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"Metzengerstein, o Mito Húngaro" e "A Queda da Casa de Usher", de Edgar Allan Poe

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Edgar Duarte

on 21 February 2013

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Transcript of "Metzengerstein, o Mito Húngaro" e "A Queda da Casa de Usher", de Edgar Allan Poe

CONTOS
FANTÁSTICOS EDGAR ALLAN POE ''Metzengerstein, o Mito Húngaro'' ''A Queda da Casa de Usher'' Contos desta obra:
''Metzengerstein, o Mito Húngaro''
''Ligeia"
''Morella''
''Eleonora''
''A Queda da Casa de Usher''
''William Wilson''
''O Gato Preto''
''O Poço e o Pêndulo''
''O Coração Revelador''
''O Retrato Oval''
''O Barril de Amontillado'' "Metzengerstein, O Mito Húngaro'' também conhecido apenas como ''Metzengerstein'' é o primeiro dos onze contos deste livro e é também o primeiro do escritor.
Este conto fala sobre duas famílias vizinhas (Metzengerstein e Berlifitzing). Estas famílias, ambas ricas e poderosas, sustentam uma rivalidade enorme durante séculos. O conde Wilhelm Berlifitzing não passava de um velho pateta de debilitado, com uma grande antipatia pela família rival. Mesmo assim, ele ainda mantinha vivas as suas grandes paixões: cavalos e caça, pelas quais não trocava nada.
Do outro lado, vivia Frederick Metzengerstein. O Barão, órfão aos dezoito anos, era o herdeiro de toda a fortuna da sua família. Este era solitário, irresponsável e sem escrúpulos, gastava toda a sua fortuna em futilidades, deixando sem esperanças aqueles que viam um futuro nele. Certo dia, ao cair da noite, descobre-se um terrível incêndio nas cavalariças do castelo de Berlifitzing e todos acusam o barão da família rival. Este, durante o acontecimento, permanece no cimo do palácio a apreciar as pinturas e tapeçarias dos seus antepassados, até que repara num cavalo, com olhos que pareciam vivos, no qual não tinha notado antes. Atrás desse cavalo havia um cavaleiro perplexo a morrer sob o punhal de um membro da sua família. Enquanto isto, já o velho conde Wilhelm tinha morrido. De repente, uma chama entra pela sala e preenche o corpo do assassino desenhado na tapeçaria. Fredrick foge quando um enorme cavalo cor de fogo aparece no palácio. Na testa do cavalo liam-se as iniciais ''W.V.B'' (Wilhem von Berlifitzing). Personagens Resumo Aspectos Gerais Opinião Aspectos Gerais Personagens Resumo Opinião Edgar Duarte
9ºD Nº15 Edgar Allan Poe (Boston, 19 de Janeiro de 1809 – Baltimore, 7 de Outubro de 1849) foi escritor, poeta, romancista, crítico literário... Os seus pais eram ambos actores, e morreram quando Poe era ainda muito jovem. Este passou então a ser criado pelos seus pais adoptivos, John e Frances Allan. Poe é considerado, juntamente com Jules Verne, um dos precursores das literatura de ficção científica e fantástica moderna. Algumas das suas novelas, como ‘’Os Crimes da Rua Morgue’’, ‘’A Carta Roubada’’ e ‘’O Mistério de Marie Roget’’, figuram entre as primeiras obras reconhecidas como policiais, e, de acordo com muitos, as suas obras marcam o início da verdadeira literatura norte-americana. As suas histórias variam entre romances emocionantes e misteriosos, e histórias de horror, com descrição detalhada. Os sentimentos das personagens são descritos de tal maneira que os leitores conseguem quase senti-los.
Actualmente, Poe tem algumas das suas obras tranformadas em filmes, músicas, video-jogos,... Uma dessas obras é o seu poema mais famoso: ''O Corvo'', que foi transformado em filme este ano. Eu, pessoalmente, achei o conto interessante e bastante bom. Consegue cativar-nos a ler, a ponto de nunca mais conseguirmos parar, só para sabermos o que vai acontecer a seguir, e eu gosto disso nos livros/contos. Tem a capacidade de nos prender. A história tem a vertente do fantástico, do drama e do suspense, como a maioria dos contos de Allan Poe.
A parte de que mais gostei foi quando o barão, que estava a comtemplar as tapeçarias da torre do seu castelo, repara que o cavalo, que antes era apenas um desenho numa delas, começa a ganhar vida nos olhos, olhando-o fixamente, tendo quase um aspecto humano. Gostei também da parte logo a seguir, quando a chama de fogo entra pela torre do castelo e contorna o assassino do cavaleiro, desenhado na tal tapeçaria. ''A Queda da Casa de Usher'', originalmente conhecido como ''The Fall of the House of Usher'', foi escrito por Poe em 1939. É, talvez, a prosa mais conhecida de Edgar e, segundo muitos, este conto traduz a sua mentalidade e a sua maneira de escrever, devido ao detalhe e ao horror.
Este conto foi transformado num filme, nos anos 60, com o mesmo nome.
Este conto narra a história de um casal de irmãos, Roderick e Madeline Usher, ambos às portas da morte, e da casa onde viviam e da sua degradação. A história é narrada na primeira pessoa por um amigo do protagonista. Roderick Usher era um amigo de longa data do narrador deste conto. Sofria de uma doença mortal muito grave, tanto física quanto mental, que a pouco e pouco lhe destruía o organismo. Tinha um ar muito abatido e era um homem muito sensível. Sempre viveu naquela casa, e desde a doença, nunca de lá saiu.
Madeline Usher era a irmã gémea de Roderick e sofria da mesma doença que o irmão. Tinha um esgotamento gradual e crises frequentes, mas passageiras. Era calada, sinistra e passava o resto dos seus dias num quarto. Era um dia de Outono e o narrador cavalgara todo o dia até à Casa de Usher. Era a primeira vez que a via, mas sentia em si uma grande melancolia. Tencionava passar lá várias semanas, pois tinha recebido uma carta do seu proprietário, Roderick Usher, onde este falava de uma doença mortal, e da ânsia de ver o amigo.
Mal entra na casa, o narrador sente logo que tudo lá era estranho, a começar por um lago negro que se estendia em frente de edifício. Entrou e um criado levou-o ao quarto onde se encontrava o amigo. Ambos começam a falar e de repente, Lady Madeline, irmã de Usher, passa pelo quarto e desaparece.
Durante as semanas que se seguiram, Roderick e o seu amigo foram passando o seu tempo pintando, lendo e tocando guitarra. Neste tempo, o narrador vai percebendo a vontade que Usher tinha em reanimar o seu espírito. Mas certo dia, Madeline morre, e o seu irmão decide guardar o corpo durante um tempo, antes do enterro. Passados os dias, levaram o caixão para o jazigo de família. Os dias passavam e a situação de Usher piorava. Este estava mais desleixado, distraído e com um ar cada vez mais abatido e louco.
Ora, numa noite de tempestade, Roderick estava particularmente agitado e o seu amigo decide ler para ele. Este começa a ler e, de repente, todos os sons que o autor do livro descrevia eram ouvidos pelo narrador. Não disse nada para não preocupar o seu amigo, que parecia também ter ouvido os barulhos. Levantou-se e perguntou a Usher se estava tudo bem. Ele respondeu que sim com um olhar e um sorriso enlouquecidos. Roderick sabia que aqueles sons eram a irmã a mexer- -se no caixão. Como no anterior, este conto tem a capacidade de nos prender a ele e de nos cativar. Estes contos só vêm provar que as histórias são intemporais e que podemos gostar delas, independentemente de serem recentes ou não. Os géneros deste conto são o drama, o suspense e o terror. É um conto com bastantes simbologias e premonições, ou seja, à medida que o lemos, vamos sendo capazes de desvendar o final.
A minha parte favorita é a parte final, onde se concentra a maior parte do terror e da acção.
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