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Hymenoleps nana e Hymenoleps diminuta

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by

Nayara Rufino

on 25 April 2014

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Transcript of Hymenoleps nana e Hymenoleps diminuta

Hymenoleps nana e Hymenoleps diminuta
Hymenolepis nana
e
Hymenolepis diminuta
CLASSIFICAÇÃO
Reino:
Animalia
Filo:
Platyhelminthes
Classe:
Cestoda
Ordem:
Cyclophyllidea
Família:
Hymenolepididae
Género:
Hymenoleps
Espécies:
Hymenoleps nana
Hymenoleps diminuta
INTRODUÇÃO
Hymenolepis diminuta
: são parasitos de ratos e raramente o homem; possuem Ciclo biológico heteroxênico.

MORFOLOGIA
Mede de 3 a 5 centímetros (já foram encontrados espécimes com até 10 cm)
Cabeça ou escólex
: Apresenta 4 ventosas e um rosto-retrátil armado de ganchos.
Colo:
Sem segmentação, mas em intensa atividade reprodutiva (divisão).
VERME ADULTO
A himenolepíase é a infecção causada pelos estágios adulto e larvário de helmintos cosmopolitas do gênero
Hymenolepis (Hymenolepis nana e Hymenolepis diminuta
) sendo que principalmente a
H. nana.
- Parasitam com maior freqüência as crianças, sobretudo onde medidas higiênicas não são adotadas.
Hymenolepis nana
: é o menor e mais comum dos cestódeos que ocorre no homem. Este cestoda pode apresentar dois ciclos biológicos, sendo um monoxênico e outro heteroxênico.
Gênero:
Hymenolepis
Hymenolepis nana
Hymenolepis diminuta
MORFOLOGIA
Hymenolepis nana
Estróbilo:
possui 100 a 200 proglotes muito estreitas, e cada uma delas tem genitálias masculina e feminina. Os anéis grávidos apresentam-se repletos de ovos ( que medem de 30 a 50 micrômetros, incolores, com formato ovóide) e quando se desprendem do estróbilo se rompem liberando-os.
Proglotes que são divididas em imaturas, maduras e grávidas. Estreitas e apresentando poros genitais unilaterais
MORFOLOGIA
Hymenolepis nana
Ovos
Membrana externa delgada
Acúleos (3pares)
Membrana interna
Mamelões (saliências polares das quais saem 4 a 8 filamentos longos
Medem 40 a 50 um
Larva cirticercóide
MORFOLOGIA
A larva cisticercóide mede cerca de 500um de diâmetro, é uma pequena larva, formada por um escólex invaginado e envolvido por uma membrana.
Mede cerca de 30 a 60 cm.
Possui escólex com quatro ventosas.
Sem rostro.
Verme
adulto
MORFOLOGIA
Hymenolepis diminuta
Ovos
Nome vulgar: “tênia anã”;
A
Hymenolepis nana
é a única taenia do homem (reservatório comum da doença), sem um hospedeiro intermediário obrigatório.
O seu desenvolvimento em geral, leva cerca de duas semanas. Causa infecções leves, que chegam a ser assintomáticas
60 a 80 um
Esféricos, de cor castanho-amarelada.
Dupla membrana, sendo a membrana externa mais espessa;
Membrana interna sem mamelões, e envolvendo o embrião ou oncosfera com três pares de acúleos;
O que a diferencia da
Hymenolepis nana
: ausência de filamentos polares entre as membranas.
Os ovos, eliminados juntamente com as fezes, são ingeridos pelo homem.
No intestino delgado são liberadas as oncosferas, que penetram nas vilosidades intestinais.
Em quatro dias, transformam-se em larva cisticercóide.
Dez dias depois, as larvas saem das vilosidades, desenvaginando-se e fixando-se na mucosa, onde é completada a maturação.
Cerca de 20 dias depois já são vermes adultos, que cerca de 14 dias depois morrem e são eliminados.
Isso pode estimular o sistema imunológico e ocorrer imunidade ativa específica (quando isso acontece o organismo elimina o parasito).
CICLO BIOLÓGICO
Monoxênico e Heteroxênico
CICLO BIOLÓGICO
Hymenolepis nana
Monoxênico
CICLO BIOLÓGICO
Hymenolepis nana
Os ovos eliminados com as fezes, ao chegarem ao solo.
São ingeridos por larvas de insetos - como pulgas (Xenopsylla cheopis, Pulex irritans) e coleópteros de cereais (como Tenebrio mollitor, Tenebrio obscurus e Tribollium) - e, ao atingirem o intestino destes, liberam a oncosfera, que se transforma em larva cisticercóide.
O homem se infecta ao ingerir insetos que contenham em seu tubo digestivo as larvas cisticercóides, as quais se desenvaginam e se fixam à mucosa intestinal humana, onde vão amadurecer (depois de 20 dias já são vermes adultos).
INTRODUÇÃO
Heteroxênico
MORFOLOGIA
CICLO BIOLÓGICO
Hymenolepis diminuta
Artrópodes ingerem os ovos.
Eclosão dos ovos no intestino dos artrópodes.
Invasão da oncosfera no sangue ou linfa e desenvolvimento da larva cisticercoide.
Ingestão do hospedeiro intermediário pelo hospedeiro definitivo infectado com a larva cisticercoide.
Evaginação e fixação do escólex no intestino do hospedeiro definitivo.
Formação do verme adulto.
Apenas heteroxênico
CICLO BIOLÓGICO
Hymenoleps diminuta
DIFERENÇAS
MORFOLÓGICAS
BIOLOGIA DO PARASITO
H. nana
Habitat:
Verme adulto: Intestino delgado, principalmente jejuno e íleo.
Cisticerco: Vilosidades intestinais do homem ou na cavidade geral dos insetos hospedeiros.
Longevidade do verme adulto: 14 dias
Reprodução: Autofertilização
Ciclo Biológico: Monoxênico ou heteroxênico
H. diminuta
Habitat:
Verme adulto: Aparelho gastrointestinal de ratos, raramente parasitam humanos.
Cisticerco: Cavidade geral do inseto hospedeiro.
Longevidade do verme adulto: 60 dias.
Reprodução: Autofertilização
Ciclo Biológico: Heteroxênico
PATOGENIA
TRANSMISSÃO
Geralmente, ocorre pela ingestão de ovos presentes nas mãos ou em alimentos contaminados. Nesse caso costumam ocorrem poucas reinfecções pois a larva cisticecóide se desenvolvendo nas vilosidades, estimula uma forte reação imunológica.

Quando o hospedeiro ingere um inseto infectado com larvas é mais provavel que ocorra a hiperinfecção, uma vez que não há imunidade e milhares de ovos podem ser liberados levando à uma autoinfecção interna.
Geralmente assintomática
O aparecimento de manifestações clínicas está relacionada com a idade e o número de vermes.
Sintomas:
Agitação
Insônia
Irritabilidade
Diarréia
Dor abdominal
Ataques epiléticos (muito raro)
Himenolepíase
DIAGNÓSTICO
Clínico: Difícil e de pouca utilidade, mas caso crianças apresentem episódios epilépticos deve-se suspeitar da verminose, que será confirmada ou não pelo exame parasitológico de fezes.
Laboratorial: Exame de fezes pelos métodos de rotina, permitem encontrar o ovo do parasito.

Métodos imunológicos são pouco utilizados pois pode havel reação cruzada entre
H. nana
(patogênica) e
H. diminuta
(não patogênica).
EPIDEMIOLOGIA
Em geral, possui baixa prevalência (de 0,04% a 3,5%)
Na faixa etária de 2 a 9 anos essa prevalência pode atingir 40%.
Fatores determinantes para sua distribuição e incidência:
Distribuição geográfica cosmopólita
Maus hábitos higiênicos.
Resistência baixa do ovo no meio externo: até 10 dias
Presença dos hospedeiros intermediário no ambiente
Transmissão direta: criança - ovo - criança
PROFLAXIA
Higiene individual.
Combate aos insetos que podem ser hospedeiros intermediários.
Tratamento adequado das fezes humanas.
Tratamento dos doentes para se evitar a manutenção de fontes de infecção.
TRATAMENTO
Praziquantel
Miclosamida

Fim :)
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