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ESTUDO DE CASO - PATOLOGIA

DISCIPLINA MESTRADO - ALDO
by

Raquel oliveira

on 19 November 2012

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Transcript of ESTUDO DE CASO - PATOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DURABILIDADE, PATOLOGIA E RECUPERAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES
DE CONCRETO ARMADO -ESTUDO DE CASO INTRODUÇÃO A edificação e sua estrutura Fissuras e trincas – descrição e diagnóstico Antes da reforma de 2007, trinca entre o Bloco das Celas e o Bloco Administrativo já existia; Presídio de Lavras, situado na Avenida Ernesto Matioli, 982 - Bairro Santa Efigênia, Lavras - MG. Abertura máxima é de aproximadamente um centímetro (1 cm) e ocorre junto à laje de forro da sala ESTUDO DE CASO Não disponibilidade dos projetos originais; OBJETIVO Identificar a patologia existente;

Fazer um diagnóstico das causas da patologia;

Apresentar projeto de recuperação da edificação; Trincas no Contato do Bloco das Celas com o Bloco Administrativo Foi observado que não foi feita a amarração das paredes dos dois blocos, provavelmente em função da diferença entre os materiais de construção (concreto armado no Bloco das Celas e alvenaria de tijolos no Bloco Administrativo) CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONSTRUÇÃO CIVIL Aluna: Raquel Cristina Teixeira de Oliveira Professor: Dr. Aldo Giuntini de Magalhães Belo Horizonte, 2012 Referências Dados coletados e observações feitas na inspeção visual; Informações verbais fornecidas pelos Secretários de Obras e de Regulação Urbana e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Lavras; Fotos de antes e depois da reforma realizada em 2007; ESTUDO DE CASO Planta baixa arquitetônica da penitenciária ESTUDO DE CASO ESTUDO DE CASO Fissuras e trincas – descrição e diagnóstico Nas paredes, a trinca apresenta abertura em torno de um centímetro (1 cm) junto ao forro, diminuindo quando avança em direção ao piso ESTUDO DE CASO Fissuras e trincas – descrição e diagnóstico ESTUDO DE CASO Fissuras e trincas – descrição e diagnóstico Conclusão: A causa da trinca em questão foi, provavelmente, o recalque diferencial do solo de fundação do Bloco das Celas Devido à elevada rigidez de sua estrutura, constituída por laje de piso, laje de forro e paredes em concreto armado, o bloco girou como um corpo rígido A evolução da abertura das trincas ao longo do contato, reforça ainda mais a possível causa apresentada ESTUDO DE CASO Fissuras e trincas – descrição e diagnóstico A configuração das trincas traz indícios que o recalque do solo de fundação foi aumentando da frente da penitenciária para o seu fundo O lote do seu lado direito apresenta caimento para o fundo, o que permite supor ter sido executado, no terreno da penitenciária, um aterro cuja altura aumenta da frente para o fundo do mesmo. Com a construção da penitenciária, este recalque começou a ocorrer, gerando trincas. Estas foram preenchidas e com a reforma elas aumentaram devido ao acréscimo de carga. Percebeu-se que as aberturas eram maiores após a reforma do que as anteriores, isso possivelmente é devido ao recalque inicial ter se dado em ambos os blocos, após a reforma, o recalque só ocorreu no Bloco de Celas. ESTUDO DE CASO Conclusão e projeto de recuperação É importante citar que com os dados que se tem e com a inspeção visual, não é possível afirmar a respeito da segurança da edificação e dos seus usuários. Mas o conforto e a funcionalidade ficam comprometidos. Era preciso conhecer:
tipo e a geometria das fundações;
perfil do solo, compacidade, consistência;
cargas solicitantes; Para a recuperação total e definitiva:
levantamento de todas as fundações;
fazer reconhecimento do solo e furos de sondagem;
fazer análise das fundações com relação à capacidade de carga e recalque (se preciso fazer reforço nas fundações);
tratamento de fissuras e trincas. ESTUDO DE CASO Conclusão e projeto de recuperação É importante que continuem sendo observadas as trincas e fissuras, pois existe a possibilidade de já terem cessado as movimentações. Neste cenário, apenas como tratamento estético, podem ser realizados os seguintes passos: 1.Retirar, de cada lado da trinca de contato, no mínimo 6cm da argamassa de revestimento de paredes e lajes.

2.Executar demolição cuidadosa de uma faixa, deixando entre eles espaço mínimo de 2cm;

3.Refazer as faces e bordas dos elementos dos dois lados da trinca de contato, deixando um espaço entre eles de 1 cm;

Tal espaço deve ser obtido com a instalação de folha de isopor, com espessura de 1 cm, de forma a isolar completamente os elementos dos dois lados da trinca de contato, que será transformada em junta de dilatação. ESTUDO DE CASO Conclusão e projeto de recuperação 4.Após a cura dos materiais de recomposição (ideal 30 dias), retirar, dos dois lados da nova junta de dilatação, o isopor de isolamento, numa profundidade mínima de 3 cm;

5.Retirar todo o pó das faces laterais da junta;

6.Aplicar, apenas nas faces laterais internas da junta de dilatação (região de contato com o mastique a ser aplicado), primer;

7.Após a secagem ao toque do primer, instalar, no interior da junta de dilatação, limitador de profundidade, com 10 mm de diâmetro; 8.Aplicar, nas bordas da junta de dilatação, dos dois lados e ao longo de todo o seu comprimento, fita crepe com largura de 5 cm;

9.Aplicar, com pistola apropriada, mastique de poliuretano alifático, de cor branca ou cinza e dar acabamento com espátula, apertando-o contra as faces laterais da fissura, de forma a preenchê-la totalmente. Imediatamente, retirar a fita crepe das bordas da junta;

10.Após a cura completa do mastique, quando for o caso, executar pintura dos elementos que formam a junta de dilatação. ESTUDO DE CASO Conclusão e projeto de recuperação ESTUDO DE CASO Conclusão e projeto de recuperação BIBLIOGRAFIA:

Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais - Parecer Técnico do Presídio de Lavras, M. Borges Engenharia LTDA.
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