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Potencial educativo da Web 2.0

a base do trabalho colaborativo da UC Ferramentas Web 2.0, de Doutoramento de Multimédia em Educação e Doutoramento em Didática e Formação
by

Anaitat Avezug

on 16 April 2013

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Transcript of Potencial educativo da Web 2.0

Criação de ambientes pessoais de aprendizagem;
Visualização e organização de ideias, teorias e conceitos;
Colaboração e partilha de grande diversidade de organizadores gráficos: Fluxogramas, "mapas mentais", "mapas concetuais", "V de Gowin". São reportados erros e bugs;
Simplificação excessiva dos organizadores gráficos. Criação de ambientes pessoais de aprendizagem;
Partilha das páginas com os elementos agregados (widgets e RSS);
Tomadas de decisão (distinção do essencial e do acessório);
Multidisciplinaridade e transdisciplinaridade. Colaboração limitada;
Problemas de leitura dos RSS. Indicado para: estudantes, professores e formadores. http://vimeo.com/27244727 Vídeos de grande definição (HD) e qualidade artística
Comunidade de partilha e de aprendizagem (com fóruns de apoio)
Biblioteca de música com músicas gratuitas
Projeto video School com tutoriais de várias áreas
Fomenta a criatividade, a partilha e a colaboração


Requer computadores relativamente potentes e com boa velocidade de acesso à Internet • Controlo dos elementos gráficos, sendo possível alterar as folhas de estilo (CSS).
• Interface e navegação de fácil utilização, permitindo, por exemplo, ações drag-and-drop e movimentar dentro do site de forma intuitiva.
• Pode ser utilizada em simultâneo por diversas pessoas (ferramenta colaborativa).
• Possibilita uma articulação curricular e é transversal às várias áreas curriculares disciplinares e não disciplinares.


• A utilização exagerada das funcionalidades Zoom In/Zoom Out bem como rotações de texto podem causar sensação de náusea.
• Alguma limitação de espaço caso seja utilizado a versão online (50MB por cada elemento inserido). - Possibilidade de criar o seu trabalho em 52 línguas;
- Disponibiliza ferramentas para criação dos testes com a avaliação que os professores e formadores podem utilizar;
- Possibilidade de criar o seu cartão flash e utilizá-lo no ensino a distância;
- Possibilidade de utilizar e criar os jogos de lógica;
- Opção de jogos intelectuais e criação dos mesmos, pode ser utilizada em contextos de ensino e aprendizagem;
- Articulação com as disciplinas das áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. - Impossível utilizar o produto sem acesso à Internet, a não ser os ficheiros de modelos criados na plataforma e transferidos para documento em Word, Excel ou PDF. Permite enviar o avatar por mail ou publicá-lo nas redes sociais ou na blogosfera;
Permite a gravação de mensagens áudio em 30 línguas e, no caso de existirem, apresenta as diferentes variantes da língua;
Ferramenta de promoção da produção oral e escrita - ensino de línguas estrangeiras;
Ferramenta de comunicação assíncrona professor-aluno e aluno-aluno;
Propostas de exploração didática criadas por professores para os vários níveis de ensino e para várias disciplinas. Mensagens limitadas a 60 segundos ou 100 palavras;
Não permite a exportação para usar o avatar offline; Permite a inserção de texto, imagens, fotografias, áudio, vídeos e efeitos especiais;
Ferramenta de apresentação de trabalhos/ teses/projetos;
Ferramenta de elaboração de portefólios;
Permite a impressão dos glogs, seu envio por e-mail e publicação na Web. Interface apenas disponível em língua inglesa. Promove a aplicação de conhecimentos adquiridos na disciplina de Educação Musical.
Funcionalidades disponíveis: pesquisa de outras musicas; a impressão; a possibilidade de partilha e colaboração.
Diversifica modalidades de trabalho escolar, formas de comunicação e de troca dos conhecimentos adquiridos.


Para situações em que não exista Internet, o Noteflight não disponibiliza uma versão offline.
Tem uma apresentação pouco intuitiva e são necessários conhecimentos de informática elementares. Promove no espaço de aprendizagem, competências de carácter social e metacognitivo.
Apresenta compatibilidade com diferentes tipos de ficheiros áudio.
Na área pedagógica, o potencial para reformular o espaço físico e social em que o aluno realiza o seu trabalho é de salientar.



Não permite o download de musicas, a sua edição ou impressão.
Não suporta de forma directa os objectivos de aprendizagem curriculares. http://www.glogster.com/gicanelas/london-/g-6log1boorummfji74aiqia0 - Interface em várias línguas;
- Oferta de 100 idiomas para aprender;
- Disponibilidade do material de apoio para aprendizagem de línguas (gramática, léxico, vocabulário temático, exercícios, etc);
- Aulas com professores nativos. - Excesso de publicidade na página do chat - distrai a concentração do utilizador;
- As aulas com o professor nativo não são gratis;
- Inexistência de opção para fazer o trabalho colaborativo em interação.
- Compatível com outros softwares, exige apenas que o browser suporte a aplicação Java;
- Simplicidade na utilização da ferramenta, possibilita gravar e publicar screencasts online ou informar os utilizadores sobre o assunto pretendido;
- Possibilidade de fazer comentários no idioma que pretender;
- Possibilidade de parar e retomar a gravação em qualquer momento, inserir imagens nas capturas e configurar múltiplas opções para as gravações, tais como: duração, formato, rota de destino, compressão de vídeo e áudio, etc;
- A opção de captação de screencasts que os alunos e os professores podem utilizar, enquadra-se em vários contextos de ensino e aprendizagem.
- Possibilidade de articulação com as disciplinas tanto das áreas curriculares disciplinares e não disciplinares;
- Os utilizadores do iPhone e sistemas Android podem usufruir da ferramenta Screenr.



- Inexistência da opção retroceder do vídeo gravado, assim como retomar a gravação a partir do ponto desejado. Esta opção seria útil no caso de haver algum erro na gravação e ser necessário voltar atrás para o corrigir;
- Fraca capacidade de reprodução de um vídeo gravado em alta qualidade. Potencial educativo da Web 2.0 Tatiana Guzeva Docente responsável
Maria João Loureiro 15.04.2013 A Web 2.0 é mais do que uma nova versão da Web, assentando numa nova forma de encarar os utilizadores, também produtores de conteúdos, contextualizada na interação, participação, colaboração e criação de conhecimento.


A diversidade de ferramentas disponibilizadas na rede tem múltiplas aplicações na Sociedade, podendo ser mobilizadas a nível escolar com todos os pontos fortes e fracos que lhe são inerentes. Introdução Os passos da apresentação Introdução Princípios gerais da Web 2.0 Web 1.0 e Web 2.0 Exemplos de tecnologias da Web 2.0 Potencial educativo da Web 2.0 Exemplo de Análise das ferramentas A base do trabalho apresentado de uma UC Ferramentas Web 2.0
de
Programa Doutoral em Multimédia em Educação
Programa Doutoral em Didática e Formação A utilização do termo Web 2.0 surgiu em outubro de 2004 e deve-se à O'Reilly Media e MediaLive International que o utilizaram como designação de um conjunto de conferências sobre o tema.

Desde essa data, o termo popularizou-se muito rapidamente e refere-se a um conjunto de aplicações Web abertas e de natureza social. Embora não haja consenso quanto ao que isso significa, o conceito geral é um novo conjunto de aplicações online envolvendo os utilizadores, conexões sociais e inteligência coletiva (Cain & Fox, 2009). Princípios gerais da Web 2.0 A Web 2.0 é mais do que uma nova versão da antiga Web, diferenciando-se de diversas formas (Murugesan, 2007):

• Apresenta um design web mais flexível, propício à reutilização criativa e às atualizações dos conteúdos;
• Fornece uma interface user-friendly;
• Facilita a criação e modificação de conteúdo colaborativo;
• Permite a criação de novas aplicações através da reutilização e combinação de diferentes aplicações na Web ou por combinação de informações de diferentes fontes;
• Estabelece redes sociais que unem pessoas com interesses comuns;
• Promove a colaboração e a inteligência coletiva. A partir dos anos 70, com a invenção dos primeiros computadores pessoais, a tecnologia passou a estar mais presente no nosso quotidiano, quer num contexto social, quer em contextos mais específicos, como a educação. Este processo, que ainda hoje se encontra a decorrer, ganhou maior expressão com o advento da Internet e da World Wide Web. A informação passou a estar disponível de forma digital e à distância de um clique. Como afirma Castells & Cardoso (2005), esta tecnologia tem implicações na sociedade e vice-versa: Ao contrário da exploração em rede, na época da Web 1.0, o internauta de hoje não se deixa guiar somente pelas hiperligações, como também adiciona “significado” à busca, propondo-se completá-la, combinando-a com outros conteúdos já existentes na rede (Gallini & Noiret, 2011). As principais atividades económicas, sociais, políticas e culturais de todo o planeta estruturam-se através da Internet, pelo que ficar à margem destas redes é a forma de exclusão mais grave que se pode sofrer na nossa economia e cultura (Castells, 2001). Potecial educativo da Web 2.0 Web 2.0 são os espaços abertos permitindo formas coletivas de participação - conteúdo gerado pelo utilizador As tecnologias Web 2.0 permitem que os professores possam criar ambientes de aprendizagem centrados no aluno, como nunca antes foi possível, uma vez que as ferramentas de leitura/escrita permitem que os alunos criem, partilhem e editem conteúdo.
(Cifuentes, Xochihua & Edwards, 2011). •Autonomia e independência dos alunos no uso das wikis e blogues;
•Partilha e repositório de conhecimentos disponibilizados pelas wikis;
•Promoção da criatividade em ambientes colaborativos em que os leitores se tornam escritores e os consumidores se tornam produtores de conhecimento;
•Desenvolvimento de uma aprendizagem centrada no aluno;
•Criação de comunidades de aprendizagem de natureza não-hierárquica;
•Sustentação de ambientes de aprendizagem personalizados em que o utilizador cria, mistura, altera e edita os seus próprios conteúdos;
•Criação de conteúdos etiquetados, pelo uso de palavras-chave, facilitando o acesso e edição das páginas com esses conteúdos por parte de outros utilizadores;
•Papel do professor radicalmente redesenhado, tornando-se um recurso e possibilitando que os alunos assumam um papel mais ativo na criação e representação do conhecimento;
•Desenvolvimento de um ambiente de rede, proporcionando aos alunos ferramentas de comunicação e contato virtual de presença colaborativa.
•Divisão de trabalho com o envolvimento de grupos (comunidades de aprendizagem), estruturados em relações horizontais entre os seus membros;
•Reversibilidade do conteúdo nas Wikis, possibilitando a neutralização de conteúdos inadequados ou de edições maliciosas das páginas;
•Enxame de software colaborativo indutor de uma verdadeira revolução social;
•Utilização de ferramentas, nomeadamente dos blogues, no maior envolvimento cognitivo dos alunos com os conteúdos do ensino formal e no desenvolvimento do pensamento crítico e da reflexão Pontos fortes •Abuso ou mau uso destas tecnologias, podendo levar ao desrespeito das regras estabelecidas em instituições que funcionem numa estrutura rígida e hierárquica, abrindo caminho à subversão de práticas anteriormente aceites;
•Regulação do uso da atividade dos alunos nas redes sociais, a qual pode tornar-se impraticável na maioria das organizações;
•Frieza percecionada pelos alunos quando a sua aprendizagem à distância é mediada pela tecnologia;
•Deficiente divisão de trabalho em ambientes tipicamente colaborativos, como as Wikis, podendo degenerar em conflitos entre os utilizadores interatuantes;
•Necessidade de controlo de conteúdo para neutralizar a publicação de informação nas páginas Web;
•Mal-estar causado entre alunos e professores quando têm de lidar com a partilha, a relatividade e a negociação de conteúdos publicados e acedidos por muitas pessoas numa “propriedade pública” que é a Web 2.0;
•Relativização do conceito “propriedade intelectual”, o qual pode também dar origem a conflitos entre os utilizadores destas tecnologias. Pontos fracos TIC no Ensino de Línguas
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