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Desenvolvimento embrionário humano

O início da vida
by

Vanessa Santana

on 30 January 2012

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Transcript of Desenvolvimento embrionário humano

Embriologia
é a ciência que estuda o desenvolvimento embrionário animal e vegetal.
Desenvolvimento embrionário humano
o início da vida
Desenvolvimento embrionário humano
o início da vida
Quando o espermatozoide (n) fecunda o ovócito maduro (n), ambos os núcleos se unem. Com isso, o DNA paterno e o DNA materno trocam informação genética e formam uma célula diploide (2n) conhecida como zigoto – a primeira célula do embrião.
é a ciência que estuda o desenvolvimento embrionário animal e vegetal.
Fases do desenvolvimento embrionário
Segmentação ou clivagem (mórula e blástula);
Gastrulação (gástrula);
Neurulação (nêurula);
Organogênese (origem aos tecidos).
Logo após a fecundação ocorrida na tuba uterina, o zigoto inicia uma série de mudanças. Através de diversas divisões mitóticas conhecidas como clivagem, são formadas pequenas células chamadas de blastômeros.
Os 2 primeiros blastômeros se dividem formando 4, que novamente sofrem divisão e se tornam 8 e assim por diante.
Segmentação ou clivagem
*Esta é uma segmentação holoblástica, pois todo o zigoto sofreu a clivagem.
Mórula:
Poucos dias após a fecundação, os blastômeros formam uma esfera maciça do mesmo tamanho do zigoto, variando entre 12 a 32 células. Então ela passa a ser chamada de mórula.
Blástula:
Dentro da mórula forma-se um espaço cheio de líquido uterino, causado pelo deslocamento das células para a borda da esfera. As células permanecem unidas formando uma única camada. Nesse momento ela é denominada blástula.
Algumas células começam a se unir formando um aglomerado. Elas darão origem ao embrião. Já a camada mais fina originará a placenta. Ela também sofrerá uma diferenciação e permitirá que a blástula seja fixada no útero.
Com a blástula já fixada à parede do útero, forma-se o disco embrionário bilaminar que origina duas camadas de células. Essas camadas originarão todos os tecidos e órgãos. São elas:
o epiblasto está relacionado com a formação da cavidade amniótica e a ectoderme;
o hipoblasto se relaciona ao desenvolvimento da endoderme e o saco vitelínico, junto com a blastocele.
Gastrulação
Uma parte da blástula sofre uma invaginação e começa a dobrar-se para dentro da blastocele. Isso faz com que haja células na parte externa do embrião e na parte interna.
A blastocele diminui até desaparecer e forma-se um novo espaço chamado de arquêntero – futuro intestino primitivo – que possui uma abertura conhecida como blastóporo. Ele dará origem à boca ou ao ânus.
Quando o blastóporo origina primeiro o ânus e depois a boca, o organismo é classificado como deuterostômio. Ex. Cordados (mamíferos, répteis, anfíbios...). Quando o blastóporo dá origem primeiramente à boca, são chamados de protostômios. Ex. Invertebrados, com exceção dos equinodermos.
Nessa fase, as células sofrem uma especialização ou diferenciação. Formam-se duas camadas de células ou tecidos embrionários: ectoderme e endoderme. O tecido que permanece na parte externa do embrião é chamado de ectoderme; o tecido interno de endoderme.
Esta diferenciação permite que o embrião comece a aumentar de tamanho.
No disco embrionário, surge o terceiro tecido embrionário localizado entre as camadas: a mesoderme.
Espermatozoide fecundando o ovócito maduro
Créditos: Dmitry Sunagatov/Fotolia
Créditos: science2/Fotolia
blastóporo
Arquêntero
blastocele
invaginação
blástula
endoderme
ectoderme
mesoderme
endoderme
ectoderme
disco embrionário
bilaminar
epiblasto
hipoblasto
Neurulação
Nessa fase, a gástrula começa a se alongar e se curvar na região do disco embrionário ficando semelhante a um “C” e passa a ser chamada de nêurula. A parte dorsal fica achatada formando a placa neural. As dobras formam o tubo neural e ali será formado o sistema nervoso do embrião.
Você se lembra do arquêntero? Ele formará a notocorda, que se trata de um cordão flexível de onde se originará a coluna vertebral.
* A notocorda é a estrutura que dá nome ao filo dos cordados (Chordata = do latim chorda que quer dizer corda).
Ao mesmo tempo, a mesoderme divide-se em pequenas estruturas provisórias chamadas de somitos. Eles se apresentam em pares que sofrerão diferenciação e se tornarão estruturas importantes como coluna vertebral, músculos, ossos e tecido epitelial. Com essa divisão, surge também uma cavidade ou buraco conhecido como celoma. No final do desenvolvimento ele dará origem à cavidades corporais. Ex. Cavidade peritoneal – onde se encontram as vísceras.
Este é o anfioxo. Um cordado, assim como nós. Ele será nosso modelo para exemplificar a fase de neurulação.
...e na endoderme, é formada a notocorda (E). Quando o desenvolvimento for completo, nosso anfioxo ficará assim (E e E1).
(A) Parte da ectoderme é achatada
formando a placa neural.
(B) As células da ectoderme causam uma invaginação empurrando a placa neural para dentro e...
...formando a goteira neural (C)...
...até cobri-la totalmente (D). As invaginações na mesoderme aumentam até originar os somitos (D)...
A
B
C
D
Créditos: Hans Hillewaert/Wikipédia
placa neural
mesoderme
arquêntero
endoderme
ectoderme
goteira neural
tubo neural
somito
notocorda
E1
celoma
Organogênese
Após tantas mudanças ocorridas, os tecidos começam a se diferenciar no que se tornarão tanto no período fetal quanto durante a vida. Observe algumas estruturas que os tecidos ou folhetos embrionários originam:
Folheto embrionário Estrutura no embrião Estrutura durante a vida
Ectoderme Revestimento externo Epiderme (pele, pelos, glândulas)
Tubo neural Sistema nervoso central
Mesoderme Somitos Musculatura, esqueleto
Endoderme Revestimento do arquêntero Revestimento dos órgãos
Anexos embrionários
O embrião precisa de nutrientes e de proteção para poder desenvolver todas essas estruturas que vimos até aqui. E como isso acontece?
Quando nosso embrião é apenas várias células em divisão, existe uma camada que o acompanha desde quando ele era apenas um ovócito maduro; a membrana ou zona pelúcida. Ela protege o zigoto até a fase de blástula, onde ocorre sua degeneração.
zigoto
zona pelúcida
Como a blástula já se encontra fixa no útero, ela passa a desenvolver os anexos embrionários. São eles:
- o saco vitelínico, que armazena e fornece os nutrientes até que o cordão umbilical esteja desenvolvido;
- o âmnio, uma bolsa cheia de líquido que protege o embrião de impactos e desidratação;
- o córion, uma membrana que envolve e protege os anexos, separando-os da placenta;
- o alantoide, que auxilia nas trocas gasosas junto com a circulação fetal, realizada pelo cordão umbilical, posteriormente.
âmnio
saco vitelínico
córion
alantoide
Muita informação? Vamos resumir:
- Anexos embrionários: de dentro pra fora: âmnio (proteção líquida), saco vitelínico (nutrientes iniciais), alantóide (auxilia a respiração) e córion (proteção).
Autoria e elaboração: Vanessa Santana
Referências:
FÁVARO, Carol L. J.; MACHADO, Márcio F.; ROMANGNOLI, Wellington. Biologia. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011. Fasc. 3 mód. 9 (Sistema Inter@tivo de Ensino).
Créditos: Marta Irokawa
Créditos: Marta Irokawa
Créditos: Wikipédia
Créditos: Wikipédia
Créditos: Marta Irokawa
Créditos: Marta Irokawa
Créditos: Thiago Lobo
intestino
tubo neural
notocorda
intestino
endoderme
tubo neural
ectoderme
* Cortes transversais e longitudinal mediano (E1).
Adaptado de AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Biologia das células. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 422
zigoto
2 células
4 células
8 células
mórula
Créditos: Thiago Lobo
blástula
mórula
blastômeros
Créditos: Thiago Lobo
- Segmentação ou clivagem: formação da mórula e da blástula – divisões mitóticas que aumentam o número das células.
- Gastrulação: a blástula invagina e forma uma cavidade chamada arquêntero, sua abertura se chama blastóporo. Formam-se os folhetos embrionários: ectoderme (fora), mesoderme (entre) e endoderme (dentro).
- Neurulação: a nêurula tem a semelhança de um “C” e, depois de alguns processos passa a apresentar o tubo neural, a notocorda, os somitos e celoma.
- Organogênese: pra não esquecer alguns exemplos: Ectoderme: fica por fora, originando a pele (epiderme); Mesoderme: camada que fica entre os tecidos. Assim como os músculos ficam entre as camadas mais externas do corpo e os órgãos; a endoderme fica por dentro dos órgãos, revestindo-os.
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