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Desenvolvimento Pessoal - Sistema de formação de adultos no cne

CIP Região de Beja
by

João S Sousa

on 10 March 2013

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Transcript of Desenvolvimento Pessoal - Sistema de formação de adultos no cne

Bloco 7 - O Voluntário-Educador no CNE
CIP BEJA 2013 O Desenvolvimento Pessoal e a Avaliação de Desempenho Sistema de Formação de
Adultos no Escutismo NOVO Objectivos da UF:

- Explicar o Desenvolvimento Pessoal no quadro do Sistema de Formação de Adultos no CNE (o diagnóstico de necessidades de formação e oportunidades de formação, PIF, ALV, a autoformação e a formação contínua)
- A avaliação de desempenho face ao compromisso assumido e ao cargo atribuído e aceite. Assenta sobre os seguintes Principios-Base:
1. Formacao Personalizada
2. Valorizacao dos Conhecimentos e das Competencias Individuais de cada formando
3. Formacao Pedagogica de Base na Pedagogia e Metodo Escutistas
4. Formacao focalizada no Impacto junto dos Jovens
5. Formacao Continua ao Longo do Ciclo de Vida do Dirigente
6. Percursos de Formacao de Educadores, de Formadores e de Gestores.
7. Insignia de Madeira como Formacao Pedagogica Aprofundada.
8. Formacao de uma Consciencia da Dimensao Global do Movimento.
9. Percursos Formativos constituidos por Cursos de Formacao Base complementados com Formacao Monografica, Interna ou Externa, Adicional.
10. Oferta Interna de Formacao de Curta Duracao Diversificada
11. Promocao e Valorizacao Interna de Oportunidades de Formacao Externa
12. Utilizacao da Formacao e-learning e b-Learning
13. Reforco do Papel da Tutoria na Formacao
14. Reforco das Funcoes de Gestao da Formacao ao Nivel Local A Formacão constitui um importante instrumento de capacitação, adequação e atualização dos Adultos no Escutismo em termos dos conhecimentos, competências e atitudes necessários ao cabal cumprimento do respetivo papel na missãoo educativa do Corpo Nacional de Escutas.

FINALIDADE
A formação, sendo primeiro que tudo oportunidade e meio de desenvolvimento pessoal dos formandos, visa dotar o Corpo Nacional de Escutas de Dirigentes capazes para o exercício e a vivência da relação educativa preconizada no método escutista, ou suporte à mesma, bem como para o testemunho autêntico da vivência cristã. Direito à Formação
Todos os Dirigentes e Candidatos a Dirigentes no Escutismo têm direito a aceder à formação em pedagogia escutista necessária para aplicação do método e adequada ao cabal cumprimento do respetivo papel na missão educativa do Corpo Nacional de Escutas.

Dever de Formação
Todos os Adultos no Escutismo têm o dever de procurar, interna ou externamente, a formação necessária e adequada ao cabal cumprimento do respetivo papel na missão educativa do Corpo Nacional de Escutas. Responsabilidade pela Formação

Todos os órgãos da Associação detêm responsabilidades no Sistema de Formaçãoo de Adultos no Escutismo do Corpo Nacional de Escutas, pelo que devem contemplar esta dimensão no seu planeamento estratégico e anual.
Ao nível local, a Direcção de Agrupamento, sob coordenação do Chefe de Agrupamento, detém especiais responsabilidades na formação dos Adultos no Escutismo que ingressem ou prestem serviço no Agrupamento.

Cada Dirigente, individualmente, tem o dever solidário de apoiar, promover e contribuir para a formaçãoo pessoal dos restantes Adultos no Escutismo, designadamente aqueles com que interage quotidianamente. Sistema de Formação de Adultos no Escutismo

O Sistema de Formação de Adultos no Escutismo do Corpo Nacional de Escutas contempla diversas modalidades e percursos de formação, consoante a respetiva melhor adequação aos conteúdos e/ou aos objetivos pretendidos

1. Percurso Inicial
2. Percursos Pessoais de Formação Contínua PERCURSO INICIAL
O Percurso Inicial constitui a formação básica e necessária à investidura como Dirigente do Corpo Nacional de Escutas.
Este percurso destina-se a todos os adultos que, por vontade própria e a convite de um Agrupamento, se constituem como Candidatos a Dirigente, podendo ter – ou não – um percurso educativo escutista anterior.
Este percurso está desenhado para ser vivido, normalmente, num período até dois anos (máximo, três) escutistas sucessivos, sendo, de um modo geral, um de discernimento e outro de estágio. PERCURSO PESSOAL DE FORMAÇÃO CONTÍNUA
1. Pluralidade de competências e experiências por parte dos formandos.
2. Motivacções diferenciadas por parte dos formandos.
3. Necessidade de oferecer percursos de formação diferenciados e que não sejam comprometidos por uma excessiva rigidez no percurso.
4. Necessidade de garantir uma mais efetiva alteração nas práticas como resultado da formação.

Propõe-se um modelo de formação contínua centrado no formando, que privilegia percursos e não cursos e que, à semelhança do Programa Educativo, procura dar uma resposta formativa que parta de um (auto) diagnóstico das capacidades do formando, a partir do qual pode organizar o(s) seu(s) percurso(s) de formação, para colmatar as necessidades de formação identificadas. Percurso Formativo de Aprofundamento Pedagógico
A. Percurso de Educadores
.Chefe de Unidade I
.Chefe de Unidade II
.Chefe de Unidade III
.Chefe de Unidade IV

Percursos Formativos de Especialização Associativa
B. Percurso de Formadores
.Formador
.Diretor de Formação

C. Percurso de Gestores
.Animador Local
.Animador Regional A formação contínua, seja em termos de aprofundamento, enriquecimento ou atualização, deve constituir uma preocupacção de cada Dirigente quer em termos da sua permanente adequação à missão educativa e à realidade das crianças e jovens, quer em termos do seu próprio desenvolvimento pessoal, pelo que deve ser estimulada, assim como se devem proporcionar oportunidades formativas que a permitam. AVALIAÇÃO
A avaliação constitui um importante instrumento de promoção do desenvolvimento pessoal do Adulto no Escutismo, bem como uma ferramenta ao serviço da busca por este da excelência no desempenho do seu papel na missão educativa do Corpo Nacional de Escutas.A avaliação deve constituir um exercício regular de aferição do desenvolvimento pessoal e progresso no perfil, constituindo ponto de partida na definição de necessidades de formação.
A avaliação radica sempre na autorreflexão pessoal.
A Equipa de Animação, bem como todas as outras equipas, em qualquer nível da Associação, devem ser espaços privilegiados de exercício comunitário de avaliação. “Não há alternativa:
é progresso ou inércia!” B.P. Plano Individual de Formação (PIF)

Instrumento de apoio à auto-formação contínua do Dirigente escutista, visando o eficaz desempenho da missão que desempenha no Escutismo, conforme a respectiva descrição de funções. “A virtude principal de um Chefe é a humildade” Gaston Courtois

• humildade de reconhecer que se enganou
• humildade de reconhecer que não sabe tudo
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