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JAMES STIRLING

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by

Bernardo Marengo

on 31 October 2013

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Transcript of JAMES STIRLING

O Arquiteto
James Frazer Stirling foi um arquiteto britânico que nasceu em Glasgow - 1926 e tem formação em arquitetura em 1949. Viveu até os 66 anos, e sua obra revela que o arquiteto se ateve a manter vínculos com o seu tempo.
Graduação: Arquitetura na Universidade de Liverpool, Inglaterra;
Pós-Graduação: School of Town Planning and Regional Research, Londres – Inglaterra em 1952.

 Recebeu em 1981 o prêmio Pritzker.

 Entre 1956 e 1963, possuiu escritório em parceria com James Gowan cujos produtos arquitetônicos foram inovadores para a época.

 Em 1971 trabalhou juntamente de Michael Wilford, cujo trabalho atingiu as arquiteturas voltadas a galerias, museus, teatros e bibliotecas.

 Lecionou na faculdade de Arquitetura de Yale (EUA)

Obras Selecionadas:
Engineering Building, Leicester University, Leicester- Reino Unido
Florey Building, Queen's College, Oxford - Reino Unido
Neue Staatsgalerie, Stuttgart - Alemanha
JAMES STIRLING
Alunos: Bernardo Marengo
Carolina Machado
Douglas Feger
Julia Ândria
Maria Carolina

Programa de Necessidades
Grandes oficinas com áreas flexíveis na partição;
Espaços iluminados pelo norte;
Uma torre d’água com 30 metros de altura essencial para experiências hidráulicas.
Análises
A escola de Engenharia da Universidade de Leicester fica em Leicester na Inglaterra, o projeto foi feito em parceria com James Gowan (com quem Stirling trabalhou entre 1956 e 1964) cuja arquitetura tornou-se projeto em 1959, e em 1963 a obra foi finalizada. Stirling explora as tradições nacionais da Inglaterra, em especial a arquitetura vernácula industrial de Liverpool, sua cidade natal.
Escola de Engenharia da Universidade de Leicester
Implantação:
Campus universitário;
Lote bem aproveitado;
Verticalização de setores.
Insolação Predominante:
A cobertura orientada a 45 graus, de leste a oeste concebida para garantir a luz do norte.
Plantas:
8º pavimento
6º pavimento
4º pavimento
1º pavimento
Corte e Elevação:
Corte
Elevação
Técnicas Construtivas e Materiais de Construção
Concreto Armado;
Áreas em balanço;
Vedação com tijolos aparentes na cor vermelha e também com vidro que é visto como um elemento sólido;
Cubos rotacionados ou inclinados na diagonal do retângulo.
Análise dos Volumes:
Partido Arquitetônico:
Ritmo:
Repetição dos “sheds das oficinas”
Aglomerado de formas articuladas.
Escala:
Obra monumental.
Cheios e Vazios
Hierarquia
Simetria:
Cores:
Elementos figurativos:
Perfil do edificio remete a uma imagem de navio.
Estrutura, Planta x Fachada, Entorno e Estímulos ao usuário
A estrutura é em concreto armado e independente da vedação que explora amplamente o uso do vidro, e os tijolos na cor vermelha.
O arquiteto usa chanfros como elementos de analogia entre planta e fachada.
Há dificuldade em situar instantaneamente módulos e pavimento.
Os usos são completamente adequados, a obra está situada no campus universitário no departamento de Engenharia de Leicester. A configuração do edifício é muito prática, no sentido de ser elaborado para um método de ensino prático, com mais foco à oficinas do que à teoria.
Entorno
Edifício Florey, Oxford College
O Edifício Florey (1971) foi desenhado por James Stirling, um dos arquitetos britânicos, mais inventivas e muitas vezes controverso do período pós-guerra. O edifício, que fornece alojamento para alunos de graduação e pós-graduação, foi encomendado pelo Senhor Howard Florey.
Stirling buscava projetar dormitórios que estivessem ligadoas a natureza, por isso a sua entrada principal era pelo rio existente no local.
É uma obra controversa, por seus inpumeros problemas acústicos, térmicos e funcionais.
Programa de Necessidades:
Dormitórios para estudantes;
Oficinas;
Refeitório;
Área de convivência para os estudantes.
Análises:
Técnicas Construtivas e Materiais:
Nesta obra Stirling utiliza uma estrutura independente, ou seja, um sistema construtivo no modo viga – pilar, as paredes são meramente de vedação.
Pilares de sustentação em forma de "A";
Tijolos maciços aparentes.
Pele de vidro na Fachada Norte.
Implantação:
A Edificação de Stirling não ocupa inteiramente o terreno por se tratar de uma obra em meio a um campus universitário.
Aproveita o terreno, utilizando os recuos devidos e aproveita a interação com o meio natural existente ao redor.

A insolação predominante se dá na fachada externa, já que este é o Sul da edificação, portanto no lado interno do "U", que são os dormitórios a iluminação é precária.
Plantas:
4 º pvto
2º e 3º pvto
1º pvto
Térreo
Cortes e Fachadas:
Análise dos Volumes:
Partido Arquitetônico:
Stirling utiliza o centro da área de convivência para poder convergir o projeto, sempre voltado para o rio.
Escalas:
O edificio utiliza proporções humanas para compor a obra e os pavimentos.
Ritmos:
Simetria:
Cores
Estrutura, Planta x Fachada, Entorno e Estímulos ao usuário
Na obra de Stirling, a planta segue a fachada, sendo que na parte do interior da construção estão os dormitórios e salas usuais, já na parte externa estão a circulação.
O Florey Building, dialoga com seu entorno através do material utilizado que segue o padrão ao seu redor (tijolos vermelhos) e também dialoga com a natureza ao colocar os principais usos virados para o rio. A entrada principal da obra é pelo rio.
De acordo com a ideia inicial de Stirling, os usuários estariam ligados a natureza, acessando o prédio pelo rio. A vista integra natureza e construção.
Neue Staatsgalerie- Stuttgart- Alemanha
Buscando mesclar elementos do tradicional juntamente com conceitos notavelmente inspirados no moderno, principalmente em Le Corbusier, James Stirling cria a Neue Staatsgalerie. Edifício proclamado como o epitoma do pós-modernismo pelo crítico Charles Jencks.
Está edificada na cidade de Stuttgart na Alemanha. A obra foi construída de 1977-1983.
Programa de Necessidades
Recepção;
Galerias;
Escritórios;
Teatro;
Escola de música;
Café
Técnicas Construtivas
Stirling combina materiais do passado, travertino e arenito, com materiais industriais modernos, como o aço industrial e o vidro. Também são utilizados a alvenaria, o concreto e o gesso. Sua técnica busca mesclar o monumental com o informal, utilizando elementos aconchegantes, formas incomuns e paredes ondulatórias.
Análises
Implantação:
A edificação está inserida em uma região circundada por construções de médio porte. Vista frontal está voltada para uma avenida e há uma rua local em sua lateral esquerda. Ocupa todos os limites do lote. A fachada do edifício está inteiramente coberta por vegetação, esta se volta para o oeste, possuindo maior insolação ao lado esquerdo do museu, sendo assim, o pano de vidro principal, localizado no pátio de entrada, se volta para o sudoeste.
Insolação
A fachada do edifício está inteiramente coberta por vegetação, esta se volta para o oeste, possuindo maior insolação ao lado esquerdo do museu, sendo assim, o pano de vidro principal, localizado no pátio de entrada, se volta para o sudoeste.
Cortes:
Plantas
Volumes:
Partido Arquitetônico
Escala:
Escala Monumental da Obra.
Formato de "U"
Escadas e rampas em "zig-zag"
Ritmo:
-Janelas;
-Panos de vidro;
-Alvenaria.
Cheios e Vazios
Hierarquia
Simetria:
Cores
Estrutura, Planta x Fachada, Entorno e Estímulos ao usuário
Visto da avenida principal, de encontro à fachada, é possível ver apenas duas rampas e um portal, dando a ilusão de que a edificação é menor do que realmente é. Observa-se certa dificuldade de constatar que a mesma possui seis pavimentos, criando uma certa opacidade arquitetônica, característica do contemporâneo.
Apesar de sua topografia acidentada, o projeto se mescla de tal forma ao terreno, que esta acaba passando despercebida pelos usuários.
O desejo de uma edificação mais democrática e popular pode ser observado através da construção de uma passagem no edifício, possibilitando a transição dos usurários de uma rua à outra.
Demonstra grandes estímulos aos usuários, tento espaciais, quanto visuais.
As cores e formas são estimulos visuais, já a promedade architecturale é dada pelas rampas e escadas da obra.
Contextualização:
"A integração definitiva da estética brutalista britânica - a fusão de seus aspectos contraditórios "formalista" e "populista" em um vernáculo à base de vidro e tijolo, extraído das estruturas industriais do século XIX - surgiu com as obras de Stirling e de seu sócio James Gowan em 1959: o projeto de um dormitório para o Selwyn College de Cambridge e o Engineering Building para a Universidade de Leicester. É preciso fazer, aqui, uma menção à obra do falecido Edward Reynolds, cujos projetos estruturalmente expressivos (para não dizer expressionistas), feitos quando ele era ainda um estudante, exerceram uma influência decisiva sobre a evolução do Brutalismo, mais notavelmente (...) no projeto feito por Stirling para Leicester." FRAMPTON, Kenneth "História da Arquitetura Moderna"

• "(...) Stirling estava determinado a revigorar a arquitetura moderna na Inglaterra conectando-a novamente ao chamado "período heróico" dos anos 20 e explorando tradições nacionais negligenciadas, tais como a arquitetura vernácula industrial de Liverpool, sua cidade natal." WESTON, Richard "Plantas, Cortes e Elevações

"De fato, com a chegada de Krier nota-se na obra de Stirling uma mudança radical no seu modo de pensar e projetar. A partir de então (...) prevalecerá a planta – e com ela se farão presentes a cidade antiga, a colagem, a paisagem. Um velho princípio corbusiano – a promenade architecturale – se converterá no fio condutor do projeto. " MONEO, Rafael. Inquietação Teórica e Estratégia Projetual. São Paulo: Cosac Naify, 2008
Referências Bibliográficas
FRAMPTON, Kenneth. “História Crítica da Arquitetura Moderna”, Editora: Martins Fontes, São Paulo – 2008 2ª edição. Capítulo 2, página 325.
WESTON, Richard. “Plantas, cortes e elevações / Edifícios-chave do século XX”, Editorial Gustavo Gili, SA, Barcelona, 2005. Páginas 116 e 117.
CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes,1999
MONEO, Rafael. Inquietação Teórica e Estratégia Projetual. São Paulo: Cosac Naify, 2008.


http://jvillavisencio.blogspot.com.br/2010/12/james-stirling-e-o-inquietante-mundo.html
http://www.greatbuildings.com/buildings/Engineering_Building.html
http://en.urbarama.com/project/engineering-building-university-of-leicester
http://drawingcanonicalideasinarchitecture.files.wordpress.com/2011/08/lecture6-email.pdf
http://www.archdaily.com/124725/ad-classics-neue-staatsgalerie-james-stirling/
http://en.wikipedia.org/wiki/Neue_Staatsgalerie
http://www.greatbuildings.com/buildings/Neue_Staatsgalerie.html
http://www.metalocus.es/content/en/blog/%E2%80%9Cjames-frazer-stirling-notes-archive-crisis-modernism%E2%80%9D
http://www.slideshare.net/carlosvieira/james-striling (pg 25)
fotos
http://www.emporis.com/building/neuestaatsgalerie-stuttgart-germany
http://www.pinterest.com/pin/296745062917530610/ foto detalhe da fachada
http://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_1/1_Kiefer.pdf procurar por staatsgalerie
http://www.msa.mmu.ac.uk/continuity/index.php/2007/06/28/the-staatsgalerie-downhill/
http://www.staatsgalerie.de/geschichte_e/neu.php
http://www.architectural-review.com
http://www.cca.qc.ca
http://fatemehnasrollahi.wordpress.com
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