Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Untitled Prezi

No description
by

on 12 December 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Untitled Prezi

Quer que eu desenhe para você entender? O desafio maior no processo de produção da infografia, é avaliar o melhor momento de usá-la e, a forma de apresentá-la ao leitor. Por meio da pesquisa bibliográfica de autores como Ambrose-Harris (2009), Dondis (2000), Guimarães (2004), Lupton (2006), Munari (2001), Peltzer (1991), Sancho (2001), Stovall (1997) e Rendgen (2012), que trabalham categorias como cor, imagem e tipografia e, sua influência na compreensao da mensagem, a revista Superinteressante do mês de Setembro/2012, no meio impresso e digital, teve seu design de informação por meio de infográficos estudados. A necessidade de adaptação fez com que nossos sistemas neurais e musculosqueléticos passassem por diversas modificações, sendo uma delas o bipedalismo, ou seja, a capacidade que nós (e outras espécies de mamíferos) temos de andar sobre duas pernas. "Conhecer as imagens que nos circundam significa também alargar as possibilidades de contato com a realidade: significa ver mais e perceber mais" (MUNARI, 2001, pg 11) É possível observar a habilidade precoce na formação de símbolos nesses desenhos pré-históricos. As primeiras pictografias evoluíram como começo de arte figurativa e como base da escrita. A partir daí, houve uma tendência de simplificação e estilização. Contudo, a recepção da mensagem visual não é a mesma para todos. As diferentes culturas atribuem diferentes signifcados aos diferentes corpos atribuídos de informação. A visão é natural, mas a ação de ver, segundo Dondis (2001), é diferente. "A comunicação visual ocorre por meio de mensagens visuais que fazem parte da grande família das mensagens que atingem os nossos sentidos: sonora, térmicas, dinâmicas etc" (MUNARI, 2001, pg 68) De maneira mais subjetiva, se trabalha com os dados visuais e seus três níveis onde: função de símbolo que é respresentar uma outra coisa. a imagem abstrata, sendo natural ou criada para efeitos intencionais, mostra algo que assemelhasse à coisa em si e; a representação é o mais próximo do real; No modo objetivo da distribuição das cores, seu uso pode complementar a representação de figuras reais quando as cores são as mais próximas da usada no real.

"Além disso, há o aspecto funcional na cor, ligado à comunicação visual e a psicologia: a cor de um objeto que se utiliza por muito tempo (...) deverá ser opaca e neutra." (MUNARI, 2001, pg 341) A cor e sua função como poder de expressão, continuando o raciocínio de Goethe (1810) ao analisar o processo da formação como "ânimo", é uma prova de que a cor provoca uma vibração psíquica e, o efeito físico inicial seria o caminho para a alma. Por outro lado, a cor como informação, aplicada principalmente na área da comunicação, tem sua função determinada pela intenção acerca de um objeto. Nesse sentido, podemos compreender a cor como um dos elementos da sintaxe da linguagem visual. Um outro elemento importante na formação da infografia é a tipografia. Seu objetivo primário é a leitura. Contudo, a palavra não é definida exclusivamente pelo locutor.

"Na realidade, toda palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que procede de alguém, como pelo fato de que se dirige a alguém." (BAKHTIN, 1992, pg 113).

Nesta situação dinâmica da página, são estabelecidas as seguintes relações: concordante, conflitante e contrastante. Ao afirmar que a informação gráfica também se trata de uma linguagem, é preciso demonstrar que suas características são iguais as de qualquer linguagem jornalística.

Porém, a infografia também possui características únicas:

os dados

ferramenta de análise

troca de paradigmas Com o aumento da oferta de informação, a infografia se encaixa no pouco tempo que cada indivíduo dispõe para interpretar a notícia.

A necessidade de um novo recurso de informação para as mídias impressas e virtuais, faz da infografia um importante elemento de comunicação.

Seu uso multimidiático cria uma nova forma de produção, recepção e percepção da informação.

A partir dessa perspectiva, autores como Seixas (2004) defendem que estamos diante de um novo gênero jornalístico. Sancho (2001) também cita características fundamentais na produção da infografia:

dar significado a uma informação plena e independente

proporcionar informação atual e permitir sua compreensão

conter formas tipográficas e iconográficos precisos

possuir capacidade informativa

boa estética Não apenas informar, os infográficos também podem servir como entretenimento. Dejavite (2006) e Aguiar (2008) defendem que a notícia que também diverte é tão valorosa quanto aquela unicamente informativa. Sancho (2001) a divide entre individual e coletiva e, cada um deles, ainda se divide entre: Comparativas: espaciais características gerais posicionais Documentais: atuacionais espaciais de corte Cênicas Localizadoras mapa plano Teixeira (2010) complementa essa classificação dividindo o infográfico entre enciclopédico e jornalístico. Ambos podendo ser independente ou complementar.

A infografia jornalística independente podendo ainda ser reportagem infográfica. Peltzer (1991) propõe uma outra maneira de classificação dos infográficos ao dividí-los entre vista, gráficos explicativos e reportagem. Vista: plano corte perspectiva panorama Gráficos explicativos causa-efeito retrospectivo antecipativo passo a passo de fluxo Reportagem: realista simulado









Além disso, seu reconhecimento é internacional e, recentemente, teve sua inserção digital quando, em 2008, passou a disponibilizar ser conteúdo no site. A revista também utiliza recursos midiáticos, como infográficos e redes sociais.

"O design de informação e, mais especificamente, as visualizações narrativas, podem desempenhar um papel importante." (RENDGEN, 2012, pg 80) O design da informação na revista Superinteressante (Setembro/2012) no impresso e no online. Infográfico 1 no impresso no digital Infográfico 2 no impresso no digital Infográfico 3 no impresso Infográfico 4 no impresso no digital Infográfico 5 no impresso no digital Infográfico 6 no impresso no digital no digital no digital REFERÊNCIAS AMBROSE, Gavin. HARRIS, Paul. Design básico cor. Porto Alegre: Bookman, 2009.

AMBROSE, Gavin. HARRIS, Paul. Design básico imagem. Porto Alegre: Bookman, 2009.

BEARE, John Isaac. The works of Aristotle. Oxford University Press USA. 1928.

CAIRO, Alberto. Infografia 2.0: visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Editora Alamut. 2008.

DEJAVITE, Fábia Angélica. INFOtenimento: informação + entretenimento no jornalismo. São Paulo: Paulinas, 2006.

DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

DUARTE JÚNIOR, João Francisco, Fundamentos estéticos da educação. 2a ed. – Campinas, SP. 1988

GOETHE, Johann Wolfgang Von. Doutrina das cores. São Paulo: Nova Alexandria. 2011.

GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação: a construção biofísica, lingüística e cultural da simbologia das cores. São Paulo: Annablume, 2000.

http://www.bocc.ubi.pt/pag/perles-joao-comunicacao-conceitos-fundamentos-historia.pdf Acessado dia 12 de novembro de 2012.

http://www.cchla.ufrn.br/visiget/pgs/pt/anais/Artigos/Francis%20Arthuso%20Paiva%20–%20(COLTEC-UFMG).pdf Acessado dia 12 de novembro de 2012.

http://www.ceart.udesc.br/dapesquisa/files/01CENICAS_Barbara_Biscaro.pdf Acessado dia 23 de outubro de 2012.

http://www.insite.pro.br/2012/Julho/jornalismo_infotenimento_entretenimento.pdf Acessado dia 15 de novembro de 2012.

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R1472-1.pdf Acessado dia 15 de novembro de 2012.

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2011/resumos/r6-2976-1.pdf Acessado dia 10 de novembro de 2012.

http://www.modavestuario.com/349esclarecimentossobreainfografia.pdf Acessado dia 03 de novembro de 2012.

LUPTON, Ellen. Pensar com tipos: guia para designers, escritores, editores e estudantes. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

LUPTON, Ellen. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.

LYNCH, Patrick e HORTON, Sarah. Web style guide: Basic Design Principles for
Creating Websites. Yale University Press USA. 2002.

MARTINS, Bruno Guimarães. Tipografia popular: potências do ilegível na experiência do cotidiano. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte, 2007.

MEGGS, Philip e PURVIS, Alston. História do design gráfico. São Paulo: Editora Cosaic Naify. 2009.

MULLER-BROCKMAN, Josef. Historia de la comunicación visual. México: Naulpacan, 1998.

MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual: contribuição para uma metodologia didática. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

MURRAY, Susan. OUELLETTE, Laurie. Reality TV: remaking television culture. New York and London, 2009.

PABLOS, José Manuel De. Infoperiodísmo: el periodista como creador de infografía. Madrir: Editora Sintesis. 1999.

PELTZER, Gonzalo. Jornalismo iconográfico. Lisboa, Portugal: Editora Planeta. 1991.

RENDGEN, Sandra. Information graphics. Alemanha: Taschen. 2012.

SAUSSURE, Ferdinand La. Course in General Linguistics. Chicago: Illinois. 1916.

SEIXAS, Lia. Gêneros jornalísticos digitais: um estudo das práticas discursivas no ambiente digital. Artigo apresentado no XIII Encontro Anual da COMPÓS, São Bernardo do Campo, 2004.

STIERLE, Kalheinz. Que significa a recepção dos textos ficcionais? In: A literatura e o leitor: textos de estética da recepção, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1979.

STOVALL, James Glen. Infographics: A Journalist’s Guide. Boston: Ally & Bacon. 1997.

TEIXEIRA, Tatiana. Infografia e jornalismo: conceitos, análises e perspectivas. Salvador: EDUFBA, 2010.

TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Entretenimemto: uma crítica aberta. 2003. Editora Senac São Paulo.

VALERO SANCHO, José Luis. La infografia: técnicas, análisis y usos periodísticos. València: Universitat de Valènia: Barcelona, 2001. A revista Superinteressante faz parte das 190 publicações da Editora Abril e, teve sua primeira edição lançada em outubro de 1987. Desde então, divulga, especialmente, ciência e tecnologia para um público jovem. "Classificar, no jornalismo, sempre cumpre dupla função: orientar tanto a prática profissional como o consumo de informação" (TEIXEIRA, 2001, pg 63)
Full transcript