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Vidas Secas

Resumo e análise
by

Fabíola Inajá

on 13 July 2014

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Transcript of Vidas Secas

Vidas Secas
Um romance trágico
Mestre Graça
Sobre o autor
Principais Publicações
Linguagem
As lavadeiras de Alagoas e a palavra
Breve biografia
Caetés

(1933)
São Bernardo
(1934)
Angústia
Vidas Secas
Insônia
Infância
Memórias do Cárcere
Viagem
(1953)

(1936)
(1938)
(1945)
(1947)
(1954)
1892
1953
Nascimento
Tragetória
Morte
Como é cobrado
a) I
b)I e II
c) II e III
d) III
e) II
A obra
Capítulos
O Mundo Coberto de Penas
Festa
Mudança
Fuga
Contas
Origem
O Menino Mais Novo
O Menino Mais Velho
Baleia
Sinha Vitória
Fabiano
Cadeia
Inverno
O Soldado Amarelo
Jornal Argentino
La Prensa
Tradutor
Benjamin Garay
Análise
REGIONALISMO:
Cíclico
Fuga
Modular
Falta de linearidade
Árido
"Obra SECA sobre a SECA"
Romance "Vidas Secas"
Narrador
Tipo de discurso
: indireto livre
Foco narrativo
: terceira pessoa, com narrador onisciente
Espaço
Personagens
Figuras de Linguagem
Metáfora

Proposopeia
Antítese
Prosopopéia
Protagonista
Antagonista
Adjuvantes
Tempo
Fuga
Composição

Temática Social
REGIONALISMO
Nordeste
Brasil
Mundo
Quebra da Bolsa de Nova Iorque

Estado Novo de Getúlio Vargas
O Brasil Literário amplia suas fronteiras
Projeto Literário do Romance de 1930
Influência da sociedade socioeconômica na vida das pessoas
Caracterização do espaço de modo bem definido
Linguagem simples, com inclusão de termos regionais
Crise cafeeira
Declínio
Função Social
Principais autores
Raquel de Queirós
Graciliano Ramos
Jorge Amado
José Lins do Rego
Érico Veríssimo
Urbanização e industrialização
Período Entreguerras
Neorealismo
Opressão
Miséria
Coronelismo
Exploração
Seca
Fabíola Inajá
Escola Literária
Quinhentismo
Barroco
Neoclassicismo
Romantismo
Realismo
Naturalismo
Parnasianismo
Simbolismo
Modernismo
Intercontextualidde
Os retirantes
http://graciliano.com.br/site/
Vale a pena conferir!
Para assistir
Vidas secas
, de Nelson Pereira dos Santos
Brasil, 1963.
Para navegar
Site oficial do escritor alagoano Graciliano Ramos
Nação nordestina
Para ouvir
Para visitar
Residência do então prefeito de Palmeira dos Índios, Graciliano Ramos. Rua Luis Pinto de Barros, 90, Centro.
A triste partida
, de Zé Ramalho e vários artistas.
, de Luiz Gonzaga.
Rio de Janeiro: BMG, 2000.
Rio de Janeiro: BMG, 1998.
Museu Casa Graciliano Ramos
Quando olhei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entoce eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entoce eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Entonce eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração
Asa Branca
Luiz Gonzaga
Cândido Portinari
Localizado próximo à Estação Rodoviária, as margens da BR 316.
Busto de Graciliano Ramos
Zoomorfização Antropomorfização
Hipérbole
Ironia
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