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3s-l3-port-mod12

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Coord Acadêmica ENEM

on 26 August 2013

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Transcript of 3s-l3-port-mod12

Neste módulo, trataremos dos principais casos que vinculam o verbo ao seu sujeito...
Concordância Verbal
Se o sujeito estiver antes do verbo, este, normalmente, fica no plural:
O professor e o aluno chegaram.
O diretor e seu assistente vão discursar
.

Se o sujeito estiver posposto ao verbo, este poderá ficar no plural, ou concordar com o núcleo do sujeito mais próximo:
Chegaram o professor e o aluno.
Chegou o professor e o aluno.
Vão discursar o diretor e seu assistente.
Vai discursar o diretor e seu assistente
.
1. Sujeito composto
O verbo vai para o plural, dando preferência à menor pessoa:

Eu e tu somos bons amigos.
Eu e ele somos bons amigos.
Tu e ele sois bons amigos ou são bons amigos.
2. Sujeito com pessoas gramaticais diferentes
3. Núcleos do sujeito ligados pela conjunção ou
Verbo no singular, se a ideia for de exclusão:

Pedro ou Paulo será o novo presidente da empresa.
Verbo no plural se não houver exclusão:
Fumo ou bebida fazem mal à saúde.
O verbo irá concordar com o pronome:

O mar, a montanha, o Sol, nada o animava.
Mulher, filhos, amigos, ninguém o viu chegar.
4. Pronome resumidor dos núcleos do sujeito
Com o relativo
quem
o verbo vai para a 3.ª pessoa do singular ou concorda com o termo antecedente:
Fui eu quem escreveu a carta.
Fui eu quem escrevi a carta.

Com o relativo
que
o verbo concordará, somente, com o termo antecedente:
Fui eu que escrevi a carta.
Foste tu que escreveste a carta.
5. Pronomes relativos que e quem como sujeitos
O verbo poderá ficar no singular ou no plural:

Ele foi um dos que mais falou.
Ele foi um dos que mais falaram.
6. Expressões
um dos que
,
uma das que
Se o pronome interrogativo ou indefinido estiver no singular, o verbo, obrigatoriamente, concordará com esses pronomes:
Quem de nós é invencível?
Qual de vós será premiado?
Algum de nós sabe a matéria?

Se o pronome interrogativo ou indefinido estiver no plural, a concordância poderá ser feita com esses pronomes, ou com o pronome pessoal:
Quais de nós são invencíveis?
Quais de nós somos invencíveis?
Quais de vós serão premiados?
Quais de vós sereis premiados?
Alguns de nós sabem a matéria.
Alguns de nós sabemos a matéria.
7. Expressões
quem de nós
,
qual de vós
,
quais de nós
, etc.
Os Estados Unidos intervieram na guerra.
As Minas Gerais são um estado brasileiro importante
.

Caso não haja o artigo, o verbo fica no singular:
Estados Unidos interveio na guerra.
Minas Gerais é um estado brasileiro importante.

No caso de nomes de obras literárias, admite-se o verbo no singular ou no plural:
Os Sertões são um clássico da literatura brasileira.
Os Sertões é um clássico da literatura brasileira
.
8. Nome próprio com artigo no plural leva o verbo para o plural
9. Sujeito constituído de expressões a maioria de, a maior parte de, grande parte de, metade de, etc, seguida de nome no plural, o verbo poderá concordar com as referidas expressões no singular, ou ir para o plural
A maioria dos alunos passou.
A maioria dos alunos passaram
Metade dos alunos está preocupada.
Metade dos alunos estão preocupados.

Um por cento dos produtos será exportado.
Um por cento dos produtos serão exportados.
Dois por cento da produção estão comprometidos.
Dois por cento da produção está comprometida.
10. Com numeral percentual ou fracionário, o verbo concordará com o numeral ou com a expressão que lhe segue:

Deu uma hora.
Deram duas horas.
11. Os verbos dar, bater e soar, indicando horas, concordam com o numeral de horas, quando o sujeito não estiver representado pelo instrumento indicador das horas:
Obs:

Deram

uma hora
os relógios
.

Deu
duas horas

o relógio
.

Vossa Excelência precisa de algo?
Vossa Senhoria nos honra com a sua presença.
12. Pronome de tratamento leva o verbo para a 3.ª pessoa
O verbo da oração principal fica na 3.ª pessoa do singular:

É bom que faça os exercícios.
Falta divulgar os últimos resultados.
13. Concordância com sujeito oracional.
Silepse de gênero:
Vossa Excelência está mudado.
Silepse de número:
O povo saiu às ruas, foram às urnas decidir o destino do país.
Silepse de pessoa:
Os brasileiros somos trabalhadores.
14. Concordância siléptica
Entre substantivos comuns, a tendência do verbo é concordar com o substantivo no plural:
Seu vício eram as leituras noturnas.
O mundo são só alegrias.

Entre nome próprio e comum, a preferência é a concordância com o nome próprio:
Juliana é as alegrias da família.
Zico foi as maravilhas da arte futebolística.

Entre um pronome pessoal e um substantivo comum ou próprio, o verbo concordará com o pronome:
O dono sou eu.
O responsável pelo projeto és tu.
Eduardo sou eu.

Entre os pronomes não pessoais que, quem e um substantivo, o verbo tende a concordar com o substantivo:
Quem são os aprovados?
Que são polinômios?
15. Concordância do verbo ser:
Quando o sujeito for os pronomes tudo, o, isso, aquilo, isto, o verbo concordará, preferencialmente, com o predicativo, mas poderá concordar com o sujeito.
Tudo são flores.
Tudo é flores.

Nas expressões é muito, é pouco, é bastante, o verbo fica no singular, quando indicar quantidade, distância, medida.
Dez reais é pouco.
Vinte quilômetros é muito.

Nas indicações de data, hora e distância, o verbo concorda com o numeral.
São 18 de agosto de 2007.
(Há gramáticas que admitem É 18 de agosto de 2007)
É uma hora.
São duas horas.
É meio-dia e meia.
Atividades
Questão 1:
Questão 2:
Questão 3:
Questão 4:
Questão 5:
Questão 6:
Questão 7:
(ENEM)

É muito raro que um novo modo de comunicação ou de expressão suplante completamente os anteriores. Fala-se menos desde que a escrita foi inventada? Claro que não. Contudo, a função da palavra viva mudou, uma parte de suas missões nas culturas puramente orais tendo sido preenchida pela escrita: transmissão dos conhecimentos e das narrativas, estabelecimento de contratos, realização dos principais atos rituais ou sociais etc. Novos estilos de conhecimento (o conhecimento “teórico”, por exemplo) e novos gêneros (o código de leis, o romance etc.) surgiram. A escrita não fez com que a palavra desaparecesse, ela complexificou e reorganizou o sistema da comunicação e da memória social. A fotografia substituiu a pintura? Não, ainda há pintores ativos. As pessoas continuam, mais do que nunca, a visitar museus, exposições e galerias, compram as obras dos artistas para pendurá-las em casa, Em contrapartida, é verdade que os pintores, os desenhistas, os gravadores, os escultores não são mais –como foram até o século XIX – os únicos produtores de imagens.

Lévy, P. Cibercultura. São Paulo.Ed .34, 1999 (fragmento)
A substituição pura e simples do antigo pelo novo ou do
natural pelo técnico tem sido motivo de preocupação de
muita gente. O texto encaminha uma discussão em torno
desse temor ao
a) considerar as relações entre o conhecimento teórico e o
conhecimento empírico e acrescenta que novos gêneros
textuais surgiram com o progresso.
b) observar que a língua escrita não é uma transcrição fiel
da língua oral e explica que as palavras antigas devem ser
utilizadas para preservar a tradição.
c) perguntar sobre a razão das pessoas visitarem museus,
exposições, etc. e rea!rma que os fotógrafos são os únicos
responsáveis pela produção de obras de arte.
d) reconhecer que as pessoas temem que o avanço dos
meios de comunicação, inclusive on-line, substitua o
homem e leve alguns pro!ssionais ao esquecimento.
e) revelar o receio das pessoas em experimentar novos meios
de comunicação, com medo de sentirem retrógradas.
(ENEM)

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) vieram
aprimorar ou substituir meios tradicionais de comunicação
e armazenamento de informações, tais como o rádio e a TV
analógicos, os livros, os telégrafos, o fax etc. As novas bases
tecnológicas são mais poderosas e versáteis, introduziram
fortemente a possibilidade de comunicação interativa e estão
presentes em todos os meios produtivos da atualidade. As
novas TIC vieram acompanhadas da chamada Digital Divide,
Digital Gap ou Digital Exclusion, traduzidas para o português
como Divisão Digital ou Exclusão Digital, sendo, às vezes,
também usados os termos Brecha Digital ou Abismo Digital.
Nesse contexto, a expressão Divisão Digital refere-se a
a) uma classi!cação que caracteriza cada uma das áreas nas
quais as novas TIC podem ser aplicadas,relacionando os
padrões de utilização e exempli!cando o uso dessas TIC
no mundo moderno.
b) uma relação das áreas ou subáreas de conhecimento
que ainda não foram contempladas com o uso das novas
tecnologias digitais, o que caracteriza uma brecha tecnológica
que precisa ser minimizada.
c) uma enorme diferença de desempenho entre os empreendimentos
que utilizam as tecnologias digitais e
aqueles que permaneceram usando métodos e técnicas
analógicas.
d) um aprofundamento das diferenças sociais já existentes,
uma vez que se torna difícil a aquisição de conhecimentos
e habilidades fundamentais pelas populações menos
favorecidas nos novos meios produtivos.
e) uma proposta de educação para o uso de novas pedagogias
com a !nalidade de acompanhar a evolução das
mídias e orientar a produção de material pedagógico com
apoio de computadores e outras técnicas digitais.
(ENEM)

A sociedade atual testemunha a influência determinante das tecnologias digitais na vida do homem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto, parcelas significativas da população não têm acesso a tais tecnologias. Essa limitação tem pelo menos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores de acesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. A essa problemática, dá-se o nome de exclusão digital.
No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos
usos pedagógicos das tecnologias de
informação, devem estar voltadas principalmente para
a) proporcionar aulas que capacitem os estudantes a montar
e desmontar computadores, para garantir a compreensão
sobre o que são as tecnologias digitais.
b) explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber
comentários na internet para desenvolver a interatividade
e a análise crítica, promovendo a construção do conhecimento.
c) estudar o uso de programas de processamento para
imagens e vídeos de alta complexidade para capacitar
pro!ssionais em tecnologia digital.
d) exercitar a navegação pela rede em busca de jogos que
possam ser “baixados” gratuitamente para serem utilizados
como entretenimento.
e) estimular as habilidades psicomotoras relacionadas ao uso
físico do computador, como mouse, teclado, monitor etc.
No site http://biblioteca.universia.net/), colhemos os seguintes
trechos , referentes a um artigo de autoria de Gustavo
Almeida Gadelha:
I – “As tecnologias da informação e da comunicação transformaram
nossas vidas, nossas casas, as ruas, bancos,
shoppings, as relações humanas, nossas expectativas,
limites e possibilidades.”
II – “Entretanto as salas de aula permaneceram intactas, com
estruturas e processos antiquados, reproduzindo um
modelo de sociedade bipolarizado, em que os mais fortes
falam e os mais fracos calam.”
III – “ (Há) processos e estruturas educacionais diferenciados
para públicos diferenciados, com expectativas diferenciadas:
alguns chegam a dizer que a estrutura de dominantes
e dominados é parte da natureza humana.”
IV - “As tecnologias são exemplos vivos do movimento
humano, da produção do saber que forma, conforma e
transforma a vida.”
A aproximação entre as ideias presentes nos quatro fragmentos
permite-nos inferir que, segundo acredita o autor, as
tecnologias de informação e comunicação:
a) pela sua essência, não terão jamais o poder de alterar
a situação de uma sociedade com segmentos que têm
expectativas diferenciadas.
b) podem ser instrumentos capazes, no âmbito da educação,
de romper as barreiras que con!guram uma sociedade
dividida entre privilegiados e desfavorecidos.
c) não se podem estender às áreas da educação, uma vez que
estão restritas a ambientes domésticos ou empresariais.
d) são elementos de transformação que se destinam, por um
processo típico da natureza humana, a bene!ciar apenas
os que comandam a sociedade.
e) terão que ser necessariamente distintas na sua formulação
e nos seus objetivos , para atender a diferentes camadas
sociais, com interesses díspares.
Entre os elementos que compõem a figura acima , a antiga
prática dos “sinais de fumaça” para emissão de mensagem
coexiste com a menção ao telefone celular, um ícone da
comunicação contemporânea. A charge em destaque objetiva
registrar
a) a crescente importância dessas tecnologias modernas no
cotidiano das mais diversas comunidades.
b) a utilização de um recurso de linguagem não verbal em
substituição a outro da mesma natureza.
c) a superposição de elementos comunicativos que espelham
tecnologias modernas de comunicação.
d) uma bem-humorada visão crítica às chamadas tecnologias
modernas de comunicação e informação.
e) a superioridade de um secular sistema de comunicação,
se confrontado com as modernas tecnologias.
Leia o trecho a seguir, de Josias de Sousa , na Folha de São Paulo:
“A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Pilotados à rede, somos autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente arriscar textos próprios.”
Ele ilustra bem um momento por que passam a comunicação
e a informação no desenvolvimento da sociedade e respectivo
conhecimento produzido. Tal momento vem sendo considerado,
mais especi!camente, como sendo o de um (uma)
a) desestímulo editorial.
b) revolução digital.
c) revolução analógica.
d) revolução cultural.
e) enfraquecimento da palavra.
A tecnologia é, ao mesmo tempo, o algoz e o salvador, ou seja, acentua o abismo social, porém con!gura-se como a única via para amenizar a exclusão digital. Programas de inclusão precisam ser arquitetados e fomentados em parcerias entre governo, instituições, empresas e sociedade civil organizada (como as Ongs). Atualmente, tais programas estão sendo concretizados em nove grandes ações ao redor do país. A maior parte propõe o acesso em lugares públicos e de grande circulação como agências dos Correios e bibliotecas municipais. Outros baseiam-se na construção de telecentros em áreas periféricas e violentas. Todavia, nem tudo são "ores. As máquinas já estão desatualizadas e lentas e o tipo de conexão muitas vezes é insuficiente. Existe ainda um fator mais agravante: nos terminais de acesso não há tempo hábil para os monitores instruírem as pessoas analfabetas (sociais e digitais), que sentem-se intimidadas a lidar com o computador. A barreira parece intransponível e ficará menos assustadora quando os programas de inclusão promoverem a educação digital de base e conseguirem inserir de!nitivamente o computador na rotina dos educandos. Só há uma maneira de impedir a contínua abertura do abismo social: implantar a educação digital nas escolas primárias de todo país, apresentar o computador à criança na fase de alfabetização. A proposta pode ser utópica, mas é o único caminho para uma efetiva democracia eletrônica.

(fragmento, em O IMPACTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA COMUNICAÇÃO. ZANIRATTO, Bianca Giordana (PG – Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp – Bauru)
Em determinado momento do texto, a autora afirma que , na
área da informática, “nem tudo são "ores”. Marque a alternativa
que registra aspecto que justi!ca essa afirmação.
a) Existência de programas muito diversificados, por todo o
país.
b) Existência de áreas marcadas por violência social.
c) Implantação da educação digital de base.
d) Obsolescências e de!ciências tecnológicas.
e) Proposta utópica de democracia eletrônica.
O texto encaminha uma discussão em torno da substituição pura e simples do antigo pelo novo ou do natural pelo técnico ao considerar as relações entre o conhecimento teórico e o conhecimento empírico e acrescenta que novos gêneros textuais surgiram com o progresso (letra A). Tal afirmação é evidenciada na seguinte passagem: “É muito raro que um novo modo de comunicação ou de expressão suplante completamente os anteriores. Fala-se menos desde que a escrita foi inventada? Claro que não. Contudo, a função da palavra viva mudou, uma parte de suas missões nas culturas puramente orais tendo sido preenchida pela escrita”.
Nesse contexto, a expressão Divisão Digital refere-se a um aprofundamento das diferenças sociais já existentes, uma vez que se torna difícil a aquisição de conhecimentos e habilidades fundamentais pelas populações menos favorecidas nos novos meios produtivos (opção D), pois apesar do fato de que novas bases tecnológicas mais poderosas e versáteis estejam a todo momento sendo introduzidas na sociedade a fim de possibilitar uma comunicação mais interativa, tais ferramentas de fato não estão ao alcance de todos – evento que intitula-se “Divisão Digital” ou “Exclusão Digital”, sendo, às vezes, também usados os termos “Brecha Digital” ou “Abismo Digital”.
No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos usos pedagógicos das tecnologias de informação, devem estar voltadas principalmente para explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber comentários na internet para desenvolver a interatividade e a análise crítica, promovendo a construção do conhecimento (alternativa B).
A justaposição entre as ideias presentes nos quatro fragmentos permite-nos entender que, segundo acredita o autor, as tecnologias de informação e comunicação podem ser instrumentos capazes, no âmbito da educação, de romper as barreiras que configuram uma sociedade dividida entre privilegiados e desfavorecidos (letra B), já que resumidamente o autor discorre, no segundo trecho, acerca do problema da falta de contato com as novas tecnologias dentro da sala de aula, no terceiro, sobre a discrepância social que envolve o acesso digital e, no último, a respeito da importância do desenvolvimento tecnológico para a sociedade em geral.
A charge em destaque objetiva registrar uma bem-humorada visão crítica às chamadas tecnologias modernas de comunicação e informação (opção D), pois que embora muito se tem avançado no âmbito tecnológico sabe-se que, há, ainda, algumas falhas ou mesmo impossibilidades que muitas vezes somente são superadas recorrendo-se a ferramentas e métodos mais antigos –tal como na charge em que o celular encontra-se “fora de área” e sugere-se que o personagem, com o intuito de comunicar-se com o outro, apela aos velhos conhecidos sinais de fumaça.
Tal momento descrito por Josias de Sousa vem sendo considerado, mais especificamente, como sendo o de uma revolução digital (opção B).
A afirmação da autora “nem tudo são flores” corresponde, no texto, a ideia de obsolescências e deficiências tecnológicas (letra D), pois tal como ela explica posteriormente: “As máquinas já estão desatualizadas e lentas e o tipo de conexão muitas vezes é insuficiente. Existe ainda um fator mais agravante: nos terminais de acesso não há tempo hábil para os monitores instruírem as pessoas analfabetas (sociais e digitais), que sentem-se intimidadas a lidar com o computador”.
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