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II Guerra Mundial: As consequências económicas

André Moutinho - Hélio Carvalho - João Cruz
by

Hélio Carvalho

on 28 May 2013

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Transcript of II Guerra Mundial: As consequências económicas

russia II Guerra Mundial: Consequências económicas
Alemanha:

Desvantagem populacional de 1 para 2,7 por parte dos aliados, contando uma população de 258,9 milhões e 689,7 milhões, excluindo a URSS e os EUA que não entraram logo no início da guerra.

Já em 1939 registava a falta de 1,2 milhão de trabalhadores, convocados para o serviço militar e dedicava 1/4 do PIB a gastos militares, aumentando para 3/4 em 1944.

Foram muitas as companhias alemãs que se beneficiaram com o trabalho forçado, tais como Blohm und Voss, a Schering, a Deutsche Reichsbahn, a Thyssen e a Mannesmann.
Ao todo, foram trazidos das regiões ocupadas para a Alemanha 12 milhões de trabalhadores forçados.

No final da guerra, o património da sua indústria era 17 vezes maior do que em 1939, tinha perdido a guerra, mas sai beneficiada com esta. Durante a Guerra Itália, sendo a economia industrial mais baixa dos países do eixo, manteve as mesmas despesas que praticava antes do conflito. Japão, seguido da Itália, o país com menor economia industrial, utilizava 22% do seu PIB na guerra da China, aumentando também em 1944 para mais de 75%. EUA A sua produção industrial triplicou durante o conflito, chegando a produzir metade de toda a produção mundial, em 1946. Enquanto na Europa se vivia de fome, sede, frio e perseguição, os americanos viviam épocas de bem-estar e conforto, por exemplo, durante a guerra a renda per capita dos EUA teve um aumento superior a 100%, saindo de 550 dólares para 1.260.

Os EUA viram a sua economia em decadência resultante do crash de 1929, esse crash não viria a prejudicar só os americanos mas também vários países dependentes comercialmente, inclusive a Alemanha que dependia dos seus créditos.


Desenvolveram-se as bases da comunicação usada pelos EUA com suas tropas espalhadas pelos vários continentes, e que contribuiriam para o desenvolvimento da Internet, nos anos 1960, e da WWW (World Wide Web), na década de 1980! Salientando que o fator geográfico é importante, apreende-se que um motivo simples disso é o facto de que os EUA lutaram uma guerra em território quase sempre estrangeiro, não sofrendo danos no seu próprio território, com exceção do ataque a Peal Harbor, que de qualquer maneira, se localiza longe do lar comum dos cidadãos americanos. Pearl Harbor Hawai Hawai Os países que se opuseram ao Eixo adotaram o nome de Aliados – que já tinha sido utilizado na Primeira Guerra Mundial. As principais potências envolvidas foram a China (desde 1937), Grã-Bretanha e França (1939), URSS e EUA (1941).

Os países europeus endividaram-se brutalmente com o conflito, onde as moedas desvalorizaram, os parques industriais sofreram danos materiais e as infraestruturas fabris e de transporte desmantelaram-se sob o implacável peso da guerra. A produção de diversos bens agrícolas sofreu uma absurda queda de 75%, na Europa, em comparação aos anos 30, bem como a produção industrial europeia sofreu quedas avassaladoras.

Em 1939, a Alemanha e a União Soviética assinaram o Pacto Molotov-Ribbentrop, um tratado de não-agressão com um protocolo secreto, ou seja, as partes do acordo deram direitos uns aos outros. O pacto durou até junho de 1941, quando a Alemanha, sem prévio aviso, iniciou a invasão do território soviético pela Operação Barbarossa. Eixo Europeu Pós-Guerra Instalou-se a chamada recessão económica do pós-guerra, resultante dos países que viram muitas das suas cidades destruídas e do pequeno stock de capital.

De 1945 a 1970 dá-se a expansão económica do pós segunda guerra mundial, denominada como boom económico pós-guerra, devido à implementação do Plano Marshall.

Alemanha Ocidental aumentou as suas exportações mundiais de bens manufacturados de 7.3% em 1950 para 19.3% em 1960.
O Plano Marshall visava possibilitar a reconstrução e recuperação dos países capitalistas e reorganização da economia, aumentando as relações comerciais com os Estados Unidos, saindo este também beneficiado pela manutenção das exportações americanas para o continente europeu.
Em 1948, data do primeiro empréstimo de ajuda financeira, o Plano Marshall injectou mais de doze bilhões de dólares na Europa Ocidental. É verificado um boom económico em vários países, chegando primeiro à Alemanha e Inglaterra e depois à França e Itália. As despesas iniciais da maior parte dos governos foram destinadas sobretudo à modernização de infra-estruturas, à construção ou reconstruções das estradas, caminhos-de-ferro, casa e fábricas.

Década de 50, a taxa média anual per capita a que o volume de produção cresceu foi de, 6.5% na Alemanha Ocidental e 5.3% na Itália.

A partir dos anos 60 o crescimento começou a desacelerar, contanto apenas com taxas de crescimento a níveis históricos nos países da Europa Ocidental. A economia italiana contou com um crescimento acima dos 150%.

Eram os países mais pobres que viam o seu crescimento económico a avançar a passos largos: entre 1950 e 1975, o PIB per capita na Áustria cresce cerca de 3%, na Espanha mais 3,5%.
Na Holanda viu também sua taxa de crescimento crescer 3.5% ao ano, sete vezes o crescimento anual médio dos quarenta anos anteriores. Eixo do Mal Europa Ocidental O mundo que emergiu do conflito era bastante diferente daquele que existia em 1939. As potências do Eixo do mal estavam esmagadas, mas também a Grã-Bretanha e a França saíram debilitadas da guerra.

Na Europa Ocidental, com os mercados coloniais perdidos faltavam matérias-primas, com a produção, as redes de transportes e o comércio arruinados, as trocas que deveriam ajudar a restabelecer a complementaridade entre as economias europeias deparavam-se com múltiplos obstáculos.

O sector agrícola, mais devastado pela guerra, desenvolveu-se mais lentamente, mas a indústria europeia, asseguradas as importações de matérias-primas, energias e bens de equipamento, desenvolveu-se rapidamente. Em 1944, 44 países reunidos nos Estados Unidos aprovaram o acordo de Bretton Woods, que definia a nova configuração macroeconómica internacional. O acordo estabeleceu a conversibilidade entre o dólar e ouro (cada 35 dólares correspondendo a uma onça de ouro) e tornando o dólar numa moeda internacional.

Contudo, o avanço soviético no Leste Europeu fez com que os EUA tivessem de flexibilizar as duras regras estabelecidas com o acordo de Bretton Woods, e aprovassem o Plano Marshal, como forma de destinar recursos para a reconstrução da Europa.Em 1951, a Europa estava reconstruída. O êxito económico alcançado pelo plano estimulou a integração entre países europeus, levando em 1957 à formação da Comunidade Económica Europeia (CEE). A vitória dos aliados, em 1945, onde se incluía os EUA, mudou significativamente o alinhamento político e a estrutura social mundial.

Era evidente desde o início da Guerra Fria a superioridade económica dos americanos, visto que estes tinham metade do PIB mundial, 2/3 das reservas mundiais de ouro, 60% da capacidade industrial ativa do mundo, 67% da capacidade produtora de petróleo, e também a maior Marinha e Força Aérea.

As importações aumentaram aproximadamente 75% e as exportações atingiram os 340%.
Um reflexo inquestionável da liderança económica dos americanos nos primeiros anos do pós-Guerra foi o facto de o dólar ter sido considerado moeda de reserva. Crescendo a um ritmo acelerado na capacidade industrial da metalúrgica, aumentou notavelmente o peso da tecnologia de ponta, e conseguiu sextuplicar a produção de alumínio nos anos bélicos. O auge industrial que se verificou na década de 50 incentivou a um aumento do poderio militar por parte do governo, devido á guerra da Coreia entre 1950 e 1953. Porém este crescimento foi por poucos anos já que em 1953 começou outra crise de superprodução.

Na década de 60 a economia dos EUA entrou em recessão e acabou por se afundar ainda mais com o colapso dos acordos de Bretton Woods em 1971, a crise do petróleo de 1973, e o “crash” da bolsa em 1973-1974, o que levou à recessão da década de 1970 e ao deslocamento da economia keynesiana para a economia monetarística. Europa de Leste A devastação produzida pela guerra foi tremenda, inúmeras cidades foram vítimas de danos graves e irreparáveis. Muitas das instalações industriais foram destruídas e outras tiveram de ser reconstruidas.

As perdas na agricultura não foram menores, sobretudo no que respeita ao sector do gado, que sofreu que quebra de 40% no ano de 1945 em comparação com 1940.

O final dos anos 50 e início dos anos 60 presenciaram alguns dos momentos mais prósperos do país. Em dezembro de 1991, 11 das 15 repúblicas soviéticas endossaram a CEI (Comunidade dos Estados Independentes), decretando o fim da União Soviética. André Lameiras - 31082
Hélio Carvalho - 29124
João Cruz - 29282
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