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Copy of Ética, Responsabilidade Social e Gestão de Pessoas

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by

Eduardo Vianna Jr

on 16 June 2013

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Transcript of Copy of Ética, Responsabilidade Social e Gestão de Pessoas

Premissas importantes
Tecnologia da informação
Ética e Responsabilidade Social
Sabedoria (+Valores)
Conhecimento
Informações
Dados
Eventos
Premissas importantes
Reflexão sobre novos paradigmas:

Do resultado à repercussão

Da imagem à reputação

A interdependência em tempos de forte individualismo (o déficit grego, as hipotecas americanas, o namoro do Clinton, o CO2...)
Utilização da Terra pela humanidade
Pegada Ecológica
No mundo, existem 1,8 hectares globais de área biologicamente produtiva por pessoa.

A pegada ecológica média mundial é de 2,2 hectares, 22 % acima do limite sustentável.
?
Qual o meu papel e das organizações onde atuo em todo este contexto?

Vamos pensar, sentir e agir de forma ampliada, sistêmica;

“O pensar global e agir local.” (Edgar Morin)
Ética e Responsabilidade Social
Três paradigmas possíveis de RSE
1. Visão clássica: nesta perspectiva a função prioritária da empresa é gerar lucro e este objetivo deve subordinar todas as decisões.

Nas palavras de Friedman (1985): "Existe uma e apenas uma responsabilidade social da atividade de negócios: utilizar seus recursos e engajar-se em atividades delineadas para incrementar lucros, tanto quanto possível dentro das regras do jogo, qual seja, engajar-se em mercado livre e competitivo, sem fraudes.”

No limite, esta perspectiva segundo a qual "o negócio dos negócios é fazer negócio" afirma que a responsabilidade social (tal como proposta nas visões seguintes) não é função da empresa.
2. Visão instrumental-pragmática: nesta posição, a RSE é vista como um fator de competitividade que pode promover o fortalecimento do negócio.

Ações de responsabilidade social são adotadas, antes de tudo, porque agregam valor ao negócio no curto prazo ou mesmo no longo prazo.
3. Visão instrumental-emancipatória: nesta perspectiva, a RSE se justifica, sobretudo, por sua contribuição para o bem-estar da coletividade, na qual também a empresa está inserida.

No limite, esta visão da RSE acena com a possibilidade de um capitalismo socialmente orientado, capaz de oferecer repostas mais efetivas para os desafios da inclusão social, da justiça social e da sustentabilidade.

(FIESP,2003)
Sustentabilidade
Ética e Responsabilidade Socio-ambiental
Os caminhos para a ISO 26000
Inserir aqui o filme
O mapa do que sabemos
O Marketing Social
A Ação Social
O Investimento Social
O Balanço Social
A Responsabilidade Social
A Assistência Social
Qual o conhecimento queremos construir
Responsabilidade social empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.

Demonstro a seguir a “ponte” que precisamos construir para chegar até lá, com a vivência e prática durante as aulas e após o Curso, cada um em seu local de atuação (família, empresa, cargo público, organizações do terceiro setor, etc.)

Para tanto, proponho temas com as seguintes linhas para o debate:

“Atrás de um CNPJ existem muitos CPFs” - as organizações são suas pessoas;
“O caminho do 'Eu' ao 'Nós' – construção de redes”;
“Quando o dedo aponta para a lua, o medíocre olha para o dedo” - entender a missão da organização e a importância do nosso papel;

No decorrer dos 08 encontros/aulas, trago a fundamentação bibliográfica, com Tsunami de Victor Piñedo em que considera que para alcançarmos um equilíbrio adequado para a RSE, é preciso de um novo patamar de ética nos negócios e nas relações humanas; e para isso ocorrer o grupo, equipe ou time, tem que ter um nível de maturidade bem estabelecido.
E como chegar a isso?
Victor Piñedo propõe para um processo contínuo de amadurecimento das pessoas uma metodologia especial para as organizações (ROSE, AQUI CONSIGO “LINKAR” O CURSO À ESTA IMPORTANTE DISCIPLINA) onde as pessoas participem dos processos decisórios, estudando os problemas e desafios, quebrando níveis hierárquicos rígidos, e nos fazendo compreender que há momentos em que somos líderes e há momentos em que somos liderados...
Mas tudo isso sem “descartar” a função importante das responsabilidades, cargos, alçadas, etc.

Instrumentos para que nosso Especialista formado faça isso acontecer onde atua:

Ação Social
Assistência Social
Investimento Social
Balanço Social
Marketing Social
Responsabilidade Social
Responsabilidade Sócio Ambiental
Sustentabilidade das organizações
TBL - Triple Bottom Line
3Ps - Planet, People, Profit
Princípio da sustentabilidade - O uso sustentável dos recursos naturais deve suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas. Relatório de Brundtland (1987)
Capitalismo Natural

Economia Ecológica

Ray Anderson e a Interface

PIB X FIB
O que é mais importante pra você?
O encontro entre as pessoas e os números
Balanço Social
Definições e objetivos
Para José Eduardo Prudêncio Tinoco (2001, 2004, 2008) “B.S. é um instrumento de gestão e de informação que visa evidenciar, da forma mais transparente possível, informações contábeis, econômicas, ambientais e sociais do desempenho das entidades aos mais diferenciados usuários.”
Para Danziger (1983) “o B.S. é um documento importante, espelho da situação social na empresa, ele testemunha o clima que a rege. Plataforma de cooperação ou de reivindicação, ele inaugura de maneira implícita uma nova era nos relatórios entre a direção e os assalariados”.
Para Edmond Marquès (1978) “Em uma muito larga medida a empresa é o seu pessoal. Fazer um balanço social é, com efeito, em um largo sentido descrever seu pessoal, a forma como este evolui, as diversas categorias que o compõe, as condições nas quais trabalha, como entra e como sai da empresa, a interface enfim, deste parceiro privilegiado com os outros membros dos que nós tínhamos qualificado de coalizão de interesses.”
Segundo Kroetz (2000) os objetivos do BS são:

Revelar (junto c/ demais relatórios) a estratégia de sobrevivência e crescimento da entidade;

Evidenciar, através de indicadores econômicos e sociais, as contribuições da empresa à qualidade de vida da comunidade;

Abranger todo o conjunto de interações sociais que compreende clientes, fornecedores, governo, acionistas, investidores, etc.

Divulgar os investimentos realizados no desenvolvimento de pesquisas e tecnologias;

Compor um banco de dados confiável para análise e tomada de decisão dos usuários diversos;

Medir os impactos das informações apresentadas no BS perante a comunidade onde mantém relação de negócios;

Servir de instrumento para negociações laborais entre empresa, sindicatos, representantes dos empregados;

Clarificar os objetivos e políticas administrativas que possibilitem avaliar a entidade, em função não apenas do resultado econômico, mas também dos resultados sociais;

Ampliar o grau de confiança da sociedade em relação à entidade;

Verificar a participação dos trabalhadores no processo de gestão;
Sua importância está em “humanizar as informações e o conhecimento da organização”, e procurar compreender a repercussão do trabalho, mais do que seus resultados, e isso nem sempre é tangível: aqui está um dos grandes desafios;
Modelo iBase de Balanço Social
Norma internacional de RSE
com rascunho oficial aprovado,
deve ser publicada em Dezembro/2010
Os sete princípios da ISO 26000 são:

• Responsabilidade;
• Transparência,
• Comportamento Ético;
• Consideração pelas partes interessadas;
• Legalidade;
• Normas Internacionais;
• Direitos Humanos.
Além dos princípios, os temas centrais do documento envolvem as áreas de Direitos Humanos; Práticas de Trabalho; Meio Ambiente; Práticas Leais de Operação; Combate à Corrupção e Propina; Consumidores e Desenvolvimento aliado a participação comunitária. As empresas terão de aplicar ações de cada área citada em suas gestões.
Ação social
É qualquer atividade realizada pela empresas para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não governamentais, associações comunitárias, etc), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitorado de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial, ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade.
Investimento Social Privado
“Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias ou indivíduos.
A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações assistencialistas.
Diferentemente do conceito de caridade, que vem carregado da noção de assistencialismo, os investidores sociais privados estão preocupados com os resultados obtidos, as transformações geradas e o envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação”.
O GRI estabelece diretrizes para
elaboração de relatórios de sustentabilidade
As Diretrizes para a Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade compreendem os princípios, as orientações e os indicadores de desempenho. Todos esses elementos têm o mesmo peso e importância.
Ferramenta de gestão para o
desenvolvimento sustentável
em consonância com GRI e ISO 26000
O encontro entre as pessoas e os números
Há dúvidas de que precisamos de boas transformações?
Fonte: Worldwatch Institute, 2001
No Brasil, a pegada ecológica média é de 2,2 hectares.
Balanço Social
O atendimento aos requisitos da Norma não significa que a organização é socialmente responsável, mas que possui um sistema da gestão da responsabilidade social.
Sistema de gestão da responsabilidade social
Fundamentada na metodologia conhecida como PDCA (Plan-Do-Check-Act ou planejar, fazer, verificar e atuar)
Pacto Global
Casos reais
É o homem o centro do Universo?
Mapa conceitual
O que sabemos?
"Ética a Nicômaco" Aristóteles
"uma capacidade verdadeira e raciocinada de agir com respeito às coisas que são boas ou más para o homem"
Sabedoria prática: é o conhecimento experiencial que permite ao indivíduo tomar decisões éticas. (NONAKA E TAKEUSHI)
Ethos, até sec VI a.C. = morada do humano
Ética, do grego, ethos = marca, "caracter" (característica), comportamento; "aquilo que te marca".
Ética, (na filosofia), busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade;
Moral – obediência à normas
“Ética é definida como a explicitação teórica do fundamento último do agir humano na busca do bem comum e da realização individual.” (Código de Ética do Profissional de Administração);
Prof. Eduardo Vianna Jr. edujr.adm@gmail.com
Vamos calcular a Pegada Ecológica da nossa turma?
http://wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica/calculadora/
http://g1.globo.com/videos/globo-news/cidades-e-solucoes/
Quanto vale a biodiversidade?
Balanço Social
Quais os caminhos possíveis?
Plataforma para uma Economia Verde, Inclusiva e Responsável
Consumo consciente
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-d8e2011_IndicadoresEthos_PORT.pdf
Indicadores Ethos
Pesquisa sobre o perfil dos Recursos Humanos nas 500 maiores empresas
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-eb4Perfil_2010.pdf
http://www.etco.org.br/user_file/consumo_consciente_akatu.pdf
As Metas do Milênio das Nações Unidas
http://www.nospodemos.org.br/
http://www.pnud.org.br/odm/
http://www.unglobalcompact.org/COPs/detail/8676
Relatório Unimonte do Pacto Global
Compêndio para a Sustentabilidade
http://www.compendiosustentabilidade.com.br/2008/index.asp
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-d8e2011_IndicadoresEthos_PORT.pdf
As seis faculdades do líder sábio
Group
Comunica a essência
Capta a essência
Pode julgar o que é bom
(cc) photo by theaucitron on Flickr
(cc) photo by theaucitron on Flickr
copy paste branches if you need more....
A ética e a liderança
O Líder Sábio
Cria um contexto comum
Exerce poder político
Cultiva nos outros a sabedoria prática
"Firmas em Wall Street achavam que poderiam controlar um risco maior com o uso de números, fórmulas científicas - em vez de avaliar individualmente cada empréstimo" (NONAKA e TAKEUCHI, 2011)
"A criação do futuro deve estrapolar os limites da empresa; deve envolver a busca do bem comum."
"Sabedoria prática é o conhecimento experiencial que permite ao indivíduo tomar decisões éticas."
Aristóteles:
episteme é o "saber-por-quê"
techne é o saber-como, know-how
phronesis é o saber-o-que-deve-ser-feito

APRENDER A FAZER
APRENDER A SER
APRENDER A CONVIVER
APRENDER A APRENDER
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/5151/servicos_do_portal/noticias/itens/instituto_ethos_e_parceiros_lancam_plataforma_por_uma_nova_economia.aspx
NONAKA e TAKEUCHI, Harvard Business Review
Iso 26000
ISO – International Organization for Standardization
International Organization for Standardization ou Organização Internacional pela Normalização – é a maior desenvolvedora de normas internacionais no mundo.
A ISO é uma federação de organismos de normalização nacionais (no Brasil a organização que é membro da ISO é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas)
e conta com 162 membros. Atualmente existem mais de 7500 normas
Maior destaque : ISO 14001 de gestão ambiental e a ISO 9001 de gestão da qualidade.
São genéricas (podem ser usadas por qualquer organização) e trazem provisões para a implementação de um sistema de gestão.
Hoje estas normas já foram implementadas por mais de um milhão de organizações em 175 países.
A ISO construiu uma parceria estratégica com a OMC (Organização Mundial do Comércio).
O TBT – Agreement on Technical Barriers to Trade ou Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio – é o documento da OMC que reconhece a importância
das normas internacionais para o comércio e a necessidade de garantir que normas internacionais e outros documentos não criem barreiras desnecessárias ao comércio.
O acordo também reconhece o uso de normas internacionais como base para o desenvolvimento de regulamentações técnicas para o comércio.
 FONTE: www.iso.org, acesso em outubro de 2009
É uma norma de diretrizes, sem propósito de certificação;
É aplicável a qualquer tipo de organização, como empresas, governos,
ONGs, entre outros;
É consistente e não conflitante com normas da ISO e outros documentos,
tratados e convenções internacionais já existentes;
Não tem caráter de sistema de gestão (modelo PDCA).
Processo pela 1ª vez “multisteakholders”;

 FONTE: www.ethos.org.br, acesso em Novembro de 2010.
Principais pontos abordados:

1° que o objetivo da responsabilidade social é contribuir para o desenvolvimento sustentável;

2° a crescente associação do desempenho das organizações em relação aos impactos gerados no meio ambiente e na sociedade;

3° a influência que o comportamento socialmente responsável de uma organização tem sobre seus stakeholders (maior confiança, melhor reputação, retenção e atração de profissionais, melhor produtividade, visão mais positiva por parte dos investidores e da comunidade financeira, fidelização do consumidor e melhor qualidade no relacionamento com os diversos públicos);

4° o estímulo para que as organizações venham a se tornar mais socialmente responsáveis por meio do uso da norma, com base no engajamento com os stakeholders, no atendimento à legislação aplicável e no respeito a convenções e instrumentos reconhecidos internacionalmente;
A norma ISO 26000:
-> estabelece diretrizes aplicáveis a todos os tipos de organização sobre conceitos de RS, termos e definições, histórico e características, princípios, práticas, temas pertinentes, integração, implementação e promoção da RS na organização e sua esfera de influência, identificação e engajamento de stakeholders, comunicação de desempenho e compromissos relacionados à RS e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável;
-> estimula as organizações a ir além do cumprimento da lei;
-> promove entendimento comum em RS;
-> complementa outros instrumentos e iniciativas relacionados à RS, e não os substitui;
-> não tem o formato de sistema de gestão e não é apropriada para certificação.
Conceitos na ISO 26000
Cadeia de valor
Seqüência completa de atividades ou partes que fornecem ou recebem valor na forma de produtos ou serviços
NOTA 1 Partes que fornecem valor incluem fornecedores, trabalhadores terceirizados e outros.
NOTA 2 Partes que recebem valor incluem clientes, consumidores e outros usuários.
Desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir suas próprias necessidades
NOTA Desenvolvimento sustentável refere-se à integração de objetivos de alta qualidade de vida, saúde e prosperidade com justiça social e manutenção da capacidade da Terra de suportar a vida em toda a sua diversidade. Esses objetivos sociais, econômicos e ambientais são interdependentes e reforçam-se mutuamente. Desenvolvimento sustentável pode ser tratado como uma forma de expressar as expectativas mais amplas da sociedade como um todo.
Diligência devida (due diligence)

Um esforço abrangente e proativo de identificar riscos ao longo de todo o ciclo de vida de um projeto ou atividade organizacional visando evitar ou mitigar esses riscos
Esfera de influência

Área ou relações políticas, contratuais ou econômicas em que uma organização tem a capacidade de afetar as decisões ou atividades de indivíduos ou organizações
NOTA: Área pode ser compreendida tanto no sentido geográfico como funcional.
Normas internacionais de comportamento
Expectativas de comportamento organizacional socialmente responsável oriundas do direito internacional costumeiro, dos princípios geralmente aceitos de leis internacionais ou de acordos intergovernamentais que sejam universalmente ou praticamente universalmente reconhecidos
NOTA1 Acordos intergovernamentais incluem tratados e convenções
NOTA 2 Apesar dessas expectativas oriundas do direito internacional costumeiro, dos princípios geralmente aceitos de leis internacionais ou de acordos intergovernamentais serem originalmente direcionadas a governos, elas expressam objetivos e princípios aos quais todas as organizações poderão aspirar. As normas internacionais de comportamento evoluem com o tempo.
Responsabilidade social
Responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente, por meio de um comportamento ético e transparente que contribua para o desenvolvimento sustentável, inclusive a saúde e bem estar da sociedade;
- leve em consideração as expectativas das partes interessadas;
- esteja em conformidade com a legislação aplicável e seja consistente com as normas internacionais de comportamento;
- esteja integrada em toda a organização e seja praticada em seus relacionamentos.
NOTA 1 Atividades incluem produtos, serviços e processos.
NOTA 2 Relações referem-se às atividades da organização dentro de sua esfera de influência
Compreendendo a RSE na ISO
Características da responsabilidade social:
Expectativas da sociedade;
O papel dos stakeholders (indivíduo ou grupo que tem um interesse em quaisquer decisões ou atividades de uma organização);
A integração da responsabilidade social na organização;
A relação com o desenvolvimento sustentável;
Princípios de RSE na ISO
Respeito pelas normas internacionais de comportamento
Nesta parte a norma apresenta um Box intitulado “Entendendo a cumplicidade”. O conteúdo do Box explica o importante conceito de cumplicidade da seguinte forma:
“uma organização pode ser considerada cúmplice por auxiliar na realização de atos “faltosos” de outras organizações que gerem ou possam gerar impactos negativos no meio ambiente ou sociedade; e  que a organização, por meio da sua diligência devida – ou “due diligence” – sabia ou deveria saber. Uma organização também pode ser considerada cúmplice quando fica em silêncio ou se beneficia de tais atos “faltosos”
É muito interessante notarmos que a norma relaciona o conceito de cumplicidade com o de diligência devida – “due diligence”.
Respeito pelos direitos humanos
Prestação de contas e responsabilidade (accountability)
“(…) que a organização preste contas e se responsabilize por seus impactos na sociedade e no meio ambiente. Esse princípio sugere que uma organização aceite uma investigação apropriada e também aceite o dever de responder a essa investigação”.
Transparência
Este princípio é definido como “ser transparente em suas decisões e atividades que impactam sobre o meio ambiente e a sociedade”.
Comportamento ético
Este princípio é definido como “comportar-se eticamente em todos os momentos”
Este princípio é definido como “respeitar, considerar e responder aos interesses das partes interessadas”.
Artigo sobre petróleo em seus municípios e estados produtores
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0210201104.htm
ethos com "e" = morada, abrigo permanete; não é algo acabado, mas sempre a ser feito (BOFF, Leonardo. Ethos mundial: um consenso mínimo entre humanos)
ethos = ética: é uma realidade da ordem dos fins: viver bem, morar bem, o bem comum.

Aristóteles novamente: o centro do ethos é a felicidade (auto-realização pessoal e social do cidadão)
Ethos com "E" = costumes, conjunto de valores de hábitos consagrados pela tradição cultural de um povo, se traduzindo comumente como Moral
Os hábitos e os costumes (ethos/moral) visam a fazer a moardia humana o meio social sustentáveis, autõnomos e habitáveis (ethos/ética) para todos, portanto bons produtores de felicidade
Falta de ética = falta de princípios, atitudes
Falta de moral = atos contrários ao princípios
E quem define o que é ético e moral?
Assunto para outra Pós...
Responsabilidade Social
&
"Quero? Devo? Posso? Três perguntas essenciais para cuidarmos da vida coletiva." CORTELLA, Mario Sergio.
Ética é o conjunto de princípios e valores da nossa condução da vida vivida em conjunto
http://globotv.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/v/economista-indiano-cria-sistema-para-calcular-valor-da-biodiversidade/1571219/

Ativistas: valorizam a contribuição maior para o planeta e a sociedade; precisam ter certeza de que a empresa onde estão tem uma governança que considere o econômico, o social e o ambiental (A lei Ficha Limpa, com 2 milhões de assinaturas, o fracionamento de remédios,);


(VISSER Wayne, Making a Diference, Professor da Universidade de Mannheimm - Alemanha)

Especialista: sust. campo de oportunidades técnicas para desenvolver soluções sustentáveis pois exigem inteligência e especialização. Capacidade de análise e observação, o primeiro engajamento é intelectual; diverte-se com o poder da solução técnica (o motor híbrido, o biodigestor, o biodiesel, o aquecedor solar, o reúso da água da chuva);
Ação Social: atividades para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, ongs, oscips assoc... Etc.) em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas com o uso planejado e monitorado de recursos.
Investimento Social Privado: é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se nesse universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias ou indivíduos. A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento s. p. e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações assistencialistas (resultados obtidos e transformações geradas e envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação.
Marketing Social: conjunto de atividades, técnicas e estratégias utilizadas para estimular e promover mudanças sociais, como alterações de crenças, atitudes e comportamentos. São empregados conceitos e ferramentas originárias do marketing convencional com o objetivo de promover mudanças sociais. (campanhas de planejamento familiar, prev. De doenças, direitos humanos, economia de energia, preservação ambiental...).
“Toda a vida (ainda das coisas que não têm vida) não é mais que uma união. Uma união de pedras é edifício: uma união de tábuas é navio: uma união de homens é exército. E sem essa união, tudo perde o nome e mais o ser.
  “... Para derrubar um reino e muitos reinos onde há desunião, não são necessárias baterias; não são necessários canhões; não são necessários trabucos; não são necessárias balas, nem pólvora. Basta uma pedra: o lápis.
“... Por mais alta que esteja a cabeça, se não está unida é pés. Por mais ilustre que seja o ouro, se não está unido é barro. Nobreza e desunida, não pode ser, pois em sendo desunida, deixa de ser nobreza. É vileza.
O edifício sem união é ruína: o navio sem união é naufrágio: o exército sem união é despojo. Até o homem (cuja vida consiste na união de alma e corpo) com união é homem, sem união é cadáver.
“Para derrubar um reino e muitos reinos onde falta a união não são necessários exércitos, não são necessárias campanhas, não são necessárias batalhas, não são necessários cavalos, não são necessários homens, nem um homem, nem um braço, nem uma mão.  Nós temos muito boas mãos e o sabem muito bem os nossos competidores. Mas se não tivermos união, nem eles haverão mister mãos para nós, nem a nós nos hão de valer as nossas.”
Pe. Antonio Vieira (1662)
Quatro “perfis” de profissionais que atuam em sustentabilidade e RS nas empresas (como se envolvem, como se sentem + confortável, satisfeitas e felizes com o seu trabalho, ainda que tenham um pé em cada categoria. Perfil psicológico e maneira como se motivam e identificam com as atividades.
Facilitador: generalista, preocupado como elementos do time se apropriam do tema para promover a mudança; empoderamento das pessoas; desenvolve condições internas, removem obstáculos comportamentais, assegura gestão de pessoas e do conhecimento eficazes. Quer fazer funcionar, é um líder e não necessariamente o “chefe” do “comando-controle”, quer ver os profissionais trabalhando a solução no cotidiano (a redução da gravata para reduzir o ar condicionado, a separação dos resíduos internos, o retorno ao vasilhame)
Catalisadores: visionários, em posição estratégica, percebem tendências, reúnem os esp. E facilitadores para garantir a realização de uma nova visão, estabelecem metas e diretrizes inovadoras capazes de inserir o negócio na sustentabilidade.
Ação social
É qualquer atividade realizada pela empresas para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não governamentais, associações comunitárias, etc), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitorado de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial, ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade.
Investimento Social Privado
“Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias ou indivíduos.
A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações assistencialistas.
Diferentemente do conceito de caridade, que vem carregado da noção de assistencialismo, os investidores sociais privados estão preocupados com os resultados obtidos, as transformações geradas e o envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação”.
As seis faculdades do líder sábio
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Comunica a essência
Capta a essência
Pode julgar o que é bom
(cc) photo by theaucitron on Flickr
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A ética e a liderança
O Líder Sábio
Cria um contexto comum
Exerce poder político
Cultiva nos outros a sabedoria prática
NONAKA e TAKEUCHI, Harvard Business Review
Ação social
É qualquer atividade realizada pela empresas para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não governamentais, associações comunitárias, etc), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitorado de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial, ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade.
Investimento Social Privado
“Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias ou indivíduos.
A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações assistencialistas.
Diferentemente do conceito de caridade, que vem carregado da noção de assistencialismo, os investidores sociais privados estão preocupados com os resultados obtidos, as transformações geradas e o envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação”.
As seis faculdades do líder sábio
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Comunica a essência
Capta a essência
Pode julgar o que é bom
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