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A Economia Brasileira No Cenário Internacional

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Gabriel Alves

on 25 March 2014

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Transcript of A Economia Brasileira No Cenário Internacional

A economia e o dinheiro movem o mundo.
A verdadeira economia Americana
Indicadores estatísticos positivos não são necessariamente sinais de saúde econômica. Ignorando o contexto em larga escala, indicadores positivos podem significar surtos momentâneos de produtividade, enquanto a situação geral permanece como um caso perdido. Tais estatísticas podem refletir condições temporárias que não têm auto-sustentabilidade.
Líder hegemônico da ordem mundial no século XX, os EUA, desde 1945, tornaram-se o principal pilar do sistema financeiro e bancário mundial e, desde 1971, com o fim do padrão dólar-ouro, instituído no Acordo de Bretton Woods (1944), ficou aberto o caminho para uma crescente circulação de dólares americanos no mundo. A emergência de novos polos de produção industrial no mundo e a perda de competitividade da produção americana implicaram um crescimento da dívida pública e privada norte-americana. O motor principal da crise sistêmica atual que afeta o conjunto do planeta encontra-se nos EUA.
Exportação Chinesa

O comércio exterior representa uma grande porção de toda a economia da China. O curso do comércio exterior chinês tem sofrido experiências consideráveis desde o início da década de 1950. Em 1950, mais de 70% do comércio exterior chinês envolvia países não-comunistas, mas em 1954, um ano após o término da Guerra da Coreia, a situação foi completamente revertida, e os países comunistas representavam 75% do comércio exterior da China. Durante os anos seguintes, a participação dos países comunistas no comércio exterior chinês foi caindo gradativamente, mas após a ruptura sino-soviética em 1960, que cancelou os créditos soviéticos e na retirada de técnicos soviéticos da China, a participação dos países comunistas no comércio exterior da China caiu rapidamente, dando lugar para oportunidades de países não-comunistas recuperarem a sua posição. Em 1965, o comércio com países socialistas representava apenas um terço do comércio exterior total.
O crescimento das exportações tem contribuindo de forma significativa para a continuidade do rápido crescimento econômico. Para aumentar ainda mais as exportações, a China implantou políticas que protegem o rápido desenvolvimento de fábricas que tem investimento exterior, que juntoucomponentes importados em bens de consumo para exportação, além do aumento dos direitos de comércio livre. No seu décimo primeiro plano econômico de cinco anos, que foi adotada em 2005, a China pois maior ênfase no desenvolvimento de uma economia guiada pela demanda do consumo para sustentar o crescimento econômico e a desigualdade de seto
A - Constata-se que há vários anos que a economia norte americana vem perdendo dinamismo. Quais os principais fatores dessa perda de dinamismo?
-Perda de competitividade frente a outros centros econômicos: União Europeia, China, etc.;
-Crise do sistema educacional, afetando a formação de recursos humanos;
-Deterioração de algumas estruturas produtivas;
-Dependência energética do exterior: como o petróleo;
-Gastos militares elevados: a guerra contra o terror tem um custo alto;
-Mão-de-obra cara frene a outros competidores, como a China.
A Economia Brasileira No Cenário Internacional
b - Qual foi o principal fator desencadeante da atual crise sistêmica que se aprofundou em 2008? Qual foi o efeito imediato da crise, no aspecto financeiro?
Estouro da bolha imobiliária, um forte processo especulativo ou crise imobiliária, contagiando toda a economia mundial. Houve recessão econômica, com falência de empresas e bancos, aumentando o desemprego.
A Europa no primeiro mundo
Os países europeus alcançaram sua maturação econômica de modos diferentes. Os mais ricos com as indústrias pesadas; já os países da periferia do euro com a prestação de serviços.
China: A nova potência
Não constitui nenhuma novidade o fabuloso desempenho econômico da China desde as reformas iniciadas por Deng Xiaoping em 1978. Neste período, o PIB apresentou um crescimento real médio anual de 10% - que se compara com uma taxa de 3,7% para o período 1960-1977 -, ao mesmo tempo em que a inflação, na média, foi de 6% ao ano. Esse crescimento foi um dos fatores por trás da gigantesca redução da pobreza. Segundo o PNUD, apenas entre 1990 e 2002, o número de chineses com rendimento abaixo de US$ 1,00/dia caiu de 490 milhões para 88 milhões. O PIB per capita (PPP) cresceu quase dez vezes entre 1978 e 2004, de acordo com o Center for International Comparisons of Production, Income and Prices, da Universidade da Pennsylvania. De acordo com dados do PNUD, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da China passou de 0,53 em 1975 para 0,78 em 2006. O grau de urbanização também foi impressionante. A população urbana, que representava cerca de 18% do total em 1978, passou a quase 44% em 2006. Quais os fatores responsáveis pelo sucesso da economia chinesa e até que ponto a política macroeconômica colaborou? Obviamente, diversos fatores foram responsáveis por esse crescimento, apesar de nenhum deles, isoladamente, poder ser apontado como o principal. Na verdade, houve uma coincidência de fatores geográficos, históricos, políticos e econômicos, que não podem ser replicados em outros países ou outras ocasiões ainda que a experiência chinesa ofereça lições importantes - que não obstante podem diferir de acordo com a abordagem ao desenvolvimento econômico. Evidentemente, a lista de fatores abaixo tem caráter apenas exploratório, nada se podendo afirmar categoricamente quanto às relações de causalidade, e muito menos quanto ao peso de cada um desses fatores no processo de crescimento. Ainda assim, é bastante razoável imaginar que cada um deles tenha tido uma contribuição relevante para o desempenho da economia chinesa nos últimos 30 anos. Inicialmente, apresentam-se as medidas de política e reformas institucionais que possibilitaram o ciclo de crescimento acelerado. 
BRASIL
A Dívida Externa Brasileira, atualmente, é a segunda maior entre os países subdesenvolvidos. Ela divide-se em dívida pública e dívida privada. No final do ano de 2012, a dívida externa brasileira alcançou o valor de 312,8 bilhões de dólares, um crescimento de 6,24% em relação ao ano anterior.
A sua origem vem da Independência do Brasil, mas foi durante a ditadura, entre as décadas de 1960 e 1980, que a dívida deu o seu maior salto.
Durante o ano de 2008, muito se falou sobre o fim da dívida externa. Entretanto, ela continua existindo. O que houve, na verdade, foi uma má interpretação da seguinte frase: “o Brasil deixou de ser um país devedor para ser tornar um país credor”. Isso quer dizer apenas que as reservas internacionais, pela primeira vez, tornaram-se maiores que a dívida externa brasileira.
Brasil em relação aos BRICS
O país teve um aumento de cinco posições em relação ao ano anterior, passando para a 48ª colocação e ultrapassou a África do Sul, assumindo a segunda posição entre os Brics. Em 2011, o Brasil também já havia subido no ranking na mesma proporção em relação a 2010, passando da 58ª para a 53ª colocação.
O relatório de Competitividade Global destaca que o Brasil aparece agora entre as 50 economias mais competitivas do ranking, e que a melhora de posição acontece "apesar do índice de inflação de quase 7%".
O país é elogiado por seu uso cada vez maior de tecnologias da informação e comunicação e no acesso a financiamentos para projetos de investimentos.
No entanto, o Brasil ocupa posições baixas na avaliação de empresários sobre eficiência do governo e confiança em políticos.
Os esforços do Brasil para incentivar micro e pequenas empresas são reconhecidos, mas o país ainda é visto como um dos mais difíceis para novos empreendedores, com percepção de que os impostos são altos demais e provocam distorções na economia.
Nos últimos 20 anos a economia brasileira teve um crescimento médio anual de apenas 0,7% em termos per capita, valor bastante inferior daquele observado entre 1950 e 1980, situado em torno de 3%. O desempenho brasileiro também ficou abaixo da performance de outros países emergentes como a Coréia do Sul, China, México e Chile. A continuar nesta velocidade o Brasil deve demorar cerca de 100 anos para dobrar sua renda per capita, e nem assim vai chegar próximo do padrão de vida que hoje os países desenvolvidos desfrutam. Dessa forma, podemos afirmar que a economia brasileira se encontra numa situação de semiestagnação.
A grande extensão territorial do Brasil proporciona possibilidades para a execução de várias atividades econômicas. Além da existência de riquezas minerais, a sua grande extensão territorial pode ser destinada à atividade agropecuária.
O Brasil é um país que apresenta uma economia sólida, é exportador de uma grande variedade de produtos, fato que fortalece sua economia. As atividades de agropecuária, indústria e serviços são bem atuantes e contribuem para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)
ELETROBRÁS
A Eletrobrás, segundo artigo do Estado de S. Paulo, estaria passando por maus momentos econômicos no processo de renovação das concessões elétricas que teve início em 2012. A estatal teria perdido R$ 19,2 bilhões na bolsa.
O governo antecipou as renovações das concessões de geração e transmissão de energia que venceriam apenas em 2015 e 2017. O valor da indenização, no entanto, ficou abaixo dos cálculos do mercado e dos números da própria estatal.
O governo, principal acionista da Eletrobrás, propôs R$ 14,4 bilhões de indenização pela quebra das concessões. A estatal, no entanto, esperava mais do que o dobro, cerca de R$ 30 bilhões. O objetivo com as indenizações, que ficaram abaixo do esperado, pagas pelo governo para a Eletrobrás era financiar a queda do valor da energia elétrica vendida.
Em 2012, a empresa teria tido o maior prejuízo da história das empresas de capital aberto, R$ 6,8 bilhões. O prejuízo acumulado desde então, teria levado a estatal a mudar de sede para pagar o aluguel, a cortar 16% dos gastos e a demitir 4.400 funcionários.
Os anos até 2020 reservam substanciais mudanças de panorama para os mercados internacionais de energéticos. O preço do petróleo tende a subir continuamente já a partir de 2011. Essa trajetória começa a se amortecer apenas a partir de 2017, apontando para um novo equilíbrio viabilizado pelas novas fontes, que terão custo de produção médio muito superior ao das fontes atuais. Tal arrefecimento não se mostra provável para o mercado de etanol nesse horizonte; a demanda por esse combustível tende a permanecer à frente da oferta, ocasionando uma escalada de preços cujo fim não parece estar à vista. Em função desse cenário, as cotações médias do petróleo e do etanol no mercado internacional devem alcançar altas medianas, respectivamente, de 43,1% e 125,9% até 2020. Os preços médios da gasolina não devem começar a se elevar de forma sistemática antes de 2015 e, de fato, podem não se alterar durante o período inteiro, tendo uma alta mediana de apenas 18,7% até o fim do período. De fato, dependendo das pressões da demanda, o preço tende a ficar estável e depois acompanhar a gasolina na sua escalada pós-2015, ou até mesmo a registrar quedas. A tendência mediana é de alta de apenas 7,0% até 2020. A análise, mantendo as condições inalteradas, dá destaque ao potencial de crescimento econômico, que aparece como o principal condicionante para os mercados mundiais de petróleo e etanol, e em terceiro lugar no mercado brasileiro de gasolina. Em relação ao panorama nacional de forma geral, o câmbio e o ano de transição de regimes da Petrobras são os drivers de maior destaque, ocupando os dois primeiros lugares nos mercados de gasolina e etanol. Os condicionantes de caráter mais técnico, como a ampliação da oferta e a implementação de medidas de eficiência e substituição, mesmo sendo sujeitos a menor incerteza
O Brasil não está em uma situação econômica confortável e deverá manter seus interesses em primeiro lugar, ao invés dos das nações imperialistas, para assegurar seu saudável futuro financeiro.
Ana Paula
Andressa
Carolina
Carlos
Gabriel Alves
Guilherme Gregorio
João Pedro
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