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A Pedagogia Geral e o Educando

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João S Sousa

on 9 February 2014

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Transcript of A Pedagogia Geral e o Educando

O nosso Tesouro
Fases do desenvolvimento da Criança e do Jovem e suas características de aprendizagem
Interação Educativa
OBJECTIVOS
- Caracterizar a importância da Família e dos Grupos Sociais no crescimento, educação e socialização das crianças/jovens

- Identificar riscos existentes na sociedade que provocam comportamentos desviantes

Identificar valores presentes na vida familiar e social que provocam comportamentos positivos

- Conhecer as vantagens de uma boa relação entre escutismo e família
Coeducação
OBJECTIVOS

- Definir o Conceito de Coeducação;
Caraterizar a importância da Coeducação no Escutismo;
- Identificar quais as características fundamentais que o dirigente deve conter para trabalhar num meio coeducativo.
Necessidades Educativas Especiais de Crianças e Jovens
OBJECTIVOS

-Enunciar os alguns tipos de deficiência que os Adolescentes podem apresentar.
- Enunciar a caracterização de cada uma dessas deficiências
- Decidir da eventual integração de elementos com NEE no Agrupamento
- Preparar a Unidade e o Agrupamento para a integração de
determinado Adolescente na Secção.
A Pedagogia Geral e o Educando
OBJECTIVOS

● Caracterizar as principais fases do desenvolvimento das crianças e jovens;

● Conhecer as principais características das crianças e jovens com quem trabalha;

● Conhecer formas de gestão adequadas, em função de comportamentos desajustados;
Desenvolvimento Físico

- O Desenvolvimento Físico começa intra-uterinamente.
- O nosso organismo é um produto da hereditariedade em interação com o meio.


- Desenvolvimento da coordenação (tornam-se capazes de desapertar botões, fazer pequenos nós, andar de bicicleta…);
- Desenvolvem consciência sobre o seu próprio corpo, que lhes permite interiorizar melhor noções de segurança, ou desenvolver problemas de aceitação da sua imagem ;
- Há uma enorme energia e capacidade de passar rapidamente do estado de calma ao estado de grande agitação;
- Não há diferenças significativas em termos de capacidades físicas entre rapazes e raparigas.
- Fase da Puberdade – desenvolvimento do sistema reprodutor;
- O ritmos de crescimento dos rapazes e das raparigas é completamente distinto;
- O crescimento físico é acompanhado de um aumento das necessidades calóricas;
- Toda a tensão associada a este crescimento acelerado gera uma enorme necessidade de ação;
- O crescimento fá-los despertar para a existência da sexualidade, criando várias dúvidas de natureza relacional;
- O crescimento faz com que o corpo se torne num objeto estranho, criando sensibilidade em relação à forma de como é visto pelos outros.
Dicas
Estar atento ao ritmos individuais ;

Mostrar atitude de respeito perante as mudanças físicas;

Proporcionar atividade que estimule o desenvolvimento de acordo com as caraterísticas de cada idade;

Ajudar o jovem a saber viver com o seu corpo;
Orientar uma “gestão” da sua sexualidade.
A revolução da puberdade terminou;

Fase de amadurecimento e compreensão/aceitação da capacidades e das características físicas.
Desenvolvimento Cognitivo

Estádios de Desenvolvimento Cognitivo de Piaget

(0-2 anos) Sensório-Motor
(2-7 anos) Pré-Operatório
(7-11 anos) Operações Concretas
(11-16 anos) Operações Formais


Dicas
- Proporcionar atividades adequadas ao estádio de desenvolvimento de cada secção e que estimulem a ativação gradual dos estádios seguintes;

- Desenvolver atividades de acordo com a capacidade e concentração das crianças;

- Ter em conta que a aprendizagem se faz parcialmente através de um processo de assimilação/acomodação.
Desenvolvimento Pessoal

- De acordo com Erikson, é possível identificar etapas de desenvolvimento de personalidade.
- Estas processam-se através de crises que podem ser superadas através de uma interação saudável com o meio.

(0-2 anos) Confiança vs. Desconfiança;
(2-3 anos) Autonomia vs. Vergonha;
(3-6 anos) Autonomia vs. Culpa;
(6-12 anos) Mestria vs. Inferioridade;
(13-20 anos) Identidade vs. Difusão
Desenvolvimento Moral

De acordo com Kohlberg, existem estádios de desenvolvimento moral:
- Nível I: Moralidade pré-convencional;
- Nível II : Moralidade convencional (ou moralidade da conformidade do papel convencional);
- Nível III: Moralidade pós-convencional (ou moralidade dos princípios morais autónomos).
Dicas
- Reconhecendo que há estádios de desenvolvimento, é possível estimular a consciência e as atitudes morais das crianças e jovens

- Conhecer estes estádios de desenvolvimento pode facilitar a transmissão de determinados conceitos de natureza moral de forma a que sejam entendidos e em vez de meramente reproduzidos como comportamentos.
Dicas
-Estar presente nestas crises, proporcionando um ambiente saudável e equilibrado;

- Em particular na adolescência, proporcionar atividades que estimulem a aquisição de uma identidade, sem imposições e favorecendo sempre o diálogo.
Concluindo…
Entender as características dos jovens é essencial para o sucesso do processo educativo.
É necessário ter em conta fatores como:
Os diferentes estádios de desenvolvimento;
A importância do meio;
O papel dos pares;
Ritmos individuais de desenvolvimento.
Deficiência
“No domínio da saúde, deficiência representa qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatómica.”

Incapacidade
“Redução ou falta de capacidades para uma atividade, dentro dos limites considerados normais para o ser humano.”
Tipos de deficiência

- Motoras –
Paralisia Cerebral, Espinha Bífida, Tumores, AVC, Acidentes, ..
- Mentais – Trissomia, ...
- Sensoriais -
Deficiências Auditivas, Deficiências da Visão (cegueira, Ambliopia, baixa visão, ...
- Outras –
Multideficiências, não especificada, associadas a outros síndromes (autismo).
NEE e o ESCUTISMO
- As crianças e jovens portadores de deficiências podem e devem ser integrados num Agrupamento.
- Têm que ser consideradas algumas situações, nomeadamente:
:: A entrada de uma criança ou jovem portador de deficiência para o Agrupamento deve ser aceite por todos os dirigentes, independentemente se estão ou não a trabalhar na secção em que a criança ou jovem vai ser integrada.
:: A criança ou jovem portador de deficiência implica um trabalho de TODOS os dirigentes e algumas adaptações no funcionamento do Agrupamento.
NOTAS PARA O ANIMADOR
- O nível de confiança que se transmite ao grupo deve ser elevado;
Recorrer aos pais sempre que sentir necessidade;
- Informar o elemento e os pais acerca do local da atividade;
- Aos invisuais dar referência dos materiais fixos, eliminar os materiais supérfluos. Sempre que houver mudanças na disposição dos móveis e objetos da sede, informar o jovem;
- Não substituir o Jovem naquilo que lhe compete fazer (apanhar objetos do chão, fazer recados, etc.).
NOTAS PARA O ANIMADOR
- Dar ajudas físicas, quando necessário;
- Fornecer tempo ao jovem para efetuar o percurso e/ou experimentar os movimentos exigidos na atividade;
- Explicar a atividade de modo simples e claro;
- Ponderar se o jovem com deficiência consegue cumprir a tarefa ou o jogo.
- O Escutismo liberta o jovem do Atendimento especializado de outras instituições, onde convive só com outros deficientes.
- O Escutismo é o trampolim para a integração social, possibilitando o convívio entre todos.
Os jovens estão chamados a serem os protagonistas dos novos tempos. Tenho plena confiança neles e estou certo de que têm a vontade de não defraudar nem a Deus, nem à Igreja, nem à sociedade da que provêm. (JPII)
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