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Emoção versão final

versão final
by

Ana Carolina Giglio

on 10 November 2014

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Transcript of Emoção versão final

Os gestos e as expressões faciais variam de acordo com a cultura?!
emoção
Qual a origem das emoções?
Por que nós as temos?
Do que elas são feitas?
?
?
?
?
?
As emoções são as respostas adaptativas do nosso corpo. Surgem da interface entre a ATIVAÇÃO FISIOLÓGICA, a EXPRESSÃO DE UM COMPORTAMENTO e a EXPERIÊNCIA CONSCIENTE.
Duas teorias clássicas discutem duas grandes questões sobre a FISIOLOGIA, EXPRESSÃO e EXPERIÊNCIA das emoções.
TEORIA de James-Lange:
De acordo com William James " nós nos sentimos tristes porque choramos, zangados porque brigamos e assustados porque trememos".

A Ideia de James, também proposta por Carl Lange, pressupõe que o sentimento [emoção] segue a resposta corporal.
TEORIA de Cannon-Bard:
Afirma que as respostas fisiológicas do corpo ocorrem ao mesmo tempo que sentimos as emoções, uma coisa não caisa a outra. O estímulo que dispara a emoção é encaminhado simultaneamente para o CÓRTEX CEREBRAL, causando a consciência da emoção, e para o SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO, causando a excitação corporal.


Cannon afirma que as respostas corporais não seriam distintas o suficiente para evocar diferentes emoções.
O psicólogo George Hohmann [1966] entrevistou 25 soldados que haviam sofrido LESÃO ,EDULAR e pediu a eles que recordassem incidentes que tivessem ocorrido antes e depois da lesão, e que disparassem emoções.
Aqueles que haviam perdido a sensibilidade apenas dos membros inferiores relataram poucas alterações nas emoções sentidas antes e depois da lesão. Porém, os soldados com lesões altas [que não podiam sentir nada abaixo do pescoço] relataram um considerável decréscimo na intensidade das emoções.
Mas, qual é a conexão entre o que pensamos e sentimos?
Nossas emoções sempre nascem dos nossos pensamentos?
Podemos alterar nossas emoções alterando nossos pensamentos?
?
?
?
TEORIA dos Dois Fatores:
Stanley Schachter propôs que as emoções têm 2 componentes: a EXCITAÇÃO FÍSICA e o RÓTULO COGNITIVO. Presume que as experiências emocionais crescem a partir da consciência da resposta corporal e que as emoções são fisiologicamente semelhantes.
De acordo com as pesquisas de Schachter e Jerome Singer, um estado de agitação pode ser interpretado como duas emoções completamente diferentes, dependendo da maneira como o rotulamos.
A excitação é combustível para a emoção; a cognição a canaliza.
Robert Zajonc argumenta que a cognição nem sempre precede a emoção; que as nossas reações emocionais podem ser mais rápidas do que a nossa interpretação da situação.
Algumas vias neurais não passam por áreas corticais envolvidas no pensamento. O centro de controle emocional que parte do olho ou orelha e passa pelo tálamo via amígdala, permite nossa resposta emocional antes do intelecto intervir, já que esse atalho olho-amígdala não passa pelo córtex.
O pesquisador de emoções Richard Lazarus discorda. Sinalizou que mesmo as emoções sentidas instantaneamente requerem algum tipo de avaliação cognitiva da situação.
Se não, não saberíamos ao que estamos reagindo.
Emoções simples não envolvem nenhum pensamento consciente, porém as emoções mais complexas, como culpa, felicidade e amor, surgem de nossas interpretações, memórias e expectativas.
Resumindo:
Dimensões da emoção
relaxamento prazeroso
alegria
raiva e medo
tristeza
POSITIVA
NEGATIVA
LIMIAR ELEVADO
BAIXO LIMIAR
Emoções agradáveis
Emoções desagradáveis
Limiar elevado
Limiar baixo
X
X
EMOÇÃO CORPORIFICADA [EMBODIED]
!
Sendo assim, de acordo com essa perspectiva, uma experiência emocional exige uma INTERPRETAÇÃO CONSCIENTE da excitação.
AMÍGDALA
Emoção e fisiologia
A excitação fisiológica, que faz parte da emoção, é controlada pelo SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO, que se divide em SIMPÁTICO e PARASSIMPÁTICO.

A divisão SIMPÁTICA tem função excitatorial.

A divisão PARASSIMPÁTICA tem função inibitória.
SIMPÁTICO
PARASSIMPÁTICO
PUPILAS
SALIVAÇÃO
PELE
RESPIRAÇÃO
FEQUÊNCIA CARDÍACA
DIGESTÃO
Gl. SUPRA-RENAIS
aumenta
diminui
dilatam
contrai
transpira
seca
aumenta
diminui
aumenta
diminui
inibe
ativa
secreta hormônios do estresse
diminui a secreção de hormônios do estresse
Em algumas situações a excitação é adaptativa.
Entretanto, embora o desempenho seja melhor quando estamos moderada-mente excitados o nível de excitação para a OTIMIZAÇÃO do desempenho VARIA de uma tarefa para outra.
Nível de desempenho
baixo
alto
baixa
alta
Excitação
tarefas difíceis
tarefas fáceis
A FISIOLOGIA DAS EMOÇÕES
Quando duas emoções são similarmente excitatórias e negativas [ou positivas], as respostas fisiológicas que as acompanham não são praticamente indistinguíveis para um observador não treinado.
Em um experimento para investigar as emoções, pesquisadores dividiram pessoas em quatro grupos, os quais permaneceram em salas separadas assistindo filmes que geravam emoções diferentes: MEDO, RAIVA, EXCITAÇÃO SEXUAL e neutro [controle].
Mas, distinguir as diferenças FISIOLÓGICAS entre as emoções com graus de EXCITAÇÃO similares e VALÊNCIAS diferentes, é muito difícil.
Com treinamento adequado possivelmente acertaríamos a pessoa triste;
*
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O medo, a raiva e a excitação sexual, por exemplo, são sentidos de maneiras distintas pelas pessoas.
Embora o medo e a alegria possam determinar um aumento semelhante na frequência cardíaca, estimulam músculos faciais diferentes.
As emoções também diferem em relação aos circuitos cerebrais!
Pesquisas mostrasm que as pessoas que observam rostos que aparentam medo demonstram maior ativação da AMÍDALA do que as que olham rostos que aparentam raiva
Pessoas com PERSONALIDADES NEGATIVAS em geral, quando experienciam EMOÇÕES NEGATIVAS como o nojo mostram mais atividade cerebral no córtex pré-frontal DIREITO. [O mesmo ocorre com pessoas propensas à depressão]
Já pessoas com personalidades e emoções POSITIVAS mostram mais atividade no córtex pré-frontal ESQUERDO.
O suprimento de receptores de DOPAMINA é mais rico no córtex frontal esquerdo, o que pode explicar o porquê um vigoroso hemisfério esquerdo se correlaciona com uma disposição ativa
Sendo assim, embora emoções tão diversas quanto medo e raiva envolvam uma excitação autonômica semelhante, existem diferenças fisiológicas que ajudam a explicar por que experimentamos tais emoções de forma tão diferente.
Emoção expressa
REVELAMOS NOSSAS EMOÇÕES NÃO APENAS EM

NOSSAS RESPOSTAS CORPORAIS, MAS TAMBÉM EM

NOSSO COMPORTAMENTO EXPRESSO!
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*
*
Costumamos ser bons em decifrar pistas não-verbais.
Experimentos demonstraram que ao expor partes do rosto de pessoas com diferentes emoções, temos tendência a ler mais facilmente o MEDO e a RAIVA nos OLHOS e a ALEGRIA na BOCA.
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Pessoas introvertidas tendem a ser muito melhores na leitura de emoções!

Já os introvertidos, costumam ser lidos com mais facilidade.
Uma análise feita com 125 estudos sobre sensibilidade a pistas não verbais, concluiu-se que as mulheres em geral superam os homens na leitura de pistas emocionaisdas pessoas.
Elas também mostram vantagens na detecção de mentiras.
A habilidade feminina de decodificar emoções dos outros pode contribuir para para a sua maior responsividade emocional em situações emocionais positivas ou negativas.
!
Erguer somente a parte interna das sombrancelhas revela NOJO ou INQUIETAÇÃO;
Sombrancelhas erguidas e juntas significam MEDO;
Ativação dos músculos abaixo dos olhos e a elevação das bochechas sugerem um sorriso natural.
A maior parte das emoções autênticas já terá acabado após 4 ou 5 segundos. Mas, sorrisos falsos podem aparecer e desaparecer de forma mais abrupta do que um sorriso espontâneo.
A FRUSTRAÇÃO e a MENTIRA geralmente estão associaldas com LONGAS PAUSAS antes de responder, fala mais RÁPIDA, HESITAÇÕES e poucas ILUSTRAÇÕES.
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Indicadores faciais sutis da emoção podem de alguma forma permitir uma nova estratégia comportamental para detectar a mentira. Por exemplo, dada a presença de estímulos emocionais leves, eletrodos ligados aos músculos faciais podem detectar reações emocionais ocultas. Mesmo se o rosto não aparentar nenhuma diferença, pequenas alterações na voltagem da pele revelam emoções micromusculares adjacentes
Mensagems por correio eletrônico não propiciam as pistas não verbais necessários para a melhor compreensão do conteúdo emocional.
É fácil portanto, a interpretação equivocada das comunicações por e-mail. A ausência de expressões faciais pode torná-los ambíguos para as emoções.
;-(
:D
^.^
;-)
cultura e expressão emocional
Para provar que as expressões faciais têm realmente sentidos diferentes conforme a cultura, Paul Ekman e colaboradores mostraram fotografias de diferentes expressões faciais para pessoas de diferentes partes do mundo e pediram que adivinhassem a emoção relacionada.
Concluíram que apesar de algumas diferenças, culturas e linguagens partilham várias semelhanças no que diz respeito à forma como catagorizam as emoções. Demonstraram que os indicadores fisiológicos da emoção também se mostraram semelhantes.
As expressões emocionais podem facilitar nossa sobrevivência!

Ex: a SURPRESA eleva as sombrancelhas e abre os olhos, permitindo-nos colher mais informações do meio;
o NOJO contorce o nariz, fechando-o para os odores desagradáveis.
obs:
Embora as culturas partilhem uma linguagem facial universal para as emoções básicas elas diferem na quantidade de emoção que expressam!
As expressões faciais fazem mais do que comunicar emoções. Elas AMPLIFICAM as emoções sentidas e SINALIZAM para o corpo, que responde de acordo.
Expressões emocionais e posturas corporais disparam sentimentos. Então, imitar a postura de outras pessoas pode ajudar a sentir o que elas estão sentindo. Ou seja, uma forma de se tornar mais EMPÁTICO, é deixar que sua face imite as expressões de outras pessoas; agir como o outro nos ajuda a sentir como ele!
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Três das emoções básicas são:
MEDO, RAIVA e FELICIDADE.
O medo pode ser venenoso; pode nos atormentar, tirar o sono e preocupar o pensamento.
Entretanto, o pode ser adaptativo. Pode ser um sistema de alarme que prepara o corpo para enfrentar o perigo.
Pesquisas demonstraram que podemos desenvolver o medo por CONDICIONAMENTO ou aprendizado por OBSERVAÇÃO.
MEDO
1
Podemos estar biologicamente preparados para aprender alguns medos!
Macacos podem aprender a temer cobras, apenas assistindo a filmes de outros macacos reagindo com medo de cobras; mas não aprendem a temer flores quando, pela manipulação de imagens, o estímulo amedrontador é transformado em flor
Mais uma vez a AMÍDALA possui um papel importante para as emoções: ela é também uma chave para o APRENDIZADO da emoção!
RAIVA
2
Para descobrir o que nos torna zangados, James Averill pediu a pessoas que se lembrassem ou tomassem nota do que as deixa com raiva.
Além da experiência e da personalidade, a detecção de emoções difere também entre os gêneros.
Extravazar a raiva pode ter efeito calmante temporariamente, mas a longo prazo não funciona!
Qual a melhor maneira de lidar com a raiva?
Podemos lidar com a raiva apenas aguardando, tocando um instrumento, exercitando-se ou conversando com um amigo.
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FELICIDADE
3
A raiva experimentada em geral ocorreu em resposta a percepção de maldade de amigos ou namorados, e, em especial quando uma outra pessoa parecia agir de forma arrogante, injustificável e evitável.
As pessoas felizes percebem o mundo como mais SEGURO, tomam DECISÕES com mais facilidade, crescem nos EMPREGOS mais rapidamente, são mais COOPERATIVAS, vivem de forma mais SAUDÁVEL e são mais satisfeitas com suas vidas.
Fenômeno do SENTIR-SE BEM, FAZER O BEM:
As pessoas que são são felizes são mais propensas a ajudar os outros.
Pesquisas demonstram que nós superestimamos as emoções!
Na verdade , em um tempo menor do que se supõe, o impacto emocional de eventos significativos se dissipa.
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Padrão de variação para emoções positivas e negativas, avaliadas pelo psicólogo James Watson [2000]:
Tempo desde o despertar [horas]
Nível médio de humor
0 -
Emoções positivas
Emoções negativas
Pesquisas revelam que cada vez mais os estudantes universitários consideram essencial os bens materiais para serem felizes.
Em contrapartida, embora o poder de compra tenha mais que dobrado desde 1950, a média de felicidade relatada pelos americanos permaneceu praticamente inalterada!
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Princípio do nível adaptativo
É o fenômeno que descreve nossa tendência a julgar estímulos em relação à aqueles que já experimentamos anteriormente.
Definimos um nível neutro com base na experiência e percebemos e reagimos para cima e para baixo com base nesses níveis!
"'
Sendo assim, se nossa condição atual melhora, sentimos uma onda inicial de prazer. Nós então, nos adaptamos a esse novo nível de vida, considerando-o normal, exigindo algo novo para outra onda de felicidade.
Princípio da PRIVAÇÃO RELATIVA
EX:
A felicidade depende não só das nossas experiências anteriores, mas também das nossas comparações com os outros!
"'
Mas, felicidade é RELATIVA, e pode ser explicada por dois fenômenos:
Apesar do fenômeno do nível adaptativo indicar que a felicidade tende a se equilibrar em torno de um normal, algumas pessoas tendem a ser mais felizes do que outras.
Preditores de felicidade:
Auto-estima elevada
Otimismo, pró-atividade e maleabilidade
Amizades fortes ou casamentos satisfatórios
Trabalho e lazer que requeiram o uso de habilidades

Bom sono e exercícios físicos
Pesquisas com emoções:
Estudo de Zimbardo (1975): criou uma espécie de prisão onde 24 participantes foram alocados, metade como PRISIONEIROS, metade como POLICIAIS.
Programado para 15 dias, o encarceramento não durou mais que uma semana: o que era para ser uma simulação transformou-se num DRAMA.
Entre os resultados do experimento observaram-se casos de violència, depressão, ameaças, distorções perceptivas temporais, sintomas psicossomáticos, abuso de poder e crueldade!
MUITAS VEZES NO NOSSO COTIDIANO, RESPONSABILIZAMOS AS PESSOAS QUANDO A CULPA ESTÁ NA SITUAÇÃO, ou seja, VARIÁVEIS SITUACIONAIS PODEM MUITAS VEZES SUPLANTAR VARIÁVEIS DISPOSICIONAIS.
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Os músculos faciais são difíceis de controlar e revelam sinais de emoção que estamos tentando esconder!
Detectar e computar emoções:
As experiências também podem nos sensibilizar para determinadas emoções:
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