formação e fenômenos de grupo, entre outros assuntos. Bion iniciou seus trabalhos com grupos na ala de reabilitação de militares do Hospital Northfield (durante a segunda guerra mundial) e, depois, estudou inúmeros grupos terapêuticos na Clínica Tavistock e em seu consultório. Experimentos com grupos; o estudo do funcionamento psicótico, baseado na obra de Melanie Klein; e consagra-se aprofundando-se nos atendimentos à pacientes psicóticos.
Bion faz uma releitura da psicanálise introduzindo o uso de metáforas para facilitar a comunicação do analista com o paciente porque acreditava que a linguagem verbal poderia ser falha. A OBRA DE BION PODE SE DIVIDIR EM: Suas principais influências teóricas são a psicanálise freudiana com destaque para os trabalhos de Freud e seus interlocutores sobre a psicologia das massas; a teoria das três pulsões do Dr. Hadfield (da clínica Tavistock); e as contribuições de Melanie Klein. INFLUÊNCIAS TEÓRICAS Bion foi um psiquiatra, psicanalista e um pioneiro, em trabalhos com grupos, no qual desenvolveu grandes pesquisas sobre a formação e os fenômenos grupais. Seu primeiro livro, “Experiências com Grupos” de 1961, deu gênese ao que atualmente chama-se de terapia grupal. A teoria dos grupos de Bion alicerça-se no fato que existe, segundo ele, um grupo de trabalho ou grupo refinado e os grupos de base, ou mentalidade grupal ou grupos de pressupostos básicos. DEPENDÊNCIA.
ACASALAMENTO.
LUTA-FUGA. Bion teve seu pensamento teórico pautado nos preceitos da psicanálise freudiana e Kleiniana, e seu trabalho desde o início se deu com grupos, mas o seu foco maior foi o grupo terapêutico e o grupo de trabalho não foi muito visado. TEORIA E CONCEITOS CONTRIBUIÇÕES PARA O TRABALHO COM GRUPOS MENTALIDADE GRUPAL A mentalidade de grupos é "a expressão unânime da vontade do grupo, à qual o indivíduo contribui por maneiras das quais ele não se dá conta, influenciando-o desagradavelmente sempre que ele pensa ou se comporta de um modo que varie de acordo com os pressupostos básicos”. Ela funcionaria de forma semelhante ao inconsciente para o indivíduo.
Ela seria responsável pelo "fracasso dos grupos" que Bion reputa à "expressão num grupo de impulsos que os indivíduos desejam satisfazer anonimamente e a frustração produzida no indivíduo pelas conseqüências que para si mesmo decorrem desta satisfação" Cultura de grupo é a forma como o grupo reage aos efeitos de uma mentalidade de grupo. É o resultado da oposição entre as necessidades da “mentalidade grupal” e as de cada indivíduo em particular.
À medida que ele vai desdobrando o conceito de mentalidade grupal nos seus três padrões de comportamento ele associa a cultura a estes últimos, referindo-se a ela como "cultura de luta-fuga" ou "cultura de grupo dependente". CULTURA DO GRUPO É a concepção mais original de Bion, e a mais largamente conhecida e difundida.
Os SB funcionam nos moldes do processo primário do pensamento, regido pelas leis do inconsciente. Portanto, não há a noção de temporalidade, de relação causa-efeito, pode se opuser a todo o processo de desenvolvimento reagindo defensivamente as ansiedades geradas no grupo. Grupo de (Pré)Supostos Básicos (SB)
1. Suposto básico de dependência: O grupo necessita e elege um grupo de características carismáticas para receber proteção, segurança e alimentação material ou espiritual. Os vínculos com o líder tendem a adquirir uma natureza parasitária ou simbiótica, mais voltado para um mundo ilusório. AS TRÊS MODALIDADES DE SUPOSTOS BÁSICOS 2. Suposto básico de luta e fuga: O inconsciente do grupo está dominado por ansiedades paranóides e, por essa razão, o grupo pode tomar dois posicionamentos: adotar uma postura defensiva e lutar com uma franca rejeição contra qualquer situação nova de dificuldade psicológica ou fugir, criando um inimigo externo, ao qual atribuem todos os males, e por isso, ficam unidos contra esse inimigo comum. O líder requerido por esse tipo de suposto básico grupal deverá ter características paranóides e tirânicas. Bion foi um psiquiatra e psicanalista que desenvolveu pesquisas sobre a formação e fenômenos de grupo, entre outros temas e aprofundou-se em estudos com psicóticos e deu gênese a terapia grupal, como é conhecida hoje. Todo seu trabalho pode ser visto em cerca de 50 obras escritas por ele.
Seus conceitos de grupo de trabalho e grupo de supostos básicos ainda hoje influenciam no estudo e entendimento de grupos, e na forma como é feita a terapia grupal CONSIDERAÇÕES FINAIS HADAD, Valter Guerra http://www.redepsi.com.br/portal/modulessamrtsection/item.php?itemid=1010 – pesquisado em 29/09/2011.
SAMPAIO, Jáder dos Reis. A "Dinâmica de Grupos" de Bion e as Organizações de Trabalho. Psicol. USP, São Paulo, v. 13, n.2, 2002. Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
65642002000200015&lng=en&nrm=iso>. Access on 27 Sept. 2011. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-65642002000200015
ZIMMERMAN, David. Bion: da Teoria à Prática, uma leitura didática. 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2004 – Reimpressão 2008.
ZIMMERMAN David E. Fundamentos Básicos das Grupoterapias. 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed 2000 – Reimpressão 2008. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DEPENDÊNCIA. ACASALAMENTO. LUTA-FUGA. Distinguiu três padrões distintos aos quais denominou pressupostos básicos, são eles: Grupo de suposto básico e grupo de trabalho Mentalidade grupal Cultura do grupo. 3. O suposto básico de acasalamento consiste no fato de que o grupo espera um redentor de todos. As esperanças messiânicas do grupo são depositadas em uma pessoa, uma idéia ou um acontecimento virá salvá-los e fazer desaparecer as dificuldades. Na visão deste autor, o grupo é "essencial para a realização da vida mental de um homem – tão essencial para isto quanto para a economia e a guerra" (p. 46).
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