The Internet belongs to everyone. Let’s keep it that way.

Protect Net Neutrality
Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Serviço Social de Casos

No description
by

Juliana Martins

on 28 November 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Serviço Social de Casos

UFRGS Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social I Serviço Social de Casos Fonte: OTTONI VIEIRA, Balbina. Serviço Social: processos e técnicas. 4.ed. Rio de Janeiro: Agir, 1978. (p.20-123) Prof. Sergio Antonio Carlos Método Genérico “Na aplicação do método genérico, o assistente social observa e vê a realidade por um prisma que reflete a situação social-problema com a qual se defronta e que pode apresentar uma problemática com características individuais, grupais e comunitárias. A maneira de aproximar-se da situação determina o processo e as técnicas a serem usados." Década de 1920 nos EEUU Em relação ao Serviço Social de Casos verificaram: “1°) o Serviço Social se aplicava a grande variedade de ‘campos’(familias, menores, saúde, etc.);
2°) pareceria, portanto, tratar-se de métodos diferentes;
3°) apesar disso, afirmava-se também haver semelhança entre estes diversos trabalhos.” Relatório da Conferência de Milford Entre 1923 e 1928 um grupo de AS se reunem em Milford e concluem que:

“1) o Serviço Social de Casos aplica-se a vários campos, problemas e clientes;
2) os mesmos modos de proceder são empregados em qualquer campo ou para qualquer problema;
3) o que é específico são os campos, as situações sociais-problemas e a clientela;
4) portanto, o Serviço Social de Casos é um método genérico.” (OTTONI VIEIRA, 1978, p.20) Princípios Fundamentais
do Serviço Social 1) Postulado da dignidade da pessoa humana entendida como uma concepção do ser humano numa posição de eminência ontológica na ordem universal e ao qual todas as coisas têm que ser referidas. 2) Postulado da sociabilidade essencial da pessoa humana: reconhecimento da dimensão social intrínseca da natureza humana, em decorrência do que se afirma o direito da pessoa humana de encontrar na sociedade as condições para sua auto-realização. 3) Postulado da perfectibilidade humana – reconhecimento de que o homem é, na ordem ontológica, um ser que se auto-realiza no plano da historicidade humana, em decorrência do que se admite a capacidade e potencialidades naturais dos indivíduos, grupos e comunidades, para progredirem e se autopromoverem.” (Documento de Araxá, p.9 apud OTTONI VIEIRA, 1978, p.27) OBJETO E SUJEITO DO
SERVIÇO SOCIAL O Objeto do Serviço Social pode ser considerado como: 1) “A pessoa ou indivíduo. É a tese sustentada por Swithum Browers°. O objeto material é constituido por qualquer pessoa, enquanto o objeto formal é a pessoa em sua totalidade, na situação na qual existe, relacionada a todos os fatores na situação (ambiente) na qual se encontra [ . . .] 2) O próprio funcionamento social, ponto de vista defendido por vários autores americanos e pelo Council for Social Work Educatio, concebe o objeto do Serviço Social ‘como um complexo biopsiquico-social’, o que, segundo Nadir Kfouri, o vincula a uma concepção estática da sociedade, pois a interação só se daria ao verificar que a situação está ameaçada. [ . . .] O Objeto do Serviço Social pode ser considerado como: (continuação) 3) Mantendo certa relação com a idéia acima, outros autores situam o objeto do Serviço Social, na área das relações sociais, relações dos indivíduos entre si e do indivíduo com os grupos e dos grupos entre si, pois do mau funcionamento destas relações advêm todos os problemas que o Homem enfrenta. 4) A situação social-problema do cliente e sobre a qual recai a intervenção do Serviço Social. Não focaliza, no entanto, o termo ‘problemas’ como carência, mas numa perspectiva mais ampla, em que a intervenção ‘possa ser tanto de ordem socializante como preventiva e terapêutica’ ’(Dantas, 1971 apud OTTONI VIEIRA, 1978, p.33) °Journal of Social Work, 1949. Sujeito do Serviço Social O Sujeito do Serviço Social: Sujeito é quem faz, quem age, influencia e transforma. Para o Serviço Social, o sujeito é o homem como ser racional e social (OTTONI VIEIRA, 1978, p.20) ABORDAGEM INDIVIDUAL
Serviço Social com indivíduos HISTÓRIA Uma das tendências do Serviço Social foi a individualização da assistência: - Juan Vives (1492-1540) “salientou sua importância”
- São Vicente de Paulo (1581-1660 “insistiu sobre as ‘boas relações que devem existir entre quem faz e quem recebe a caridade’
- rederico Ozanam e suas conferências vicentinas (1833) “chamaram a atenção sobre a necessidade de se ouvir o assistido, deixando-o relatar suas deficiências.”
- Benjamin Thompson – Conde Ranford – (sec. XVIII) em Munique, na Baviera, “achava que se devia oferecer aos mendigos a possibilidade de uma reabilitação pelo trabalho, de acordo com a capacidade de cada um” (OTTONI VIEIRA, 1978, p.44) Mary Richmond Primeira definição em 1915.
A mais difundida (1922) no texto “What is Social Casework?” “O Serviço Social de Casos é o processo que desenvolve a personalidade de um ajustamento consciente, indivíduo por indivíduo, entre os homens e seu ambiente” (OTTONI VIEIRA, 1978, p.44) Referencial Científico TEORIAS SOCIOLÓGICAS “Na visão sociológica não se pode separar o cliente do seu ambiente: é o ambiente que molda a pessoa e sua personalidade, e, para compreendê-la, é necessário conhecer este ambiente e todas as circunstâncias que a rodeiam. [ . . .]” PODIA LEVAR A: “1) diagnosticar os problemas como desajustamentos ao ambiente e a conduzir o cliente a uma integração dentro deste mesmo ambiente; 2) Agir sobre esse ambiente para torná-lo propício ao desenvolvimento da pessoa, prevenindo, assim, os problemas e desajustamentos TEORIAS PSICOLÓGICAS “Na década de 30, nos Estados Unidos, os assistentes sociais compreenderam a necessidade de explicar melhor o comportamento de seus clientes; perceberam o aspecto psicológico de muitos dados sociológicos [ . . .] Entre as teorias da personalidade destacam-se as de Freud, e entre os conceitos freudianos, o de ‘ego’, que o Serviço Social tomou emprestado.”
Gordon Hamilton (1940 e 1952) definiu a contribuição da Psicologia e da Psiquiatria para o Serviço Social de Casos. (OTTONI VIEIRA, 1978, p.55) GORDON
HAMILTON “Os progressos da Psiquiatria e das ciências sociais vieram tornar mais claros os conceitos de psicossocial, da interação do meio e fatores emotivos e conflitos e ainda a necessidade imperiosa de reunir os conhecimentos científicos aos valores humanos” “ O caso social, o problema e o tratamento são sempre considerados pelo assistente social como um processo psicossocial” (Hamilton , 1952, p. 12 apud OTTONI VIERIA, 1978, p.55) SERVIÇO SOCIAL COM INDIVÍDUOS
E TEORIA DO EGO ESCOLAS Escola Diagnóstica Escola Funcional ORIGEM Escola Diagnóstica Escola Funcional Teorias de Freud
Escola de SS da Universidade de Columbia, Nova York Teorias de Otto Rank
Escola de SS de Pensilvânia REPRESENTANTES Gordon Hamilton
Florence Hollis Virginia Robinson
Jessie Taft BASE Escola Diagnótica Escola Funcional -Teoria do Ego
- Psicologia da doença
- Psicologia da economia de Freud: a realidade cria dificuldades - Ciências da conduta
- Psicologia do crescimento
- Psicologia da abundância de Rank: a realidade é uma ajuda OBJETIVO Objetivos do Serviço Social:
Restauração do cliente em condições sadias Objetivos da Obra social representando um aspecto do Serviço Social:

A.S. como administrador de serviço Ponto de Partida Escola Diagnóstica Escola Funcional - História do cliente.

- Influência do passado, diretamente ligado ao presente para explicá-lo
O problema atual apresentado pelo cliente para utilização dos serviços da obra
Conceito do Processo Método clínico: séries de atos interventórios do A.S.
Método clínico levando a aproveitar os serviços da obra
Fases do Processo Escola diagnóstica Escola Funcional Estudo
Diagnóstico e
Tratamento Início
Meio e
Fim
Visão da Situação Visão integral dos problemas do cliente. Visão do problema atual afetando o cliente aqui e agora. Diagnóstico Escola Diagnóstica Escola Funcional Configuração ou gestalt da personalidade do cliente
Compreensão do cliente em relação à ajuda que pode ser prestada pela obra.
Tipos de Intervenção Tratamento direto e indireto, sob responsabilidade do assistente social Ajuda através dos serviços da obra livremente aceitos pelo cliente
Atitude do AS Escola Diagnóstica Escola Funcional Atento à globalidade da situação.
Intérprete da obra.
Duração da Aplicação do Processo Em geral demorado para restabelecer o cliente em condições sadias
Limitado ao que a obra oferece.
Aplicação Escola Diagnóstica Escola Funcional Serviço social com indivíduos Serviço Social com IndivíduosServiço Social com GruposServiço Social com Comunidades
Tendências Teoria Geral dos Sistemas
Teoria Geral dos Sistemas de acordo com a visão de Howard Goldstein ou Modelo Profissional de Harriet Bartlett.
Full transcript