Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Seguros

No description
by

kleber stumpf

on 20 October 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Seguros

Crédito Rural
Crédito Direto ao Consumidor
Títulos de Capitalização
Caderneta de Poupança
Produtos Bancários
Investimentos
Previdência Privada
Seguros
Noções de Cartões de Crédito e Débito
atendimento@topinvest.com.br
No Brasil, a caderneta de poupança é uma forma de investimento de baixo risco cujo funcionamento é regido por regras específicas estabelecidas pelo governo para depósitos de poupança.

As cadernetas de poupança são oferecidas a pessoas físicas e jurídicas por instituições financeiras públicas e privadas através de contas específicas chamadas de conta poupança. Os valores depositados na conta poupança são aplicados automaticamente na caderneta de poupança, tem liquidez diária e sofrem remunerações mensais de acordo com as determinações feitas pela legislação brasileira.
Rentabilidade
Segurança
Movimentação
Vantagens e Desvantagens
Vantagens
Simplicidade;
Baixo Risco;
Garantia até R$250.000,00
Isenção de IR para pessoa física;
Desvantagens
A rentabilidade é mensal;
Perda da rentabilidade no saque antecipado;
Inflação;
Pessoa Física
Pessoa Jurídica
Antiga
Nova
* Rentabilidade garantida de 0,50% ao mês ou 6,16% ao ano mais TR (taxa referencial).
* Exemplo do investimento em um ano:

Valor aplicado R$ 1.000,00
Rentabilidade Garantida 6,18%
TR 0,30%

RESULTADO R$1.064,80
* Caso a SELIC esteja acima de
8,50%
a rentabilidade permanece inalterada;
* Caso a SELIC esteja abaixo de
8,50%
passa a ser
70%
da SELIC + TR;
* Exemplo do investimento em um ano com SELIC a 8%a.a:

Valor aplicado R$ 1.000,00
Rentabilidade Nova 5,60%
TR 0,30%
RESULTADO R$1.059,00
A remuneração sempre ocorre pelo menor saldo do período.
A rentabilidade da poupança para a pessoa jurídica é idêntica a pessoa física, porém é importante prestar atenção aos seguintes detalhes:
--> Pessoa Física e Pessoa Jurídica sem fins lucrativos - 1 mês (data a data), para saques com rendimento.

--> Pessoa Jurídica com fins lucrativos - 3 meses (data a data), para saques com rendimento.
Prazo
Tributação
IR: cobrado somente para contas de Pessoa Jurídica, exceto as imunes, na alíquota de 22,5% sobre o rendimento nominal. O valor é cobrado por ocasião do crédito dos rendimentos na data de aniversário.

A caderneta de poupança tem a segurança do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$250.000,00 por CPF/CNPJ por instituição financeira.
É importante observar que cada instituição financeira tem um número limite de saques da caderneta de poupança a fim de evitar que a mesma seja utilizada como conta corrente.
Uma conta poupança não pode possuir cartão de crédito ou cheques.

É permitida a cobrança de taxas caso o limite de saques ou transferências seja maior que o número permitido pela instituição financeira.
Os cartões de crédito e débido nada mais são do que cartões inteligentes, também conhecido como smart card, são tarjetas plásticas normalmente com um tamanho padrão.
Cartão de Débito
Cartão de Crédito
Um cartão de débito é uma forma de pagamento eletrônica que permite a dedução do valor de uma compra diretamente na conta corrente ou poupança do possuidor do cartão.

Fisicamente o cartão de débito possui as mesmas dimensões de um cartão de crédito, mas quanto ao uso assemelha-se ao cheque, por representar uma ordem de pagamento à vista expedida sobre fundos da conta do cliente.

O cartão de débito é uma alternativa mais segura e cômoda do que o cheque. Para a efetivação de uma transação o cliente deve utilizar uma senha para autorizar o acesso aos seus fundos bancários. A transação é feita por um terminal eletrônico chamado de POS (Point of Sale) instalado no estabelecimento comercial e este está conectado diretamente em rede bancária.Um comprovante é emitido ao final da transação, e todas as transações são listadas no extrato mensal da conta do cliente.


Vantagens do Cartão de Débito
--> Maior controle dos gastos: as compras por cartão de débito são limitadas aos fundos existentes na conta do cliente no ato da compra, enquanto com o cartão de crédito o cliente pode realizar uma compra cujo valor ele não dispõe para pagamento imediato, mas compromete-se a pagar essa compra futuramente.

--> Para adquirir um cartão de crédito o cliente deve submeter-se a uma análise de crédito, e certos tipos de cartões somente são fornecidos para quem possuir determinada renda mensal; já um cartão de débito não apresenta essas restrições, sendo uma alternativa para os que querem um cartão para pagamentos eletrônicos mas não conseguem ou não desejam um cartão de crédito.

--> Nas compras com cartão de débito não incorrem encargos, enquanto no cartão de crédito pode haver cobrança de juros caso a dívida não seja paga integralmente na fatura seguinte.

--> As compras no cartão de débito são consideradas á vista, havendo em média um desconto de 10%;
Importante: Hoje existem cartões múltiplus (função de crédito e débito no mesmo cartão), atentar na hora da compra.
O cartão de crédito surgiu na década de 1920, nos Estados Unidos. Inicialmente, os cartões de créditos eram dados somente aos clientes mais fiéis, que o dono do estabelecimento acreditava serem confiáveis por pagarem suas compras em dia.

Em 1958 a American Express criou o seu cartão, mas foi em 1966 que o BankAmerican Service Corporation, criou o cartão BankAmericard com um sucesso, já que era aceito em mais de 12 milhões de estabelecimentos e, pouco tempo depois, o cartão passou a se chamar a atual Visa. No mesmo ano, foi criado o Master Charge que originou a bandeira MasterCard.

O primeiro cartão de crédito no brasil foi lançado em 1968, o Credicard, e em 1971 foi fundada a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços - ABECS. Em 1984, a Credicard comprou a Diners Club do Brasil, mas foi na década de 1990 que ocorreu o lançamento do cartão de crédito internacional e em 1994, com a chegada do Plano Real, ele só faz aumentar o crescimento do produto.
Funcionamento
Vantagens
Pagamentos e Taxas
Participantes
O emissou ou administradora do cartão é a Instituição financeira, principalmente bancos, que emitem o cartão de crédito, definem limite de compras, decidem se as transações são aprovadas, emitem fatura para pagamento, cobram os titulares em caso de inadimplência e oferecem produtos atrelados ao cartão como seguro, cartões adicionais e plano de recompensas.
Em uma transação, o estabelecimento passa o cartão em um equipamento eletrônico que pode ser um POS (comum em pequenas lojas, restaurantes e postos de gasolina) ou um equipamento integrado com o sistema do estabelecimento (usado em supermercados e lojas de departamentos). Nesse momento um funcionário do estabelecimento digita a opção de crédito ou débito, o número de parcelas e o tipo de parcelamento (com ou sem juros). O portador deve verificar os dados da transação e inserir a senha, no caso de cartão com senha. Esse aparelho se comunica com o adquirente, que envia a transação para a bandeira, que, por sua vez, direciona para o emissor. O emissor decide se a transação será aprovada ou não e envia a decisão de volta para a bandeira, que envia para o adquirente e, então, para o equipamento do estabelecimento.

No caso de transação aprovada, o equipamento do estabelecimento emite duas vias de comprovante. Uma delas fica com o portador e a outra com o estabelecimento. Em geral, nos casos de transação sem senha, é exigido do portador que assine a via do estabelecimento. Nesse caso, os estabelecimentos são instruídos a verificar se a assinatura no comprovante confere com a assinatura de algum documento com foto do portador.

A opção de parcelamento sem juros (ou "parcelamento loja") significa que o valor da transação é dividido pelo número de parcelas. Nesse tipo de transação o estabelecimento recebe o valor da venda de forma parcelada. A opção de parcelamento com juros (ou "parcelamento emissor") significa que o titular do cartão pagará, além do valor combinado, uma taxa de juros definida pelo emissor do cartão. Nesse tipo de transação o estabelecimento recebe o valor da venda de uma vez e o emissor recebe os juros a serem pagos pelo titular.
Cartões private label ou cartões de crédito de loja ou marca são cartões de crédito emitidos por um varejista e usualmente válidos apenas para a realização de compras com este varejista. São diferentes dos cartões de crédito de uso genérico, pois não têm uma bandeira de aceitação universal em todo o comércio, tais como as bandeiras Mastercard, Visa e American Express.
Pessoa interessada em adquirir bens ou contratar serviços pagando através do cartão de crédito. Pode ser o titular da conta de cartão de crédito (responsável pelo pagamento das faturas) ou apenas portador do cartão adicional (atrelado a conta de algum titular).
Portador
Empresa interessada em vender ou prestar serviço recebendo o pagamento feito pelos seus clientes através do cartão de crédito.
Estabelecimento
Empresa responsável pela comunicação da transação entre o estabelecimento e a bandeira. Para isso, aluga e mantém os equipamentos usados pelos estabelecimentos como, por exemplo, o POS. As maiores adquirentes no Brasil são Rede, Cielo, Getnet e Banricompras (do Banco Banrisul). A Hipercard não participa mais do mercado de adquirentes desde a fusão das operações com a Rede, que passou a aceitar transações da bandeira Hiper.
Adquirente
Empresa responsável pela comunicação da transação entre o adquirente e o emissor do cartão de crédito. As maiores bandeiras presentes no mercado brasileiro são Visa, MasterCard, American Express. Para identificar qual é o emissor do cartão, as bandeiras usam os 6 primeiros números do cartão, chamados de "bin-number".
Bandeira
Emissor
--> Não é preciso ter dinheiro fisico ou cheque na hora da compra.

--> O cliente obtém um prazo a mais para pagar a compra.

--> Dependendo do cartão, não é necessário pagar anuidade.

--> Programas de milhagem;

--> Muitas lojas oferecem parcelamentos "sem juros" em até 12 vezes;

--> Entre outras vantagens.
1. Anuidade
Para oferecer aos clientes uma vasta rede de estabelecimentos afiliados nos quais estes possam utilizar os cartões como método de pagamento, as administradoras efetivam a cobrança das anuidades.

2. Emissão de segunda via de cartão
No caso da emissão da segunda via do cartão de crédito – quando de substituição, realizada pela administradora, seja por motivos técnicos ou burocráticos – a mesma deve ser gratuita. Entretanto, em casos de solicitações realizadas pelo cliente – como em circunstâncias de furto ou extravio – a incidência de taxa é permitida.

3. Saque em caixa eletrônico
Ao permitir que o cliente saque valores de seu cartão por meio de caixas eletrônicos, as administradoras realizam a cobrança de juros e também de IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). Tal cobrança acontece por conta do faturamento posterior do valor na fatura: lembre-se de que o valor sacado será cobrado apenas na fatura do próximo mês!

4. Pagamento de contas
Quando o consumidor paga contas de consumo ou de outra origem – como boletos de cobrança, tributos e outros, utilizando a função crédito dos cartões – é cobrada uma tarifa sobre a operação do pagamento. A tarifa está relacionada à necessidade de transações extras para a cobrança dos valores, às quais vão além das transações necessárias nos pagamentos comuns.

5. Análise emergencial de limites de crédito
Poucos sabem, mas solicitar a análise em caráter emergencial dos limites de crédito do cartão para uma despesa acima dos limites já existentes gera a cobrança de taxas extras.
Taxas
Juros
O valor mínimo para o pagamento do cartão de crédito é de 15% desde 2011.
--> Multa de 2% por atraso;
--> Juros de 1% ao mês;
--> Quando ocorre o pagamento parcial o cliente entra numa taxa de juros que pode chegar a 10 a.m no crédito rotativo.
Tópicos Importantes
Private Label
Crédito Rotativo
Mediante o contrato de crédito rotativo abre-se uma linha de crédito a uma pessoa física ou jurídica com limite pré-estabelecido e que pode ser utilizado de forma automática pelo tomador, de acordo com suas necessidades.

Geralmente, esse tipo de crédito é concedido pelos bancos a seus clientes, após análise de crédito. Ocorre que, quando não há saldo disponível na conta-corrente do cliente, a instituição financeira libera o crédito pré-estabelecido de forma automática. Outra característica desse tipo de crédito é que o cliente paga encargos e impostos somente pelos recursos usados e pelo tempo que os utilizou.

Características:

--> É realizada uma análise prévia de crédito, para saber se o tomador tem condições financeiras de pagar os limites que utilizar;
--> O tomador pode utilizar ou retirar fundos até um limite de crédito pré-aprovado;
--> A quantidade de crédito disponível aumenta e diminui na medida em que o dinheiro é utilizado ou pago;
--> O crédito pode ser usado repetidamente;
--> O tomador faz pagamentos com base apenas no valor que ele realmente utilizou e apenas esse valor será acrescido de juros e eventuais impostos;
--> O tomador pode pagar parceladamente (sujeito a exigências de pagamento mínimo), ou integralmente, a qualquer momento.
Cartão de Crédito Básico
CMN 3.919

É um cartão exclusivo para o pagamento de compras ou prestação de serviços devendo ser o cartão de crédito com o menor custo para o cliente emitido pela instituição financeira.
Não pode ser associado a programa de benefícios.
Cartão BNDES
O Cartão BNDES é um crédito rotativo e pré-aprovado, destinado às MPMEs para o financiamento de investimentos e aquisição de produtos credenciados. Podem adquirir o cartão empresas com faturamento de até 90 milhões e estiverem em dia com as obrigações federais. As compras são feitas exclusivamente pelo site do cartão BNDES.
Importante:

--> Limite de 1 Milhão por cartão por banco emissor;
--> Parcelamento em até 48 meses;
--> Juros pré-fixados;
--> Não incide IOF;
Um título de capitalização é um título de crédito comercializado por empresas de capitalização, com o objetivo de formação de uma aplicação, mas também com um caráter lotérico, de sorteio de prêmios de capitalização. Um dos pioneiro no Brasil foi o Silvio Santos com o Carnê do Baú e a Tele-Sena onde o primeiro caso o cliente não fosse sorteado pudia ser trocado por produtos nas lojas do Baú e o segundo resgatar parte do valor após um ano.

Neste produto, o capitalizador concorre a prêmios de sorteio, recebendo ao final da aplicação seu dinheiro acrescido de reajustes e subtraido taxas de administração e cota para sorteio. Os títulos de capitalização são desvantajosos em relação a rentabilidade de outros investimento, inclusive em relação à poupança, porém com o diferencial de concorrer a prêmios sorteados. A maiorias dos contratos também estipula prazo de carência para resgate e parte do valor capitalizado fica com o banco no caso de resgate anterior ao prazo estipulado no contrato.
Estrutura
Os valores aportados pelo capitalizador são geralmente divididos entre a parte a ser capitalizada, a parte de sorteio e a parte referente a administração. Ao fim do plano, ou após o período de carência, o capitalizador só terá direito a resgatar a parte capitalizada. A parte de sorteio é destinada ao pagamento dos prêmios de sorteio e a taxa de administração é destinada a remunerar a empresa que administra o título.

Em razão disso, a capitalização é uma operação desvantajosa ao cliente, pois geralmente o valor do saque ao final do plano é pouco ou nada maior que a soma de todos os pagamentos feitos ao longo do tempo. Em função disso os títulos de capitalização não devem ser considerados como uma aplicação financeira ou uma poupança, pois não se enquadram nem como de renda fixa, já que tendem a render quase nada.
Utilizações
Desvantagens
Comercialização
Além de ser uma forma de poupança forçada que visa criar disciplina financeira e uma reserva econômica ao capitalizador, os títulos de capitalização possuem outras utilizações.

Visando atrair um maior número de pessoas para esse produto, empresas de capitalização têm buscado inovar com a criação de títulos que garantem a quitação de empréstimos ou que sirvam como garantia de aluguel.
Título de Capitalização é um produto altamente desvantajoso para o cliente além de altamente lucrativo para a instituição financeira. Os bancos visam principalmente pessoas que são atraídas pelos sorteios e geralmente não tem muito conhecimento sobre o valor do dinheiro e aplicações financeiras.
Abaixo, a lista das razões que este produto levam o consumidor ao prejuízo.

- Título de capitalização não é investimento é um jogo: É mais barato apostar na loteira que comprar este produto.

- O rendimento é inferior ao da poupança: A maior parte de dos bancos corrigem o valor aplicado a uma taxa diminuta (TR). Além disto, cobram taxas como de carregamento, administração e cota para sorteito reduzindo ainda mais o a retabilidade.

- O dinheiro do cliente fica “preso”: Os bancos estabelecem um prazo de carência aonde o cliente não pode retirar o dinheiro antes de um prazo. Se o cliente deseja retirar antes é cobrado uma multa.
Em suma, os bancos tem um grande lucro com esse tipo de produto em cima dos seus correntistas. Conseguem recursos a taxas extremamente baixas e somente repassam uma diminuta correção aos seus clientes ainda descontando taxas de carregamento, saque, administração, parte que fica para capitalização e pagamento dos prêmios... Por este motivo, tentam empurrar a todo momento este produto para os seus correntistas.
Vantagens
No Brasil, para trabalhar com capitalização, a empresa deve ter registro na Susep, órgão que normatiza e fiscaliza o setor.

Há duas formas de comercialização desses títulos, de pagamentos periódicos ou único. No Brasil são chamados de PM (Pagamento Mensal) e o PU (Pagamento Único).

O PM é um plano em que os pagamentos dos prêmios são periódicos, geralmente mensais. É possível que após o último pagamento o plano ainda mantenha-se em vigor, pois seu prazo de vigência pode ser diferente do que seu prazo de pagamento. Os planos PU são aqueles em que o pagamento é único e sua vigência fica estipulada na proposta.

As empresas responsáveis por essa comercialização estão reunidas na Fenacap - Federação Nacional de Capitalização.
O que é?
--> Previdência Complementar;
--> Sistema de Acumulação de Recursos;
--> Seguro para Velhice;
--> Aplicações Mensais;
--> Benefício: Renda ou Resgate.
Existem dois tipos de entidades de previdência complementar no Brasil: a aberta e a fechada. A aberta, pode ser contratada por qualquer pessoa física ou jurídica, enquanto a fechada é destinada a grupos, como funcionários de uma empresa ou associados de instituidores.
Aberta
Fechada
Previdências fechadas são administradas por Entidades Fechada de Previdência Complementar – EFPC é a operadora do planos de benefícios, constituída na forma de sociedade civil ou a fundação, sem fins lucrativos, que tenha por objeto operar plano de benefício de caráter previdenciário. Assim, EFPC é a instituição criada para o fim exclusivo de administrar planos de benefícios de natureza previdenciária, patrocinados e/ ou instituídos.
As EFPC podem ser qualificadas da seguinte forma:
A criação de uma EFPC está condicionada a motivação do patrocinador ou instituidor em oferecer aos seus empregados ou associados planos de benefícios de natureza previdenciária, razão pela qual são acessíveis, exclusivamente:

I – aos servidores ou aos empregados dos patrocinadores;

II – aos associados ou membros dos instituidores.
Criada em 1904, antes mesmo da Previdência Oficial em nosso País, a PREVI - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil é o maior fundo de pensão da América Latina.

A PREVI é uma entidade fechada de previdência e seus participantes são funcionários do Banco do Brasil e empregados do quadro próprio. A Instituição trabalha para garantir a esses participantes benefícios previdenciários complementares aos da Previdência Oficial, de forma a contribuir para a qualidade de vida dos associados e de seus dependentes.
Qualificação das Entidades


a) de plano comum, quando administram plano ou conjunto de planos acessíveis ao universo de participantes; e

b) de multiplano, quando administram plano ou conjunto de planos para diversos grupos de participantes, com independência patrimonial.
De Acordo com Os Planos

a) singulares, quando estiverem vinculadas a apenas um patrocinador ou instituidor; e

b) multipatrocinadas, quando congregarem mais de um patrocinador ou instituidor.
De Acordo com os Patrocionadores
Constituição
Previ
Simplificando!!!
Fechada
-> Destinado a funcionários e entidades de classe;
-> Exclusivo para empresas e associações;
-> Fundos de Pensão;
-> Sem fins Lucrativos;
-> Contribuição Mensal desontada do salário;
-> Colaboração ou não da empresa;
Aberta
-> Destinada ao público em geral;
-> Com Fins Lucrativos;
-> Contribuição Mensal (Carregamento);
-> Renda Fixa ou Multimercado;
As Previdências Privadas Abertas são comercializadas por bancos e seguradoras, e podem ser adquiridos por qualquer pessoa física ou jurídica. O órgão do governo que fiscaliza e dita as regras dos planos de Previdência Privada é a Susep (Superintendência de Seguros Privados), que é ligada ao Ministério da Fazenda.
Principais Tipos
Tipos de Renda
Tributação
-> Permite abater da base de cálculo do IR os aportes realizados anualmente ao plano até um limite máximo de 12% da renda bruta tributável do investidor.

-> Indicado para as pessoas que optam pela declaração completa do Imposto de Renda.

-> Essa dedução não significa que os aportes feitos na Previdência são isentos de IR. Haverá incidência do IR sobre o valor total do resgate ou da renda recebida quando eles ocorrerem.
PGBL
VGBL
-> Não permite abater do IR os aportes ao plano.

-> É indicado para quem usa a declaração simplificada ou é isento ou ainda para quem já investe em um PGBL, mas quer investir mais de 12% de sua renda bruta em previdência privada.

-> O IR incidirá apenas sobre os rendimentos do plano e não sobre o total acumulado.
O investidor pode optar pela tabela progressiva ou pela tabela regressiva, veja abaixo:
Regressiva
Progressiva
->
Renda vitalícia
é uma renda mensal que durará o restante da vida. O valor será corrigido por índice estipulado no contrato.

->
Renda vitalícia com prazo mínimo garantido
o investidor receberá rendimentos mensalmente. Em caso de morte antes do prazo garantido, a família fica com o dinheiro.

->
Renda vitalícia reversível ao cônjuge
o beneficiário receberá uma renda mensal fixa. Em caso de falecimento, o parceiro continuará a receber o dinheiro. Também há a opção de
continuidade aos menores
com o limite de idade de 24 anos.

->
Renda com prazo certo
onde o rendimento será pago por um prazo determinado.

->
Resgate programado
onde é possivel a realização de retiradas programadas, como por exemplo uma ou duas vezes por ano.

->
Resgate total
é quando todo o montante é sacado de uma vez em data programada.
Dá-se o nome de seguro a todo contrato pelo qual uma das partes, segurador, se obriga a indenizar a outra, segurado, em caso da ocorrência de determinado sinistro, em troca do recebimento de um prêmio de seguro. No Brasil, todos os seguros são regulados e fiscalizados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).
Classificação
Ramos
Funcionamento
Os seguros são divididos em três categorias:

-->Seguros de Pessoas;
--> Bens;
--> Responsabilidade (crédito, fidelidade, responsabilidade civil).

Para a contratação de um seguro é necessário que o negócio seja intermediado pelo Corretor de Seguros, devidamente habilitado.

No Brasil, a SUSEP nove grupos nos quais dividiu e classificou os ramos de seguro:
Pessoa Física
Pessoa Jurídica
Estes seguros cobrem perdas e danos ocorridos aos veículos terrestres automotores. Coberturas básicas:
colisão, incêndio e roubo
que podem ser contratadas separadamente ou agrupadas. Este seguro pode cobrir também prejuízos causados a terceiros (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos – RCFV), Acidentes pessoais de Passageiros, Assistência 24 hs e reposição de veículo em caso de acidente. Seu custo varia de acordo com as características do carro.
Este seguro cobre furtos e roubos e danos a bicicletas, geralmente contratado junto ao seguro residencial.

Possuem ampla cobertura, desde o furto simples da garagem ao transporte em condições legais em veículos ou mesmo quedas.
São seguros que garantem ao beneficiário ou ao próprio segurado um capital ou renda determinada no caso de morte, ou no caso do segurado sobreviver em um prazo convencionado. Mediante coberturas adicionais, pode cobrir invalidez permanente.
Objetiva garantir o reembolso das despesas médico-hospitalares, dentro dos limites estabelecidos na apólice, decorrentes de acidentes ou doenças, efetuados pelo segurado titular e respectivo dependentes. O segurado tem livre escolha dos serviços médicos.
Tem por finalidade cobrir custos relacionados a doenças ou acidentes durante viagens. É válido durante um período pré-determinado escolhido no momento da compra do seguro e começa a vigorar a partir do início da vigência desde que o assegurado esteja no aeroporto ou pelo menos 100 km de distância de sua residência. As coberturas variam de acordo com a seguradora e o plano, a maioria dos seguros oferecem cobertura em caso de doença e acidentes, porém é muito comum os planos oferecerem outras coberturas, como bagagem, atraso de voo, concierge, fiança e outros. Brasileiros viajando para Europa devem contratar obrigatoriamente uma cobertura de no mínimo 30 mil Euros de acordo com exigências do tratado de Schengen.
Este seguro oferece cobertura para danos causados por incêndio, queda de raios e explosão causada por gás. Legalmente obrigatório para as pessoas jurídicas.
Este seguro tem por finalidade básica garantir indenização por prejuízos conseqüentes de roubo e/ou furto qualificado.
Apólice de seguro contratada principalmente por empresas com o objetivo de assegurar o valor total ou parte das negociações, contra o risco de inadimplência de pagamentos.
Oferece cobertura contra perdas físicas da lavoura, geralmente decorrente de intempéries como chuva, seca, granizo etc...
Os seguros de qualquer tipo, estão baseados nos princípios de risco e do gerenciamento de risco. Com base em uma grande base de dados as seguradoras fazem cálculos de probabilidade estatística do risco adicionando o valor do "produto" segurado para ajustar o preço da apólice ou também chamado prêmio.
Contratos de seguro são negócios especulativos onde o risco é passado a um terceiro.
RESSEGURO:
Seguro do Seguro.
1) O cliente presta informações de "Boa Fé";
2) A seguradora realiza os cálculos de risco e retorna o cliente com uma proposta;
3) Com a contratação do seguro paga-se a Apólice ou Prêmio;
4) Em caso de sinistro, aciona-se a seguradora que fará uma vistoria no item sinistrado;
5) Sendo o contrato de "boa fé", paga-se a franquia caso exista, e o sinistro indenizado;
Automóvel
Bicicleta
Vida
Saúde
Viagem
Incêndio
Roubo
Crédito
Agrícola
Observações
-> Não pode haver mais de um seguro com a mesma cobertura;

-> Seguros rurais são isentos de todos os impostos;

-> As segurarodas fazem o Resseguro, seguro para seguradoras;

-> Retrocessão é quando o ressegurador passa parte dos riscos a outra seguradora;
O DPVAT, seguro obrigatório de veículos é um seguro de responsabilidade civil obrigatório, pago anualmente pelo proprietário de automóvel juntamente com o IPVA. Este seguro visa indenizar vítimas de veículos automotores de via terrestre, não importando quantas estiverem envolvidas em um mesmo acidente. Independente da apuração dos culpados.
Seguro Obrigatório
Full transcript