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Os Maias

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by

Catarina Vieira

on 11 April 2013

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Transcript of Os Maias

Sarau Cultural no Teatro da Trindade Os Maias Rufino, Cruges, Alencar Quais são os intervenientes no Sarau? Qual a simbologia de cada uma das apresentações? A maioria do público apreciou o discurso de Rufino embora este fosse pouco original e tivesse o mero objetivo de elogiar o Rei e os Nobres

Não foram capazes de dar valor à arte de Cruges

Algumas pessoas - como o Conde de Gouvarinho - não gostaram das ideias revolucionárias do poema de Alencar Crítica aos Portugueses Hipérbole Figuras Retóricas Utilizadas pelo Narrador ao Serviço das Descrição 11E
Novembro de 2012 Beatriz Martins, nº 1
Catarina Vieira, nº 3
Daniela Parreira, nº 4 oratória recital declamação Defende e invoca a religião
Referência ao "Anjo da Esmola"
"Trono de Portugal" como salvação
Idolatração do Rei
Recusa as ideias do avanço da ciência
Crença na existência da alma Rufino Toca Beethoven - Sonata Patética
É gozado pelo nome da música
O público não se demonstra interessado
O seu talento é ignorado
As pessoas não apreciam a qualidade Cruges Poema - "A Democracia"
Começa numa descrição romântica e sentimentalista
Parte para a crítica social - realismo
Ideias revolucionárias e republicanas Alencar "Versos admiraveis, mas indecentes"

"Numa festa de sociedade, sob a proteção da Rainha, diante de um ministro da Coroa, falar de barricadas, prometer mundos e fundos às classes proletárias... É prefeitamente indecente! (Conde de Gouvarinho) Metáfora "Nunca, nas alturas líricas, se gritara nada tão extraordinário!" "Aquela [república] em que o Milionário, sorrindo, abre os braços ao Operário!" Comparação "A Democracia e o Cristianismo, como um lírio que se abraça a uma
espiga (...)" Personificação "(...) quando os sinos da velha torre choravam (...) e cantavam (...)"
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