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A arte da segunda metade do século XX

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André Luan

on 24 June 2015

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Transcript of A arte da segunda metade do século XX

Op Art
Do inglês
optical art
, "arte óptica" - foi iniciada por
Victor Vasarely
(1908-1997). Compõe-se de obras em que figuras geométricas, em preto e branco ou coloridas, são combinadas de modo a causar no observador sensações de movimento. Além disso, se o observador muda de posição, tem a impreção de que a obra se modifica.
As muitas expressões da arte contemporânea
A arte dos centros industrializados
No início da segunda metade do século XX os centros urbanos europeus já estavam bastante recuperados dos danos da segunda guerra mundial, e a economia norte-americana crescia. O decorrer do século foi também palco de inúmeros fatos que tornaram muito complexo esse período da história humana.
Pop Art
Vem do inglês e siginifica "arte popular" - desenvolveu-se na década de 1960 nos Estados Unidos e alcançou grande repercussão internacional. Tendo com interesse representar o dia-a-dia das grandes cidades norte americans: as imagens, o ambiente, a vida proporcionada pela tecnologia industrial. Assim, seus temas apareciam na forma de símbulos e produtos de consumo em massa.
A arte da segunda metade do século XX
A efervecência do século XX
Avanços no conhecimento do espaço e do domínio da informática
"Trata-se de uma arte que simboliza as constantes mudanças na realidade em que vivemos".
"Sua proposta era eliminar quaisquer barreiras entre a arte e a vida comum".
Marca de um dos primeiros passos dados em solo lunar, em 20 de
julho de 1969
Centro de controle de Houston
Assitiu-se grandes mudanças nos campos da Biologia e da Medicina, assim como primeiras experiências em clonagem de animais.
Jonas Salk aplica uma vacina contra a pólio em um jovem estudante.
A penicillina, aqui ampliada, foi o primeiro antibiótico usado para curar infecções bacterianas
No campo das relações internacionais, ocorrem a queda do muro de Berlin, fim da união soviética, a expansão da globalização... e várias guerras e conflitos entre os povos.
Imagem de 9 de novembro de 1989
Pal-Ket (1973-1974) de Victor Vasarely.
Dim. 1,51 m x 1,50 m. Museu de Belas-Artes, Bilbao.
Catarata 3 (1967) de Bridget Riley. Dim: 2,21 m x 2,22 m. British Council, Londres.
Marilyn (1967), de Andy Warhol.
Moça com bola (1961), de Roy Lichtenstein. Dim: ,53 m x 92 cm. Museu de Arte Moderna, Nova York.
Além da Op Art e da Pop Art, na segunda metade do século XX desenvolveram-se inúmeras tendências Artísticas. Entre esses artistas foram destacados os trabalhos de:
David Smith (1906-1965)
George Segal (1924-2000)
Donald Judd (1928-1994)
Bill Viola (1951-)
Josef Beuys (1921-1986)
VB XVII (1962), de David Smith.
Altura: 2,06 m. Coleção Candida e Rebeca Smith.
Passageiros de ônibus (1964), de George Segal. Dim: 1,75 m x 1,93 m. Hirshhorn Museum, and Sculpture Garden, Washington.
Sem título (1993), de Donald Judd. Altura: 4,57 m. Coleção particuar.
Rezar sem interrupção (1992), de Bill Viola. Coleção particular.
Terno de feltro (1970), de Josef Beuys. Dim: 1,70 m x 1 m. Coleção particular.
Frank Auerbach (1931-)
J. Y. M. sentado no estúdio IV (1988), de Frank Auerbach. Dim: 55,9 cm x 1,50m. Coleção particular.
Javacheff Christo (1935-)
Le pont Neuf (1985) de Jaacheff Christo. Paris.
Fernando Botero (1932-)
Homem a cavalo (1998), de Fernando Botero. Dim: 44,9 cm x 34,2 cm. Museu Botero, Bogotá.
Jean-Michel Basquiat (1960-1988)
Sem título (Caveira) (1981) de Jean-Michel Basquiat. Coleção Eli e Edythe L. Broad.
Anish Kapor (1954-)
Instalação de Anish Kapor reunindo suas obras É um homem (1989) e Partes sem título II (1990). Centre National d'Art, Paris.
Tony Cragg (1949-)
Paisagem erodida (1992), de Tony Cragg. Dim: 43 cm x 1,32 m. Galeria Lisson, Londres.
Louise Bourgeois (19911-)
Aranhas (2001), de Louiso Bourgeois. Rockefeller Center, Nova York
Aqui estou, aqui fico (1990), de Louiso Bourgeois. Dim: 88,9 cm x 1,02 m. Galeria Karsten Greve, Colônia.
Retrato da Solidão
Observe nessa obra como as pessoas estão lado a lado mas não se comunicam entre si. Estão próximas uma das outras, tomam sol ou admiram juntas sua luz, mas estão sozinhas. O tema da solidão foi tratado diversas vezes por Hopper, um dos mais conhecidos artistas norte-americanos. Note também o emprego da luz e da sombra em áreas bem definidas da tela.
A indústria a serviço da arte
Veja que curiosa essa escultura. David Smith foi metalúrgico em uma fábrica de automóveis; por isso admirava as peças de aço utilizadas na indústria. Sua arte consistiu em reunir peças não para montar produtos industrializados, mas para criar objetos que dessem ao observador a ideia de movimento e equilíbrio. Ele foi um dos primeiros escultores a utilizar aço e solda para produzir esculturas.
O anonimato
Observe como estas esculturas de gesso e de diversos tipos de materiais representam passageiros anônimos de um ônibus. A falta de cor e de detalhes que possam individualizá-los torna-os iguais: eles podem ser qualquer pessoa que numa cidade grande utiliza um meio de transporte coletivo. Esse tema - pessoas comuns realizando ações do dia a dia - chamava a atenção de Segal.
A simplicidade na arte
Essa curiosa obra compõe-se de um conjunto de dez caixas absolutamente iguais, presas em sentido vertical a uma parede. Utilizando um mínimo de cores e de formas, o artista não representa uma cena, nem imita a realidade ou expressa algum sentimento, mas manifesta sua concepção de que a obra de arte deve ser simples e vista pelo observador como um todo.
A tecnologia na arte
A imagem que aparece nessa reprodução faz parte da uma instalação de vídeo. O uso de imagens eletrônicas para criar obras de arte foi uma das tendências da segunda metade do século XX. Nesse caso, o emprego de novas tecnologias serviu para mostrar imagens acompanhadas de som - trechos de um poema do escritor Walt Whitman - em uma tela de tv e programar, por meio de um computador, a repetição dessas imagens. Sua sequência transmite o que o artista considera o ciclo da vida: do nascimento à morte do ser humano, do início do Universo à escuridão total.
Muito além do europeu
Essa pintura a óleo e acrílico sobre tela pode parecer estranha e lembrar um pouco os desenhos e grafites que vemos nas ruas. foi exatamente assim que começou a arte do nova-iorquino Basquiat, filho de um haitiano e de uma porto-riquenha. Sua obra expressou a cultura das ruas de Nova York, povoadas por pessoas de diversas origens. É como se o artista nos mostrasse que a arte não está apenas nas obras dos museus, que refletem a cultura branca e europeia.
Criando novos significados
Nessa curiosa obra vemos um terno de feltro comum, pendurado em um cabide comum. Para o artista, o terno poderia transmitir ao observador sentimentos de segurança e tranquilidade, pois o feltro é um tecido macio que amortece atritos. Na visão de Beuys, o artista pode transmitir boa energia ao público por meio de suas obras. É interessante também perceber que a criatividade do arista está no fato dele tirar o terno de seu lugar habitual - o guarda-roupa - e deslocá-lo para uma exposição. De fato, ao ver o terno fora do seu lugar, o observador pode ser levado a descobrir novos significados para ele.
Por trás da tinta
Observe nessa obra o modo como o artista empregou a tinta. As iniciais J. Y. M. são de uma das pessoas que posavam para ele, mas nada vemos dela: o artista cobriu com largas pinceladas e grossas camadas de tinta a cena de alguém sentado no estúdio.
Uma escultura ambiental
Essa imagem mostra um trabalho artístico - do tipo que alguns críticos definem como
escultura ambiental
- feito em 1985 em uma das pontes mais conhecidas de Paris. Ao envolver a ponte em telas e cordas, o artista criou uma gigantesca escultura: transformou temporariamente a ponte em obra de arte e provocou nas pessoas um olhar novo sobre um lugar pelo qual passavam diariamente sem perceber a beleza da construção.
As figuras gordas de Botero
Note como nessa obra o cavalo e o homem são representados como figuras gordas. Veja também como é simples o desenho das figuras: reconhecemos facilmente o que vemos. Trata-se de um estilo diferente do que muitas expressões de arte contemporânea. O artista parece desafiar o conceito muito difundido de beleza: figuras humanas com o corpo trabalhado pelos exercícios físicos.
Uma instalação
Em arte,
instalação
refere-se a um ambiente constuído com vários elementos criados por um artista. Nessa instalação o artista reuniu duas obras: a pedra vertical é a chamada
É um homem
; as outras pedras, em posição horizontal, compõem a obra chamada
Partes sem título II
. Com relação à cor, sem dúvida é o azul das pedras que mais chama nossa atenção. Quanto ao significado da instalação só podemos pensar em algumas possibilidades... Essa é exatamente uma das características da arte contemporânea: o artista, em geral, não se preocupa em expressar em sua obra um significado que possa ser compreendido da mesma maneira por todos.
A passagem do tempo
Observe nessa obra a oposição entre familiaridade e estranheza: os objetos que o artista reuniu são bastante familiares - vasos, taças e potes -, mas ele os pintou de branco e os dispôs de modo que parecem abandonados e perfurados. O título da obra também nos intriga, mas fornece uma pista para o que ele pretendeu expressar, pois
erodir
é causar erosão, desgaste gradual. Podemos pensar, então, que a obra mostra o lento desgaste de tudo o que nos cerca.
Duas obras de Bourgeois
Veja quanta coisa podemos pensar olhando a escultura da esquerda. Pensemos, inicialmente, no material que a artista utilizou: mármore, vidro e metal. Ela trabalhou o mármore de modo a deixar sua superfície áspera, lembrando o estado bruto em que é encontrado na natureza. Já o vidro e o metal, que resultam da ação humana, lembram objetos produzidos industrialmente. E quanto ao conjunto de vidro e metal que contém os dois pés humanos? Será uma casa, uma caixa? O que quer que seja, abriga o ser humano cujo pés vemos representados.Podemos imaginar, então, que a artista pretendeu mostrar que o ser humano, "plantado" sobre a terra - releia o título da obra -, transforma a natureza por meio de seu trabalho e de suas obras.
Bourgeois bastante conhecida por suas esculturas de de bronze que representam enormes aranhas. Uma delas esteve na Bienal internacional de São Paulo de 1996 e ainda hoje pode ser vista no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM.
Edward Hopper (1882-1967)
Pessoas ao sol (1960), de Edward Hopper. Dim: 1,02 m x 1,53 m. Smithsonian Institution, Washington.
A Arquitetura
Na segunda metade do século XX a arquitetura ganhou formas muito diversas. Os Arquitetos empregaram as linhas curvas e, com a ajuda de computadores, projetaram espaços surpreendentes.
Uma das influências inovadoras da época foram as obras do arquiteto francês Le Corbusier (1887-1965), cujo verdadeiro nome era Charles-Edouard Jeanneret. Na primeira metade do século ele já havia criado trabalhos que o colocaram entre os mestres da arquitetura moderna, como a Vila Savoye.
Visão interna da Vila Savoye (1929), projetada por Le Corbusier. Poissy, França.
Le Corbusier na primeira metade do século
Nessa obra já aparecem estruturas famosas no trabalho de Le Corbusier: os pilotis - conjunto de colunas que sustentam a edificação e deixam uma área livre para a circulação. São ainda marcantes em sua arquitetura o jardim passando por baixo da casa e o sistema de janelas horizontais.
Visão externa da Vila Savoye (1929), projetada por Le Corbusier. Poissy, França.
Visão interna da capela de Notre-Dame du Haut (1950-1954), projetada por Le Corbusier. Ronchamp, França
Le Corbusier na segunda metade do século
Nessa obra chama a atenção o teto expandido para além dos muros da igreja e as janelas de diferentes tamanhos. Observando o interior do edifício, podemos ver que as paredes são grossas e as janelas ocupam aberturas que tem bastante profundidade. Isso provoca a formação de focos de claridade de diferentes tamanhos no interior da igreja, provenientes da luz solar que atravessa as janelas, também de diversos tamanhos.
Visão externa da capela de Notre-Dame du Haut (1950-1954), projetada por Le Corbusier. Ronchamp, França.
Na década de 1950 Le Corbusier trabalhou no projeto de Chandigarh, nova capital da província do Punjab, na Índia, quando desenvolveu novas ideias: para ele, cidade moderna deveria haver perfeita integração entre arquitetura e urbanização. Nesse sentido, ele propôs espaços claramente definidos em setores residênciais, administrativos e políticos, centro comercial e área industrial. Escolas, centros esportivos e de lazer deveriam atender as necessidades dos setores residênciais.
Da segunda metade do século XX até nossos dias, a arquitetura vem se desenvolvendo em muitas direções que procuram refletir as sociedades contemporâneas. É interessante, por isso, conhecermos mais alguns arquitetos e obras.
Visão interna do Museu Solomon R. Guggenheim (1943-1959), projetado por Frank Lloyd Wright. Nova York.
Um prédio em caracol
Essa obra abriga um museu que guarda importantes obras de arte do mundo todo. A ideia do arquiteto foi construir um prédio em forma de espiral com um teto que favorecesse ao máximo a iluminação natural em todo o espaço interno. Assim, os visitantes sobem de elevador até o alto do edifício e vão descendo por uma suave rampa enquanto visitam as numerosas salas.
Visão externa do Museu Solomon R. Guggenheim (1943-1959), projetado por Frank Lloyd Wright. Nova York.
Estádio San Nicola (1987-1990), projetado por Renzo Piano. Bari, Itália.
Um estádio em flor
Esse estádio com capacidade para 60 mil pessoas foi construído para a Copa do Mundo de Futebol de 1990, sediada na Itália. Note como o arquiteto o projetou: ele parece uma flor de pétalas abertas. Cada uma dessas 26 "pétalas" ou seções tem acesso independente para garantir a segurança do público. Todas elas proporcionam aos espectadores uma boa visão do campo.
Museu Guggenheim (1997), projetado por Frank O. Gehry. Bilbao, Espanha.
Um prédio sempre presente
O grandioso conjunto de prédios que forma esse museu tem uma aparência que causa estranheza: alguns blocos tem linhas retas; outros parecem retorcidos e curvados, com uma cobertura metálica e grandes paredes de vidro que garantem a luz natural em seu interior. Esse museu, que parece uma grande escultura e pode ser visto de vários pontos da cidade, tornou-se um verdadeiro monumento e está presente em muitos cartões-postais de Bilbao.
Lerner Hall Student Center (1999), projetado por Bernard Tschumie. Columbia University, Nova York.
A integração entre o novo e o antigo
O prédio da Universidade de Columbia, em Nova York, é do século XIX; tem portanto caracteristicas da época. Em seu projeto de um moderno centro estudantil para a universidade, os arquitetos precisaram imaginar um espaço com características contemporâneas mas que se integrasse ao prédio antigo. A solução encontrada foi um espaço que desse a impressão de leveza pelo emprego de vidro e estruturas abertas. Além disso, agradáveis rampas azuis permitem a circulação de estudantes - e talvez convidem a um convívio também agradável.
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